Curso Online de Filosofia da Religião
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Curso Online de Filosofia da Religião

A Filosofia da religião como um complemento ao estudo da Teologia, abordando de maneira sistemática a Filosofia associada à religião e su...

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A Filosofia da religião como um complemento ao estudo da Teologia, abordando de maneira sistemática a Filosofia associada à religião e sua importância histórica e humana.

Bacharel em Teologia pela Faculdade de Teologia e Filosofia Nacional-Fatefina. Ex-Professor da rede particular e pública de ensino. Mestre em Ciências da Religião pela Faculdade de Teologia e Filosofia Nacional-Fatefina. Técnico Administrativo no Governo do Estado da Paraíba.


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  • Filosofia da Religião

    filosofia da religião

    autor: anderson marques de carvalho
    andersoncristina@ibest.com.br

  • introdução a filosofia da religião  a necessidade do ser humano de tentar explicar o absoluto levou, além de outras matérias, também, a filosofia a estudar a religião. a filosofia de religião estuda a consciência e a compreensão que o homem faz do absoluto, sendo seu objeto a religião.  religião, entre várias definições, é onde o homem se enxerga como criado por algo maior que ele, então a religião trata da revelação que o homem tem do divino e de suas diversas realidades. devemos lembrar que há diferença entre filosofia da religião e teologia, a primeira vai ter como objeto a própria religião, enquanto a segunda terá como objeto o divino.

  • a filosofia da religião surgiu na antiga grécia, da constante do homem em perguntar pela vida na totalidade e então formular a questão de deus, ser supremo e divino. o homem moderno questiona não mais, somente, o supremo, mas sim a realidade através da razão e na experimentação científica. passamos a dispensar a causa primeira e em seguida pensaremos o mundo a partir da posição negativa ou positiva de deus.  como disciplina a matéria é recente e kant foi decisivo na sua constituição, hoje, há uma linha de investigação, mas não uma unidade de enfoque. no entanto, podemos colocar que a razão será usada nesta investigação. kant coloca o homem como ser pensante e ao pensar tem o compromisso com a realidade, neste caso temos como objeto não deus e sim o pensamento, ou seja, o questionamento da religião. a reflexão filosófica sobre a religião é também uma reflexão sobre a verdade de deus. 

  • o iluminismo trouxe à filosofia da religião uma nova fase, onde kant coloca que o homem deve ter a coragem de servir-se do seu próprio entendimento. ele (iluminismo) repercute na religião de um modo crítico, passa a suspeitar da fé como ideologia de uma ordem ultrapassada, os filósofos e teólogos passam a fazer releituras e interpretações da bíblia, pondo em cheque a religião, tornando assim, a filosofia da religião a crítica da forma de pensar a religião. temos a negação total da religião, nesta época temos como filósofos nietzsche, freud e karl marx.  karl marx declara o fim da religião e sua tese é bem aceita pela necessidade de uma sociedade mais justa e humanizada, só que isto tem um fim, pois esta posição é quase utópica e dá vazão à filosofia transcendental, existencial e na personalista. vários grupos se formam para estudar a religião sob vários pontos de vista. 

  • atualmente, a filosofia da religião trata da indagação filosófica que usa métodos filosóficos com objetivos filosóficos, ou seja, cabe investigar se o fenômeno religioso é originário e irredutível e se leva por natureza a um termo supremo chamado deus. não podemos esquecer que as críticas do iluminismo nos levam a perguntas importantes sobre a religião, ainda, hoje, seriam elas: sobre o abismo criado pelo iluminismo sobre a fé, a origem de várias religiões e aonde a religião vai se situar deste tempo em diante? suas realidades são colocadas diante do homem. de um  lado, está a religião que faz com que o homem tenha uma base para se constituir no mundo, conferindo a ele a esperança de viver, a crença em algo maior e a segurança de uma vida futura. de outro lado, irrompe a ciência que apresenta ao homem a realidade do mundo enquanto visível e sensível. 

  • por muitos séculos sustentou-se uma infindável discussão entre a ciência e a religião, onde a religião se identificava com a fé e a ciência com a razão. até joão paulo ii se colocou a pensar sobre a questão, desta reflexão surgiu o texto “fides et ratio” , que teve como objetivo apresentar a necessidade de um meio termo entre as duas realidades. cada uma destas realidades tem uma forte tendência de mostrar-se como soberana. a ciência faz de tudo para mostrar que a religião está errada e é incompleta e a religião usa inúmeros argumentos para dizer que  a ciência é inútil. algumas vezes travam uma contenda desnecessária, onde cada uma reivindica seu poder e autoridade sobre a outra. 

  • contudo ambas se constituem como realidades completamente distintas, mas não opostas. nada mais são que faces de uma mesma realidade. deste modo, toda essa discussão serve somente para que uma auxilie na purificação da outra. na medida em que a ciência apresenta os pontos falhos  da religião, esta se vê na obrigação de dar uma resposta cabível e cada vez mais depurada às questões da fé. é evidente a existência de religiões fundamentalistas que não têm a coragem de se dispor aos questionamentos da ciência, são religiões incoerentes e estão fora da dinâmica da vida, pois criam um mundo paralelo e totalmente supersticioso. 

  • a verdadeira religião tem a coragem de se colocar numa discussão com a ciência, neste embate as duas se completam e se purificam.  a religião sabe-se inócua sem a razão e a ciência tem consciência de sua finitude. a ciência sabe que pode ir somente até um determinado ponto, que, além disso, não há uma explicação racional aceitável, assim cala-se e deixa que a religião responda às últimas questões. albert  einstein, um dos maiores cientistas dos últimos tempos, conhecido mundialmente  pela teoria da relatividade que proporcionou a grande revolução da física, escreveu em um de seus textos: “esta situação pode ser expressa por uma imagem: a ciência sem religião é aleijada, a religião sem ciência é cega.”
     

  • nomes importantes na filosofia da religião
    santo agostinho
    aurélio agostinho destaca-se entre os padres como tomás de aquino se destaca entre os escolásticos. e como tomás de aquino se inspira na filosofia de aristóteles, e será o maior vulto da filosofia metafísica cristã, agostinho inspira-se em platão, ou melhor, no neoplatonismo. agostinho, pela profundidade do seu sentir e pelo seu gênio compreensivo, fundiu em si mesmo o caráter especulativo da patrística grega com o caráter prático da patrística latina, ainda que os problemas que fundamentalmente o preocupam sejam sempre os problemas práticos e morais: o mal, a liberdade, a graça, a predestinação.

  • nasceu em tagasta, cidade da numídia, de uma família burguesa, a 13 de novembro do ano 354. seu pai, patrício, era pagão, recebido o batismo pouco antes de morrer; sua mãe, mônica, pelo contrário, era uma cristã fervorosa, e exercia sobre o filho uma notável influência religiosa. indo para cartago, a fim de aperfeiçoar seus estudos, começados na pátria, desviou-se moralmente. caiu em uma profunda sensualidade, que, segundo ele, é uma das maiores conseqüências do pecado original; dominou-o longamente, moral e intelectualmente, fazendo com que aderisse ao maniqueísmo, que atribuía realidade substancial tanto ao bem como ao mal, julgando achar neste dualismo maniqueu a solução do problema do mal e, por conseqüência, uma justificação da sua vida. tendo terminado os estudos, abriu uma escola em cartago, donde partiu para roma e, em seguida, para milão. afastou-se definitivamente do ensino em 386, aos trinta e dois anos, por razões de saúde e, mais ainda, por razões de ordem espiritual.

  • entrementes - depois de maduro exame crítico - abandonara o maniqueísmo, abraçando a filosofia neoplatônica que lhe ensinou a espiritualidade de deus e a negatividade do mal. destarte chegara a uma concepção cristã da vida - no começo do ano 386. entretanto a conversão moral demorou ainda, por razões de luxúria. finalmente, como por uma fulguração do céu, sobreveio a conversão moral e absoluta, no mês de setembro do ano 386. agostinho renuncia inteiramente ao mundo, à carreira, ao matrimônio; retira-se, durante alguns meses, para a solidão e o recolhimento, em companhia da mãe, do filho e dalguns discípulos, perto de milão. aí escreveu seus diálogos filosóficos, e, na páscoa do ano 387, juntamente com o filho adeodato e o amigo alípio, recebeu o batismo em milão das mãos de santo ambrósio, cuja doutrina e eloqüência muito contribuíram para a sua conversão. tinha trinta e três anos de idade.


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