Curso Online de Saiba como identificar o stress infantil e como cuidar.

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Esse material traz um grande conteúdo sobre stress infantil, você saberá identificar crianças estressadas com mais facilidade e saberá também formas e meios de tratamento, baseado nos fundamentos da psicologia.

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  • Saiba como identificar o stress Infantil e como cuidar.

  • O stress também conhecido como “doença da vida moderna”, vem sendo amplamente discutido e divulgado, porém, muitas vezes, interpretado de maneira equivocada.

    Segundo Lipp (2004, p. 17), o stress pode ser definido como “uma reação psicofisiológica muito complexa, que tem, em sua gênese, a necessidade de o organismo lidar com algo que ameaça a sua homeostase ou equilíbrio interno. Isso pode ocorrer quando a pessoa se confronta com uma situação que, de um modo ou de outro, a irrite, amedronte, excite ou confunda, ou algo que a faça extremamente feliz”.

  • Quando o stress se manifesta em pessoas pouco resistente às exigências e tensões das quais sofre influência e deve se adaptar rapidamente. Desta forma, todos os indivíduos estão sujeitos ao stress independente de sua classe social, raça, faixa etária, estilo de vida. “O stress tem a ver com a resistência às pressões, com a habilidade de lidar com demandas e mudanças”
    (LIPP; ROMANO, 2003, p.31).

  • O stress interfere diretamente em vários âmbitos da vida do individuo: no âmbito pessoal afeta a sua saúde e seu bem estar; nos grupos sociais e familiares pode gera problemas relacionais, violência e a instalação de crises; nas empresas, reduz a produtividade; já na sociedade, produz uma população apática, sem criatividade, sem emoção e sem energia, o que atrasa o desenvolvimento do pais e impede a melhora da qualidade de vida da população em geral, caracterizando-se assim como uma síndrome (LIPP, 2000).

  • Apesar de ter grande destaque hoje, o stress é uma síndrome estudada há muito tempo, sendo conceituada por Seyle (1952 apud LIPP, 2004), como um processo trifásico composto pelas seguintes fases:
    Fase de Alerta: que consiste no estágio do stress em que o individuo precisa empregar maior energia para cumprir o que esta lhe sendo exigido, visando o enfrentamento da situação desafiadora.
    Fase da Resistência: onde a um aumento da capacidade de resistência do indivíduo acima do normal, e a necessidade de se adaptar faz com que o organismo se desgaste tentando restabelecer a harmonia interior. Se o indivíduo consegue se adaptar ao estressor, o stress se interrompe, mas se não há sucesso do organismo, este caminha para a face de exaustão.

  • Fase de Exaustão: nesta fase há uma quebra absoluta da resistência do individuo ao estressor, com presença de sintomas mais semelhantes ao do inicio do processo de stress, mas com um impacto maior. Podendo gerar doenças sérias ao organismo estressado, e até levar a morte.

  • Lipp (2004) ao estudar o stress, amplia o modelo proposto por Suyle acrescentando uma nova fase, a de Quase-Exaustão, intermediária às fases de Resistência e Exaustão, formando assim o modelo quadrifásico. Seria então a fase de Quase-Exaustão caracterizada pelas defesas do organismo enfraquecidas, dando inicio ao aparecimento de algumas doenças, ainda não tão graves neste momento.

  • O stress pode se manifestar no indivíduo quando este se defronta com situações, eventos ou sentimentos que fogem da sua normalidade, a estes denominamos estressores – que são qualquer estímulo a que o individuo deve se adaptar e que podem ser externos (perda de emprego, catástrofe, morte na família, etc) ou internos (características pessoais, valores, crenças, etc).

    O que vai determinar se o estressor induzirá a pessoa a uma adaptação satisfatória e produtiva ou a um equilíbrio do organismo é a combinação de vários fatores, tais como: as circunstâncias, as características de sua personalidade, a intensidade e o tempo de influencia deste estressor sobre o indivíduo.

  • Se o organismo reage positivamente ao estressor, o stress não o enfraquece; já se a resposta do indivíduo for negativa ao estímulo, o organismo se enfraquece, ocasionando o adoecimento. É importante ressaltar que, de acordo com Lipp e Molina (2000 e 1996 apud SOUZA, 2006), o stress não causa doenças, mas provoca um enfraquecimento do organismo, tornando-o mais vulnerável ao surgimento de problemas latentes.

    É importante ressaltar que a reação do stress tem como objetivo primordial a preservação da vida, pois às vezes, é necessário que o organismo seja pressionado para garantir a sua continuidade.

  • A grade dificuldade que se pode encontrar consiste no fato de que toda energia e força geradas pelo stress ficam perdidas, circulando pelo organismo. Se o indivíduo não faz uso de meios para liberar tal energia, seu acúmulo pode gerar problemas de saúde. Deste modo pode-se afirma que a ausência de stress não garante felicidade, mas o stress excessivo pode ser extremamente prejudicial ao individuo (LIPP; NOVAES, 2003).

  • Basicamente os sintomas do stress são os mesmos a todos os indivíduos no início do processo: insônia, tensão muscular, mãos frias, irritabilidade, coração acelerado, acordar cansado todas as manhãs e dificuldades de memória. Depois de algum tempo de surgir: gastrite, desânimo, ansiedade, apatia, depressão, vontade de fugir/desaparecer, pequenos acidentes, gripes, dificuldade de concentração, problemas dermatológicos e retração da gengiva.


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