Curso Online de O Egito no Brasil Império

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O Egito antigo é de fato muito impressionante, quem nunca ficou boquiaberto quando vê as fotos dos gigantescos monumentos egípcios? Isso ...

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O Egito antigo é de fato muito impressionante, quem nunca ficou boquiaberto quando vê as fotos dos gigantescos monumentos egípcios? Isso não era diferente no Brasil império, este maravilhoso país chamou a atenção dos dois imperadores do Brasil, D. Pedro I e seu filho D. Pedro II.

Com objetivo de trazer a tona o interesse de jovens pela egiptologia, egiptomania e também pela egiptofilia, este curso busca abordar nos imperadores o amor pelo Egito, indo dês do próprio Egito antigo até o Brasil de D. Pedro II.

-slides com narração
-Esse curso possui prova final.

Estudante de História da Universidade Gama Filho no Rio de Janeiro, pesquisa Egiptologia há 10 anos. Para entrar em contato comigo mande seu email através do contato do curso...eu entratei em contato, mas não se esqueça de mandar seu email!



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  • O Egito no Brasil Império

    o egito no brasil império

    o acervo do museu nacional
    &
    as viagens de d. pedro ii ao egito.

    marco aurelio neves junior

  • Acervo Egipcio

    acervo egipcio

    “foi encontrado nos sepulchros reaes [sic: reais] de tebas, [nos] subterrâneos do palácio de karnac[...] escavações feitas pelo sr. belgolli[!] selebre viajante e antiquário: e dos sepulchros dos antigos reis de tebas no palácio de karnac[,] valle de bibam e[l] malouch”. (jornal astrea. descrição da coleção de peças egípcias. 29 de julho de 1826).

  • o egito antigo é de fato muito impressionante, quem nunca ficou boquiaberto quando vê as fotos dos gigantescos monumentos egípcios? isso não era diferente no brasil império, este maravilhoso país chamou a atenção dos dois imperadores do brasil, d. pedro i e seu filho d. pedro ii. com objetivo de trazer a tona o interesse de jovens pela egiptologia, egiptomania e também pela egiptofilia, esta revista busca abordar nos imperadores o amor pelo egito, indo dês do próprio egito antigo até o brasil de d. pedro ii. pretendendo passar pela aquisição do acervo egípcio do museu; as viagens de d. pedro ii ao egito; por fim abordar o acervo de múmias.

  • visando analisar cada múmia do museu e a partir destes estudos, aumentar o verdadeiro amor das pessoas pela história do egito que era de fato estudada pelo d. pedro ii e incentivada por d. pedro i.

  • Sala Egípcia do Museu Nacional

    sala egípcia do museu nacional

    nicolau fiengo teria desembarcado no rio de janeiro em 1824
    d. pedro i, em 1827, arrematou a coleção pela quantia de cinco contos de réis.
    as peças foram então doadas ao museu real
    o acervo atualmente alem de ser considerado o mais antigo é talvez também o mais importante da américa do sul.

  • Um acervo da terra dos Faraós no Brasil

    um acervo da terra dos faraós no brasil

    no ano de 1824, nicolau fiengo teria desembarcado no rio de janeiro, trazia ele uma coleção de objetos jamais vistos aqui no brasil, valiosas relíquias do egito antigo. dentre esses artefatos se encontravam estelas, baixo-relevos, sarcófagos, estatuetas, cones funerários, vasos canópicos, múmias, papiros, mobiliários, escaravelhos, amuletos, tabuas árabes e muito mais.

  • não se sabe muito sobre fiengo, acha-se que este seja italiano. o destino das peças era a argentina, porem elas nunca chegaram ao seu destino final. alguns defendem a tese de que nicolau fiengo temendo a epidemia de febre amarela se desfez o mais rápido que pode dos objetos e partiu. outros alegam que ele teria encontrado distúrbios políticos na capital argentina e teria voltado ao brasil, onde teria leiloado a coleção. o jornal astrea de 29 de julho de 1826 divulgou a coleção e mencionou que os objetos vieram de marselha e, devido a um bloqueio no rio da prata, teria retornado de montevidéu, no uruguai, para o rio, expondo na alfândega os caixotes com as múmias e outras peças.

  • o “sr. belgolli” é na verdade giovanni battista belzoni que escavou no egito e negociou com antiguidades, durante os anos de 1816 – 1819. de acordo com belzoni, os objetos que vieram para o brasil teriam sido encontrados nas suas escavações em karnak, o “reino de amon”, e em uma necrópole tebana. já o “palacio de karnak” é o vasto reino do deus amun na tebas oriental. os “sepulchros dos reis de tebas” estão de fato no vale dos reis, biban el moluk, porem o vale dos reis se situa no outro lado do nilo (ocidental), em frente a karnak e não sob os templos de karnak.

  • d. pedro i, em 1827, arrematou a coleção pela quantia de cinco contos de réis, pagas a prestação com parcelas nos prazos de seis, doze e dezoito meses. as peças foram então doadas ao museu real, provavelmente seguindo os conselhos de josé bonifácio. o prédio que abrigava o antigo museu real e atualmente abriga o museu nacional foi construído por um rico negociante português no fim do século xvii. desde 25 de junho de 1892 é a sede do museu nacional.

  • o interesse de d. pedro i pelo egito, somada as viagens de d. pedro ii, fizeram do acervo egípcio do museu nacional, no rio de janeiro, uma coleção de fundamental relevância arqueológica, que chegou a chamar a atenção de importantes pesquisadores internacionais, como alberto childe, que foi nomeado conservador de arqueologia do museu nacional em 1912, função que ocupou até aposentar-se em 1938. childe foi o autor do primeiro catálogo do acervo. ele nasceu em são petersburgo, na rússia, e faleceu em 1970, em petrópolis segundo manuel bandeira, childe “era dotado de talento para tudo – literatura, pintura, ciências. jamais se fixou em qualquer coisa senão na egiptologia”.

  • alem da coleção que fiengo leiloou, foi acrescentado um belo caixão, presente de ismail, o khendive do egito a d. pedro ii, em sua 3ª viagem ao pais dos faraós em 1876. depois de receber o sarcófago de sha-amun-em-su, d. pedro ii, de acordo com childe, o guardava de pé, no seu gabinete de trabalho. quando em 1892 o palácio da quinta se tornou o museu nacional; talvez o sarcófago tenha sido incluído na coleção.
    a ultima fase da formação da coleção egípcia do museu, foi marcada pela aquisição de peças pequenas, doações de felipe lopez neto e compras feitas a eduardo bianchi e ramoush.


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