Curso Online de Adolescência e Sexualidade

Curso Online de Adolescência e Sexualidade

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Este curso está voltado para a formação de psicologos, psicopedagogos, professores e demais profissionais da área da educação e saúde. Destina-se também aos profissionais e estudantes que tenham interesse em compreender a fase da adolescência com enfoque na sexualidade.

Graduada em Psicologia e Letras, pós-graduada em Psicopedagogia Institucional/Clinica e Mídias da Educação.



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  • ADOLESCENCIA E SEXUALIDADE

    ADOLESCENCIA E SEXUALIDADE

    Cristiane Tamara Belotto

  • Adolescência

    Adolescência

    A adolescência é um período do desenvolvimento do ser humano, em termos gerais, a adolescência é o período de vida entre o fim da infância e inicio da vida do adulto. Estabelecer a idade da adolescência é um pouco difícil, embora se postule que pode ir mais ou menos dos 12 aos 18 anos.
    Existe uma dificuldade em aceitar a rápida mudança corporal pelo fato deles nunca terem sido assim. É possível ver o fenômeno de esquecimento e rejeição. Ou seja, em todo o ser humano há uma força em oposição contínua, lutando contra a recordação de sua própria adolescência.

  • Na adolescência, os conflitos reprimidos na infância são retomados e ampliados num corpo já desenvolvido, principalmente quanto a sua genitália. Na adolescência há um duplo recalque: aquele que se origina na infância e o que se instala ao desaparecer o processo da adolescência.

  • A curiosidade transbordante do adolescente, sua necessidade de ter certeza de tudo, seu ânimo de experimentar tudo sozinho, seu intenso oposicionismo, sua culpa inconsciente e rebelde, sua compulsão a ser absolutamente diferente, sua falta de experiência, sua ignorância dos perigos e sua liberdade sem limites. Expõe-no a um altíssimo grau de risco imediato.
    A essência do percurso da adolescência é totalmente diferente da infância e vida adulta. O adolescente se recolhe num casulo, seu processo de mudança obedece a regras de jogo totalmente diferentes de qualquer outro período da vida do ser humano. Ele não é uma criança, mas também não é adulto. Seu processo é rígido, por regras indiscutivelmente genéticas que se manifestam de maneira diferente em cada estrutura cultural.

  • O adolescente passa por uma transformação dolorosa transformação, é uma espécie de metamorfose que é definitiva e inevitável para poder ingressar num modelo social. Somente assim o adolescente poderá se tornar um cidadão adulto preocupado com seu mandato genético mais irredutível para a preservação da espécie.

  • Tipos de adolescência

    Tipos de adolescência

    Adolescência Amputada
    Ocorre em ambientes repressivos, primitivos, onde o adolescente se vê impedido, proibido, amputado de manifestar de forma direta seus conflitos essencialmente adolescentes.
    A carência de capacidades individuais, decorrente da falta de oportunidades educativas e de desenvolvimento de suas potencialidades, anula as manifestações do processo da adolescência. O adolescente não consegue manifestar suas atitudes inconscientes a não ser em situações limite como a embriaguez, o ato delinqüente ou a loucura em alto grau.

  • Adolescência em Condensação Simbólica
    Consiste em condensar a situação da adolescência num fato ou ritual simbólico, que ao ser executado, permite a descarga total da tensão contida. O mito, o rito e o simbolismo substituem a ação direta do desejo ou da necessidade. Um exemplo disso seria de quando a menina completasse 15 anos, então a partir desse dia esquecia suas atividades infantis e das amizades que pertenciam a etapa anterior, e passava a cumprir responsabilidades inerentes a sua condição agora de uma jovem.
    O mesmo podia acontecer com o menino, que ao completar 18 anos, receberia a chave da casa, dinheiro para seus gastos e as responsabilidades inerentes a sua condição de adulto.

  • Rito e rigidez dos padrões culturais civilizados por uma concepção religiosa e moral, permitiam condensar num ato simbólico a problemática da adolescência, que só era vivenciada em pequenas manifestações de rebeldia e exaltação, recalcadas dentro e fora do indivíduo em processo de mudança.
    As mudanças eram intrapsíquicas e não eclodiam, exceto no momento do rito e de maneira simbólica. Havia tempo para tudo, e um modelo de espera, continha as manifestações comportamentais da crise de identidade, de autoridade e de sexualidade.

  • Adolescência Exuberante
    O adolescente exuberante apresenta um perfil de comportamento decorrente da ação direta de suas necessidades borbulhantes sem a presença de simbolismos ou amputações. Ele tende a atuar diretamente no que é conflitivo em sua mente. Não poupa comportamentos, modas ou expressões que permitam dar a conhecer sua inconformidade ou seu desejo.
    Nessas condições, o adolescente pode manifestar de forma ampla e direta sua situação critica de desenvolvimento, tendo a certeza de que seu meio vai recebê-lo, conte-lo, compreendê-lo e respeitá-lo, assim vai permitir um desenvolvimento harmônico de suas potencialidades intelectuais e afetivas.

  • Não se deve esquecer que toda mudança no ser humano geneticamente condicionado e, em última instância, se for o meio permissivo e der garantias para um bom desenvolvimento acabará por produzir um individuo apto para o máximo de sobrevivência, com um grande respeito pelo outro, por si mesmo, por um ser superior e pela natureza.
    Observamos, neste modelo cultural, racional e amoroso. De amplas garantias e liberdades, um adolescente exuberante, rebelde, contraditório, criativo, ambivalente, crítico, problemático, irreverente, mas ao mesmo tempo, disposto a integração, a lógica, a sensatez e ao enriquecimento produtivo, para ele e seu grupo. Aprendendo muito com tentativa e erro, mas também disposto a ser orientado.

  • Adolescência Abortada
    Quando nos deparamos com uma fixação de um comportamento ou de um grupo de comportamentos que em geral caracterizam uma etapa da adolescência, e com uma imobilidade do resto dos processos que normalmente devem ocorrer, falamos de adolescência abortada.
    Na adolescência abortada muitas vezes nos deparamos com traços de caráter anteriores à adolescência, decorrentes de patologias infantis, que permitem as fixações de certos tipos de condutas ou comportamentos numa etapa, impedindo assim que a adolescência continue se desenvolvendo de forma clara e precisa.


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