Curso Online de A TEORIA DA MODIFICABILIDADE COGNITIVA ESTRUTURAL DE REUVEN FEUERSTEIN
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Curso Online de A TEORIA DA MODIFICABILIDADE COGNITIVA ESTRUTURAL DE REUVEN FEUERSTEIN

Este texto tem o objetivo de explicar a Teoria da Modificabilidade Cognitiva Estrutural (MCE), a Teoria da Experiência da Aprendizagem Me...

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Este texto tem o objetivo de explicar a Teoria da Modificabilidade Cognitiva Estrutural (MCE), a Teoria da Experiência da Aprendizagem Mediada(MLE), e o Programa de Enriquecimento Instrumental (PEI), de Reuven Feuerstein, psicólogo judeu-israelense, segundo o texto do autor Cristiano Gomes.
Gomes (2002) evidencia a construção mediada do conhecimento que Feuerstein faz e que é um dos tópicos fundamentais na busca da compreensão do ser humano (o estudo da cognição).
Relata as influências de Piaget e Vygotsky para Feuerstein, dessa forma, explica o lugar da psicologia cognitiva; o fator da modificabilidade; a privação cultural: fator paralisador da modificabilidade; funções cognitivas e operações mentais; dificuldades de aprendizagem: funções cognitivas deficientes e funções cognitivas, aprendizagem mediada e ciência cognitiva.
O autor conclui, que as funções cognitivas de Feuerstein possuem sentido se forem pensadas como as funções culturais de Vygotsky que são mediadas de geração em geração, por meio da aprendizagem mediada encaminhando as funções naturais da mente humana.

Psicopedagoga, Filósofa, Educadora, Atriz. Especializada em Psicopedagogia Clínica e Institucional pela Faculdade São Bento da Bahia (2011-2013), cursei como aluna especial a disciplina- Emoções, Cultura, Sociedade -Sociologia das Emoções do Mestrado programa de pós-graduação em Ciências Sociais - PPGCS pela Universidade Federal da Bahia - UFBA (2008), sou Graduada em Licenciatura em Filosofia pela Faculdade Batista Brasileira - FBB. (2002-2006) e tenho formação em Teatro pela Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB). (1999/2000). Ministro aulas, oficinas, palestras de acordo com a minha formação e experiência em educação, artes e psicopedagogia. Atuo nas áreas de filosofia, sociologia, ética, artes, psicopedagogia, aprendizagem, ludicidade, contação de histórias, técnicas corporais e vocais, teatro, cinema, dança. Pretendo coordenar grupos em educação, psicopedagogia, como já fiz em artes e presto consultoria psicopedagógica e atendimento psicopedagógico clínico e institucional.


- Rita De Cássia Vivian Silveira Pinto

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  • A TEORIA DA MODIFICABILIDADE COGNITIVA ESTRUTURAL DE REUVEN FEUERSTEIN Semidéia Sentimental Silva Santos Graduação em Filosofia Especialização em Psicopedagogia Clínica e Institucional

    A TEORIA DA MODIFICABILIDADE COGNITIVA ESTRUTURAL DE REUVEN FEUERSTEIN Semidéia Sentimental Silva Santos Graduação em Filosofia Especialização em Psicopedagogia Clínica e Institucional

  • INTRODUÇÃO

    Este texto tem o objetivo de explicar a Teoria da Modificabilidade Cognitiva Estrutural (MCE), a Teoria da Experiência da Aprendizagem Mediada (MLE), e o Programa de Enriquecimento Instrumental (PEI), de Reuven Feuerstein, psicólogo judeu-israelense, segundo o texto do autor Cristiano Gomes.
    Gomes (2002) evidencia a construção mediada do conhecimento que Feuerstein faz e que é um dos tópicos fundamentais na busca da compreensão do ser humano (o estudo da cognição).


  • Relata as influências de Piaget e Vygotsky para Feuerstein, dessa forma, explica o lugar da psicologia cognitiva; o fator da modificabilidade; a privação cultural: fator paralisador da modificabilidade; funções cognitivas e operações mentais; dificuldades de aprendizagem: funções cognitivas deficientes e funções cognitivas, aprendizagem mediada e ciência cognitiva.
    O autor conclui, que as funções cognitivas de Feuerstein possuem sentido se forem pensadas como as funções culturais de Vygotsky que são mediadas de geração em geração, por meio da aprendizagem mediada encaminhando as funções naturais da mente humana.

  • TEORIA DA MODIFICABILIDADE COGNITIVA ESTRUTURAL (MCE)
    TEORIA DA EXPERIÊNCIA DA APRENDIZAGEM
    MEDIADA (MLE)
    E PROGRAMA DE ENRIQUECIMENTO
    INSTRUMENTAL (PEI)

    Segundo Feuerstein, na Teoria da Modificabilidade Cognitiva Estrutural a inteligência é plástica e modificável, assim pode ser desenvolvida em um ambiente de aprendizagem mediada criado a partir da teoria da Experiência da Aprendizagem Mediada.
    Um mediador é uma pessoa que trabalha interagindo com o aprendiz estimulando suas funções cognitivas, organizando o pensamento e melhorando processos de aprendizagem e aquisição do conhecimento.

  • Depois de desenvolver suas teorias e de aplicar uma série intervenções práticas para mediação com crianças sobreviventes do holocausto. Feuerstein desenvolveu “instrumentos” que mediadores e estudantes usaram para enriquecer funções cognitivas e construir o hábito de se ter um pensamento eficiente. Ele organizou esses instrumentos em um programa de 3 anos para estudantes acima de 9 anos. Esse programa é chamado de Programa de Enriquecimento Instrumental (PEI).
    O PEI foi testado com várias populações, incluindo estudantes carentes em comunidades rurais do Brasil (Bahia), imigrantes não-alfabetizados (Etiópia), crianças autistas e com síndrome de down (Jerusalém-Israel), estudantes do ensino médio com baixo aproveitamento em matemática (Cleveland, Ohio, USA) e muitos outros grupos. E apesar dos danos cognitivos causados por choque cultural, acidentes físicos, traumas na infância por abusos ou extrema pobreza, negligência dos familiares o funcionamento cognitivo desses sujeitos se desenvolveram e que não tem limites.


  • Para o autor a aprendizagem pelas vias da mediação, deve ser compreendida diferentemente da aprendizagem pela exposição direta do sujeito ao objeto ou estímulo. Ou seja, há a necessidade da intervenção de um mediador humano (que não pode ter atitude mecânica), que para ele é um sujeito cuja ação mediadora é intencional e não-ingênua. Ele se interpõe entre o sujeito (mediando/aprendiz) e o mundo (no sentido amplo – conteúdo, estímulo, objeto, etc.), conduzindo a reflexão e interação tendo em vista a introdução de pré-requisitos ou recursos cognitivos (da dimensão do pensar) que potencializarão progressivamente a capacidade de aprendizagem deste sujeito.

  • Segundo, Reuven Feuerstein na EAM (Experiência da Aprendizagem Mediada), para que haja mediação são necessários pelo menos 3 critérios:

    1º - Mediação de intencionalidade e reciprocidade: Intencionalidade por parte do mediador e reciprocidade perante o mediado para focagem e satisfação das necessidades do mediado.

    2º - Mediação de transcendência: Transcendência da realidade concreta, “do aqui-e-agora” e da tarefa aprendida, generalizando para posterior aplicação da compreensão de um fenômeno apreendido em outras situações e contextos; Por transcendência, entende-se algo que foi aprendido e logo foi extrapolado para outras dimensões espaço-temporal da vida do mediado. Ou seja, no processo de mediação o mediador deve ter a capacidade de conduzir o aprendiz para além do problema a ser resolvido.

  • 3º - Mediação de significado: Construção (incitada pelo mediador) de significados que permitam compreender a importância da aprendizagem e interpretar os resultados alcançados. A construção de significados é quando o mediador trabalha com a elaboração de valores e códigos culturais (linguagem). Na perspectiva Vygotskyana, é um instrumento ou uma ferramenta psicológica de intervenção e estruturação do pensamento.

    4º - Mediação do sentimento de pertença: O modo como o indivíduo faz parte de um grupo e relaciona-se socialmente varia de cultura para cultura. O ser humano, para manter sua saúde mental, precisa ser reconhecido e reconhecer, ser identificado e identificar. Pertencer a algo, além de nos descentrar de uma onipotência egocêntrica, acalenta um sentimento de prazer, de comunhão, já que o ser humano não pode responder sozinho pelas suas questões existenciais.

  • 5º - Mediação do sentimento de competência: O resultado de ações competentes é a elevação do sentimento de competência, com impacto significativo no ambiente social que retorna em forma de impressões, comentários e sentimentos das pessoas que participam de sua interação social. Essa elevação no sentimento de competência é que vai determinar também a elevação de um elemento subjetivo e emocional chamado autoestima.

    E outras mediações como: do controle e regulação da conduta; do comportamento de compartilhar; da individuação e diferenciação psicológica; da conduta de busca, planificação e realização de objetivos; do desafio da busca pelo novo e complexo; da modificabilidade humana; da escolha da alternativa otimista.

  • Quando se fala de Experiência de Aprendizagem Mediada dentro desta estrutura básica, fala-se de aprendizagem mediada em todas as dimensões humanas. Informalmente uma mãe ensina seu filho a andar e falar, uma criança aprende a andar de bicicleta, etc.
    Feuerstein destaca quatro vertentes do pensamento humano que marcaram e influenciaram fundamentalmente as práticas educativas:

    1 - A influência destacada da psicanálise “pedagógica”.
    2 - A influência destacada do comportamentismo.
    3 - A influência destacada da psicometria, com a concepção de inteligência inata.
    4 - O construtivismo de Jean Piaget.

  • Dentre elas, as três primeiras do pensamento humano serviram para esfriar a relação do objeto cognição na educação. Já a quarta vertente a influência de Piaget faz uma revolução aprofundando os processos internos cognitivos (da inteligência).
    Ele faz uma crítica, que pesou sobre teóricos e clínicos que enfocaram e enfocam os problemas da área da educação relativos à aprendizagem e ao desenvolvimento como sendo de cunho restrito às questões do inconsciente, ignorando o plano cognitivo como um plano específico e fundamental para o ser humano. Assim, criticou a vertente psicanalítica pedagógica que ofuscou o olhar das escolas para o cognitivo por dizer que as causas dos distúrbios de aprendizagem eram do inconsciente.


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  • A TEORIA DA MODIFICABILIDADE COGNITIVA ESTRUTURAL DE REUVEN FEUERSTEIN
  • INTRODUÇÃO
  • TEORIA DA MODIFICABILIDADE COGNITIVA ESTRUTURAL (MCE)
  • TEORIA DA EXPERIÊNCIA DA APRENDIZAGEM MEDIADA (MLE)
  • PROGRAMA DE ENRIQUECIMENTO INSTRUMENTAL (PEI)
  • SÍNDROME DE PRIVAÇÃO CULTURAL
  • FEUERSTEIN - VYGOTSKY E PIAGET
  • FUNÇÕES COGNITIVAS E OPERAÇÕES MENTAIS
  • Funções cognitivas: Funções de entrada; Elaboração; Saída.
  • Aprendizagem mediada e ciência cognitiva
  • EDUCADORES DA HUMANIDADE (MEDIADORES)
  • REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS