Curso Online de ESPECIALIZAÇÃO EM ESCATOLOGIA BÍBLICO-HISTÓRICO

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Desde o início da existência do homem as tendências e inclinações religiosas representam um elemento comum à condição humana. Parece que ...

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Desde o início da existência do homem as tendências e inclinações religiosas representam um elemento comum à condição humana. Parece que de uma forma ou de outra boa parte de todos os povos que já existiram, teve no seio de sua religião a crença no fim de todas as coisas, quer seja pelo simples e natural ciclo temporal ou pela guerra do bem contra o mal como as principais religiões do planeta creem.
Jesus Cristo em seu ministério estruturou um sistema de significâncias que deram sentido a um novo modelo de escatologia dos que se conhecia até então. A escatologia cristã viria a ser a mais influente em todo o mundo com a revelação do livro do Apocalipse que causou um enorme temor à humanidade ao longo dos séculos.
Palavras-chave: Escatologia; história; ciência; religião, cristianismo.

Historiador Mestre em Teologia Pesquisador cultural



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  • ESPECIALIZAÇÃO EM ESCATOLOGIA BÍBLICO-HISTÓRICO
    UPACH- União de Pesquisadores Autônomos em Ciências Humanas
    servicomissionario@gmail.com
     
    Autor: Carlos André Costa dos Santos
    1º EDIÇÃO

  • Sun Tzu citou em “A arte da guerra” (2015 p.19)
    “Preparar-se de antemão para todas as contingências é a maior das virtudes”
    ESPECIALIZAÇÃO EM ESCATOLOGIA BÍBLICO-HISTÓRICO
    UPACH- União de Pesquisadores Autônomos em Ciências Humanas
    Carlos André Costa dos Santos*
    Resumo: Desde o início da existência do homem as tendências e inclinações religiosas representam um elemento comum à condição humana. Parece que de uma forma ou de outra boa parte de todos os povos que já existiram, teve no seio de sua religião a crença no fim de todas as coisas, quer seja pelo simples e natural ciclo temporal ou pela guerra do bem contra o mal como as principais religiões do planeta creem.
    Jesus Cristo em seu ministério estruturou um sistema de significâncias que deram sentido a um novo modelo de escatologia dos que se conhecia até então. A escatologia cristã viria a ser a mais influente em todo o mundo com a revelação do livro do Apocalipse que causou um enorme temor à humanidade ao longo dos séculos.
    Palavras-chave: Escatologia; história; ciência; religião, cristianismo.

  • Summary: Since the beginning of man's existence religious tendencies and inclinations represent a common element of the human condition. It seems that in one way or another a good part of all the peoples that already existed had within their religion the belief in the end of all things, whether by the simple and natural temporal cycle or by the war of good against evil as the major religions of the planet believe.
    Jesus Christ in his ministry structured a system of significances that gave meaning to a new model of eschatology of what was known until then. Christian eschatology would come to be the most influential in the whole world with the revelation of the book of Revelation that has caused a great fear to mankind throughout the centuries.
     
    Keywords: Eschatology; history; science; religion, Christianity.
     ___________________________________________________________________
    *Professor, historiador, teólogo e cientista social.
    ESPECIALIZAÇÃO EM ESCATOLOGIA BÍBLICO-HISTÓRICO
    UPACH- União de Pesquisadores Autônomos em Ciências Humanas
    Carlos André Costa dos Santos*

  • Introdução
    Atualmente, com a percepção de que o homem é um ser extremamente vulnerável e com a conclusão de uma parte de respeitados cientistas de que a ciência nega-se a si mesmo se negar a existência de Deus, o estudo dos livros escatológicos tem crescido cada vez mais como também suas interpretações, que são tantas, que nos custa saber se estamos nos aproximando da verdade escrita no Livro da Revelação (verdade para os que creem) ou se estamos nos enganando concebendo apenas o que nos convêm.
    Esse pequeno ensaio não tem pretensão de ser fiel a nenhuma linha escatológica consagrada, ela apenas trabalha com o que foi possível ser observado de forma minimamente acadêmica de acordo com a capacidade e limitações do autor, e não se coloca como nenhuma verdade absoluta e inquestionável. O presente autor tenta nesse tratado não considerar qualquer interpretação com base em trechos isolados, respeitando assim a metodologia de estudo e interpretação que a própria Bíblia vai defender para si mesma, “Sabendo primeiramente Isso: que nenhuma profecia da escritura é de particular interpretação. ” (ll pedro1:20).

  • Para os religiosos que acreditam na escatologia, esse material servira para mostrar novas possibilidades interpretativas para esse assunto que intrigou a massa de crentes de todas as épocas da era cristã, e para os que não creem, ou até mesmo para os que se denominam ateus, pode servir de base para um estudo antropológico e do simbólico cristão a fim de entender sua lógica e o posicionamento daqueles que professam essa fé no mundo social, político e econômico, tendo em vista que os crentes dessa visão fazem disso a base para todo seu fazer, mesmo que pareça loucura para os que estão de fora.
    O texto aqui apresentado se trata de uma adaptação de tese de mestrado em Teologia, resumos e união de trechos de artigos publicados do próprio autor para uma análise em nova perspectiva. Pelo fato do autor dessa pesquisa ter uma forte inclinação para a História, esse trabalho foi produzido nessa perspectiva, à perspectiva histórica, portanto houve a tentativa de um afastamento da opinião pessoal do mesmo, ainda assim não devemos esquecer que o esforço para manter uma neutralidade na abordagem do assunto não garante a imparcialidade do escritor no texto, a verdade é que em maior ou menor escala a opinião pessoal estará sempre expressa naquilo que produzimos. Ainda assim o historiador deve manter-se o mais longe possível do achismo e próximo da ética da História que poderá garanti uma coerência razoável dos assuntos abordados. “O historiador está proibido de mentir e não tem “licença poética” para alterar a forma da verdade. (Reis; 2004. p. 156-157)

  • O objetivo aqui não é obrigar o leitor a ingerir qualquer ideia de interpretação pessoal com base no “achismo” puro e louco, e sim desperta-los para a busca da verdade através das escrituras sagradas, libertando-se dos dogmas e ditos populares no cristianismo. Partindo dessa perspectiva iremos com certeza atingir e confrontar muitas crenças em uma escatologia cristã que se mostra ser extra e anti-bíblica.
    No processo de produção desse material foi utilizada uma bibliografia bem diversificada, umas são de cunho cientifico enquanto outros partem da fé e da crença, o mesmo trabalho traz um analise antropológico da inclinação e crença da cristandade dos tempos atuais, em resumo, essa pesquisa faz uma observação da escatologia em perspectivas sociais, religiosas e históricas.
    Mesmo que boa parte dos acadêmicos não queira admitir, os livros que compõem a chamada Bíblia Sagrada são, e se tornou ao longo da história os documentos mais importantes e influentes da humanidade. A coerência de seus livros históricos tem sido o principal motivo pelo qual se tem aumentado o número de cientistas interessados em seu estudo ainda que de forma muito tímida. A Bíblia protestante é composta por sessenta e seis livros, trinta e nove no Antigo Testamento e vinte e sete no Novo Testamento e foi escrita dentro de um período de 16 séculos com cerca de 40 escritores no total.

  • O judaísmo, religião que nasce em Israel por volta de 1300 a.C. tendo cerca de 15 milhões de adeptos com fundação atribuída a Abraão (e) ou Moises (Moshê), tem os primeiros cinco livros da Bíblia, a Torá (ou Torah), Be'reshít (Gênesis), Shemôt (Êxodo), Va'ikrá (Levítico), Be'midbár (Números) e Devarím (Deuteronômio) como “carta magna”, e sua autoria é atribuída também a Moises, aquele que os libertou da servidão na terra do Egito, sendo que o primeiro desses livros, o Genesis, é datado do séc.XV a.C.
    Além do judaísmo temos outros grupos religiosos que fazem desses textos sua razão de ser como é o caso do maior movimento religioso do mundo, o cristianismo, fundado por Jesus de Nazaré, “filho” do carpinteiro José, nas terras de Israel, em 30 d.C. Tendo hoje cerca de 2 bilhões de adeptos, que além do Torá (também chamado de Pentateuco) que teria chegado à sua forma atual na época do exílio dos hebreus, entre os séculos sexto e quarto a.C. também usam os livros escritos por outros profetas e pelos discípulos do próprio Jesus, compondo assim os sessenta e seis livros da Bíblia Sagrada, lembrando que na versão católica estão inclusos, além dos já citados, outros onze livros, os apócrifos, tendo um total de setenta e sete.

  • O Islamismo, em sua fundação tem se baseado nos princípios do judaísmo e do cristianismo. No séc. VI na Arábia (Oriente Médio), povos nômades, organizados em tribos e clãs habitavam a região, o politeísmo era comum, mas existiam grupos judeus e cristãos ocupando essas áreas, nesse contexto, em 570 nasce Maomé (Muhammad) filho de Abdala, na cidade de Meca.
    Já adulto, segundo os mulçumanos ele recebe oráculos de um anjo, o anjo Gabriel, que lhe falava em nome de Alá. Sua profissão de condutor de caravanas lhe possibilitaria grandes contatos com o cristianismo e judaísmo tornando-se assim um grande admirador do monoteísmo, e ao longo dos anos o único profeta de Alá, passando a pregar a crença em um único deus.
    Como podemos ver as três religiões mais significativas do mundo, quer seja pelo seu imenso número de adeptos ou sua influência cultural, faz uso destes antigos textos sagrados.

  • A Bíblia se tornou o livro mais vendido e mais lido do planeta, ainda que o menos compreendido entre tantos. Entre os textos menos entendidos da Bíblia estão os de cunho escatológicos, e todo o “terrível” livro do Apocalipse, tão terrível para muitos, que sua leitura e interpretação lhe é “proibido”. Confortável é viver suas vidas sem ter que aceitar a ruptura da história, ruptura tão violenta que põe em cheque nosso esforço para satisfazer nossos caprichos pessoais e vaidade, se esse livro proporciona tal desconforto então “melhor é manter distância que suportar seu julgamento”. O homem está tão conformado com esse sistema (o sistema) que rege suas vidas, que lhe é como que uma tortura ter que aceitar um fim de um mundo tão prazeroso e desejável como esse que conhecemos.
    O Apocalipse para alguns se trata de um livro que deve ser estudado com diligência e sua compreensão é acessível a todo homem.
    “O próprio nome, Apocalipse, que significa “revelação”, contradiz a afirmação de que é um livro selado (Apocalipse 22:10). Deus deseja que este livro seja aberto a todos, pois suas verdades são dirigidas aos que vivem nos últimos dias da história da terra, como o foram aos que viviam nos dias de João. No Apocalipse todos os livros da Bíblia se encontram e se cumprem. Ele é um complemento do livro de Daniel. Um é profecia e o outro uma revelação, por isso, devemos estudá-los juntos. ” (OLIVEIRA; 2015. p. 4)

  • Já outros acreditam que esse livro não é para a compreensão humana (pelo menos por enquanto), está selado, e só poderia ser entendido através de um oráculo.

    Parece que o Senhor Jesus Cristo revelou todas essas coisas para os homens como meio de alertar toda a humanidade sobre o juízo, o fim caótico de todas as coisas e sobre a salvação afim de que ninguém se perca. Nessa perspectiva, aquilo que não era para o conhecimento humano não foi permitido que fosse escrito, um exemplo disso esta no próprio livro do Apocalipse: “E, sendo ouvidas dos sete trovões as suas vozes, eu ia escrevê-las, e ouvi uma voz do céu, que me dizia: Sela o que os sete trovões falaram, e não o escrevas. ” (10:4).
    “(...) mestres religiosos da atualidade têm declarado que este é um livro selado e seus segredos não podem ser explicados. Como consequência, muitos se desviaram do estudo do Apocalipse e não compreendem suas mensagens. (...) O Apocalipse é uma revelação de Jesus Cristo, recebida de Deus, para mostrar aos seus servos as “coisas que em breve devem acontecer” (Apocalipse 1:1). Há um sentido de urgência que percorre todo o livro: “mostrar as coisas que em breve devem acontecer” (1:1); “Pois o tempo está próximo...” (1:3); “Venho sem demora...” (3:11); “Já não haverá demora” (10:6); “Em um só dia sobrevirão os seus flagelos” (18:8). Isso nos mostra que não há tempo a perder. ” (OLIVEIRA; 2015. p. 6)

  • A escatologia científica e os boatos escatológicos

    Qual o significado da palavra escatologia? A escatologia é a doutrina das coisas que devem acontecer no fim do mundo, a doutrina sobre o fim dos tempos e da história, e sobre o destino último dos homens e da terra.

    Atualmente toda a humanidade prega sermões escatológicos, as concepções das muitas religiões em volta do mundo se divergem sobre o assunto, até nas comunidades indígenas é possível perceber contos dessa natureza. “A destruição do mundo é outro tema importante da religiosidade tupi. ” (Prezia; 2000, p. 73). Não somente os tupi, também os Tenonde Porã e os Yanomami, entre outros acreditam no fim de todas as coisas.
    “Escatologia é o termo oficial para o estudo destes e relacionados assuntos. O termo vem de duas palavras gregas, eschaton (...) significando “último” e logos (...) significando “palavra”. A combinação dos termos se refere ao estudo das últimas coisasa morte e os seus assuntos relacionados. ” (Hargin; 2012. p.5)


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  • 1- Introdução
  • 2- A escatologia científica e os boatos escatológicos
  • 3- A Bíblia e a escatologia
  • 4- Hitler como um anticristo
  • 5- Divisão do fim dos tempos
  • 6- Os Sinais do Fim
  • 7- Promessas as igrejas
  • 8- Os quatro cavaleiros
  • 9- Pós-tribulacionismo, Pré-tribulacionismo e Midi-tribulaciomismo
  • 10- Primeira segunda e terceira vinda de Cristo? O arrebatamento, caos e confusão na terra.
  • 11- Céu e Inferno
  • 12- Conclusão
  • Referências bibliográfic