Curso Online de Crônica  e Redação
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Curso Online de Crônica e Redação

01. Como fazer uma boa crônica 02. A origem da crônica 03. O cronista de si mesmo 04. O cronista à distância 05. Crônica descritiva 0...

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01. Como fazer uma boa crônica
02. A origem da crônica
03. O cronista de si mesmo
04. O cronista à distância
05. Crônica descritiva
06. Crônica narrativa
07. Crônica Lírica
08. Crônica reflexiva
09. Crônica metalinguística
10. Crônica-comentário
12. Como fazer uma boa Redação
13. Redações de exemplos

José Vieira Cabral Nasceu no dia 25 de agosto de 1.960 em Xambrê, Paraná, viveu ali até os seus oito anos de idade e depois os seus pais se mudaram para Maringá no mesmo Estado. E aos 19 anos mudou-se para São Caetano do Sul, Região do Grande ABC, São Paulo, onde permanece até o presente momento. O Autor/produtor foi comerciante a maior parte de sua vida, mas também trabalhou como empregado em algumas Empresas: Foi Administrativo e Encarregado de obras Civis, tendo como formação (Mestria em Construção Civil) e, mais de 100 Cursos de diversas áreas. Como Escritor e pesquisador escreveu diversas Obras Literárias e Didáticas: É fundador da Livraria e Editora Virtual Cabral Veríssimo (seu nome artístico) e pertencente ao Clube de autores. O seu Site:(ciacabralverissimo.loja2.com.br), onde produz os seus Livros e Cursos online para a plataforma da (www.buzzero.com/autores/jose-cabral).


- Cleide Braga

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  • Como fazer uma boa crônica
     
    Para fazer uma boa crônica é preciso escolher um fato que chame a atenção, através de jornais ou revistas, pois é muito importante que o tema escolhido desperte a atenção do próprio autor.
    - Você precisa ler sobre este tema, e ter opiniões sobre ele, e colocá-las no seu texto, pois esta é a principal característica de uma crônica.
    - Quando começar a escrever é importante que sempre deixe bem clara a sua opinião, relacionando o tema com você, como o que você pensa sobre o assunto. Coloque-se na situação sobre a qual está falando, e o que sente diante disso. Aponte o ponto de vista de outras pessoas, e se caso for o caso aponte uma solução.

  • A origem da crônica
     A crônica surgiu quando o escriba, que estava a serviço do rei, faraó, ou qualquer pessoa de grande importância na hierarquia dirigente, registrava operações de compra e venda, e acompanhava seus chefes em todas as campanhas guerreiras, relatando todas as etapas como: derrotas, vitórias e conquistas. Tais registros eram lidos pelos sacerdotes e depois repassados à população que tinha famílias nas guerras. Estes registros eram considerados simplesmente como um “diário de campanha”, cuja fidelidade aos fatos era duvidosa, visto que eram destinados a elogiar o chefe. E essa tendência ainda permanece atualmente.
    No entanto, nos dias atuais o que mais se aproxima dos escribas é o noticiarista, que tem a função de fazer relatos do dia-a-dia, para jornais, rádios e televisões, prescindindo os comentários.
     

  • 1. O cronista de si mesmo

    O cronista de si mesmo é aquele que descreve seus próprios feitos. Isso pode ser bom ou ruim, pois alguns conteúdos podem ser ou não verídicos, podem parecer ridículos ou haver neles a auto exaltação.
     
    2. O cronista à distância

    É aquele cronista que somente relata os fatos, porém se mantém distante deles, ou seja, não está presente neles. Há semelhanças entre a crônica e o texto exclusivamente informativo. Assim como o repórter, o cronista se alimenta dos acontecimentos diários, que constituem a base da crônica. Entretanto, há elementos que distinguem um texto do outro.
     

  • Após cercar-se desses acontecimentos diários, o cronista dá-lhes um toque próprio, incluindo em seu texto elementos como ficção, fantasia e criticismo, elementos que o texto essencialmente informativo não contém. Com base nisso, pode-se dizer que a crônica situa-se entre o Jornalismo e a Literatura, e o cronista pode ser considerado o poeta dos acontecimentos do dia-a-dia.
    A crônica, na maioria dos casos, é um texto curto e narrado em primeira pessoa, ou seja, o próprio escritor está "dialogando" com o leitor. Isso faz com que a crônica apresente uma visão totalmente pessoal de um determinado assunto: a visão do cronista. Ao desenvolver seu estilo e ao selecionar as palavras que utiliza em seu texto, o cronista está transmitindo ao leitor a sua visão de mundo. Ele está, na verdade, expondo a sua forma pessoal de compreender os acontecimentos que o cercam.

  • Geralmente, as crônicas apresentam linguagem simples, espontânea, situada entre a linguagem oral e a literária. Isso contribui também para que o leitor se identifique com o cronista, que acaba se tornando o porta-voz daquele que lê.
     
    3. Crônica descritiva - A crônica descritiva é caracterizada pela linguagem conotativa, particularizada e com uma captação impressionista, ou seja, é a descrição de seres animados e inanimados, transmitido sempre de uma maneira dinâmica.
     
    4. Crônica narrativa - O ponto principal de uma crônica narrativa é uma história, que se aproxima de um conto, porém um pouco menor. Conta um episódio inusitado cuja trama é leve e que pode ser compreendida facilmente. Envolve muita ação, poucas personagens, e um desfecho inusitado. A narração pode ocorrer em 1ª ou 3ª pessoa.

  • 5. Crônica Lírica - A crônica é lírica quando a saudade, a emoção e a nostalgia aparecem no texto buscando interpretar de forma poética os sentimentos.

    6. Crônica reflexiva - A crônica reflexiva é aquela cujo autor projeta sua interioridade sobre a realidade que está a sua volta, interpretando-a e registrando-a através de conjecturas, inferências e associações de ideias.  

    7. Crônica metalinguística - A crônica metalinguística é quando o autor escreve sobre o próprio ato de escrever, sob a forma de uma reflexão despretensiosa, de uma retrospectiva das primeiras experiências com as letras, de uma análise da palavra.  
    8. Crônica-comentário - A crônica-comentário é um texto cujo foco principal é a interpretação do autor sobre um determinado assunto, num ponto de vista quase jornalístico. Predominam as impressões críticas, com ironia, sarcasmo ou humor.
     

  • Ser Líder seu moço, não é nada bom:
    É... Muitas das vezes obrigar os subordinados
    A prestar mais atenção...
    Naquilo que já está pra lá de bom!
     
    É uma espécie de engolir os elogios,
    Ignorando os rios – de esforços que fizeram:
    Ser Líder é inventar mentiras para criar efeitos
    Psicológicos (Chantagens emocionais),
    Na fiúza de ganhar elogios a custa da Equipe.
     
    Ser Líder é ser!
    Cabeça que manda e pés que querem subir
    As maiores degraus...
    Seu moço! Ser líder é ser cabeça, pés e pescoço...
    (não compra nada dos trabalhadores a promovê-los)...
    Ser Líder é ser uma verdadeira merda
    Querendo brilhar a custa alheia – isso pra mim, fede!...
     

  • 05. SEM BOLSO
     
    Sem bolso subi a festa com a intuição caída...
    Pois uma pessoa sem nada no bolso,
    Pode se dizer, que é um festeiro destituído.
     
    Aquilo me bagunçava a cabeça, enquanto ia...
    Mas algo me empurrava com invisível magia...
    Chegando ao endereço referido, senti alegria!
     
    Uma menina doce de uns 19 anos de idade
    Direcionara-se a mim a título de uma amizade:
    E o momento, sem bolso, parecia inconveniente.
     
    Então a conversa ficara animadíssima e estável!
    Acabamos por namorar e casarmos, imediatamente.
    Naquele dia que eu estava sem bolso para a festa,
     
    Foi o melhor dia da minha vida;
    Porque tive amor no coração para dar a menina,
    Que Deus pusera nos traçados do meu destino.
     
     

    1. O cronista de si mesmo:
    O cronista de si mesmo é aquele que descreve seus próprios feitos.
    Exemplos: 05

  • 01. OS TRAVESTIS
     
    Em decadência abusiva, persiste,
    Esses iracundos - pecadores obscenos...
    Que pelas ruas propagam suas bagagens:
    Com pencas ou sem... Quanta vadiagem...
    Tem gente que gosta e se encosta
    Nessas orgias de sexo intermediário...
     
    E nem sei qual dos lados é mais otário:
    O vendedor da bagagem - ou o receptor canalha!
    Tudo é uma questão de gosto!...
    Sei que bunda é quase igual,
    Mas o impacto fatal se difere nos traços do rosto.
     
    Ou ainda na costa larga e no nó do pescoço...
    Tenha a santa paciência, ó minha gente!
    É muito melhor uma fruta que não tem caroço
    E nem outros enrosco – da pervertida carência...
     
    Em decadência abusiva, persiste,
    Esses iracundos - pecadores obscenos...
    Que pelas ruas propagam suas bagagens e problema.
     

    2. O cronista à distância:
    É aquele cronista que somente relata os fatos, porém se mantém distante deles, ou seja, não está presente neles. Há semelhanças entre a crônica e o texto exclusivamente informativo. Assim como o repórter, o cronista se alimenta dos acontecimentos diários, que constituem a base da crônica. Entretanto, há elementos que distinguem um texto do outro.
    Exemplo: 01

  • 2. O cronista à distância:
    É aquele cronista que somente relata os fatos, porém se mantém distante deles, ou seja, não está presente neles. Há semelhanças entre a crônica e o texto exclusivamente informativo. Assim como o repórter, o cronista se alimenta dos acontecimentos diários, que constituem a base da crônica. Entretanto, há elementos que distinguem um texto do outro.
    Exemplo: 04

    04. OS SUICIDAS DE HOJE EM DIA
     
    Os suicidas de hoje em dia,
    Acostumou-se a se suicidarem lentamente,
    Para não sentir – de si mesmos – a serpente!
    Por isso, bebem bebidas alcoólicas!
    Fumam venenos misturados aos tabacos!
    Comem químicas e cheiram farinha e talco...
     
    Parecem latas de lixo ambulantes
    Que só recebemos lixos e nunca despejam
    Nos lixões de descarrego constantes.
    Por isso são uns verdadeiros suicidas
    De suas vidas numa espera delirante!...
     
    Estão vivos por fora e semimortos por dentro...
    Carregam um corpo pesado de drogas
    E cabeça esvoaçando, ao vento...
    Onde buscam cores e acham a morte mais lenta;
     
    Mas morrem mesmo assim em pouco tempo.
    Os suicidas de hoje em dia,
    Acostumou-se a se suicidarem lentamente...
     

  • 2. O cronista à distância:
    É aquele cronista que somente relata os fatos, porém se mantém distante deles, ou seja, não está presente neles. Há semelhanças entre a crônica e o texto exclusivamente informativo. Assim como o repórter, o cronista se alimenta dos acontecimentos diários, que constituem a base da crônica. Entretanto, há elementos que distinguem um texto do outro.
    Exemplo: 05

    OS MORALISTAS BARATOS
     
    Habitualmente, os moralistas executam ideologias,
    Que na verdade não têm o nível global da espécie...
    Pois ali não está à soma de varias visões humana;
    Mas eles pegam o bonde andando
    E se enchem de razões (mais pra mulçumanas)
    E sentam o pau na cabeça alheia com vã filosofia.
     
    Acho temíveis tais cabeças de moringa,
    Que tem água lá dentro – em nível de coringa...
    Que tentam encaixarem suas ideologias em tudo,
    Que ouve... Mas quem os ouve nunca as põem na cabeça
    Quais os jogos que usam o coringa...
     
    Mas as põe no estomago;
    E as urina qual a água de moringa: em tenebrosa urina.
    Os raciocínios apurados de ideologias globais
    Já se escorregam muitas das vezes por orifício anais...
     
    Quanto mais as parciais?
    - Acho loucuras às moralidades tais...


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  • 07. Crônica Lírica
  • 08. Crônica reflexiva
  • 09. Crônica metalinguística
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  • 12. Como fazer uma boa Redação
  • 13. Redações de exempl