Curso Online de Modelo aristotélico x modelo hobbesiano
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Curso Online de Modelo aristotélico x modelo hobbesiano

Este curso apresenta uma análise dos dois modelos de reflexão filisófica a respeito do Estado que preponderaram desde a antiguidade até H...

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Este curso apresenta uma análise dos dois modelos de reflexão filisófica a respeito do Estado que preponderaram desde a antiguidade até Hegel.

Professor de Teoria Geral do Estado na PUC RS entre 1994 e 2000. Professor convidado na Ulbra Canoas RS na Pós-Graduação em Direito Público em 1998. Advogado em Porto Alegre RS desde 1993.


- Jane Acácia De Siqueira

- Janete Alves De Oliveira

- Ariani De Assis Mero

"Muito bom! Explica tudo!"

- Thainá De Freitas Pimentel Pires

"esxelente estou gostando muito mesmo nunca fui de gostar de ler esses esta sendo bom mesmo"

- Aparecida Santos Almeida

- Roger Rocha De Oliveira

- Patrick Cardoso De Sa

- André Luiz Ribeiro

- Bruno Abilio Galvão

- Viviane Rosa Amaro Damasceno

- Felipe Venturini Arcêncio

- Lucinda Alves De Melo Bueno

- Maria Raquel Moreira

- André Luiz Da Silva Souza

- Sandra Maria Menezes Ferreira

- Jeane Gislon De Menezes

- Erica Paula Da Silveira Aleixo

- Watson Wilks Da Silva Costa

"Curso muito bom peloseu conteudo."

- Waldineu Alvaro Dos Santos Filho

- Francilina Diniz De Melo

- Wellington Isidorio Pereira

- Fábio Liberato De Faria Tavares

- Maria Marluce Lopes

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  • Modelo aristotélico x modelo hobbesiano

    Modelo aristotélico x modelo hobbesiano

    Curso de Filosofia Política

  • Orientações gerais

    Orientações gerais

    O presente trabalho pretende estabelecer uma análise a respeito de duas formas de pensar o Estado fundamentais na história das ideias políticas, isto é, o denominado modelo aristotélico e o modelo hobbesiano ou jusnaturalista.
    A comunicação com o autor do curso será possível através de chat no próprio site da Buzzero, no blog Estudos filosóficos e jurídicos (endereço perialetheia.blogspot.com), ou ainda, pelo e-mail disponibilizado ao final do curso.

  • A importância do tema

    A importância do tema

    Durante muito tempo, da antiguidade até Hegel tivemos, basicamente, dois modelos de política, que podem ser denominados de modelo aristotélico e hobbesiano (Bobbio, 1991a, p. 1).

  • O que é um modelo?

    O que é um modelo?

    Bovero, ao tratar do modelo jusnaturalista, afirma que este consiste num sistema de conceitos relativamente simples, redutível à grande dicotomia estado de natureza/ estado civil, e cuja estrutura formal, juntamente com os elementos fundamentais, permanece constante para aquém das profundas variações de conteúdo introduzidas por cada filósofo singular (p. 103).
    Da mesma forma, a filosofia política anterior à do jusnaturalismo acolheu e legou, sem diferenças sensíveis de autor para autor, um modelo completamente diverso e – sob quase todos os aspectos – oposto (ao jusnaturalismo). Trata-se do modelo que pode ser chamado, em função de seu autor, de “aristotélico” (BOBBIO, p. 5).

  • Modelo Aristotélico

    Modelo Aristotélico

    Aristóteles nasceu em 384 a.C. em Estagira, na Macedônia, motivo pelo qual é costumeiro encontrar referências a ele como “o estagirita”, faleceu na Calcídia, em 322 a.C.

  • Esclarecimento

    Esclarecimento

    As palavras polis e Estado são utilizadas como sinônimas nesta parte do texto.

    Nota: O vocábulo “pólis” em grego significa cidade / imediações da cidade / região habitada / reunião dos cidadãos, cidade / Estado / democracia (Isidro Pereira S.J.; Dicionário Grego-Português e Português-Grego).

  • Natureza do homem e origem do Estado

    Natureza do homem e origem do Estado

    Para Aristóteles o homem é um animal político, isto porque a natureza não faz nada sem um propósito e sendo o homem o único entre os animais que tem o dom da fala consequentemente apresenta condições de julgar o conveniente ou o nocivo, o justo e o injusto, o bem e o mal, e é a comunidade de seres com tais possibilidades que constitui a família e a cidade (Política, 1253 a), assim, devido à natureza do homem o Estado se forma naturalmente.

  • Visão cronológica e ontológica da polis

    Visão cronológica e ontológica da polis

    Cronológica

    Sob o aspecto cronológico em primeiro lugar aparecerá a família, seguida do povoado, que se coloca em posição intermediária entre a família e a polis, esta se apresenta como a última fase da evolução.

    Ontológica

    Considerando que a polis é formada pela união das famílias e dos povoados formando um todo, dentro da perspectiva ontológica, não faz sentido afirmar que as partes precedem ao todo, pois é este que da sentido às partes (REALE, p. 433).

  • A família

    A família

    As primeiras uniões entre pessoas, oriundas de uma necessidade natural, são aquelas entre seres incapazes de existir um sem o outro, ou seja a união da mulher e do homem para a perpetuação da espécie (isto não é o resultado de uma escolha, mas nas criaturas humanas, tal como nos outros animais e plantas, há um impulso natural no sentido de querer deixar depois de um indivíduo um outro ser da mesma espécie)...Além da união entre homem e mulher e a consequente prole, havia também, na composição da família, a união entre senhor e escravo (Política, 1252 b).

  • O povoado

    O povoado

    A primeira comunidade de várias famílias para satisfação de algo mais que as simples necessidades diárias constitui um povoado. A mais natural das formas de povoado parece consistir numa colônia oriunda de uma família, composta daqueles que alguns chamam de “alimentados com o mesmo leite”, ou filhos e filhos dos filhos (Política, 1252 b).

  • A polis

    A polis

    A comunidade constituída a partir de vários povoados é a cidade definitiva, após atingir o ponto de auto-suficiência praticamente completa; assim ao mesmo tempo que já tem condições para assegurar a vida de seus membros, ela passa a existir também para lhes proporcionar uma vida melhor. Toda cidade, portanto, existe naturalmente, da mesma forma que as primeiras comunidades; aquela é o estágio final destas...(Política, 1253 a).


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  • Modelo aristotélico x modelo hobbesiano
  • Orientações gerais
  • A importância do tema
  • O que é um modelo?
  • Modelo Aristotélico
  • Esclarecimento
  • Natureza do homem e origem do Estado
  • Visão cronológica e ontológica da polis
  • A família
  • O povoado
  • A polis
  • A vida na polis
  • Características do modelo aristotélico
  • Primeira
  • Segunda
  • Terceira
  • Quarta
  • Quinta
  • Sexta
  • Modelo Hobbesiano
  • ESCLARECIMENTO
  • Origem do Estado
  • Autores jusnaturalistas
  • Ideias diferentes
  • O que unifica esses filósofos num mesmo modelo?
  • Aspecto metodológico
  • Mudança de paradigma
  • Hobbes
  • Continuação
  • Características do modelo hobbesiano
  • Primeira
  • Segunda
  • Terceira
  • Quarta
  • Quinta
  • Sexta
  • Comparação entre os elementos característicos dos dois modelos
  • Informações finais
  • Referências Bibliográficas
  • Continuação