Curso Online de Alfabetização e Letramento a partir da Psicogênese da Língua Escrita

Curso Online de Alfabetização e Letramento a partir da Psicogênese da Língua Escrita

Este curso é destinado à todos aqueles que trabalham com turmas de alfabetização ou que tenham interesse de conhecer mais sobre as níveis...

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Carga horária: 4 horas

De: R$ 40,00 Por: R$ 23,00
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Mais de 60 alunos matriculados no curso.

Certificado digital Com certificado digital incluído

Este curso é destinado à todos aqueles que trabalham com turmas de alfabetização ou que tenham interesse de conhecer mais sobre as níveis de escrita e as possíveis intervenções em cada etapa.

Graduada em Licenciatura em Pedagogia pela Universidade Estadual de Feira de Santana-Bahia Pós - graduada em Educação de Jovens e Adultos pela Escola Superior Aberta do Brasil. Pós-graduada em Coordenação Pedagógica pela Universidade Federal da Bahia. Pós-graduada em Educação Infantil pela Universidade Federal da Bahia. Coordenadora pela Prefeitura Municipal de Amélia Rodrigues e pela Prefeitura Municipal de Feira de Santana. Coordenadora do Todos pela Alfabetização em Amélia Rodrigues. Formadora do Pacto pela Educação



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** Material opcional, vendido separadamente.
  • Alfabetização e letramento a partir da Psicogênese da Língua Escrita

    Alfabetização e letramento a partir da Psicogênese da Língua Escrita

  • A psicogênese da língua escrita é uma abordagem psicológica de como a criança se apropria da língua escrita e não um método de ensino.

  • De acordo com esta abordagem, o aprendizado do sistema de escrita não se reduz ao domínio de correspondências grafo fonêmicas (a decodificação), mas se caracteriza como um processo ativo no qual a criança, desde os primeiros contatos com a escrita, constrói hipóteses sobre o seu funcionamento.

    De acordo com esta abordagem, o aprendizado do sistema de escrita não se reduz ao domínio de correspondências grafo fonêmicas (a decodificação), mas se caracteriza como um processo ativo no qual a criança, desde os primeiros contatos com a escrita, constrói hipóteses sobre o seu funcionamento.

  • A alfabetização na perspectiva do letramento é concebida como um processo de construção conceitual, contínuo, iniciado muito antes da criança ir para a escola, desenvolvendo-se simultaneamente dentro e fora da sala de aula.

    A alfabetização na perspectiva do letramento é concebida como um processo de construção conceitual, contínuo, iniciado muito antes da criança ir para a escola, desenvolvendo-se simultaneamente dentro e fora da sala de aula.

  • Ao contrário do que muitos pensam, as crianças chegam à escola com muitos conhecimentos sobre a escrita, isso porque geralmente já tiveram contato com várias coisas escritas, como placas de lojas, revistas, jornais. Eles provavelmente tem a noção de que aquilo que está escrito, representa alguma coisa, no entanto, não sabem como os sinais escritos funcionam para emitir uma mensagem.

    Ao contrário do que muitos pensam, as crianças chegam à escola com muitos conhecimentos sobre a escrita, isso porque geralmente já tiveram contato com várias coisas escritas, como placas de lojas, revistas, jornais. Eles provavelmente tem a noção de que aquilo que está escrito, representa alguma coisa, no entanto, não sabem como os sinais escritos funcionam para emitir uma mensagem.

  • Alfabetizar na perspectiva do letramento é uma tarefa que permite ao aprendiz ler com compreensão, com sentido, com criação. Para isso, é necessário que o professor seja mediador e que leve em consideração que a alfabetização não antecede o processo do letramento. Essas duas propostas devem se dar de forma conjunta, a fim de possibilitar a inserção da criança na cultura escrita.

    Alfabetizar na perspectiva do letramento é uma tarefa que permite ao aprendiz ler com compreensão, com sentido, com criação. Para isso, é necessário que o professor seja mediador e que leve em consideração que a alfabetização não antecede o processo do letramento. Essas duas propostas devem se dar de forma conjunta, a fim de possibilitar a inserção da criança na cultura escrita.

  • Segundo Emília Ferreiro e Ana Teberosky, as crianças elaboram conhecimentos sobre a leitura e a escrita, passando por diferentes hipóteses, até se apropriar de toda a complexidade da língua escrita. Esses níveis ela denominou de: Escrita pré-silábica, silábica, silábica-alfabética e alfabética.

    Segundo Emília Ferreiro e Ana Teberosky, as crianças elaboram conhecimentos sobre a leitura e a escrita, passando por diferentes hipóteses, até se apropriar de toda a complexidade da língua escrita. Esses níveis ela denominou de: Escrita pré-silábica, silábica, silábica-alfabética e alfabética.

  • Escrita silábica:

    Escrita silábica:

    Caracteriza-se pela busca de parâmetros de diferenciação entre as marcas gráficas figurativas e as marcas gráficas não-figurativas, assim como pela formação de séries de letras como objetos substitutos, e pela busca de condições de interpretação desses objetos substitutos.

  • --A criança não faz diferenciação entre a linguagem falada e escrita (ela não consegue perceber que aquilo que fala pode ser escrito).

    -Utilizam garatujas (escrita primitiva).

    -Escrevem letras, números ou figuras para representar a escrita.

  • Acreditam que os nomes das pessoas e das coisas têm relação com os seus tamanhos. Ex: Se perguntar a criança, qual é a palavra maior: ELEFANTE ou FORMIGA?
    Ela responderá ELEFANTE pois fará relação com o tamanho do animal.

    Usa letras do próprio nome para escrever palavras;

    Pode conhecer ou não o nome de algumas letras ou de todas.

  • DESAFIOS

    Reconhecer a escrita como sistema de representação;

    Conhecer as letras e o valor sonoro das mesmas;

    Estabelecer relação entre a fala e a escrita (fonema/grafema).


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  • Alfabetização e letramento a partir da Psicogênese da Língua Escrita
  • De acordo com esta abordagem, o aprendizado do sistema de escrita não se reduz ao domínio de correspondências grafo fonêmicas (a decodificação), mas se caracteriza como um processo ativo no qual a criança, desde os primeiros contatos com a escrita, constrói hipóteses sobre o seu funcionamento.
  • A alfabetização na perspectiva do letramento é concebida como um processo de construção conceitual, contínuo, iniciado muito antes da criança ir para a escola, desenvolvendo-se simultaneamente dentro e fora da sala de aula.
  • Ao contrário do que muitos pensam, as crianças chegam à escola com muitos conhecimentos sobre a escrita, isso porque geralmente já tiveram contato com várias coisas escritas, como placas de lojas, revistas, jornais. Eles provavelmente tem a noção de que aquilo que está escrito, representa alguma coisa, no entanto, não sabem como os sinais escritos funcionam para emitir uma mensagem.
  • Alfabetizar na perspectiva do letramento é uma tarefa que permite ao aprendiz ler com compreensão, com sentido, com criação. Para isso, é necessário que o professor seja mediador e que leve em consideração que a alfabetização não antecede o processo do letramento. Essas duas propostas devem se dar de forma conjunta, a fim de possibilitar a inserção da criança na cultura escrita.
  • Segundo Emília Ferreiro e Ana Teberosky, as crianças elaboram conhecimentos sobre a leitura e a escrita, passando por diferentes hipóteses, até se apropriar de toda a complexidade da língua escrita. Esses níveis ela denominou de: Escrita pré-silábica, silábica, silábica-alfabética e alfabética.
  • Escrita silábica:
  • NIVEL SILÁBICO
  • Nível silábico:
  • Escrita silábica-alfabética:
  • NIVEL SILÁBICO-ALFABÉTICO
  • NIVEL ALFABÉTICO
  • OBRIGADA!!!