Curso Online de Espécies Reativas e Antioxidantes

Curso Online de Espécies Reativas e Antioxidantes

Radicais livres podem iniciar reações em cadeia que levam a formação de novos radicais, ampliando sua capacidade de produzir lesões. E...

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Radicais livres podem iniciar reações em cadeia que levam a formação de novos radicais, ampliando sua capacidade de produzir lesões.

Existem espécies não radicalares que podem agir semelhantemente aos radicais livres. O conjunto de radicais livres e essas espécies é chamado de espécies reativas.
Os danos oxidativos induzidos nas células e tecidos têm sido relacionados com a etiologia de várias doenças, incluindo câncer, aterosclerose, diabetes, catarata, artrite, doença de Alzheimer, doença de Parkinson e problemas pulmonares.

O sistema de defesa do organismo tem como principal função inibir ou reduzir os danos causados às células pelas espécies reativas. Existe uma grande variedade de antioxidantes, os quais podem ser classificados em função da origem e/ou localização em antioxidantes dietéticos (exógenos) e antioxidantes intra e extracelulares (exógenos).

Professor no ensino superior, médio e fundamental. Pesquisador de qualidade de vida e alimentação saudável. Especialista em nutrição clínica e esportiva; gerontologia e qualidade de vida. Professor de ciência dos alimentos, biologia, química, ciências e bioquímica. Mestre em alimentos e nutrição. Estudo intensamente nutrição, alimentos e gerontologia, dentre outras áreas. Nestes cursos transmito informações preciosas e atualizadas sobre alimentação e saúde com total credibilidade e clareza após estudar intensamente cada conteúdo.



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  • ESPÉCIES REATIVAS E ANTIOXIDANTES

  • INTRODUÇÃO

    Um radical livre é definido como um átomo, íon ou molécula que possui um ou mais elétrons não pareados no orbital mais externo. A presença de elétrons livres confere a estes radicais uma grande instabilidade química. Eles são altamente reativos, reagindo rapidamente por exemplo,com lipídios, proteínas e ácidos nucléicos.

  • Radicais livres podem iniciar reações em cadeia que levam a formação de novos radicais, ampliando sua capacidade de produzir lesões.

    Existem espécies não radicalares que podem agir semelhantemente aos radicais livres. O conjunto de radicais livres e essas espécies é chamado de espécies reativas.

  • As espécies reativas de oxigênio (ROS) se referem principalmente ao radical superóxido (O2 -), radical hidroxila (.OH) e o radical peroxila (ROO.). O peróxido de hidrogênio (H2O2), ácido hipocloroso (HClO), ozônio (O3) e o oxigênio singlete (1O2) são perigosos derivados do oxigênio não radicalares que também podem alterar as biomoléculas semelhantemente aos radicais , sendo por isso também considerados como ROS. As espécies reativas derivadas do nitrogênio (RNS) são derivadas do radical óxido nítrico (.NO) como por exemplo o ânion peroxinitrito (ONOO-).

  • Os danos oxidativos induzidos nas células e tecidos têm sido relacionados com a etiologia de várias doenças, incluindo câncer, aterosclerose, diabetes, catarata, artrite, doença de Alzheimer, doença de Parkinson e problemas pulmonares.


  • Para o funcionamento celular normal, deve haver um equilíbrio entre a formação de espécies reativas e os níveis de defesas antioxidantes. Se as defesas antioxidantes tornam-se insuficientes frente à excessiva produção de espécies reativas, ocorre o chamado estresse oxidativo .

  • A excessiva formação endógena de radicais livres pode ser causada por: ativação aumentada de fagócitos; interrupção dos processos normais de transferência de elétrons na cadeia respiratória mitocondrial; aumento da concentração de íons metálicos de transição como por exemplo através do escape do grupamento heme de proteínas em locais de lesão ou doenças metabólicas; e por níveis diminuídos das defesas antioxidantes.


  • O frio; calor; trauma; infecção; radiação; elevada pressão de O2; isquemia-reperfusão; toxinas; álcool; poluição; alguns medicamentos; hiperglicemia; hiperlipidemia; estresse emocional e a refeição pesada, são agentes causadores do estresse oxidativo.

  • Os radicais livres também são gerados por ação externa de substâncias tóxicas como agrotóxicos, ataque de microorganismos, contato com o ozônio, radiação ultravioleta, fumaça de cigarro ou por exercícios físicos intensivos.

  • IMPORTÂNCIA FISIOLÓGICA DAS ESPÉCIES REATIVAS

    Aproximadamente 3% do oxigênio consumido pelo corpo é convertido em espécies reativas. A geração intracelular dessas espécies reativas quando em níveis fisiológicos não provoca o estresse oxidativo e elas atuam na regulação da sinalização celular, da expressão gênica e inibem os ataques dos microorganismos.

  • O óxido nítrico é um radical livre que atua em várias funções fisiológicas. Ele ativa a enzima guanilato ciclase, estimulando a síntese de GMP cíclico, que é um importantíssimo segundo mensageiro.

    As enzimas oxidases presentes nas membranas plasmáticas geram ROS como resposta a fatores de crescimento e citocinas. Em níveis fisiológicos, essas espécies atuam em várias vias de sinalização. Elas induzem a transcrição de genes que codificam a produção de moléculas de adesão, quimiocinas, citocinas, genes estimuladores do crescimento, genes apoptóticos e quinases.


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  • INTRODUÇÃO
  • IMPORTÂNCIA FISIOLÓGICA DAS ESPÉCIES REATIVAS
  • RADICAL SUPERÓXIDO
  • RADICAL HIDROXILA
  • PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO
  • ÓXIDO NÍTRICO
  • ÂNION PEROXINITRITO
  • ÁCIDO HIPOCLOROSO
  • PEROXIDAÇÃO LIPÍDICA
  • ALGUMAS CONSEQUÊNCIAS DA PEROXIDAÇÃO LIPÍDICA
  • ETAPAS DA PEROXIDAÇÃO LIPÍDICA
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