Curso Online de KARL POPPER

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RESENHA DE KARL POPPER A: Distinção Entre Ciência E Metafísica; AVALIAÇÃO CRÍTICA SOBRE KARL POPPER: Método Dedutivo E Progresso Cient...

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RESENHA DE KARL POPPER A: Distinção Entre Ciência E Metafísica;
AVALIAÇÃO CRÍTICA SOBRE KARL POPPER: Método Dedutivo E Progresso Científico.

Psicopedagoga, Filósofa, Educadora, Atriz. Especializada em Psicopedagogia Clínica e Institucional pela Faculdade São Bento da Bahia (2011-2013), cursei como aluna especial a disciplina- Emoções, Cultura, Sociedade -Sociologia das Emoções do Mestrado programa de pós-graduação em Ciências Sociais - PPGCS pela Universidade Federal da Bahia - UFBA (2008), sou Graduada em Licenciatura em Filosofia pela Faculdade Batista Brasileira - FBB. (2002-2006) e tenho formação em Teatro pela Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB). (1999/2000). Ministro aulas, oficinas, palestras de acordo com a minha formação e experiência em educação, artes e psicopedagogia. Atuo nas áreas de filosofia, sociologia, ética, artes, psicopedagogia, aprendizagem, ludicidade, contação de histórias, técnicas corporais e vocais, teatro, cinema, dança. Pretendo coordenar grupos em educação, psicopedagogia, como já fiz em artes e presto consultoria psicopedagógica e atendimento psicopedagógico clínico e institucional.



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  • 1- RESENHA DE KARL POPPER A Distinção Entre Ciência E Metafísica Por Semidéia Sentimental Silva Santos

    1- RESENHA DE KARL POPPER A Distinção Entre Ciência E Metafísica Por Semidéia Sentimental Silva Santos

    2 - AVALIAÇÃO CRÍTICA SOBRE KARL POPPER

    Método Dedutivo E Progresso Científico

  • 1- RESENHA DE KARL POPPER A DISTINÇÃO ENTRE CIÊNCIA E METAFÍSICA

  • POPPER, Karl R. A distinção entre ciência e metafísica. Trad. Sérgio Bath. IN: Conjecturas e refutações. 5ª ed. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 1972. p. 281-321.

    Karl R. Popper, inicia o seu texto, dizendo que a sua tese é apresentar as falhas das tentativas de Rudolf Carnap, para mostrar que a fronteira entre ciência e metafísica coincide com a que separa o que tem sentido do que não tem.

     
     

  • Na sua introdução, escreve sobre Carnap e que criticá-lo o faz lembrar de momentos como do seu encontro com ele pela primeira vez e de outros e que Carnap foi um pensador cativante, pronto para ouvir qualquer crítica e descreve uma característica que Carnap tinha em comum com Bertrand Russell (que foi influência para todos) que era a coragem intelectual. Descreve a sua viagem a Tirol com um manuscrito que não publicou intitulado “Os dois problemas fundamentais

  • da teoria do conhecimento” que continha uma crítica a doutrina da eliminação ou do despejo da metafísica por meio da análise do significado.
    Explicita que, a sua crítica em grande parte, era contra dois livros de Carnap e alguns de seus artigos e diz que Carnap aceitou parte de sua crítica mesmo, achando que exagerou nas diferenças dos
    seus pontos de vista e nos do Círculo de Viena (que Carnap era membro).Dessa forma, Popper silenciou por muitos anos,

  • mas continuou achando que as diferenças entre seus pontos de vista e os de Carnap não eram imaginárias, assim explica que o objetivo do seu trabalho é discutir essas diferenças, na medida, que elas tocam o problema da demarcação, assim ele promete ao professor Carnap ser mais razoável, mas que irá fazer um esforço para defender sua tese, de que essas diferenças são reais, como vem sentindo nos últimos 25 anos.

  • Na seção 2, apresenta um resumo das concepções que fundamentam sua crítica, ou seja, seu ponto de vista que propõe como critério de demarcação a refutabilidade do sistema teórico, afirmando que um sistema só deve ser considerado científico se faz afirmativas que podem chocar-se com observações, assim, as teorias são testadas pelos esforços para refutá-las. Dessa forma, testabilidade é o mesmo que refutabilidade.

  • Ao decorrer do trabalho, nas seções seguintes conta o desenvolvimento de acordo com seu entendimento, sua percepção, sobre o ponto de vista de Carnap a respeito do problema da fronteira entre ciência e metafísica.
    Comenta sobre a primeira teoria de Carnap (uma das teorias que criticou no seu manuscrito) sobre a ausência de sentido que se fundamentava numa concepção ingênua, onde os adeptos não perceberam

  • que rejeitando a metafísica também rejeitavam todas as teorias científicas, assim ele faz sua análise, na seção 3.
    Verifica a linguagem da ciência para Carnap, na seção 4, evidenciando que ele abandona a teoria naturalista do significado, substituindo pela teoria de que a boa formação de uma expressão linguística depende das normas da linguagem, verificando que não seria possível expressar as teorias metafísicas, porque não existiria terminologia disponível, dessa forma Popper

  • vai demonstrar a linguagem fisicalista, as linguagens da Ciência Unificada e as linguagens da Sintaxe Lógica. Assim, conclui que apesar das tentativas de construir para uso científico uma linguagem da metafísica, ninguém jamais conseguiu expor uma prova desse tipo.
    Aborda a questão da testabilidade e significação, na seção 5, dizendo que, mesmo se ambas forem analisadas de modo satisfatório não são mais adequadas para servir como critérios de sentido do que

  • a verificabilidade (que é mais antiga), assim ele, não aceita a análise feita por Carnap dos conceitos de teste ou confirmação, porque substituem termos como verificação e verificável e que essa conciliação é inadequada.
    Na seção 6, fala sobre a probabilidade e indução, sugere o método hipotético dedutivo e faz critica sobre o critério de demarcação escolhido por Carnap, o da confirmabilidade, que não satisfaz seus


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