Curso Online de Pizzaiolo

Curso Online de Pizzaiolo

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INVISTA EM SUA CARREIRA PROFISSIONAL COM O CURSO DE PIZZAIOLO PROFISSIONAL! ESTE CURSO É TOTALMENTE DEDICADO PARA OS PROFISSIONAIS QUE QUEIRAM SE APROFUNDAR MAIS NA ÁREA, APRESENTANDO UM TRABALHO EXCEPCIONAL, OFERECENDO SEU MELHOR NO MERCADO ATUAL, QUE BUSCA CADA VEZ MAIS PROFISSIONAIS COMPETENTES.

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Modelo de certificados (imagem ilustrativa):

Frente do certificado Frente
Verso do certificado Verso
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  • Conteúdo Programático:

    Introdução

    História da Pizza

    Segurança Alimentar

    Higiene e Roupas

    Boas Práticas na Cozinha

    Cuidados ao Manipular os Alimentos

    Utensílios e Equipamentos

    Temperos e Especiarias

    Regras Essenciais para se tornar um bom Pizzaiolo

    Dicas Práticas

    Receitas de Massas para Pizza

    Abertura da Massa

    Receitas de Molhos

    Receitas de Pizzas (A até L)

    Receitas de Pizzas (M até Z)

    Calzones

  • Introdução

    O pizzaiolo é o profissional que prepara pizzas, calzones e outras

    especialidades que vão ao forno; salgado ou doce. É a pessoa

    responsável

    por

    preparar

    as

    massas,

    recheios,

    temperos

    e

    aperitivos

    de

    uma

    pizzaria,

    restaurante,

    hotel

    ou

    outro

    estabelecimento alimentício que serve pizza. Um pizzaiolo também

    pode supervisionar outros pizzaiolos dentro de um estabelecimento

    grande, para que as produções sejam bem efetivadas.

    CARACTERÍSTICAS NECESSÁRIAS: um pizzaiolo, acima de tudo,

    deve identificar-se com o ramo alimentício e gostar de cozinhar. É

    necessário que conheça os ingredientes que têm em mãos e saiba

    utilizar corretamente seus instrumentos de trabalho. Além disso, o

    pizzaiolo precisa saber manter a calma na hora de maior movimento

    do

    local

    onde

    trabalha.

    Características

    desejáveis

    são

    boa

    disposição física (pois ficar horas na frente de um forno não é tarefa

    fácil, principalmente no verão), ter boa memória, boa vontade,

    capacidade de ouvir sugestões e críticas, dinamismo, ter afinidade

    por culinária, gosto por servir, paciência, agilidade, disponibilidade

    de tempo, perseverança e noções de estética (feeling) na hora de

    montar/apresentar a comida.

    QUAL A FORMAÇÃO NECESSÁRIA: para ser pizzaiolo, não é

    necessário ter uma formação de curso superior específico, sabendo

    ler e escrever corretamente está ótimo. Este curso irá oferecer ao

    futuro pizzaiolo noções completas de todos os processos para se

  • fazer uma pizza com qualidade e economia. Você também

    aprenderá noções básicas de gerenciamento, para quem quiser

    abrir sua própria pizzaria ou o pizza-delivery.

    PRINCIPAIS ATIVIDADES DO PIZZAIOLO:

    - fabricar a massa das pizzas

    - pré-assar a massa das pizzas no forno

    - fabricar os temperos, recheios e coberturas que serão usados

    para 'montar a pizza'

    - arrumar os ingredientes de maneira ordenada e bonita em cima da

    massa para ser servida

    - montar, assar, fatiar e servir a pizza

    - supervisionar um estabelecimento que serve pizzas

    ÁREAS DE ATUAÇÃO E ESPECIALIDADES: o pizzaiolo pode

    exercer sua atividade em pizzarias, bares, hotéis, restaurantes e

    buffets. Ele também pode trabalhar em eventos e festas promovidos

    por empresas ou famílias. Essa profissão também pode ser

    exercida como meio alternativo e também participar de concursos

    alimentícios que acontecem frequentemente no país.

    MERCADO DE TRABALHO: o mercado para esses profissionais é

    muito amplo e está em crescimento constante, mesmo em épocas

    de crise, pois hoje em dia a necessidade de pizzaiolos é grande em

    todos os lugares. A mão-de-obra nem sempre é suficiente para

    atender as pizzas que saem a cada 12 segundos, totalizando mais

    de 2,5 milhões dessas especiarias por dia (somente no estado de

    São Paulo).

    História da Pizza

    A história da pizza começou há 6 mil anos com os egípcios.

  • Acredita-se que eles foram os primeiros a misturar farinha com

    água. Outros afirmam que os pioneiros são os gregos, que faziam a

    massas à base de farinha de trigo, arroz ou grão-de-bico e as

    assavam em tijolos quentes.

    A novidade foi parar na península da Etrúria, na Itália. "Picea" era

    antigamente um disco de massa assada com ingredientes por cima,

    e era servido com ingredientes baratos por ambulantes. A receita

    objetivava "matar a fome" principalmente da parte mais pobre da

    população do sul da Itália. Normalmente a massa de pão recebia

    como sua cobertura toucinho, peixes fritos e queijo.

    O que deu origem à pizza foi o lagano, massa fina assada, cortada

    em tiras e cozida com verduras. Essa iguaria foi produzida pela

    primeira vez em Nápoles, Itália, no século XVII. Em 1830 foi aberta

    a primeira pizzaria italiana, chamada Port'Alba, que era ponto de

    encontro entre intelectuais, artistas, músicos, poetas e escritores,

    entre

    eles

    o

    famoso Alexandre

    Dumas,

    autor

    de

    "Os

    três

    mosqueteiros". Esses lugares eram ao ar livre, o que proporcionava

    uma apreciação mais prazerosa da pizza.

    Em 1889, o Rei Humberto I e sua esposa, a Rainha Marguerita,

    pediram ao melhor pizzaiolo da cidade, Dom Raffaello Espósito, que

    cozinhasse para eles. Raffaello preparou então diversas pizzas,

    mas a que chamou a atenção da realeza foi uma receita com

    mozzarella, tomate e basílico que lembravam as cores da bandeira

  • de uma Itália recém-unificada: branco, vermelho e verde. A pizza

    passou a ser chamada, então, de Alla Marguerita (em tradução

    livre, à Marguerita, se referindo à Rainha).

    A pizza chegou ao Brasil trazida com a imigração dos próprios

    napolitanos no final do século XIX e, com sua popularidade e

    sabores inigualáveis, conquistou legiões de consumidores mundo

    afora.

    Segurança Alimentar

    DTA - Doenças Transmitidas por Alimentos: as DTA´s são

    doenças provocadas pelo consumo de alimentos contaminados,

    que ocorre quando micróbios ou bactérias prejudiciais à saúde,

    parasitas ou substâncias tóxicas estão presentes no alimento.

    Os sintomas mais comuns de DTA´s são vômitos e diarreias,

    podendo também apresentar dores abdominais, dor de cabeça,

    febre, alteração da visão, olhos inchados, dentre outros.

    Para adultos sadios, a maioria das DTA dura poucos dias e não

    deixa sequelas; para as crianças, as grávidas, os idosos e as

    pessoas doentes (ou com imunidade baixa), as consequências

    podem ser mais graves, podendo inclusive levar à morte.

  • A

    contaminação,

    que

    normalmente

    ocorre

    por

    parasitas,

    substâncias tóxicas e micróbios prejudiciais à saúde, entram em

    contato com o alimento durante a manipulação. A maioria das

    DTA´s está associada à contaminação de alimentos por micróbios

    prejudiciais à saúde.

    Contaminação por parasitas: ameba, giárdia e vermes podem

    estar presentes no solo, na água e no intestino dos homens e dos

    animais, podendo então contaminar os alimentos e causar doenças.

    Contaminação por micróbios: se não forem tomados alguns

    cuidados, os micróbios que contaminam o alimento podem se

    multiplicar rapidamente e causar doenças.

    Vale lembrar que medidas simples, como lavar as mãos, conservar

    os alimentos em temperaturas adequadas e o cozimento correto,

    evita ou controla a contaminação dos alimentos. Essas medidas

    simples fazem parte das boas práticas numa cozinha.

    O que são micróbios: são organismos vivos tão pequenos que só

    podem ser vistos em um microscópio. Também são conhecidos por

    microrganismos.

    Condições em que se multiplicam os micróbios: eles se

    multiplicam nos alimentos quando encontram condições ideais de

    nutrientes, umidade e temperatura. Quando encontram condições

    ideais,

    os

    micróbios

    se

    multiplicam

    rapidamente.

    Como

    são

    prejudiciais à saúde, podem se multiplicar em temperaturas entre

    5ºC

    a

    60ºC

    (a

    chamada

    zona

    de

    perigo).

    Eles

    preferem

    temperaturas de verão ou do nosso corpo (em torno de 37ºC). A

    maioria

    dos

    alimentos

    contém

    umidade suficiente

    para

    a

    multiplicação

    dos

    micróbios.

    Esses

    alimentos

    devem

    ser

    conservados

    em

    temperaturas

    adequadas

    e

    chamados

    de

    alimentos perecíveis. Os alimentos secos (não perecíveis), não

    possuem umidade suficiente para a multiplicação dos micróbios,

    sendo conservados em temperatura ambiente.

    Exemplos

    de

    alimentos

    perecíveis:

    carne,

    leite

    pasteurizado,

    iogurte, presunto e queijo.

    Exemplos de alimentos não perecíveis: arroz, biscoito, farinha, sal,

    etc.

  • Cuidados a serem tomados com os ingredientes usados na cozinha:

    - Não use e não compre produtos com embalagens amassadas,

    estufadas, enferrujadas, trincadas, com furos ou vazamentos,

    rasgadas, abertas ou com outro tipo de defeito.

    - Limpe as embalagens dos alimentos antes de abri-las.

    - Os ingredientes que não forem utilizados totalmente devem ser

    armazenados em recipientes limpos e identificados com:

    - nome do produto;

    - data da retirada da embalagem original;

    - prazo de validade após a abertura.

    Por que fazer? A embalagem é uma importante proteção dos

    alimentos, portanto, produtos com embalagens defeituosas podem

    apresentar micróbios patogênicos, parasitas ou substâncias tóxicas.

    As embalagens podem contaminar os alimentos se não forem

    limpas antes de abertas.

    Higiene e Roupas

    Higiene pessoal: para manter a saúde é necessário ter uma boa

    higiene pessoal. No corpo humano (boca, nariz, orelhas, cabelos e

    pele) há bactérias espalhadas e que podem causar doenças. Para

    evitar a contaminação dos alimentos, os manipuladores devem

    manter sua saúde com ações diárias, como:

    - tomar banho diariamente;

    - fazer a barba diariamente (para os homens);

    - escovar os dentes após as refeições;

    - manter as unhas limpas, curtas e sem esmalte ou base;

    - manter o rosto limpo e não utilizar maquiagem;

  • - utilizar desodorante sem perfume;

    - lavar a mão de forma adequada;

    - manter o uniforme limpo e completo (calça, camiseta, avental,

    doma, protetor de cabelos, sapatos fechados e antiderrapantes).

    Para evitar a contaminação dos alimentos, alguns cuidados

    com a sua higiene pessoal e suas roupas devem ser tomados:

    - Esteja sempre limpo. Tome banho diariamente. Use os cabelos

    presos e cobertos com redes ou toucas. Não utilizar barba, pois os

    pelos da barba podem cair involuntariamente nos alimentos.

    - O uniforme pode servir de transporte de micróbios patogênicos

    para o interior da área de preparo dos alimentos, contaminando-os.

    Por isso, ele deve ser usado somente na área de preparo dos

    alimentos

    e

    deve

    ser

    trocado

    diariamente,

    sempre

    limpo

    e

    conservado.

    - Não use brincos, pulseiras, anéis, aliança, colares, relógio e

    maquiagem. Os acessórios pessoais acumulam sujeira e micróbios,

    além de correrem o risco de cair nos alimentos.

    - Lave bem as mãos antes de preparar os alimentos e depois de

    usar o banheiro, de atender ao telefone e de abrir a porta. Lavar as

    mãos é uma das melhores formas de evitar a contaminação dos

    alimentos por micróbios patogênicos. A maioria das pessoas não

    gasta nem 10 segundos para lavar as mãos.

    Atenção: uma boa lavagem deve durar mais que 20 segundos,

    use sabonete líquido antisséptico específico.

    - Na área de preparo, a pia em que se lavam as mãos não pode ser

    a mesma para a lavagem dos vasilhames e utensílios.

    - Preste atenção para não fumar, comer, tossir, espirrar, cantar,

    assoviar, falar demais ou mexer em dinheiro durante o preparo de

    alimentos. Como a grande quantidade de micróbios patogênicos é

  • encontrada na boca, no nariz e nos ouvidos, fumar, tossir, espirrar,

    cantar,

    assoviar

    ou

    até

    falar

    demais

    podem

    contaminar

    os

    alimentos.

    - Se estiver doente ou com cortes e feridas, não manipule os

    alimentos. Faça sempre os exames periódicos de saúde. A pessoa

    doente (com diarreia, vômito, gripe, dor de garganta ou conjuntivite)

    apresenta um alto número de micróbios patogênicos em seu corpo

    que pode facilmente contaminar os alimentos. Os machucados

    como cortes, feridas e arranhões também têm um alto número de

    micróbios patogênicos.

    Maneira correta de lavar as mãos antes de iniciar a

    manipulação dos alimentos:

    - utilize a água corrente para molhar as mãos;

    - esfregue a palma e o dorso das mãos com sabonete, inclusive as

    unhas e os espaços entre os dedos, por aproximadamente 15

    segundos;

    - enxágue bem com água corrente retirando todo o sabonete;

    - seque as mãos com papel toalha (não use toalhas de tecido ou

    secador de mãos de ar)

    - esfregue as mãos com um pouco de produto antisséptico (álcool

    gel ou antisséptico específico).

    Lavar as mãos sempre que:

    - chegar ao trabalho;

    - quando iniciar ou trocar de atividade;

    - após tossir, espirrar ou assuar o nariz;

    - após manusear dinheiro;

  • - antes e após o uso de luvas descartáveis;

    - antes e após manipular alimentos crus ou não higienizados;

    - após o uso de materiais de limpeza;

    - após remover o lixo;

    - após tocar nos cabelos, rosto, nariz, orelhas ou qualquer parte do

    corpo;

    - após o uso de sanitários.

    Boas Práticas na Cozinha

    O que são boas práticas na cozinha? São práticas de higiene que

    devem ser obedecidas pelos manipuladores desde a escolha e

    compra dos produtos a serem utilizados no preparo do alimento até

    a venda para o consumidor. O objetivo das boas práticas é evitar a

    ocorrência de doenças provocadas pelo consumo de alimentos

    contaminados (as DTA´s).

    Alguns exemplos de práticas saudáveis para adotar na

    cozinha:

    - não use e não compre produtos com embalagens amassadas,

    estufadas, enferrujadas, trincadas, com furos ou vazamentos,

    rasgadas, abertas ou com outro tipo de defeito.

    - limpe as embalagens antes de usá-las.

    - os ingredientes que não forem utilizados totalmente devem ser

    armazenados em recipientes limpos e identificados com: nome do

    produto + data da retirada da embalagem original + prazo de

    validade após a abertura. Por que fazer isso? A embalagem é uma

    importante

    proteção

    dos

    alimentos,

    portanto, produtos

    com

    embalagens defeituosas podem apresentar micróbios patogênicos,

    parasitas

    ou

    substâncias

    tóxicas.

    As

    embalagens

    podem

    contaminar os alimentos se não forem limpas antes de abertas.


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