Curso Online de CAPACITAÇÃO PARA TRABALHOS EM ALTURA (NR-35)

Curso Online de CAPACITAÇÃO PARA TRABALHOS EM ALTURA (NR-35)

CURSO COMPLETO E DINÃMICO SOBRE A TÉCNICA DE TRABALHOS EM ALTURA, ESCOLHA DE EPI´s, ANCORAGENS, AMARRAÇÃO, FATOR DE QUEDA E MUITO MAIS.

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CURSO COMPLETO E DINÃMICO SOBRE A TÉCNICA DE TRABALHOS EM ALTURA, ESCOLHA DE EPI´s, ANCORAGENS, AMARRAÇÃO, FATOR DE QUEDA E MUITO MAIS.

INSTRUTOR SENAI-SP PARTICIPA DA ABNT 106 - COMISSÃO DE ESTUDOS ESPECIAIS DE SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO, AUDITOR DE OHSAS 18001, ISO 9001,ISO 14001, FERRAMENTAS DA QUALIDADE, PROFESSOR DE 5S, INSTRUTOR DE PONTE ROLANTE, EMPILHADEIRA, PALETEIRA, INJETORAS, SOPRADORAS, INSTRUTOR DE BRIGADA DE EMERGÊNCIA, ABANDONO DE ÁREA E EMERGÊNCIAS QUÍMICAS, AUDITOR DE SASSMAQ, GERENCIADOR DE P.P.R.P.S, PROFESSOR DE CIPA. INSTRUTOR NR-35 ALTURA



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  • Portaria n. 313 de 23 de março de 2012

    35.1.3 Esta norma se complementa com as normas técnicas oficiais estabelecidas pelos Órgãos
    competentes e, na ausência ou omissão dessas, com as normas internacionais aplicáveis.

    INSTRUTOR GIL ZAGO

  • Portaria n. 313 de 23 de março de 2012

    35.1. Objetivo e Campo de Aplicação
    35.1.1 Esta Norma estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura, envolvendo o planejamento, a organização e a execução, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com esta atividade.

    INSTRUTOR GIL ZAGO

  • Portaria n. 313 de 23 de março de 2012

    35.1.2 Considera-se trabalho em altura toda atividade executada acima de 2,00 m (dois metros) do nível inferior, onde haja risco de queda.

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  • Portaria n. 313 de 23 de março de 2012

    35.2. Responsabilidades
    35.2.1 Cabe ao empregador:
    a) garantir a implementação das medidas de proteção estabelecidas nesta Norma;
    b) assegurar a realização da Análise de Risco - AR e, quando aplicável, a emissão da Permissão de Trabalho - PT;
    c) desenvolver procedimento operacional para as atividades rotineiras de trabalho em altura;
    d) assegurar a realização de avaliação prévia das condições no local do trabalho em altura, pelo estudo,
    planejamento e implementação das ações e das medidas complementares de segurança aplicáveis;
    e) adotar as providências necessárias para acompanhar o cumprimento das medidas de proteção estabelecidas nesta Norma pelas empresas contratadas;

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  • Portaria n. 313 de 23 de março de 2012

    f) garantir aos trabalhadores informações atualizadas sobre os riscos e as medidas de controle;
    g) garantir que qualquer trabalho em altura só se inicie depois de adotadas as medidas de proteção definidas nesta Norma;
    h) assegurar a suspensão dos trabalhos em altura quando verificar situação ou condição de risco não
    prevista, cuja eliminação ou neutralização imediata não seja possível;
    i) estabelecer uma sistemática de autorização dos trabalhadores para trabalho em altura;
    j) assegurar que todo trabalho em altura seja realizado sob supervisão, cuja forma será definida pela análise de riscos de acordo com as peculiaridades da atividade;
    k) assegurar a organização e o arquivamento da documentação prevista nesta Norma.

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  • Portaria n. 313 de 23 de março de 2012

    35.2.2 Cabe aos trabalhadores:
    a) cumprir as disposições legais e regulamentares sobre trabalho em altura, inclusive os procedimentos expedidos pelo empregador;
    b) colaborar com o empregador na implementação das disposições contidas nesta Norma;
    c) interromper suas atividades exercendo o direito de recusa, sempre que constatarem evidências de
    riscos graves e iminentes para sua segurança e saúde ou a de outras pessoas, comunicando
    imediatamente o fato a seu superior hierárquico, que diligenciará as medidas cabíveis;
    d) zelar pela sua segurança e saúde e a de outras pessoas que possam ser afetadas por suas ações ou omissões no trabalho.

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  • Portaria n. 313 de 23 de março de 2012

    35.3. Capacitação e Treinamento
    35.3.1 O empregador deve promover programa para capacitação dos trabalhadores à realização de trabalho em altura.
    35.3.2 Considera-se trabalhador capacitado para trabalho em altura aquele que foi submetido e aprovado em treinamento, teórico e prático, com carga horária mínima de oito horas, cujo conteúdo programático deve, no mínimo, incluir:
    a) Normas e regulamentos aplicáveis ao trabalho em altura;
    b) Análise de Risco e condições impeditivas;
    c) Riscos potenciais inerentes ao trabalho em altura e medidas de prevenção e controle;
    d) Equipamentos de Proteção Individual para trabalho em altura: seleção, inspeção, conservação e limitação de uso;
    e) Acidentes típicos em trabalhos em altura;
    f) Condutas em situações de emergência, incluindo noções de técnicas de resgate e de primeiros socorros;

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  • Portaria n. 313 de 23 de março de 2012

    35.3.3 O empregador deve realizar treinamento periódico bienal e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
    a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
    b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
    c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
    d) mudança de empresa.

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  • Portaria n. 313 de 23 de março de 2012

    35.3.3.1 O treinamento periódico bienal deve ter carga horária mínima de oito horas, conforme conteúdo programático definido pelo empregador.
    35.3.3.2 Nos casos previstos nas alíneas “a”, “b”, “c” e “d”, a carga horária e o conteúdo programático devem atender a situação que o motivou.
    35.3.4 Os treinamentos inicial, periódico e eventual para trabalho em altura podem ser ministrados em conjunto com outros treinamentos da empresa.

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  • Portaria nº 313 de 23 de março de 2012

    35.3.5 A capacitação deve ser realizada preferencialmente durante o horário normal de trabalho.
    35.3.5.1 O tempo despendido na capacitação deve ser computado como tempo de trabalho efetivo.
    35.3.6 O treinamento deve ser ministrado por instrutores com comprovada proficiência no assunto, sob a responsabilidade de profissional qualificado em segurança no trabalho.
    35.3.7 Ao término do treinamento deve ser emitido certificado contendo o nome do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável.
    35.3.7.1 O certificado deve ser entregue ao trabalhador e uma cópia arquivada na empresa.
    35.3.8 A capacitação deve ser consignada no registro do empregado.

    INSTRUTOR GIL ZAGO

  • Portaria n. 313 de 23 de março de 2012

    4. Planejamento, Organização e Execução
    35.4.1 Todo trabalho em altura deve ser planejado, organizado e executado por trabalhador capacitado e autorizado.
    35.4.1.1 Considera-se trabalhador autorizado para trabalho em altura aquele capacitado, cujo estado de saúde foi avaliado, tendo sido considerado apto para executar essa atividade e que possua anuência formal da empresa.
    35.4.1.2 Cabe ao empregador avaliar o estado de saúde dos trabalhadores que exercem atividades em altura, garantindo que:
    a) os exames e a sistemática de avaliação sejam partes integrantes do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional - PCMSO, devendo estar nele consignados;
    b) a avaliação seja efetuada periodicamente, considerando os riscos envolvidos em cada situação;
    c) seja realizado exame médico voltado às patologias que poderão originar mal súbito e queda de altura, considerando também os fatores psicossociais.

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