Curso Online de PERCEPÇAO MUSICAL
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Curso Online de PERCEPÇAO MUSICAL

ESTE CURSO E PARA MUSICOS COM DEFICIENCIA NA PERCEPÇAO MUSICA. AQUI CONTEM EXERCIIOS PARA AJUDAR NESTA PRATICA, BEM EXPLICATIVOS, APROV...

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ESTE CURSO E PARA MUSICOS COM DEFICIENCIA NA PERCEPÇAO MUSICA.
AQUI CONTEM EXERCIIOS PARA AJUDAR NESTA PRATICA, BEM EXPLICATIVOS, APROVEITE!

MUSICO PROFISSIONAL REGISTRADO NA ORDEN DOS MUSICOS DO BRASIL ,PROFESSOR DE CANTO: EM TECNICA VOCAL,CANTO CORAL E FISIOLOGIA DA VOZ. COMEÇOU SEUS ESTUDOS AOS 16 ANOS PELO C.S.L (SP) PROFESSOR DE MUSICA COM ESPECIALIDADE EM: BATERIA,BAIXO,VIOLAO,TECLADO , REGENCIA,TROMPETE. MAESTRO DE VOZ E PROFESSOR DE MUSICALIZAÇAO INFANTIL DA P.M.C. PROFESSOR DO PROGETO APRENDA MUSICA E PROFESSOR E LIDER DA ESCOLA DE MUSICA SANSBEL.


- Anisio Vicente Da Silva Junior

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  • PERCEPÇAO MUSICAL

    percepçao musical

    autor:valquimar belmonte

  • INDICE

    indice

    introduçao
    o ouvido interno
    a capacidade auditiva
    o ouvido absoluto e relativo
    exercicios para pratica de percepçao
    exercicio 1
    exercico 2
    exercicio 3
    percepçao musical para cantores

  • Introdução

    introdução

    antes de mais nada, para que possamos melhor compreender o processamento da percepção auditiva, faz-se mister conhecer a estrutura fisiológica do órgão da audição, ou seja, o ouvido, figura 1.
    o ouvido possui três grandes divisões, a saber: o ouvido externo - que capta o som e através do conduto auditivo, que funciona como um ressonador, amplifica duas ou três vezes as ondas sonoras. o tímpano é o divisor do ouvido externo e do ouvido médio, o qual possui três ossículos. esses ossículos (martelo, bigorna e estribo) transmitem as vibrações produzidas pelo tímpano, que reage em função das ondas sonoras, à uma membrana que cobre uma abertura chamada janela vestibular ou oval, a qual separa o ouvido médio (cheio de ar), do ouvido interno (cheio de líquidos).

  • ouvido interno

    ouvido interno

    o ouvido interno, fechado num recipiente ósseo, possui três canais semicirculares, que não interferem no sentido da audição, mas oferecem o sentido de equilíbrio, e o caracol (cóclea). a cóclea, com seu formato de caracol, é a ponte de ligação entre o sistema mecânico de percepção do som e o sistema elétrico de envio da mensagem ao cérebro, através das vias neuronais.
    com o movimento da bigorna, em função da ação do martelo, é acionado o movimento da janela oval, esta por sua vez está presa à bigorna. portanto, sempre que a bigorna agir, a janela oval movimentar-se-á de forma reflexa. a janela redonda transmite as mensagens que chegam ao ponto de expansão e retração do fluído contido na cóclea. a importância da janela redonda está em que é ela que contém as informações referentes à freqüência e à intensidade de um som. o sistema nervoso solicitará da janela redonda todos os dados a respeito do som captado

  • até a janela redonda o processo é mecânico, e sofre defasagem no tempo. a partir daí, do sistema nervoso ao centro do cérebro responsável pela sensibilidade sonora, praticamente não há lapso temporal, porque a mensagem é enviada por pulsos elétricos infinitamente mais rápidos que os mecânicos

  • A Capacidade Auditiva

    a capacidade auditiva

    uma vez exposto de forma sucinta o funcionamento dos mecanismos auditivos, num enfoque fisiológico, podemos tratar da capacidade auditiva musical, começando por afirmar, baseados em várias pesquisas realizadas, que o despertar da capacidade de reconhecer os sons, começa desde o ventre materno e se desenvolve de acordo com o grau de amadurecimento psico-físico do indivíduo

  • recentes pesquisas demonstraram através de micro câmeras introduzidas no útero de gestantes no quinto ou sexto mês, que o feto já reage aos estímulos sonoros externos movimentando seu corpo ao som de diferentes estilos musicais, pois trechos específicos tocados durante a gestação, foram reconhecidos pelas crianças após seu nascimento

  • segundo gainza (1977), uma criança pequena sente-se atraída por sons diversos como: grunhidos, batidas, tilintar de cristais, buzinas e demais ruídos. ela reage imediatamente às variações repentinas e aos diferentes aspectos sonoros (altura, intensidade, timbre, duração), os reconhece e aprecia individualmente, bem como os imita se já possui capacidade vocal para tanto. podemos reconhecer nessa primeira fase da memória auditiva, o aspecto sensorial e afetivo atuando conjuntamente na seleção dos sons ouvidos, posto que dependerá do impacto produzido por ambos o registro e memória dos determinados sons em questão.
    de acordo com gardner (1994), a forma como os fatores emocionais e sensoriais estão entrelaçados aos aspectos puramente perceptivos, ainda não foi explicada, porque os fundamentos neurológicos da música até agora não foram suficientemente desvendados pelos cientistas

  • "o estudo da dominância dos hemisférios cerebrais começou a cerca de cem anos e se desenvolveu basicamente a partir da análise do efeito de lesões sobre áreas determinadas. a partir da dissecação de cérebros de vítimas de derrames, por exemplo, determinou-se que um efeito como a afasia (perda da voz) está ligado à lesões no lobo esquerdo. o lado esquerdo do cérebro, além de concentrar os principais centros lógicos da fala, é responsável pelo raciocínio digital - aquele que usa números como base de comparação. a visão e boa parte das funções motoras - de movimento dos músculos - do lado esquerdo são controladas pelo lado direito do cérebro - e vice-versa. isso porque os feixes nervosos que são dirigidos aos músculos e os olhos que saem do cérebro, e que levam a mensagem ‘funcione’ ou ‘deixe de funcionar’, se ‘cruzam’ num ponto abaixo do cérebro. assim, as ordens que saem da esquerda vão comandar músculos do lado direito"

  • o resultado mais surpreendente destas pesquisas, segundo gardner, é que um indivíduo, mesmo perdendo completamente a sua competência lingüística (afasia), não sofre nenhuma alteração musical e da mesma forma pode tornar-se inapto musicalmente mas conservar a capacidade lingüística.
    esses fatores, explicados cientificamente, podem ser assim sintetizados: a competência lingüística num ser humano normal é desenvolvida, em tese, exclusivamente pelo hemisfério cerebral esquerdo, enquanto a capacidade musical e, inclusive a sensibilidade perceptiva do tom, está localizada no hemisfério direito

  • no entanto, apesar da comprovação destes fatores, algumas exceções podem surpreender-nos: como um dano no hemisfério esquerdo de um músico-compositor pode afetar sua habilidade musical, assim o treinamento apurado de um músico pode basear-se também em parte dos mecanismos do hemisfério esquerdo. isso se dá em função de que a música relaciona-se também com outras competências do conhecimento, como a matemática, física e etc.
    portanto, para que o músico possa realizar atividades mais complexas, ele utiliza também os mecanismos do hemisfério esquerdo, responsáveis pelo desenvolvimento das capacidades supra citadas. podemos observar, a partir das situações expostas acima, que as representações neurais da habilidade musical nos indivíduos é surpreendentemente rica e diversificada.


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  • O Ouvido Absoluto e Relativo
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