Curso Online de Prevenção da Doença de Alzheimer

Curso Online de Prevenção da Doença de Alzheimer

Descrição da Doença de Alzheimer e como pode ser reduzido o risco de ter esta patologia.

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Descrição da Doença de Alzheimer e como pode ser reduzido o risco de ter esta patologia.

Mestre em alimentos e nutrição. Professor de ciência dos alimentos, biologia, química, ciências e bioquímica. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/1141431817967324. Pesquisador de qualidade de vida, alimentação saudável e prevenção de doenças crônicas não transmissíveis. Especialista em nutrição clínica e esportiva; gerontologia e qualidade de vida. Estudo intensamente nutrição, alimentos, saúde e gerontologia, dentre outras áreas. Nestes cursos transmito informações preciosas e atualizadas sobre alimentação e saúde com total credibilidade e clareza após estudar intensamente cada conteúdo.



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  • Prevenção da Doença de Alzheimer

  • O sistema nervoso também sofre perdas, decorrentes do envelhecimento, e uma das mais presentes é o número de neurônios. Além do decréscimo neural, há também alterações na condução nervosa, com a diminuição significativa de neurotransmissores, como acetilcolina, dopamina, serotonina, noradrenalina e GABA.

  • Confusões mentais e demências são comuns na velhice. Além dessas alterações, as doenças de Parkinson e de Alzheimer são duas patologias associadas ao sistema nervoso que acometem grande parte dos idosos em idades mais avançadas.

  • Existem vários tipos de demência, porém a mais comum é a Doença de Alzheimer (DA). A DA foi descrita pela primeira vez em 1906 pelo psiquiatra e neuropatologista alemão Alois Alzheimer, de quem recebeu o nome. A doença é geralmente diagnosticada em pessoas com idade superior a 65 anos, embora possa ocorrer mais cedo. As pesquisas mostram que a DA afeta 1% dos idosos entre os 65 e 70 anos, mas a prevalência aumenta exponencialmente com a idade, sendo de 6% aos 70, 30% aos 80 anos e mais de 60% depois dos 90 anos. Embora a doença se manifeste de forma diferente em cada pessoa, existem diversos sintomas em comum.

  • A prevenção da DA deve ter como focos: melhorar o acesso à educação e reduzir os fatores de risco para doença vascular, incluindo diabetes, hipertensão e obesidade na meia idade, tabagismo e inatividade física.

  • Sabe-se também que uma dieta pobre em ácidos graxos trans e saturados e com alto teor de monoinsaturados e poli-insaturados encontra-se associada a baixo risco de doença vascular, e este benefício pode se estender para a prevenção de declínio cognitivo e DA.

  • Nutrição e Doença de Alzheimer

    A doença de Alzheimer é uma síndrome caracterizada por perda da memória, das funções cognitivas, confusão mental, e dificuldades em desenvolver suas atividades diárias. Ocorre pelo acúmulo de proteína B amilóide, no cérebro, formando as chamadas placas senis. Nestes indivíduos a nutrição apresenta-se em geral deficiente, uma vez que o indivíduo perde a autonomia para a alimentação, e por vezes o cuidador não tem os cuidados alimentares corretos para este idoso.

  • A nutrição nesta patologia é muito importante, pois deverá evitar que o paciente fique ainda mais vulnerável e proporcionar a ele uma melhor qualidade de vida, retardando os sintomas e a progressividade da doença. A intervenção dietoterápica tem como o principal objetivo evitar o excesso ou a perda de peso, prevenir constipação, incentivar o paciente a alimentar-se sozinho, evitar a disfagia e a aspiração e principalmente nutrir de forma adequada e prevenir deficiências nutricionais.

  • Disfagia é qualquer alteração ou dificuldade de deglutição que ocorre antes, durante e/ ou após a alimentação.

  • Quando a alimentação não ocorre de modo adequado este indivíduo pode apresentar quadros de caquexia ou desnutrição, além de avançar mais rapidamente as fases da doença, já quando a alimentação ocorre de modo adequado o paciente pode demorar mais para progredir na doença, além de ter uma vida mais saudável.

  • Para que o paciente coma corretamente é de grande importância que durante as refeições o cuidador esteja ao lado do paciente, orientando-o a cada ação que faça. A maioria dos pacientes idosos tem menos apetite e o paladar modificado.


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