Curso Online de CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO PSICÓLOGO
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Curso Online de CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO PSICÓLOGO

1. APRESENTAÇÃO 2. PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS 3. RESPONSABILIDADES DO PSICÓLOGO 4. DISPOSIÇÕES GERAIS 5. XVI PLENÁRIO - GESTÃO 2013 / 20...

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1. APRESENTAÇÃO
2. PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS
3. RESPONSABILIDADES DO PSICÓLOGO
4. DISPOSIÇÕES GERAIS
5. XVI PLENÁRIO - GESTÃO 2013 / 2016
6. FUNDAMENTOS DA PSICOLOGIA
7. O QUE É PSICOLOGIA, AFINAL?
8. PARA QUE SERVE A PSICOLOGIA?

José Vieira Cabral Nasceu no dia 25 de agosto de 1.960 em Xambrê, Paraná, viveu ali até os seus oito anos de idade e depois os seus pais se mudaram para Maringá no mesmo Estado. E aos 19 anos mudou-se para São Caetano do Sul, Região do Grande ABC, São Paulo, onde permanece até o presente momento. O Autor/produtor foi comerciante a maior parte de sua vida, mas também trabalhou como empregado em algumas Empresas: Foi Administrativo e Encarregado de obras Civis, tendo como formação (Mestria em Construção Civil) e, mais de 100 Cursos de diversas áreas. Como Escritor e pesquisador escreveu diversas Obras Literárias e Didáticas: É fundador da Livraria e Editora Virtual Cabral Veríssimo (seu nome artístico) e pertencente ao Clube de autores. O seu Site:(ciacabralverissimo.loja2.com.br), onde produz os seus Livros e Cursos online para a plataforma da (www.buzzero.com/autores/jose-cabral).


- Erika Lee Da Silva

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  • CONSELHO
    FEDERAL DE
    PSICOLOGIA

    Novembro de 2014

    CÓDIGO DE ÉTICA
    PROFISSIONAL DO
    PSICÓLOGO

    CURSO

  • CONSELHO
    FEDERAL DE
    PSICOLOGIA

    DESCRIÇÃO:

    1. APRESENTAÇÃO
    2. PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS
    3. RESPONSABILIDADES DO PSICÓLOGO
    4. DISPOSIÇÕES GERAIS
    5. XVI PLENÁRIO - GESTÃO 2013 / 2016
    6. FUNDAMENTOS DA PSICOLOGIA
    7. O QUE É PSICOLOGIA, AFINAL?
    8. PARA QUE SERVE A PSICOLOGIA?

    CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO PSICÓLOGO

  • CONSELHO
    FEDERAL DE
    PSICOLOGIA

    RESOLUÇÃO CFP Nº 010/05

    Aprova o Código de Ética Profissional do Psicólogo.
    O CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA, no uso de
    suas atribuições legais e regimentais, que lhe são conferidas
    pela Lei no 5.766, de 20 de dezembro de 1971;
    CONSIDERANDO o disposto no Art. 6º, letra “e”, da Lei
    no 5.766 de 20/12/1971, e o Art. 6º, inciso VII, do Decreto nº
    79.822 de 17/6/1977;
    CONSIDERANDO o disposto na Constituição Federal de
    1988, conhecida como Constituição Cidadã, que consolida
    o Estado Democrático de Direito e legislações dela decorrentes;
    CONSIDERANDO decisão deste Plenário em reunião realizada
    no dia 21 de julho de 2005;
    RESOLVE:
    Art. 1º - Aprovar o Código de Ética Profissional do Psicólogo.
    Art. 2º - A presente Resolução entrará em vigor no dia
    27 de agosto de 2005.
    Art. 3º - Revogam-se as disposições em contrário, em
    especial a Resolução CFP n º 002/87.

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    PSICOLOGIA

    1. APRESENTAÇÃO

    Toda profissão define-se a partir de um corpo de práticas
    que busca atender demandas sociais, norteado por elevados
    padrões técnicos e pela existência de normas éticas que garantam a adequada relação de cada profissional com seus pares e com a sociedade como um todo.
    Um Código de Ética profissional, ao estabelecer padrões
    esperados quanto às práticas referendadas pela respectiva
    categoria profissional e pela sociedade, procura fomentar
    a auto-reflexão exigida de cada indivíduo acerca da sua práxis,
    de modo a responsabilizá-lo, pessoal e coletivamente, por
    ações e suas conseqüências no exercício profissional. A missão
    primordial de um código de ética profissional não é de normatizar
    a natureza técnica do trabalho, e, sim, a de assegurar, dentro
    de valores relevantes para a sociedade e para as práticas
    desenvolvidas, um padrão de conduta que fortaleça o reconhecimento social daquela categoria.

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    Códigos de Ética expressam sempre uma concepção de
    homem e de sociedade que determina a direção das relações
    entre os indivíduos. Traduzem-se em princípios e normas que
    devem se pautar pelo respeito ao sujeito humano e seus direitos
    fundamentais. Por constituir a expressão de valores universais,
    tais como os constantes na Declaração Universal dos
    Direitos Humanos; socioculturais, que refletem a realidade do
    país; e de valores que estruturam uma profissão, um código
    de ética não pode ser visto como um conjunto fixo de normas
    e imutável no tempo. As sociedades mudam, as profissões
    transformam-se e isso exige, também, uma reflexão contínua
    sobre o próprio código de ética que nos orienta.
    A formulação deste Código de Ética, o terceiro da profissão
    de psicólogo no Brasil, responde ao contexto organizativo dos
    psicólogos, ao momento do país e ao estágio de desenvolvimento
    da Psicologia enquanto campo científico e profissional.
    Este Código de Ética dos Psicólogos é reflexo da necessidade,
    sentida pela categoria e suas entidades representativas,

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    de atender à evolução do contexto institucional-legal do país,
    marcadamente a partir da promulgação da denominada Constituição Cidadã, em 1988, e das legislações dela decorrentes.
    Consoante com a conjuntura democrática vigente, o presente
    Código foi construído a partir de múltiplos espaços de
    discussão sobre a ética da profissão, suas responsabilidades
    e compromissos com a promoção da cidadania. O processo
    ocorreu ao longo de três anos, em todo o país, com a participação direta dos psicólogos e aberto à sociedade.
    Este Código de Ética pautou-se pelo princípio geral de
    aproximar-se mais de um instrumento de reflexão do que de
    um conjunto de normas a serem seguidas pelo psicólogo. Para
    tanto, na sua construção buscou-se:
    a. Valorizar os princípios fundamentais como grandes eixos
    que devem orientar a relação do psicólogo com a sociedade,
    a profissão, as entidades profissionais e a ciência, pois esses
    eixos atravessam todas as práticas e estas demandam uma
    contínua reflexão sobre o contexto social e institucional.

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    b. Abrir espaço para a discussão, pelo psicólogo, dos limites
    e interseções relativos aos direitos individuais e coletivos,
    questão crucial para as relações que estabelece com a sociedade,
    os colegas de profissão e os usuários ou beneficiários
    dos seus serviços.
    c. Contemplar a diversidade que configura o exercício da
    profissão e a crescente inserção do psicólogo em contextos
    institucionais e em equipes multiprofissionais.
    d. Estimular reflexões que considerem a profissão como um
    todo e não em suas práticas particulares, uma vez que os principais
    dilemas éticos não se restringem a práticas específicas
    e surgem em quaisquer contextos de atuação.
    Ao aprovar e divulgar o Código de Ética Profissional do Psicólogo,
    a expectativa é de que ele seja um instrumento capaz
    de delinear para a sociedade as responsabilidades e deveres
    do psicólogo, oferecer diretrizes para a sua formação e balizar
    os julgamentos das suas ações, contribuindo para o fortalecimento
    e ampliação do significado social da profissão.

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    2. PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS

    I. O psicólogo baseará o seu trabalho no respeito e
    na promoção da liberdade, da dignidade, da igualdade e
    da integridade do ser humano, apoiado nos valores que
    embasam a Declaração Universal dos Direitos Humanos.
    II. O psicólogo trabalhará visando promover a saúde
    e a qualidade de vida das pessoas e das coletividades e
    contribuirá para a eliminação de quaisquer formas de negligência,
    discriminação, exploração, violência, crueldade
    e opressão.
    III. O psicólogo atuará com responsabilidade social,
    analisando crítica e historicamente a realidade política,
    econômica, social e cultural.
    IV. O psicólogo atuará com responsabilidade, por meio
    do contínuo aprimoramento profissional, contribuindo
    para o desenvolvimento da Psicologia como campo científico
    de conhecimento e de prática.

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    V. O psicólogo contribuirá para promover a universalização
    do acesso da população às informações, ao
    conhecimento da ciência psicológica, aos serviços e aos
    padrões éticos da profissão.
    VI. O psicólogo zelará para que o exercício profissional
    seja efetuado com dignidade, rejeitando situações em
    que a Psicologia esteja sendo aviltada.
    VII. O psicólogo considerará as relações de poder nos
    contextos em que atua e os impactos dessas relações sobre
    as suas atividades profissionais, posicionando-se de
    forma crítica e em consonância com os demais princípios
    deste Código.

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    3. RESPONSABILIDADES DO PSICÓLOGO

    Art. 1º – São deveres fundamentais dos psicólogos:
    a) Conhecer, divulgar, cumprir e fazer cumprir este Código;
    b) Assumir responsabilidades profissionais somente por
    atividades para as quais esteja capacitado pessoal, teórica
    e tecnicamente;
    c) Prestar serviços psicológicos de qualidade, em condições
    de trabalho dignas e apropriadas à natureza desses
    serviços, utilizando princípios, conhecimentos e técnicas
    reconhecidamente fundamentados na ciência psicológica,
    na ética e na legislação profissional;
    d) Prestar serviços profissionais em situações de calamidade
    pública ou de emergência, sem visar benefício pessoal;
    e) Estabelecer acordos de prestação de serviços que
    respeitem os direitos do usuário ou beneficiário de serviços
    de Psicologia;
    f) Fornecer, a quem de direito, na prestação de serviços
    psicológicos, informações concernentes ao trabalho a ser
    realizado e ao seu objetivo profissional;

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    g) Informar, a quem de direito, os resultados decorrentes
    da prestação de serviços psicológicos, transmitindo somente o que for necessário para a tomada de decisões que afetem o usuário ou beneficiário;
    h) Orientar a quem de direito sobre os encaminhamentos
    apropriados, a partir da prestação de serviços psicológicos,
    e fornecer, sempre que solicitado, os documentos
    pertinentes ao bom termo do trabalho;
    i) Zelar para que a comercialização, aquisição, doação,
    empréstimo, guarda e forma de divulgação do material privativo do psicólogo sejam feitas conforme os princípios
    deste Código;
    j) Ter, para com o trabalho dos psicólogos e de outros
    profissionais, respeito, consideração e solidariedade, e,
    quando solicitado, colaborar com estes, salvo impedimento
    por motivo relevante;


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  • 8. PARA QUE SERVE A PSICOLOGIA?