Curso Online de Geografia Bíblica

Curso Online de Geografia Bíblica

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O Curso Básico em Geografia Bíblica é de fácil compreensão, permitindo que qualquer pessoa, independente de sua idade e grau de instrução possam fazer um curso de teologia.
A matéria é bem explicada e com imagens que facilitam a compreensão do assunto.

Experiência de 15 anos como Técnico de Segurança do Trabalho em indústria do ramo metalúrgico, gráfico, têxtil e de prestação de serviços, além de pequenas atuações em muitos outros segmentos industriais. Atuei em empresas de grau de risco 3, com mais de 500 funcionários, e grau de risco 2, com mais de 600 funcionários. Responsável pelas atividades do departamento de segurança do trabalho na matriz e filiais das empresas onde atuei. Lecionei por quatro anos em escola de cursos técnicos. Conhecimentos gerais e específicos de todas as normas regulamentadoras; sistemas de gestão da qualidade, segurança e meio ambiente; treinamentos. Graduado em Tecnologia em Gestão Ambiental Ocupacional. Experiência na formação da CIPA,Brigada de Emergência, Licenciamento Ambiental, E-Social, ACVB, cursos, etc. Formação Acadêmica: Pós graduado em Gestão Ambiental; Bombeiro Profissional Civil; Tecnólogo em Gestão Ambiental e Segurança do Trabalho; Técnico de Segurança do Trabalho.



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  • Estudando a geografia do livro sagrado

    Geografia Bíblica

  • Conceito

    Geografia Bíblica é a parte da Geografia Geral que estuda as terras e os povos bíblicos e conduz à História Bíblica.
    Deus permitiu a inserção de grande volume dessa matéria na Bíblia.
    Um exame, mesmo superficial, mostrará que a cada passo, a Bíblia menciona terras, povos, montes, cidades, vales, rios, mares e fenômenos físicos da natureza.
    O ensino da Bíblia torna-se objetivo e de fácil comunicação quando podemos apontar, mostrar e descrever os locais onde os fatos se desenrolaram.
    Exemplos: Lc 10.30 (“descia um homem de Jerusalém para Jericó”);

  • Rio Jordão

    Deserto

  • É de muita importância o estudo da geografia bíblica como meio auxiliar no estudo e compreensão da Bíblia. Mensagens e fatos descritos na Bíblia, tido como obscuros tornam-se claros quando estudados à luz da geografia bíblica.

    Deus permitiu a inserção de grande volume dessa matéria na Bíblia.

    Um exame, mesmo superficial, mostrará que a cada passo, a Bíblia menciona terras, povos, montes, cidades, vales, rios, mares e fenômenos físicos da natureza.

    A Geografia é o palco terreno e humano da revelação Divina. É ela que juntamente com a cronologia, situa a mensagem no tempo e no espaço, quando for o caso.

    2. Ela dá cor ao relato sagrado, ao localizar, situar, fixar e documentá-los. Através dela, os acontecimentos históricos tornam-se vívidos e as profecias mais expressivas.

    A importância da Geografia Bíblica

  • O ensino da Bíblia torna-se objetivo e de fácil comunicação quando podemos apontar, mostrar e descrever os locais onde os fatos se desenrolaram. Exemplos: Lc 10.30 ("descia um homem de Jerusalém para Jericó");

    As nações vêm de Deus, logo o estudo deste assunto à luz da Bíblia é rico sob todos os pontos de vista. Ler Dt 32.8; At 17.26

    Inumeráveis personagens tomam vida quando estudados à luz da Geografia. Ver as peregrinações de Abraão, Jacó, Moisés e o Êxodo, Davi, Paulo, sem falar em Jesus.

    Por exemplo:

    “Enviou Moisés, de Cades, mensageiros ao rei de Edom, a dizer-lhe: Assim diz teu irmão Israel: Bem sabes todo o trabalho que nos tem sobrevindo; como nossos pais desceram ao Egito, e nós no Egito habitamos muito tempo, e como os egípcios nos maltrataram, a nós e a nossos pais; e clamamos ao SENHOR, e ele ouviu a nossa voz, e mandou o Anjo, e nos tirou do Egito. E eis que estamos em Cades, cidade nos confins do teu país.

    A importância da Geografia Bíblica

  • A importância da Geografia Bíblica

    Deixa-nos passar pela tua terra; não o faremos pelo campo, nem pelas vinhas, nem beberemos a água dos poços; iremos pela estrada real; não nos desviaremos para a direita nem para a esquerda, até que passemos pelo teu país. Porém Edom lhe disse: Não passarás por mim, para que não saia eu de espada ao teu encontro. Então, os filhos de Israel lhe disseram: Subiremos pelo caminho trilhado, e, se eu e o meu gado bebermos das tuas águas, pagarei o preço delas; outra coisa não desejo senão passar a pé. Porém ele disse: Não passarás. E saiu-lhe Edom ao encontro, com muita gente e com mão forte. Assim recusou Edom deixar passar a Israel pelo seu país; pelo que Israel se desviou dele”.

    Passagem de Edom, atual Petra

  • O Mundo Bíblico

    Na dispersão das raças após o Dilúvio (Gn caps. 10 e 11):

    Sem povoou o sudoeste da Ásia;
    Cão povoou a África;
    Canaã povoou a península arábica e
    Jafé povoou a Europa e parte da Ásia.

  • A extensão geográfica do Dilúvio

    O Dilúvio se constitui hoje um fato praticamente aceito e comprovado pelos estudiosos da ciência. Entretanto, um outro questionamento e levantado: a sua extensão geográfica; isto é, se ele foi realmente universal ou apenas local. A leitura atenta na Bíblia nos leva a entender que o dilúvio foi universal. (Gen. 7:19-21). Diz a Bíblia que todos os altos montes foram cobertos pelas águas e toda a raça, exceto Noé e sua família, foi destruída. Logo, segundo o texto: entende-se que a terra foi coberta e que, portanto. o dilúvio foi universal.
    Entretanto na dificuldade de se encontrar vestígios universais do dilúvio, tem crescido a aceitação em torno da localidade do acontecimento. Sabemos que o objetivo maior de Deus com o dilúvio era destruir a raça humana corrompida. Ora, de Adão a Noé haviam se passado 10 gerações e a população do mundo na época talvez não atingisse ainda 1 milhão de pessoas.
    De forma alguma essa população teria condições de se dispersar e atingir outros continentes, limitando-se basicamente as regiões da Mesopotâmia, Armênia e Caucaso, regiões tidas como prováveis berços da raça humana. Portanto, para destruir toda raça humana. Bastava apenas que o dilúvio cobrisse as regiões habitadas da terra naquela época.

    A questão parece estar na interpretação que damos aos termos “universal”, “toda terra - se os entendermos do ponto de vista de Moisés e Noé, segundo os quais as águas cobriram todos os altos montes que havia debaixo de todo o céu”, então teremos o dilúvio como universal. Entretanto, se os interpretarmos sob o prisma do mundo conhecido e habitado na época, então o dilúvio seria apenas local.

  • Dilúvio total ou parcial?

    Onde está a arca de Noé?
    No século passado, muito antes que Botta, Layard, Koldwey ou Woolley pisasse no solo da Mesopotâmia algumas expedições foram organizadas com a finalidade expressa de escalar o Ararate para encontrar a arca.
    Plantada no sopé do Ararate ha uma aldeia Armênia chamada Bayzit, cujos habitantes frequentemente se referiram a historia de certo pastor, que dizia ter visto no Ararate, os restos de um colossal navio.
    Em 1833 o governo turco organizou uma expedição que escalou partes do Ararate e trouxe relatório parecendo confirmar a estória do pastor, que no verão, podia-se ver a carcaça de um navio.
    Dr. Mouri, dignitário eclesiástico de Jerusalém e Babilônia em 1892, citando as nascentes do Eufrates, diz ter visto os restos de um navio. Em plena vigência da Primeira Guerra Mundial, um aviador russo, chamado Roskowitzki, diz ter visto restos de um navio. Nicolas II, não perdeu tempo, sem levar em conta a guerra, enviou para o Ararate uma expedição que viu a arca e a fotografou.
    Aconteceu, porém, que todos os documentos dessa expedição desapareceram durante a revolução de outubro. Com a ocupação russa da região, nenhuma tentativa se faz mais no sentido de averiguar os fatos propalados.
    Fernando Navarra, um espanhol, na companhia de seu filho Rafael, fez três viagens ao Ararate: 1952, 1953 e 1954. Diz ter encontrado a arca e trouxe pedaços de madeira tiradas da arca que foram submetidos a provas de laboratório e constatado ser verdadeira a sua versão.

  • Noé e o repovoamento da Terra

    O primeiro pecado de Noé depois do dilúvio for sua embriaguez. Graças a Noé, tivemos a maravilhosa profecia quanto ao futuro de seus três filhos.
    A profecia encontra-se em Gn 9:25-27. Noé declara que Canaã, seu neto, em lugar do Cão seja maldito, servo dos servos de seus irmãos. Jeová seria o Deus de Sem; e a Jafé Deus alargaria o seu termo ate vir morar nas tendas de Sem. Esta profecia está ainda em processo de cumprimento, mas o que já foi cumprido basta para nos convencer de sua origem divina.
    O cumprimento da profecia
    Aos descendentes de Cão coube a tarefa de povoar a África, a Ásia distante. A Oceania e por algum tempo, certas regiões do Oriente Médio; Babilônia e mediações do Mar Vermelho. Por algum tempo também esta raça promoveu e desenvolveu uma admirável civilização, representada pelos babilônios, egípcios, fenícios e outros.
    Desses antigos povos nos tem chegado uma vasta literatura e uma cultura que muito admiramos.
    Depois os babilônicos foram vencidos pelos semitas; os fenícios. Notáveis especialmente na antiga cidade de Cartago, também sendo vencidos pelos jafetitas, enquanto outros ramos desta raça, espalhados pela Palestina, com diversos nomes, foram absorvidos pelos semitas. Desta raça primitiva restam apenas a África sempre degradada e as civilizações rebarbadas da Ásia não chegando a produzir grandes povos nem grandes civilizações.
    Dentre todos os semitas, destacam-se os hebreus, que se notabilizaram mais pelos penderes religiosos do que por outros títulos. Aliás, a profecia de Noé não contempla grandes civilizações provindas deste ramo, mas a religião. Jeová seria o Deus de Sem uma tarefa mais espiritual que material. Foi também cumprida a profecia.

  • A genealogia de Jafé

    A Jafé couberam as ilhas do mar e as distantes paragens europeias. Deus havia de dilatar a Jafé por profecia. Assim, os jafetitas se dirigiram para o Ocidente, todas as ilhas do Mediterrâneo: toda Europa e parte da Ásia, aparecendo nos antigos e modernos persas e medos, e chegando a suplantar os cuchitas hindus. Coube-lhes a tarefa de desenvolver as artes e as industrias, bem como as ciências.
    São os jafetitas os detentores da cultura mundial. No seu afã de desenvolver as suas faculdades, iriam alastrar-se por toda a terra ate virem morar nas tendas de Sem, de acordo com a profecia. Hoje os jafetitas não só dominam a Europa e a America, mas também a Ásia e a África. Não há regiões geográficas que eles não dominem.
    Descendentes de Jafé — Gomer. Filho mais velho de Jafe foi o progenitor de muitas nações e povos, entre outros, os germanos, os cimérios (Cimeri, Cimeia).

    Magogue foi o pai dos citas: Madai, dos medos: Javam. dos gregos; Tiras, dos tracios.
    Crê-se que foi o progenitor dos povos das mediações do Negro, de onde veio o nome de Axenus, mais tarde Euxino, Magigue, Tubal e Meseque são mencionados por Ezequiel (cap. 38:14.15); e os seus nomes correspondem aos Mogui, Mongólia, Toboski, Moscou e Moscovi. Destes vieram os povos das ilhas do Mediterrâneo e de outros povos da Europa.


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