Curso Online de Conhecendo mais a depressão

Curso Online de Conhecendo mais a depressão

Esse conteúdo explora a depressão nós seguintes contextos: Introdução, sua história, suas causas, os fatores psicossociais, fatores bioló...

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Esse conteúdo explora a depressão nós seguintes contextos: Introdução, sua história, suas causas, os fatores psicossociais, fatores biológicos, fatores físicos, os sintomas e os tipos de depressão.

Graduada em Psicologia, com cursos intensivos de; Marketing, Turismo e Hotelaria, Esteticista, Gastronomia, Saúde Natural, Qualificação em vendas e Memoria Humana. Meu novo e-mail é carmilenepatrizia_@hotmail.com o e-mail antigo foi excluído.



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  • Conhecendo mais a Depressão

    Conhecendo mais a Depressão

  • Introdução

    Depressão maior é um dos distúrbios afetivos encontrado com freqüência na população, tendo maior incidência em mulheres, com caráter familiar e apresentando episódio único ou forma recorrente. Sua identificação – nem sempre feita – reveste-se de importância, na medida em que é problema comum, sério, incapacitante e tratável.

    Calcula-se, em um dado momento, de 13 a 20% da população apresentem algum sintoma depressivo, e que de 2 a 3% tenham suas atividades diárias seriamente prejudicadas pelo distúrbio afetivo.

    (Guimarães, F.S. Distúrbios afetivos, 1993).

  • A depressão maior consiste em distúrbio de humor persistente, como no mínimo duas semanas de evolução, caracterizada necessariamente por humor depressivo (sentimento de tristeza, desesperança, vazio e desamparo) e/ou perda de interesse ou prazer, associados de culpa excessiva e desvalia, alterações do apetite e peso, insônia predominantemente terminal ou hipersônia, fadiga ou perda de energia, retardo ou agitação psicomotora, dificuldade de concentração e raciocínio, diminuição de desempenho sexual e pensamentos decorrentes sobre a morte, com ou sem tentativas de suicídio.
    Pode ainda ser acompanhada de manifestações psicóticas, como idéias delirantes e mesmo alucinações.

  • História

    Hipócratis criou a teoria dos 4 humores corporais (sangue, fleugma ou pituita, bílis amarela e bílis negra) em que o equilíbrio ou desequilíbrio era responsável pela saúde(eucrasia) ou enfermidade e dor (discrasia) de um indivíduo.

    Hipócratis acreditava que a influência de saturno levava o braço humano a segregar mais bílis negra, alterando o humor do indivíduo e escurecendo-o, levando ao estado de melancolia. Galeno redescreveu a melancolia. Aureliano falou da agressividade associada a depressão e associou o suicídio à depressão.

  • As causas da depressão são inúmeras e controversas. Acredita-se que a genética, alimentação, stress, estilo de vida, separação dos pais, rejeição, problemas na escola e outros fatores estão relacionados com o surgimento ou agravamento da doença.
    Sabe-se hoje que a depressão é associada a um desequilíbrio em certas substâncias químicas no cérebro e os principais medicamentos antidepressivos têm por função principal agir no restabelecimento dos níveis normais destas substâncias, principalmente a serotonina.

    Causas

  • Fatores psicossociais

    As pessoas que já experimentaram períodos de depressão relatam um acontecimento estressante como o fator precipitante da doença. A perda recente de uma pessoa amada é o fato mais citado, mas todas as grandes perdas (e mesmo as pequenas) causam um certo pesar.

    Também a falta de amigos, que pode ocorrer devido a vários fatores, desde a rejeição, até à falta de interesses em comum, leva à solidão indesejada e é um fator de risco que freqüêntemente leva à depressão, principalmente durante a adolescência. Acontecimentos traumáticos, como a perda súbita de um ente querido, ou mesmo eventuais mudanças de cidade, podem causar uma depressão profunda, sendo necessário um longo período de recuperação.

  • Dentre os fatores psico-sociais causadores de depressão, problemas relacionados à convivência e relacionamento no ambiente de trabalho também têm fundamental importância para o desenvolvimento da doença em questão.

    Para o behaviorismo um dos fatores correlacionados com a depressão é o desamparo aprendido, que é a diminuição de comportamentos saudáveis resultante de várias punições que aconteciam não importando o que o indivíduo fizesse (punições não-contingentes).

  • Fatores biológicos

    Alterações nos níveis de neurotransmissores (principalmente serotonina, acetilcolina, dopamina, adrenalina e noradrenalina) relacionam-se à susceptibilidade para depressão. Alguns hormônios também podem ter um papel importante – ainda que isto não esteja muito claro.

    Ainda, atrofias em certas áreas do cérebro (particularmente no lobo pré-frontal) responsáveis pelo controle das emoções e produção de serotonina são responsáveis por distúrbios depressivos importantes.

  • Na Maioria por outro lado, quando existe excesso desses neurotransmissores, os sintomas são de euforia, sensação de energia ilimitada, necessidade de poucas horas de sono, pensamentos acelerados, impulsividade, irritabilidade e dificuldade de se controlar.

    Evidências neurobiológicas mostram uma forte relação entre depressão com transtornos de ansiedade. Aproximadamente 85% dos pacientes com depressão tem sintomas de ansiedade significativos e 90% dos pacientes com transtornos de ansiedade experienciam depressão em algum momento.

  • Fatores Físicos (Traumatismos)

    Em algumas depressões podem ser encontradas causas físicas para a sua existência. Há muito que se sabe que muitos dos nossos traumatismos e acidentes físicos ficam registrados no nosso corpo em conjunto com as emoções que sofremos na altura do acidente traumatismo.

    Isto cria situações somato emocionais que muitas das vezes perpetuam as dores ou alteram a pessoa por completo em termos emocionais. São bem conhecidos os resultados de diversas terapias dirigidas ao físico que fazem libertação somato emocional e alteram por completo o estado emocional da pessoa.

  • Outros fatores relacionados ao desenvolvimento
    de depressão

    Medicamentos como betabloqueadores, 
    benzodiazepínicos, corticosteróides, anti-histamínicos, analgésicos e antiparkinsonianos  podem causar depressão, bem como a retirada de qualquer medicação utilizada a longo prazo.

    Alguns tipos de drogas podem levar a depressão crônica ou a não crônica. A benzoilmetilecgonina (Cocaína) e o Erythroxylon Coca (Extrato de Coca ou Pasta Base de Coca), são as principais que são possíveis a levar a depressão crônica, capazes de alterar completamente o sistema nervoso em menos de 15 segundos após o uso. Já a depressão não crônica, vem geralmente de genética ou causada por distúrbios perante a vida.


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