Curso Online de A arte doceira de Cora Coralina

Curso Online de A arte doceira de Cora Coralina

Este curso resgata a importância histórica, literária e gastronômica da poetisa e doceira Cora Coralina. Muitas pessoas a conhecem, mas v...

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Este curso resgata a importância histórica, literária e gastronômica da poetisa e doceira Cora Coralina.
Muitas pessoas a conhecem, mas vale a pena enriquecer seus conhecimentos literários e culinários através destas doces páginas.
Além da história, encontrará muitas receitas saborosas. Confira!!!

A experimentare cursos on line em gastronomia surge com a proposta de levar conhecimento nesta área para as pessoas que não tem disponibilidade de horário. Os cursos são 100% on line, com certificado e elaborados por chefs de cozinha e pesquisadores da área. A chef Mariana de Castro é formada em gastronomia e pós graduada na área; sommelier de cervejas e cachaça; e especialista em africanidades e cultura afro brasileira. Atua como pesquisadora, escritora, palestrante e docente. Tem três livros publicados pela Editora Érica-Saraiva que estão a venda nas melhores livrarias do Brasil.



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  • Série Gastronomia & Literatura

    Série Gastronomia & Literatura

    Os doces e a poesia de Cora Coralina
    “Recria tua vida, sempre, sempre. Remove pedras e planta roseiras e faz doces. Recomeça.”

    Por chef Mariana de Castro

  • Série Gastronomia e Literatura Os doces e a poesia de Cora Coralina

    Este curso tem como objetivo apresentar a Gastronomia aliada a outras formas culturais, tais como: cinema, arte, literatura , história e outros.

    Neste primeiro apresentamos Os doces e a poesia de Cora Coralina.

    Cora Coralina é um dos símbolos da arte doceira brasileira, em especial do interior do estado de Goiás e usou das palavras para expressar seus sentimentos encantando o Brasil e o mundo.

    Seja então bem vindo (a) ao mundo de Cora Coralina, seus doces, sua vida, sua obra e os deliciosos sabores de Goías

    Série Gastronomia e Literatura Os doces e a poesia de Cora Coralina

  • Série Gastronomia e Literatura Os doces e a poesia de Cora Coralina

    Minhas mãos doceiras... jamais ociosas. Fecundas. Imensas e ocupadas. Mãos laboriosas. Abertas sempre para dar, ajudar, unir e abençoar. Poema Estas Mãos (1976)

    Série Gastronomia e Literatura Os doces e a poesia de Cora Coralina

  • Série Gastronomia e Literatura Os doces e a poesia de Cora Coralina

    Série Gastronomia e Literatura Os doces e a poesia de Cora Coralina

    Rio Vermelho das janelas da casa velha da Ponte... Rio que se afunda debaixo das pontes. Que se reparte nas pedras. Que se alarga nos remansos. Da janela da casa velha todo dia, de manhã, tomo a bênção do rio: - "Rio Vermelho, meu avozinho, dá sua bença pra mim..."

    Rio Vermelho

    Casa de Cora Coralina – Goiás Velho (GO)

  • Série Gastronomia e Literatura Os doces e a poesia de Cora Coralina

    Série Gastronomia e Literatura Os doces e a poesia de Cora Coralina

    Cora Coralina nasceu em 20 de agosto de 1889 na cidade de Goiás (GO).

    Seu nome de batismo era Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas. Segundo a escritora na cidade de Goiás existiam muitas “Anas”, já que Santana era padroeira da cidade, com isso buscou criar um novo pseudônimo.

    Começou a escrever aos 14 anos , sendo seus primeiros poemas publicados A Rosa (1908) e a Tragédia na roça (1910).

  • Série Gastronomia e Literatura Os doces e a poesia de Cora Coralina

    Série Gastronomia e Literatura Os doces e a poesia de Cora Coralina

    Em 1911 sai de Goiás e segue com seu marido Cantídio para o estado de São Paulo. Lá tem seus filhos, trabalha em uma editora importante e depois de 45 anos retorna para sua casa em Goiás.

    Nessa volta para casa com baixos recursos financeiros, optou por fazer os doces e vende-los. Com isso ganhou notoriedade e as pessoas passaram a ir a casa velha da ponte para comprar os doces.

    Já tinha lançado seu primeiro livro Poemas dos becos de Goiás e histórias mais. Assim ,quando as pessoas iam comprar os doces ela oferecia também o livro e suas palavras ganham novos rumos.

  • Série Gastronomia e Literatura Os doces e a poesia de Cora Coralina

    Série Gastronomia e Literatura Os doces e a poesia de Cora Coralina

    Os poemas e os doces ganharam o mundo.

    Carlos Drummond de Andrade ficou apaixonado pelas palavras de Cora Coralina e a colocou no cenário nacional da literatura nos anos 80.

    Antes dele, Monteiro Lobato e outros literatas também se impressionaram com os poemas escritos sobre a natureza, o cerrado, as pessoas de todas as classes sociais, ou seja, tudo aquilo que era possível transformar em palavras.

  • Série Gastronomia e Literatura Os doces e a poesia de Cora Coralina

    Série Gastronomia e Literatura Os doces e a poesia de Cora Coralina

    Coluna de Carlos
    Drummond de
    Andrade, sobre
    Cora Coralina

  • Série Gastronomia e Literatura Os doces e a poesia de Cora Coralina

    Série Gastronomia e Literatura Os doces e a poesia de Cora Coralina

    Se o escritor Carlos Drummond de Andrade apresenta Cora Coralina poetisa para o mundo, os doces já ganhavam notoriedade e é inquestionável a sua arte doceira.

    Seus doces eram feitos em tachos de cobre, aplicava técnicas luso brasileiras em seus bolos de cará, alfenins, bom-bocado, licores , doces de figo e outras tantas delícias.

    Receitas tradicionais dos interiores de Goiás , onde o uso de frutas típicas regionais eram aplicadas as técnicas .

  • Série Gastronomia e Literatura Os doces e a poesia de Cora Coralina

    Série Gastronomia e Literatura Os doces e a poesia de Cora Coralina

    Através dos doces conseguiu ganhar dinheiro e comprar sua casa em um leilão na cidade. Conta-se que pagou a vista pelo imóvel.

    Seus doces eram embalados em caixinhas de papelão. Eram três camadas de doces, forradas e intercaladas por papel celofane cortado do tamanho exato da caixinha. Embrulhados em papel bonito e amarrados com um barbante de fio metálico em espiral.

    Não adiantava o freguês querer só de um tipo: era convencido a levar os três doces com o argumento de que não se arrependeria, porque todos eram excelentes.

  • Série Gastronomia e Literatura Os doces e a poesia de Cora Coralina

    Série Gastronomia e Literatura Os doces e a poesia de Cora Coralina

    Devido a dificuldade de conservação das frutas na época, Cora Coralina produzia doces glacerizados. Essa técnica consistia em mergulhar os doces em uma calda, escorre-los em uma peneira e seca-los ao sol.

    Para deixar os doces com uma casquinha mais crocante, também aplicava bicarbonato ou cal virgem nos preparos.

    O segredo para os doces de cidra e laranja era passar as frutas por água muitas vezes antes do seu preparo para perder o amargor.


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