Curso Online de Manual de Redação da Presidência da República

Curso Online de Manual de Redação da Presidência da República

Neste curso você irar aprender a maneira pela qual o Poder Público redige os atos normativos e comunicações. Por isso ele irar mostrar do...

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Neste curso você irar aprender a maneira pela qual o Poder Público redige os atos normativos e comunicações.
Por isso ele irar mostrar do ponto de vista do Poder Executivo.
A redação dobre a ótica da Presidência da República, vem sendo bastante requisitadas na maioria dos concursos de maiores interesses. Por isso, este Manual de Redação da Presidência da República, vai lhe-ajudar a entender como discorrer em redações do Poder Executivo, contribuindo assim, para o seu sucesso nos concursos.

Eurípedes Antonio da Silva Junior, é formado em ciências contábeis, e ja atuou em diversas áreas. Tendo sido também servidor público pelo IBGE, já trabalhou na Gerência do INSS em Brasília e atualmente trabalha no BANCO DO BRASIL PREVIDÊNCIA.. Dá aulas de reforço para concursos. DÚVIDAS: euripedeseducador@yahoo.com.br



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  • Manual de Redação da Presidência da República

    manual de redação da presidência da república

    professor: eurípedes antonio da silva junior

    brasília - 2011

  • olá,
    bem vindo ao curso de manual de redação da presidência da república
    sou eurípedes o tutor deste curso.
    é uma satisfação recebê-lo (a) neste ambiente virtual de aprendizagem, estarei à disposição caso tenha dúvidas.
    então vamos lá!
    bons estudos

  • parceria com o buzzero.com
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    prof: eurípedes antonio da silva junior
    euripedeseducador@yahoo.com.br

  • neste curso você irar aprender a maneira pela qual o poder público redige os atos normativos e comunicações.
    por isso vamos vê-lo do ponto de vista do poder executivo.

  • para começar vamos entender um pouco os aspectos gerais da redação oficial.

  • AS COMUNICAÇÕES OFICIAIS: ASPECTOS GERAIS DA REDAÇÃO OFICIAL

    as comunicações oficiais: aspectos gerais da redação oficial

    1. o que é redação oficial
    em uma frase, pode-se dizer que redação oficial é a maneira pela qual o poder público redige atos normativos e comunicações. interessa-nos tratá-la do ponto de vista do poder executivo.
    a redação oficial deve caracterizar-se pela impessoalidade, uso do padrão culto de linguagem, clareza, concisão, formalidade e uniformidade. fundamentalmente esses tributos decorrem da constituição, que dispõe, no artigo 37: “a administração pública direta, indireta ou fundacional, de qualquer dos poderes da união, dos estados, do distrito federal e dos municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência (...)”. sendo a publicidade e a impessoalidade princípios fundamentais de toda administração pública, claro está que devem igualmente nortear a elaboração dos atos e comunicações oficiais.
    não se concebe que um ato normativo de qualquer natureza seja redigido de forma obscura, que dificulte ou impossibilite sua compreensão. a transparência do sentido dos atos normativos, bem como sua inteligibilidade, são requisitos do próprio estado de direito: é inaceitável que um texto legal não seja entendido pelos cidadãos. a publicidade implica, pois, necessariamente, clareza e concisão. além de atender à disposição constitucional, a forma dos atos normativos obedece a certa tradição. há normas para sua elaboração que remontam ao período de nossa história imperial, como, por exemplo, a obrigatoriedade – estabelecida por decreto imperial de 10 de dezembro de 1822 – de que se aponha, ao final desses atos, o número de anos transcorridos desde a independência. essa prática foi mantida no período republicano.
    esses mesmos princípios (impessoalidade, clareza, uniformidade, concisão e uso de linguagem formal) aplicam-se às comunicações oficiais: elas devem sempre permitir uma única interpretação e ser estritamente impessoais e uniformes, o que exige o uso de certo nível de linguagem.
    nesse quadro, fica claro também que as comunicações oficiais são necessariamente uniformes, pois há sempre um único comunicador (o serviço público) e o receptor dessas comunicações ou é o próprio serviço público (no caso de expedientes dirigidos por um órgão a outro) – ou o conjunto dos cidadãos ou instituições tratados de forma homogênea (o público).

  • outros procedimentos rotineiros na redação de comunicações oficiais foram incorporados ao longo do tempo, como as formas de tratamento e de cortesia, certos clichês de redação, a estrutura dos expedientes, etc. mencione-se, por exemplo, a fixação dos fechos para comunicações oficiais, regulados pela portaria no 1 do ministro de estado da justiça, de 8 de julho de 1937, que, após mais de meio século de vigência, foi revogado pelo decreto que aprovou a primeira edição deste manual.
    acrescente-se, por fim, que a identificação que se buscou fazer das características específicas da forma oficial de redigir não deve ensejar o entendimento de que se proponha a criação – ou se aceite a existência – de uma forma específica de linguagem administrativa, o que coloquialmente e pejorativamente se chama burocratês. este é antes uma distorção do que deve ser a redação oficial, e se caracteriza pelo abuso de expressões e clichês do jargão burocrático e de formas arcaicas de construção de frases.
    a redação oficial não é, portanto, necessariamente árida e infensa à evolução da língua. é que sua finalidade básica – comunicar com impessoalidade e máxima clareza – impõe certos parâmetros ao uso que se faz da língua, de maneira diversa daquele da literatura, do texto jornalístico, da correspondência particular, etc. apresentadas essas características fundamentais da redação oficial, passemos à análise pormenorizada de cada uma delas.

    1.1. a impessoalidade
    a finalidade da língua é comunicar, quer pela fala, quer pela escrita. para que haja comunicação, são necessários: a) alguém que comunique, b) algo a ser comunicado, e c) alguém que receba essa comunicação. no caso da redação oficial, quem comunica é sempre o serviço público (este ou aquele ministério, secretaria, departamento, divisão, serviço, seção); o que se comunica é sempre algum assunto relativo às atribuições do órgão que comunica; o destinatário dessa comunicação ou é o público, o conjunto dos cidadãos, ou outro órgão público, do executivo ou dos
    outros poderes da união. percebe-se, assim, que o tratamento impessoal que deve ser dado aos assuntos que constam das comunicações oficiais decorre:
    a) da ausência de impressões individuais de quem comunica: embora se trate, por exemplo, de um expediente assinado por chefe de determinada seção, é sempre em nome do serviço público que é feita a comunicação. obtém-se, assim, uma desejável padronização, que permite que comunicações elaboradas em diferentes setores da administração guardem entre si certa uniformidade;

  • b) da impessoalidade de quem recebe a comunicação, com duas possibilidades: ela pode ser dirigida a um cidadão, sempre concebido como público, ou a outro órgão público. nos dois casos, temos um destinatário concebido de forma homogênea e impessoal;
    c) do caráter impessoal do próprio assunto tratado: se o universo temático das comunicações oficiais se restringe a questões que dizem respeito ao interesse público, é natural que não cabe qualquer tom particular ou pessoal. desta forma, não há lugar na redação oficial para impressões pessoais, como as que, por exemplo, constam de uma carta a um amigo, ou de um artigo assinado de jornal, ou mesmo de um texto literário. a redação oficial deve ser isenta da interferência da individualidade que a elabora.a concisão, a clareza, a objetividade e a formalidade de que nos valemos para elaborar os expedientes oficiais contribuem, ainda, para que seja alcançada a necessária impessoalidade.

    1.2. a linguagem dos atos e comunicações oficiais
    a necessidade de empregar determinado nível de linguagem nos atos e expedientes oficiais decorre, de um lado, do próprio caráter público desses atos e comunicações; de outro, de sua finalidade. os atos oficiais, aqui entendidos como atos de caráter normativo, ou estabelecem regras para a conduta dos cidadãos, ou regulam o funcionamento dos órgãos públicos, o que só é alcançado se em sua elaboração for empregada a linguagem adequada. o mesmo se dá com os expedientes oficiais, cuja finalidade precípua é a de informar com clareza e objetividade.
    as comunicações que partem dos órgãos públicos federais devem ser compreendidas por todo e qualquer cidadão brasileiro. para atingir esse objetivo, há que evitar o uso de uma linguagem restrita a determinados grupos. não há dúvida que um texto marcado por expressões de circulação restrita, como a gíria, os regionalismos vocabulares ou o jargão técnico, tem sua compreensão dificultada. ressalte-se que há necessariamente uma distância entre a língua falada e a escrita. aquela é extremamente dinâmica, reflete de forma imediata qualquer alteração de costumes, e pode eventualmente contar com outros elementos que auxiliem a sua compreensão, como os gestos, a entoação, etc., para mencionar apenas alguns dos fatores responsáveis por essa distância.
    já a língua escrita incorpora mais lentamente as transformações, tem maior vocação para a permanência, e vale-se apenas de si mesma para comunicar. a língua escrita, como a falada, compreende diferentes níveis, de acordo com o uso que dela se faça. por exemplo, em uma carta a um amigo, podemos nos valer de determinado padrão de linguagem que incorpore expressões extremamente pessoais ou coloquiais; em um parecer jurídico, não se há de estranhar a presença do vocabulário técnico correspondente. nos dois casos, há um padrão de linguagem que atende ao uso que se faz da língua, a finalidade com que a empregamos.

  • o mesmo ocorre com os textos oficiais: por seu caráter impessoal, por sua finalidade de informar com o máximo de clareza e concisão, eles requerem o uso do padrão culto da língua. há consenso de que o padrão culto é aquele em que a) se observam as regras da gramática formal, e b) se emprega um vocabulário comum ao conjunto dos usuários do idioma. é importante ressaltar que a obrigatoriedade do uso do padrão culto na redação oficial decorre do fato de que ele está acima das diferenças lexicais, morfológicas ou sintáticas regionais, dos modismos vocabulares, das idiossincrasias lingüísticas, permitindo, por essa razão, que se atinja a pretendida compreensão por todos os cidadãos.
    lembre-se que o padrão culto nada tem contra a simplicidade de expressão, desde que não seja confundida com pobreza de expressão. de nenhuma forma o uso do padrão culto implica emprego de linguagem rebuscada, nem dos contorcionismos sintáticos e figuras de linguagem próprios da língua literária.
    pode-se concluir, então, que não existe propriamente um “padrão oficial de linguagem”; o que há é o uso do padrão culto nos atos e comunicações oficiais. é claro que haverá preferência pelo uso de determinadas expressões, ou será obedecida certa tradição no emprego das formas sintáticas, mas isso não implica, necessariamente, que se consagre a utilização de uma forma de linguagem burocrática. o jargão burocrático, como todo jargão, deve ser evitado, pois terá sempre sua compreensão limitada.
    a linguagem técnica deve ser empregada apenas em situações que a exijam, sendo de evitar o seu uso indiscriminado. certos rebuscamentos acadêmicos, e mesmo o vocabulário próprio a determinada área, são de difícil entendimento por quem não esteja com eles familiarizado. deve-se ter o cuidado, portanto, de explicitá-los em comunicações encaminhadas a outros órgãos da administração e em expedientes dirigidos aos cidadãos.
    outras questões sobre a linguagem, como o emprego de neologismo e estrangeirismo, são tratadas em detalhe em 9.3. semântica.

    1.3. formalidade e padronização
    as comunicações oficiais devem ser sempre formais, isto é, obedecem a certas regras de forma: além das já mencionadas exigências de impessoalidade e uso do padrão culto de linguagem, é imperativo, ainda, certa formalidade de tratamento. não se trata somente da eterna dúvida quanto ao correto emprego deste ou daquele pronome de tratamento para uma autoridade de certo nível (v. a esse respeito 2.1.3. emprego dos pronomes de tratamento); mais do que isso, a formalidade diz respeito à polidez, à civilidade no próprio enfoque dado ao assunto do qual cuida a comunicação.
    a formalidade de tratamento vincula-se, também, à necessária uniformidade das comunicações. ora, se a administração federal é una, é natural que as comunicações que expede sigam um mesmo padrão. o estabelecimento desse padrão, uma das metas deste manual, exige que se atente para todas as características da redação oficial e que se cuide, ainda, da apresentação dos textos. a clareza datilográfica, o uso de papéis uniformes para o texto definitivo e a correta diagramação do texto são indispensáveis para a padronização. consulte o capítulo ii, as comunicações oficiais, a respeito de normas específicas para cada tipo de expediente.

  • 1.4. concisão e clareza
    a concisão é antes uma qualidade do que uma característica do texto oficial. conciso é o texto que consegue transmitir um máximo de informações com um mínimo de palavras. para que se redija com essa qualidade, é fundamental que se tenha, além de conhecimento do assunto sobre o qual se escreve, o necessário tempo para revisar o texto depois de pronto. é nessa releitura que muitas vezes se percebem eventuais redundâncias ou repetições desnecessárias de ideias. o esforço de sermos concisos atende, basicamente ao princípio de economia linguística, à mencionada fórmula de empregar o mínimo de palavras para informar o máximo. não se deve de forma alguma entendê-la como economia de pensamento, isto é, não se devem eliminar passagens substanciais do texto no afã de reduzi-lo em tamanho. trata-se exclusivamente de cortar palavras inúteis, redundâncias, passagens que nada acrescentem ao que já foi dito.
    procure perceber certa hierarquia de ideias que existe em todo texto de alguma complexidade: idéias fundamentais e ideias secundárias. estas últimas podem esclarecer o sentido daquelas, detalhá-las, exemplificá-las; mas existem também ideias secundárias que não acrescentam informação alguma ao texto, nem têm maior relação com as fundamentais, podendo, por isso, ser dispensadas.
    a clareza deve ser a qualidade básica de todo texto oficial, conforme já sublinhado na introdução deste capítulo. pode-se definir como claro aquele texto que possibilita imediata compreensão pelo leitor. no entanto a clareza não é algo que se atinja por si só: ela depende estritamente das demais características da redação oficial. para ela concorrem:
    a) a impessoalidade, que evita a duplicidade de interpretações que poderia decorrer de um tratamento personalista dado ao texto;
    b) o uso do padrão culto de linguagem, em princípio, de entendimento geral e por definição avesso a vocábulos de circulação restrita, como a gíria e o jargão;
    c) a formalidade e a padronização, que possibilitam a imprescindível uniformidade dos textos;
    d) a concisão, que faz desaparecer do texto os excessos lingüísticos que nada lhe acrescentam.
    é pela correta observação dessas características que se redige com clareza. contribuirá, ainda, a indispensável releitura de todo texto redigido. a ocorrência, em textos oficiais, de trechos obscuros e de erros gramaticais provém principalmente da falta da releitura que torna possível sua correção. na revisão de um expediente, deve-se avaliar, ainda, se ele será de fácil compreensão por seu destinatário. o que nos parece óbvio pode ser desconhecido por terceiros. o domínio que adquirimos sobre certos assuntos em decorrência de nossa experiência profissional muitas vezes faz com que os tomemos como de conhecimento geral, o que nem sempre é verdade. explicite, desenvolva, esclareça, precise os termos técnicos, o significado das siglas e abreviações e os conceitos específicos que não possam ser dispensados.

  • a revisão atenta exige, necessariamente, tempo. a pressa com que são elaboradas certas comunicações quase sempre compromete sua clareza. não se deve proceder à redação de um texto que não seja seguida por sua revisão.
    “não há assuntos urgentes, há assuntos atrasados”, diz a máxima. evite-se, pois, o atraso, com sua indesejável repercussão no redigir.
    por fim, como exemplo de texto obscuro, que deve ser evitado em todas as comunicações oficiais, transcrevemos a seguir um pitoresco quadro, constante de obra de adriano da gama kury 1, a partir do qual podem ser feitas inúmeras frases, combinando-se as expressões das várias colunas em qualquer ordem, com uma característica comum: nenhuma delas tem sentido! o quadro tem aqui a função de sublinhar a maneira de como não se deve escrever:

    as comunicações oficiais

    2. introdução
    a redação das comunicações oficiais deve, antes de tudo, seguir os preceitos explicitados no capítulo i, aspectos gerais da redação oficial. além disso, há características específicas de cada tipo de expediente, que serão tratadas em detalhe neste capítulo. antes de passarmos à sua análise, vejamos outros aspectos comuns a quase todas as modalidades de comunicação oficial: o emprego dos pronomes de tratamento, a forma dos fechos e a identificação do signatário.

    2.1. pronomes de tratamento
    2.1.1. breve história dos pronomes de tratamento
    o uso de pronomes e locuções pronominais de tratamento tem larga tradição na língua portuguesa. de acordo com said ali,2 após serem incorporados ao português os pronomes latinos tu e vos, “como tratamento direto da pessoa ou pessoas a quem se dirigia a palavra”, passou-se a empregar, como expediente lingüístico de distinção e de respeito, a segunda pessoa do plural no tratamento de pessoas de hierarquia superior. prossegue o autor:
    “outro modo de tratamento indireto consistiu em fingir que se dirigia a palavra a um atributo ou qualidade eminente da pessoa de categoria superior, e não a ela própria. assim aproximavam-se os vassalos de seu rei com o tratamento de vossa mercê, vossa senhoria (...); assim usou-se o tratamento ducal de vossa excelência e adotaram-se na hierarquia eclesiástica vossa reverência, vossa paternidade, vossa eminência, vossa santidade.”
    a partir do final do século xvi, esse modo de tratamento indireto já estava em voga também para os ocupantes de certos cargos públicos. vossa mercê evoluiu para vosmecê, e depois para o coloquial você. e o pronome vós, com o tempo, caiu em desuso. é dessa tradição que provém o atual emprego de pronomes de tratamento indireto como forma de dirigirmo-nos às autoridades civis, militares e eclesiásticas.


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