Curso Online de PCN de Geografia e seu desafio de aplicabilidade
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Curso Online de PCN de Geografia e seu desafio de aplicabilidade

CURSO BARATO E DE BOA QUALIDADE: Voltado para o ensino de geografia, Objetiva debater a temática dos parâmetros curriculares nacionais n...

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CURSO BARATO E DE BOA QUALIDADE:
Voltado para o ensino de geografia, Objetiva debater a temática dos parâmetros curriculares nacionais na geografia e suas dificuldades de aplicação.

Graduando em Bacharelado e Licenciatura plena em Geografia e Cartografia pela Universidade Federal do Pará


- Edvânia Da Silva Motta Melo

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  • PCN de geografia e seu desafio de aplicabilidade

    PCN de geografia e seu desafio de aplicabilidade

  • 1. Objetivos do Curso

    1. Objetivos do Curso

    A dificuldade do ensino de geografia nas escolas de ensino fundamental e médio, sobretudo, naquelas da rede publica é o objetivo deste curso, bem como as discussões que advêm do polemizado texto dos Parâmetros Curriculares Nacionais – PCN’s. O curso objetiva também, um estudo sobre a geografia e os PCN’s com o fim de discorrer sobre a caracterização dos parâmetros curriculares nacionais de maneira geral e o papel do ensino da ciência geográfica na contribuição de se aprimorar e/ou criar uma escola que dê conta de, não apenas informar seus alunos, mas também de auxiliar na sua percepção da realidade que nos cerca, bem como, na formação de um cidadão mais analítico/crítico e participativo no que diz respeito à criação de alternativas para a resolução dos problemas socioambientais e assim alcançar parte dos objetivos propostos pelo documento.

  • Suas dificuldades na implantação, bem como a utilização de novos métodos pedagógicos para substituir os mesmos, sobretudo problematizar as bases teóricas do tema, e, desta maneira, aprofundar a temática que é de importância significativa para os profissionais da sala de aula, e para os estudantes que pretendem assumir a posição de educadores.

  • Para realizarmos a reflexão sobre os PCN’s é necessário que antes façamos uma reflexão sobre a própria educação em uma escala macroscópica antes de se pensar os PCN’s de forma mais pontual, ou seja, microscópica; para dar conta disso se fez necessário pensar a instituição escola e seu desenvolvimento estrutural-funcional no passar dos tempos.

  • 2. Educação no contexto histórico

    2. Educação no contexto histórico

    No contexto pós-revolução industrial é de imaginar que a escola incorpore o projeto da sociedade industrial que tem como seus grandes ícones a burguesia, sucessora da nobreza, na liderança social. A burguesia domina os meios de produção, onde os modelos baseavam-se em inventos decorrentes da ciência (de fundo matemático e experimental), formando as bases para o que viria a ser a sociedade industrial e a própria escola.

  • A idéia que explica o funcionamento das escolas e dos processos educativos atualmente, consolida-se no inicio do séc.XIX, em um momento que a sociedade industrial está firmada. O funcionamento da máquina correspondia à idéia de perfeição, tal como a cosmologia vigente; uma natureza mecanizada, na qual Descartes é o precursor dessa visão sobre a natureza, Galileu deixa claro em um de seus escritos essa visão sobre a natureza.

  • “A filosofia está escrita neste grande livro que está sempre aberto diante de nós: refiro-me ao universo; mas não pode ser lido antes de termos aprendido a sua linguagem e de nos termos familiarizado com os caracteres em que está escrito. Está escrito em linguagem matemática e as letras são triângulos, círculos e outras figuras geométricas, sem as quais é humanamente impossível entender uma só palavra”
    Galileu, Il Saggiatore.

  • Frederick Taylor transformou o movimento da máquina em uma forma de organização ideal, onde os operários seriam as engrenagens da grande máquina que seria a indústria, logo esse projeto estende-se para a sociedade como um todo. Pensando a escola em relação ao Taylorismo, AD de Figueiredo afirma.
    “Não surpreende que as escolas, então criadas para corresponder a necessidades de formação elementar generalizada, tenham seguido o mesmo modelo de perfeição mecanicista, transformando-se em linhas de montagem para a produção massificada dos recursos humanos destinados a alimentar a Sociedade Industrial. As filas de carteiras, as campainhas a tocar de hora em hora, a instrução de ouvir e responder, a apresentação de conteúdos fora de contextos, a proliferação de disciplinas artificialmente separadas, a instrução de ouvir e responder, a memorização e reprodução de textos inertes, a “aquisição” de saberes sem aplicação visível, o isolamento e competição do trabalho escolar, os currículos nacionais rígidos, são apenas alguns exemplos ilustrativos do esmagador paradigma mecanicista que herdámos da Sociedade Industrial. Os professores eram, também, nesse paradigma, peças mecanizadas do sistema, na sua função de executarem sem desvio programas oficiais construídos “à prova de professor”. Entretanto, a linguagem mecanicista reinante transformava o conhecimento em produto material – o conhecimento passou a ser entendido como “conteúdos”, ou “matérias”, destinadas a ser “transferidas” (ou bombadas, como fluxos hidráulicos mecanicistas) das cabeças ilustradas dos professores, e dos manuais regulamentares, para as cabeças vazias dos alunos”.

  • A construção desse cenário deu-se em momento da história não muito remoto, no entanto alteram-se as formas das instituições, mas não modificam sua funcionalidade. Funcionalidade esta que está diretamente ligada na construção da configuração territorial e circuitos espaciais de produção, ou seja, temos a construção da imagem de escola sendo forjada nas mentes dos atores sociais, não necessariamente teríamos uma classe forjadora e uma classe forjada, antes de tudo é um processo que se dá pela reificação das instituições criadas pelo homem, que em determinado momento foram erguidas para atender demandas sociais, mas com o passar dos tempos as instituições perdem sua ideia de objeto e torna-se algo, “dotado de vida e vontades próprias” e que agora passa a criar homens, logo a ideia de reificação na qual trabalho no texto é a de quando a criatura torna-se criador.

  • No esforço de transpor essas idéias para o momento pós-guerra, CAMARGO & FORTUNATO nos dão uma construção desse cenário.
    “O mundo capitalista do pós-guerra fortaleceu os capitais monopolistas e sua internacionalização e construiu as bases para a difusão do neoliberalismo no mundo. Os capitais extrapolaram as fronteiras. A Guerra Fria desenhou um panorama político de confronto velado, enquanto a economia avançava na criação de novas tecnologias, cada vez mais sofisticadas, visando o aumento da produtividade, sobretudo industrial, até chegar ao mundo computacional. Nessa transposição de fronteiras, os Estados Nacionais assumiram importante papel, pois ofereceram o suporte básico para o desenvolvimento desse capitalismo mundializado”. (CAMARGO & FORTUNATO, 1997).

  • O Brasil nesse contexto encontra-se em uma inflação intensa, na qual serve de causa para estabelecer novos compromissos do Estado, momento que tem como característica as privatizações e o descompromisso social por parte do Estado. É afirmada com base na Constituição de 1988, a necessidade do Estado construir parâmetros para conduzir as práticas educativas do ensino (no qual é obrigatório), embasada no discurso de equilibrá-los com os ideais democráticos (que ocorrem somente na esfera metafísica, e não concretizam-se na esfera material) e na busca de uma maior qualidade no ensino das escolas brasileiras.


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  • PCN de geografia e seu desafio de aplicabilidade
  • 1. Objetivos do Curso
  • 2. Educação no contexto histórico
  • 3. Generalidades PCN’s e Geografia
  • 4. O Papel da Geografia nos PCN’s
  • 5. Principais objetivos da Geografia nos PCN’s
  • 6. A seleção dos conteúdos Geográficos a partir de Eixos Temáticos
  • 7. Geografia e os temas transversais
  • 8. Os conceitos nos PCNEMs de Geografia
  • 9. Por que os PCN’s trariam mudanças significativas para balizar o ensino da rede publica nacional, em especial ao ensino de geografia?
  • 10. Crise na Aplicabilidade dos PCN de geografia
  • 11. Referências