Curso Online de DESENHO ARQUITETÔNICO
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Curso Online de DESENHO ARQUITETÔNICO

Neste curso você aprenderá facilmente a ler e interpretar Desenhos Técnicos Arquitetônicos. O curso ensina de forma bastante ilustrativa ...

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Neste curso você aprenderá facilmente a ler e interpretar Desenhos Técnicos Arquitetônicos. O curso ensina de forma bastante ilustrativa e empolgante os assuntos relacionados ao Desenho Técnico Arquitetônico. Conheça os conceitos e elementos de plantas, cortes, vistas, desenhos de escadas, rampas. Visualize através de exemplos os tipos de desenho que compõem um projeto, como plantas de cobertura, locação e situação. Nunca foi tão fácil interpretar desenhos arquitetônicos! Faça já este curso e aproveite a demanda crescente da construção civil.


- Valéria Comin

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  • DESENHO ARQUITETÔNICO

  • HISTÓRIA

    O desenho arquitetônico é rigorosamente uma especialização do desenho técnico normatizado voltada à execução e a representação de projetos de Arquitetura. Em uma perspectiva mais ampla, porém, o desenho de arquitetura poderia ser encarado como todo o conjunto de registros gráficos produzidos por arquitetos ou outros profissionais durante ou não o processo de projeto arquitetônico. O desenho de arquitetura, portanto, manifesta-se como um código para uma linguagem, estabelecida entre o emissor (o desenhista ou projetista) e o receptor (o leitor do projeto). Dessa forma, seu entendimento envolve um certo nível de treinamento. Por este motivo, este tipo de desenho costuma ser uma disciplina importante nos primeiros períodos das faculdades de arquitetura. Também costuma se constituir em uma profissão própria, sendo os desenhistas técnicos comuns nos escritórios de projeto.

    Com a Revolução Industrial, os projetos das máquinas passaram a demandar maior rigor e precisão e consequentemente os diversos projetistas necessitavam agora de um meio comum para se comunicar e com tal eficiência que evitasse erros grosseiros de execução de seus produtos. Desta forma, instituíram-se a partir do século XIX as primeiras normas técnicas de representação gráfica de projetos, as quais incorporavam os estudos feitos durante o período de desenvolvimento da geometria descritiva, no século anterior.

  • HISTÓRIA

    Por este motivo, o desenho técnico (e, portanto, o desenho de arquitetura) era naquele momento considerado um recurso tecnológico imprescindível ao desenvolvimento econômico e industrial.

    A normatização hoje está mais avançada e completa, embora o desenho arquitetônico tenha passado a ser executado predominantemente em ambiente CAD (ou seja, de forma eletrônica). Por outro lado, para grande parte dos profissionais, o desenho à mão ainda é a génese e o principal meio para a elaboração de um projeto.

  • NORMALIZAÇÃO

    A representação gráfica do desenho em si corresponde a uma norma internacional (sob a supervisão da ISO). Porém, geralmente, cada país costuma possuir suas próprias versões das normas, adaptadas por diversos motivos.

    No Brasil, as normas são editadas pela ABNT, sendo a: NBR-6492 - Representação de projetos de arquitetura - a principal para o desenho arquitetônico.

    A Norma Brasileira de Desenho Técnico é a NB 8 R , que trata de assuntos que serão estudados adiante como: Legendas, convenções de traços, sistema de representação, cotas, escalas .

  • ELEMENTOS DO DESENHO

    Para que a (futura) realidade do projeto seja bem representada, faz-se uso dos diversos instrumentos disponíveis no desenho tradicional, na geometria euclidiana e na geometria descritiva. Basicamente, o desenho arquitetônico manifesta-se principalmente através de linhas e superfícies preenchidas (hachuras).

    Costuma-se diferenciar no desenho duas entidades: uma é o próprio desenho (o objeto representado, um edifício, por exemplo) e o outro é o conjunto de símbolos, signos, cotas e textos que o complementam.

    As principais categorias do desenho de arquitetura são: as plantas, os cortes e seções e as elevações (ou alçados, eventualmente chamadas também como fachadas).

  • ELEMENTOS DO DESENHO

    LINHAS:

    As linhas de um desenho normatizado devem ser regulares, legíveis (visíveis) e devem possuir contraste umas com as outras.

    I . ESPESSURA

    Linha grossa
    Linha média (metade da anterior)
    Linha fina (metade da anterior)

    II .TIPOS DE LINHA

    A- Linhas auxiliares (finas: cota, ladrilhos, etc.)
    B- Linhas gerais (média)
    C- Linhas principais (grossa)
    D- Partes invisíveis
    E- Eixos de simetria
    F- Seções ou cortes
    G- Interrupções

  • ELEMENTOS DO DESENHO

    PESOS E CATEGORIAS DE LINHAS:

    Normalmente ocorre uma hierarquização das linhas, obtida através do diâmetro da pena (ou do grafite) utilizados para executá-la. Tradicionalmente usam-se quatro pesos de pena:

    Linhas complementares - Pena 0,1. Usada basicamente para registrar elementos complementares do desenho, como linhas de cota, setas, linhas indicativas, linhas de projeção, etc.

    Linha fina - Pena 0,2 (ou 0,3). Usada para representar os elementos em vista.

    Linha média - Pena 0.4 (ou 0,5). Usada para representar os elementos que se encontram imediatamente a frente da linha de corte.

    Linha grossa - Pena 0.6 (ou 0,7). Usada para representar elementos especiais, como as linhas indicativas de corte (eventualmente é usada para representar também elementos em corte, como a pena anterior).

  • ELEMENTOS DO DESENHO

    CONVENÇÕES:

    Caracterização no projeto, das partes a conservar, a demolir e a construir:

    Na representação de uma reforma é indispensável diferenciar muito bem o que existe e o que será demolido ou acrescentado. Estas indicações podem ser feitas usando as seguintes convenções:

  • ELEMENTOS DO DESENHO

    HACHURAS:

    Os elementos que em um desenho projetivo estão sendo cortados aparecem com um peso maior no desenho. Além da linha mais grossa, esses elementos costumam estar preenchidos por uma determinada hachura. Cada material é representado por uma hachura diversa. Veja o quadro ao lado:

  • ELEMENTOS DO DESENHO

     

  • ELEMENTOS DO DESENHO

    FOLHAS:

    As folhas devem seguir os mesmos padrões do desenho técnico. No Brasil, a ABNT adota o padrão ISO: usa-se um módulo de 1 m² (um metro quadrado) cujas dimensões seguem uma proporção equivalente a raiz quadrada de 2 (841 x 1189 mm). Esta é a chamada folha A0.

    A partir desta, obtém-se múltiplos e submúltiplos (a folha A1 corresponde à metade da A0, assim como a 2ª0 corresponde ao dobro daquela.

    A maioria dos escritórios utiliza predominantemente os formatos A1 e A0, devido à escala dos desenhos e à quantidade de informação. Os formatos menores em geral são destinados a desenhos ilustrativos, catálogos, etc. Apesar da normatização incentivas o uso das folhas padronizadas, é muito comum que os desenhistas considerem que o módulo básico seja a folha A4 ao invés da A0. Isto costuma se dever ao fato de que qualquer folha obtida a partir desde módulo pode ser dobrada e
    encaixada em uma pasta neste tamanho, normalmente exigida pelos órgãos públicos de aprovação de projetos.


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  • 1. DESENHO ARQUITETÔNICO
  • 2. NORMALIZAÇÃO
  • 3. ELEMENTOS DO DESENHO
  • 3.1. LINHAS
  • 3.2. CONVENÇÕES
  • 3.3. HACHURAS
  • 3.4. FOLHAS
  • 3.5. LEGENDAS
  • 4. MATERIAIS DE DESENHO
  • 5. O DESENHO EM CADA UMA DAS ETAPAS DE UM PROJETO
  • 6. PROJETO ARQUITETÔNICO: REPRESENTAÇÃO E NOMENCLATURA
  • 6.1 PLANTA
  • 6.2 PLANTA DO PAVIMENTO
  • 6.3 PLANTA DE LOCAÇÂO
  • 6.4 ELEVAÇÃO / FACHADA
  • 6.5 CORTES
  • 6.6 PLANTA DE SITUAÇÃO
  • 6.7 COBERTURA
  • 6.8 TITULO
  • 6.9 PERSPECTIVA
  • 6.10 ESTATÍSTICA DO PROJETO
  • 7. ESPECIFICAÇÕES DE MEDIDAS
  • 8. ESCALAS NUMÉRICAS E GRÁFICAS
  • 9. COMPONENTES E ESPECIFICAÇÕES
  • 10. SÍMBOLOS GRÁFICOS
  • 11. COBERTURAS
  • 12. CIRCULAÇÃO VERTICAL
  • 12.1. ESCADAS
  • 12.2. RAMPAS
  • ROTEIRO PARA O DESENVOLVIMENTO DE UM PROJETO
  • REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFI