Curso Online de IRACEMA- JOSÉ DE ALENCAR

Curso Online de IRACEMA- JOSÉ DE ALENCAR

A obra conta a história de amor vivida por Martin, um português, e Iracema uma índia tabajara. Eles apaixonaram-se quase que à prime...

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A obra conta a história de amor vivida por Martin, um português, e Iracema uma índia tabajara. Eles apaixonaram-se quase que à primeira vista. Devido a diferença étnica, por Iracema ser filha do pajé da tribo e por Irapuã gostar dela, a única solução para ficarem juntos, é a fuga. Ajudados por Poti, Iracema e Martim, fogem do campo dos tabajaras, e passam a morar na tribo de Poti (Pitiguara). Isso faz com que Iracema sofra, mas seu amor por Martim é tão mais forte, que logo ela se acostuma, ou pelo menos, não deixa transparecer. A fuga de Iracema faz com que uma nova batalha seja travada entre os tabajaras e os pituguaras. Pois Arapuã quer se vingar de Martin, que "roubou" Iracema, mas Mertim é amigo de Poti, índio pitiguara, que irá protegê-lo

Produziu cursos na área de Instrumentação Cirúrgica, onde é formado desde 2003. Autor de mais de 100 cursos na área da saúde onde atuou por mais de 10 anos na enfermagem onde é formado desde 2004. Também produziu aproximadamente 200 cursos na área da educação (Geografia e História principalmente) onde cursou Licenciatura em História de 2009 a 2013. Autor também de alguns cursos de Administração onde cursa atualmente o 3º semestre em Administração e Gestão pela IERGS em Porto Alegre - RS. Pós-Graduado em História do Brasil pela PROMINAS.



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  • Iracema (1865) José de Alencar

    Iracema (1865) José de Alencar

  • Paradigma – modelo; padrão.

    Alienação – perda de consciência motivada por um paradigma.

    Revolução – mudança de paradigma.

  • Revolução Francesa (1789) – Revolução política promovida pela burguesia contra o sistema de interesses da aristocracia.
    - Defendeu os ideais de Igualdade, Liberdade e Fraternidade.
    Defendeu os direitos do indivíduo, do sujeito.
    Promoveu o espírito nacionalista (nacionalismo) .
    Nas artes inspirou o Romantismo.

  • Romantismo – revolução cultural, que no plano das artes propunha a mudança do paradigma clássico.
    Defendeu o individualismo (ou subjetividade) – liberdade da imaginação criativa.
    Pautou-se no sentimentalismo.
    Promoveu a idealização – valorização de ideais sublimes.

  • Independência do Brasil (1822) – revolução política que promoveu a autonomia da Colônia em relação à metrópole.

    Romantismo brasileiro – promove uma revolução contra o paradigma da dependência cultural e pela busca de uma identidade literária nacional.

    Primeira Geração Romântica – indianismo, nacionalismo.
    Exemplo: Gonçalves Dias.

  • José de Alencar – romancista romântico que defendeu um Projeto Literário Nacional.
    Nos romances indianistas, filiou-se ao espírito da Primeira Geração.
    Iracema é um romance indianista.

  • LOUVADO DO CENTENÁRIO DE IRACEMA (1965)

    Louvo o Padre, louvo o Filho
    E louvo o Espírito Santo.
    Idem louvo, exalto e canto
    O prosador, grande filho
    Do norte, e que no deserto
    Do romance nacional
    Ergueu, escorreito e diserto,
    Seu mundo,-um mundo imortal.

    Além, muito além da serra
    Que lá azula no horizonte,
    Inventou a donzela insonte,
    Símbolo da nossa terra,
    E escreveu o que é mais poema
    Que romance, e poema menos
    Que um mito, melhor que Vênus:
    A doce, a meiga Iracema.

    E o mito inda está tão jovem
    Qual quando o criou Alencar.
    Debalde sôbre êle chovem
    Os anos, sem o alterar.
    Nem uma ruga no canto
    Dos olhos de môço brilho!
    Louvo o Padre, louvo o Filho
    E louvo o Espírito Santo.

    Manuel Bandeira

  • Iracema – Lenda do Ceará

    Iracema – Lenda do Ceará

    Ceará – canto de jandaia.
    Anagrama da palavra AMÉRICA.
    Representaria, portanto, o encontro do índio com o branco e a mestiçagem na América.
    Presença de três mitos:
    1) o mito do bom selvagem, de Rousseau;
    2) o mito da opulência da natureza brasileira;
    3) o mito da origem do povo brasileiro.

  • A LINGUAGEM

    A LINGUAGEM

    Romance-poema.
    Capítulos curtos, parágrafos curtos, orações curtas.
    Musicalidade: linguagem melodiosa e rítmica.
    Utiliza, constantemente, metáforas e comparações (concretas, não abstratas, próprias do universo indígena).
    Privilegia as imagens da flora e da fauna.
    Vale-se de personificações da natureza (prosopopeias).

  • Verdes mares bravios de minha terra natal, onde canta a jandaia nas frondes da carnaúba;
    Verdes mares, que brilhais como líquida esmeralda aos raios do sol nascente, perlongando as alvas praias ensombradas de coqueiros;
    Serenai, verdes mares, e alisai docemente a vaga impetuosa, para que o barco aventureiro manso resvale à flor das águas.
    Onde vai a afouta jangada, que deixa rápida a costa cearense, aberta ao fresco terral a grande vela?
    Onde vai como branca alcíone buscando o rochedo pátrio nas solidões do oceano?
    Três entes respiram sobre o frágil lenho que vai singrando veloce, mar em fora
    Um jovem guerreiro cuja tez branca não cora o sangue americano; uma criança e um rafeiro que viram a luz no berço das florestas, e brincam irmãos, filhos ambos da mesma terra selvagem
    A lufada intermitente traz da praia um eco vibrante, que ressoa entre o marulho das vagas:
    — Iracema!
    O moço guerreiro, encostado ao mastro, leva os olhos presos na sombra fugitiva da terra; a espaços o olhar empanado por tênue lágrima cai sobre o jirau, onde folgam as duas inocentes criaturas, companheiras de seu infortúnio.
    Nesse momento o lábio arranca d'alma um agro sorriso
    Que deixara ele na terra do exílio?
    Uma história que me contaram nas lindas várzeas onde nasci, à calada da noite, quando a lua passeava no céu argenteando os campos, e a brisa rugitava. nos palmares.
    Refresca o vento.
    O rulo das vagas precipita. O barco salta sobre as ondas e desaparece no horizonte. Abre-se a imensidade dos mares, e a borrasca enverga, como o condor, as foscas asas sobre o abismo.
    Deus te leve a salvo, brioso e altivo barco, por entre as vagas revoltas, e te poje nalguma enseada amiga. Soprem para ti as brandas auras; e para ti jaspeie a bonança mares de leite!
    Enquanto vogas assim à discrição do vento, airoso barco, volva às brancas areias a saudade, que te acompanha, mas não se parte da terra onde revoa.

  • O Narrador

    O Narrador

    Foco narrativo: terceira pessoa; narrador onisciente.
    No entanto, no início, como nas epopeias, o narrador se coloca em primeira pessoa.
    Por vezes, o narrador mostra-se novamente em primeira pessoa.

    "O sentimento que ele pôs nos olhos e no rosto não o sei eu...” (Cap II)


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  • Iracema (1865) José de Alencar
  • Iracema – Lenda do Ceará
  • A LINGUAGEM
  • O Narrador
  • A narração
  • O Espaço
  • A História
  • Personagens
  • 1. A Tribo dos Tabajaras
  • 2. A Tribo dos Potiguaras (pitiguaras)
  • 3. Iracema – “A virgem dos lábios de mel”
  • 4. Martim (filho de guerreiro)
  • 5. Poti (Camarão)
  • 6. Araquém
  • 7. Irapuã (mel redondo)
  • 8. Andira (morcego)
  • 9. Caubi (senhor dos caminhos)
  • 10. Jacaúna (jacarandá preto)
  • 11. Moacir (filho da dor)
  • FIM