Curso Online de Barman Profissional

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I. Relações humana de um Barman - Pág.. 04 II. Noções de Coquetelaria Internacional (receitas de bebidas) - Pág.. 08 III. Preparação do C...

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I. Relações humana de um Barman - Pág.. 04
II. Noções de Coquetelaria Internacional (receitas de bebidas) - Pág.. 08
III. Preparação do Cocktail - Pág. 32
IV. A História das Bebidas - 34 à 75

José Vieira Cabral Nasceu no dia 25 de agosto de 1.960 em Xambrê, Paraná, viveu ali até os seus oito anos de idade e depois os seus pais se mudaram para Maringá no mesmo Estado. E aos 19 anos mudou-se para São Caetano do Sul, Região do Grande ABC, São Paulo, onde permanece até o presente momento. O Autor/produtor foi comerciante a maior parte de sua vida, mas também trabalhou como empregado em algumas Empresas: Foi Administrativo e Encarregado de obras Civis, tendo como formação (Mestria em Construção Civil) e, mais de 100 Cursos de diversas áreas. Como Escritor e pesquisador escreveu diversas Obras Literárias e Didáticas: É fundador da Livraria e Editora Virtual Cabral Veríssimo (seu nome artístico) e pertencente ao Clube de autores. O seu Site:(ciacabralverissimo.loja2.com.br), onde produz os seus Livros e Cursos online para a plataforma da (www.buzzero.com/autores/jose-cabral).



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  • Introdução
     
    O barman é um profissional de bar, altamente qualificado para criar, preparar e servir os mais variados tipos de drinks nos mais diversos ambientes existentes aos mais diferentes tipos de clientes.
     
    Ele é responsável pelo atendimento e pela hospitalidade do bar. Isso exige do profissional um aprendizado contínuo e aplicação prática dos conhecimentos adquiridos visando o aperfeiçoamento da sua atividade. A criatividade também é um fator muito importante para o desenvolvimento de novas receitas de drinks e cocktails.
     
    Imagine você ser surpreendido com um drink fantástico e ter um atendimento memorável. Não seria ótimo?
     
    Aprenda agora a forma correta de utilização:
     
    Barman*: Uso no masculino e singular para referir-se a um profissional.
    Ex: Aquele barman foi premiado por apresentar um drink novo.
     

  • I. Relações humana de um Barman
     
    A Maneira como um barman lida com as reclamações dos seus clientes pode determinar se esses vão ou não voltar depois dessa noite.
     
    Ser um bom ouvinte. Ouça sempre a reclamação do cliente do princípio ao fim, sem o interromper. Mesmo que perceba logo à partida que não há nada que possa fazer, ouça na mesma. Por vezes, só o facto de deixar o cliente queixar-se, é o suficiente para ele se sentir melhor e valorizado enquanto cliente.
    Linguagem corporal. A forma como se posiciona e olha para um cliente pode falar mais alto do que muitas palavras, por isso, tenha especial atenção à sua postura. Evite cruzar ou agitar muito os braços e revirar os olhos, independentemente da frustração que possa estar a sentir. Mantenha o contato visual, acene com a cabeça que sim e, se possível, sempre com um sorriso no rosto – esta atitude vai transmitir ao cliente que dá importância à sua opinião e ao facto de ele ser um frequentador do bar.

  • Pedir desculpa. Independentemente da queixa, o mais importante é tentar agradar ao cliente, é assegurar que “sim, houve infelizmente um problema esta noite”, mas não é habitual no seu bar, foi uma lamentável excepção à regra. E agradar ao cliente é também dirigir-lhe um pedido de desculpas na hora da reclamação. Não custa nada dizer: “compreendo perfeitamente que está descontente com o serviço mais lento desta noite, mas estamos a fazer os possíveis e os impossíveis para dar a volta à situação. Agradeço-lhe a paciência.” Com esta atitude estará a mostrar que está solidário com o cliente, compreende a sua frustração e está a trabalhar para encontrar a melhor solução... não há cliente que não valorize isso.
    Recompensar. É um gesto que qualquer cliente aprecia. Juntamente com o pedido de desculpa, deve tentar recompensar o cliente de alguma forma: oferecer-lhe uma bebida à sua escolha, oferecer uma rodada de bebidas ao seu grupo, oferecer uns snacks para acompanhar a rodada seguinte, oferecer uma t-shirt ou um copo do bar, fazer uma redução na sua conta final. A maioria destas ofertas não vai prejudicar o bar, antes pelo contrário, assegurará uma visita futura por parte desse cliente.

  • Clientes mais difíceis. Infelizmente existem clientes que mesmo depois de os ter ouvido, de ter mantido uma atitude amigável e compreensiva, de ter pedido desculpa e ter oferecido uma ou mais recompensas, vão sair do bar a insultá-lo a si e ao seu staff, jurando que nunca mais vai pôr os pés no seu estabelecimento. Nestes casos, não há muito mais que possa fazer se não voltar a frisar, calmamente, que compreende o seu desapontamento, que lamenta o sucedido e que se mudar de ideias as suas portas estarão sempre abertas para o receber e, claro, que gostaria que isso acontecesse. Ao terminar o assunto de forma educada, o mais certo é esse cliente voltar.
     

  • II. Noções de Coquetelaria Internacional
     
    Em função da dosagem alcoólica, tamanho e temperatura dos cocktails, convencionou-se dividi-los em Short Drinks, Long Drinks, Hot Drinks
     
    Short drinks são bebidas servidas em copos pequenos, podendo ser aperitivos ou digestivos, variando conforme sua receita. Exemplos: DryMartini, Margarita, Manhattan, Alexander, Rusty Nail
     
    Long Drinks são bebidas servidas com copos grandes, tendo geralmente em sua composição um destilado misturado a licores, sucos de frutas, refrigerantes e águas gaseificadas com muito gelo. Exemplos: Horses Neck, Tom Collins, Screw Driver, Gin Tônica
     

  • Hot Drinks são bebidas servidas em copos especiais, tendo como finalidade principal, aquecer o corpo. São bebidas apropriadas para dias mais frios. Exemplos: Irish Coffee, Ron Grog, Hot Egg Nog
    Modalidades
    Em função dos utensílios utilizados, forma de preparação e da densidade dos ingredientes utilizados convencionou-se dividi-los em três modalidades: Batidos, Mexidos e Montados
     
    Batidos são os cocktails cujos componentes têm diferentes densidades entre si, por isso é necessário batê-los para misturar melhor. Exemplos: Alexander, Whisky Sour, Daiquiri, Piña Colada
     
    Mexidos são cocktails cujos componentes têm entre si densidades muito semelhantes, bastando para isso mexê-los para misturá-los.

  • Em Classificação
     
    Função do grau etílico de seus componentes os cocktails foram classificados como: estimulantes de apetite, digestivos, refrescantes, nutritivos estimulantes físicos
     
    Estimulantes de apetite são cocktails com sabor seco, amargo ou ácido devendo ser servidos antes das refeições. Normalmente são preparados

  • III. Preparação do Cocktail
    - Jamais misture dois destilados, o sabor pode até agradar, mas um poderá anular o outro. - Jamais use espumante, águas gaseificadas ou refrigerantes na coqueteleira. Misture sempre depois. - Jamais misture numa composição mais de cinco bebidas. - Sucos de laranja e limão devem ser sempre frescos. - Somente use produtos de qualidade em suas misturas. “Cocktails” são bebidas de aroma e sabor muito delicados. - Decorações devem ser complementos. Mais importantes são o aroma e o sabor. - Em cocktails servidos somente gelados, os copos devem ser gelados previamente. - Todos os cocktails devem ser servidos imediatamente depois de preparados. - Quando o número de convidados for grande, prepare antecipadamente rodelas e cascas de limões para decoração.

  • - Tenha sempre à mão, amendoins salgados, castanhas, batatas chips e pipocas para acompanhar suas bebidas. - Mulheres normalmente preferem bebidas suaves, os homens preferem mais encorpadas, mas há exceções à regra. - O gelo utilizado na preparação deverá ser feito com água mineral ou comprado fora. Nunca use água da torneira para fazê-lo, o cloro poderá comprometer o sabor da sua bebida. - Para caipirinhas e certos tipos de cocktails usar gelo quebrado. - Tenha sempre à mão Club soda, água com gás, e refrigerantes para as suas misturas. - Destilados e licores depois de abertos devem ficar bem fechados e em pé. Os licores cremosos devem ser mantidos na geladeira, bem como alguns destilados e vinhos brancos aperitivos, após abertos. - Finalmente o mais importante: sirva bebidas certas, nos momentos certos. Aperitivos antes, digestivos após e os Long drinks jamais durante refeições. - E não esquecer, um bom serviço de bebidas poderá muitas vezes corrigir possíveis imperfeições no cardápio. 

  • IV. A História das Bebidas
     
    Aqui vocês encontraram a História das Bebidas mais conhecidas do mundo, como, quando surgiram, métodos de fabricação, matéria prima, como devem ser servidas e muito mais.
     
    Absinto com torrão de açúcar
    "Absinto" é uma bebida feito da erva Artemísia absinthium. Anis, funcho e por vezes outras ervas compõem a bebida. Ela foi criada e utilizada primeiramente como remédio pelo Dr. Pierre Ordinaire, médico francês que vivia em Couvet na Suíça por volta de 1792. É por vezes incorretamente chamado de licor, mas é na verdade uma bebida destilada. O absinto foi especialmente popular na França, sobretudo pela ligação aos artistas parisienses de finais do século XIX e princípios do século XX, até a sua proibição em 1915, tendo ganho alguma popularidade com a sua legalização em vários países. É também conhecido popularmente de fada verde em virtude de um suposto efeito alucinógeno. Charles Baudelaire, Paul Verlaine, Arthur Rimbaud, Vincent van Gogh, Oscar Wilde, e Aleister Crowley eram adeptos da fada verde.

  • Aparência e consumo
    Rótulo com a graduação alcóolica do Absinto. Tem geralmente uma cor verde-pálida, transparente ou, no caso de envelhecido, castanho claro. Apresenta uma porcentagem de álcool altíssima (53,3 % a 68 %). Para apreciação de novos sabores, era servido com torrão de açúcar e láudano, este último um opioide. Sem o láudano, atualmente pode ser consumido com água, que reduz a graduação alcóolica da bebida. Desta forma, sobre o copo com a bebida é colocada uma colher perfurada que sustenta o torrão de açúcar, e por onde passará a água gelada que será vertida lentamente sobre o torrão. Recentemente no Brasil foi legalizada a sua venda, porém teve de adaptar-se à lei brasileira. Seu teor alcoólico é de 53,5 ºGL e não contém losna (Arthemisia absinthium).


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