Curso Online de Crepe francês
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Curso Online de Crepe francês

O curso de crepe tem como objetivo capacitar o profissional que busca ampliar seu conhecimento ou até mesmo pessoas que querem adquirir n...

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O curso de crepe tem como objetivo capacitar o profissional que busca ampliar seu conhecimento ou até mesmo pessoas que querem
adquirir novos. As informações contida são auxiliadas por figuras e vídeos, reforçando o ensinamento. Este curso é ideal para quem deseja abrir uma creperia ou trabalhar com
buffet uma vez que é passado informações valiosas sobre:

- Material necessário
- Normas de higiene
- Segurança dos alimentos
- Manual de boas práticas
- Procedimentos Operacionais Padronizados POP
- Contaminação de alimentos
- Utensílios
- Mercado
- Empreendedorismo
- Estrutura
- Pessoal
- Equipamentos
Além de deliciosas receitas de massas e combinações de recheio.

- Silvanete Basilio Da Silva

- Flávio Augusto Mendes

- Raquel Pereira Silverio

  • Aqui você não precisa esperar o prazo de compensação do pagamento para começar a aprender. Inicie agora mesmo e pague depois.
  • O curso é todo feito pela Internet. Assim você pode acessar de qualquer lugar, 24 horas por dia, 7 dias por semana.
  • Se não gostar do curso você tem 7 dias para solicitar (através da pagina de contato) o cancelamento ou a devolução do valor investido.*
* Desde que tenha acessado a no máximo 50% do material.
  • Curso de Crepe

    Curso de Crepe

    Criado por: Leonardo David

  • Historia do Crepe

    Historia do Crepe

    Crepe é uma receita muito antiga originalmente feita em pedra quente e posteriormente em chapa de metal. Há indícios de que suas raízes estejam no pão indiano chapati e nas panquecas chinesas, mas os primeiros registros foram feitos no século I pelo gastrônomo romano Apicius.
    Algumas lendas creditam a origem do crepe a um acidente culinário de uma mulher que involuntariamente derramou um pouco de mingau de farinha integral não refinada próximo do fogo e percebeu como o produto cozinhava rápido, era fácil de virar e ficava muito saboroso.
    Existem muitas controvérsias a respeito de sua origem, sendo reivindicados por diferentes países como França e Itália. Apesar da origem controversa do crepe, e seja qual for à versão que tomemos como verdadeira, não há dúvida, a fama ficou com os franceses, onde é consumido o ano todo acompanhado de uma xícara de cidre (bebida a base de maçã), sendo muito popular na região da Bretanha onde é conhecido como galettes bretãs e preparados com o escuro trigo sarraceno. Por isso são mais espessas que os tradicionais crepes e aparece em receitas salgadas, como as que levam ovos e bacon, ou doces, com frutas e geleias.
    A palavra Crepe vem do francês crêpe, que significa crespo, fazendo referência à textura da massa após a passagem pela frigideira ou chapa de metal untado com manteiga. Muitas regiões da Europa aderiram em sua cultura o consumo do crepe por ser um alimento muito versátil, leve e saudável, o que possibilitou que se espalhasse pelo mundo todo, caindo no paladar de muitas pessoas em todos os cantos.

  • Historia do Crepe

    Historia do Crepe

    Panquecas para os brasileiros, pancake para os norte-americanos e crepe para os franceses. Nos Estados Unidos, elas são apreciadas no café da manhã. No Brasil, ganham status de prato principal no almoço ou jantar. Entre os russos, a massa leva o nome de blinis. Fazem-na bem pequena para ser apreciada com creme azedo no chá da tarde. E os franceses... Bem, os franceses consomem crepes em qualquer hora do dia.
    Embora semelhante o preparo, cada um deles guardam sutis diferenças. Sua massa é constituída basicamente de farinha, ovos, leite, sal e açúcar enriquecido com algum recheio, que pode ser doce ou salgado definindo o sabor sempre bem visto por muitas pessoas, conquistando sempre novos amantes graças à capacidade de se renovar. A combinação da massa e do recheio dá uma personalidade cultural dos costumes alimentícios regionais.
    Com o prestígio em alta, novas receitas de crepes foram surgindo, a mais famosa refere-se a uma invenção do chef francês Henri Charpentier datada de 1896. Trata-se de uma combinação de crepe enrolado com molho de laranja, flambado à frente do cliente. A crepe foi batizada com o nome da acompanhante do príncipe Edward de Gales: Crepe Suzette. A sobremesa virou símbolo de luxo e sofisticação e é reproduzida em milhares de restaurantes.
    Crepe jamais sai de moda, exatamente por ser uma comida leve e gostosa, podendo ser consumida em qualquer época do ano com infinitas versões, tanto doce quanto salgada, quente ou frio, grande ou pequena, dobrada, enrolada, aberta ou sobreposta, com os mais variados recheios: picados, desfiados, pastosos ou cremosos que dão uma característica única de delicadeza.

  • Historia do Crepe

    Historia do Crepe

    Longe de ser somente um alimento saudável há um misticismo sobre o crepe que advém do enraizamento cultural do mesmo nas tradições de diversos povos europeus, e é no mínimo curioso. Durante o “mardi gras”, a “terça-feira gorda” do feriado do Carnaval que ocorre todo ano em Nova Orleans, crepes saltam das frigideiras, num gesto de malabarismo, carregados com um pedido. Se cair aberto e do lado certo, acredita-se que o desejo se realizará. O crepe simboliza a fartura e boa sorte para aqueles que o consomem, sendo muito bem vindo em casamentos e aniversários.

  • Normas de higiene na cozinha

    Normas de higiene na cozinha

    Define-se como sendo um conjunto de práticas realizadas de forma constante visando proporcionar benefícios ao homem. De forma mais simplificada, higiene pode ser considerada o ato de retirar impurezas de um corpo, objeto ou local, ou seja, limpeza e asseio. Mas, em um sentido mais amplo, ela engloba todos os hábitos e condutas padronizadas que possam auxiliar a prevenir doenças e a manter a saúde do homem, seja individual ou coletivo. 
    Portanto, em um ambiente de elaboração de alimentos, ou seja, em uma cozinha, a higiene se faz necessária não somente nos alimentos elaborados e na matéria-prima que os compõe, mas também em todos os elementos envolvidos nesse ambiente. Garantir a segurança dos alimentos não é uma opção, e sim uma obrigação das empresas de serviços de alimentação. Assim, a busca por melhorias nos padrões de higiene adotados na cozinha deve ser constante.
    A higiene dos alimentos deverá ser feita conforme estabelece os princípios de segurança alimentar, ou seja, de acordo com as normas de boas práticas de fabricação dos alimentos, recomendadas pela ANVISA. Manter as mãos sempre lavadas na distribuição dos alimentos, não tocar nos alimentos com ferimentos nas mãos, pegar os alimentos com as mãos somente quando necessário (utilizar os utensílios – pagadores – para isso), conservar os alimentos cobertos, não falar, tossir ou espirrar em cima dos alimentos, lavar legumes e frutas em água corrente, nuca usar alimentos com o prazo de validade vencido.
    Após o uso, lavar bem os equipamentos e utensílios com água e sabão neutro, sem deixar resíduos nos cantos; usar somente utensílios e equipamentos bem lavados; desinfetar com água clorada os utensílios que não são lavados em máquina e guardá-los limpos e secos em prateleiras; separar os utensílios usados no preparo de alimentos crus (tábua, facas etc) dos usados para alimentos cozidos; esfregar bem as tabuas com escova e sabão.

  • Normas de higiene na cozinha

    Normas de higiene na cozinha

    Lavagem do local (piso, teto, parede, etc.) com água e sabão ou detergente: deixar o desinfetante em contato por no mínimo 15min; varrer a seco, fazer uso de panos para secagem de utensílios e equipamentos, usar escovas, esponjas ou similares de metal, nunca usar os mesmos utensílios e panos de limpeza utilizados em banheiros e sanitários. 
    Os tipos de produtos ou utensílios de limpeza mais utilizados são: Sabões, detergentes, limpa-fornos, limpadores desoxigenantes, salmoura, pedra-pome, sapólio, lixas, álcool, soda-cáustica, querosene. Vassoura, esfregão e rodo, baldes, esponjas, panos, escovas de fibra dura e sintética. 

  • Segurança dos alimentos / Manual de Boas Práticas

    Segurança dos alimentos / Manual de Boas Práticas

    A segurança dos alimentos tem por objetivo principal garantir que o consumo de um alimento não cause nenhuma forma de prejuízo ao consumidor. Sua prática está fundamentada na implantação de um sistema de qualidade denominado simplesmente Boas Práticas, composto de princípios e regras desenvolvidos para garantir a qualidade higiênico-sanitária dos alimentos. Dentre as práticas mais importantes, a Organização Mundial da Saúde (OMS) destaca:
    Adquirir alimentos tratados de maneira higiênica;
    Cozinhar bem os alimentos;
    Consumir imediatamente os alimentos cozidos;
    Armazenar cuidadosamente os alimentos cozidos;
    Reaquecer bem os alimentos cozidos;
    Evitar o contato entre os alimentos crus e os cozidos;
    Lavar as mãos frequentemente;
    Manter cuidadosamente higienizadas todas as superfícies da cozinha;
    Manter os alimentos fora do alcance de insetos, roedores e outros animais;
    Utilizar água pura.

  • POP – Procedimentos Operacionais Padronizados

    POP – Procedimentos Operacionais Padronizados

    No entanto, a simples elaboração de um Manual de Boas Práticas não garante a segurança dos alimentos, sendo também essencial a qualificação periódica e supervisão técnica dos manipuladores, bem como a elaboração e implementação de procedimentos, controles e registros. A legislação exige, no mínimo, quatro Procedimentos Operacionais Padronizados, também chamados POP, relacionados a:

    Higiene e saúde dos manipuladores (POP 1);
    Higienização de instalações, equipamentos e móveis (POP 2);
    Controle integrado de vetores e pragas urbanas (POP 3);
    Higienização do reservatório de água (POP 4).

    Os procedimentos operacionais devem estabelecer de maneira objetiva, a descrição passo a passo para a realização das operações que garantam a segurança dos alimentos na empresa, de forma a prevenir, reduzir a níveis aceitáveis ou eliminar riscos de contaminação dos alimentos.

  • POP – Procedimentos Operacionais Padronizados

    POP – Procedimentos Operacionais Padronizados

    Assim como o Manual de Boas Práticas, os quatro procedimentos exigidos pela lei devem estar acessíveis aos colaboradores da empresa e disponíveis às autoridades sanitárias.

  • Contaminação

    Contaminação

    Uma contaminação ocorre quando há no alimento a presença de substâncias ou partículas estranhas, ou ainda de microrganismos prejudiciais que não fazem parte de sua composição original, representando perigo à saúde humana.
    Um alimento pode ser contaminado a partir do ambiente, das pragas, das superfícies, dos utensílios e equipamentos, de outros alimentos, e a partir dos próprios manipuladores. E são justamente as pessoas as principais causadoras das contaminações, principalmente devido a práticas inadequadas de higiene e falhas de processo. A prevenção às contaminações é essencial para garantir a segurança dos alimentos e passa obrigatoriamente pelo conhecimento de suas causas e maneiras de serem evitadas.

    Contaminação física – Quando há a presença de partículas estranhas e visíveis a olho nu. Ex. cabelo, unha, pedra(como no feijão).
    Contaminação química – Quando ocorre a presença de substâncias químicas indesejáveis nos alimentos. Ex. sabão, pesticida, cloro.
    Contaminação biológica – Quando há a transferência de contaminantes de um determinado local. Ex. micro-organismos.

  • Higiene Pessoal

    Higiene Pessoal

    Conforme visto anteriormente, os seres humanos são os principais causadores das contaminações e carregam em todo o seu corpo diferentes bactérias, incluindo muitas causadoras de doenças que podem ser transmitidas a outros seres humanos através dos alimentos. Por isso, é fundamental que as pessoas que manipulam alimentos mantenham práticas higiênicas, que incluem:
    Tomar banho todos os dias;
    Fazer a barba e o bigode todos os dias;
    Manter as unhas curtas e limpas sem esmalte e sem base;
    Usar desodorante somente suave ou sem cheiro e não usar perfumes;
    Não utilizar nenhum tipo de loção nas mãos;
    Higienizar as mãos da maneira correta e na frequência indicada.
    Manter cabelos curtos;
    Escovar os dentes após as refeições.


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  • POP – Procedimentos Operacionais Padronizados
  • Contaminação
  • Higiene Pessoal
  • Utensílios
  • Croydon
  • Progás
  • Procedimento de instalação da crepeira
  • Rodo de crepe
  • Concha
  • Espátula
  • Outros Utensílios
  • Ralador e potes
  • Receita da Massa
  • Massa Simples
  • Massa Colorida
  • Massa com essência de baunilha
  • Massa com margarina e queijo ralado
  • Massa com vinho branco e água gasosa
  • Massa com amido de milho
  • Massa com cerveja
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  • Esticando a massa
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  • Um crepe que ficou para a história
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  • Matéria Prima / Mercadoria
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