Curso Online de história da educação especial e o que significado da inclusão

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- HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL. - O SIGNIFICADO DA INCLUSÃO.

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- HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL.

- O SIGNIFICADO DA INCLUSÃO.

Sou formada em Pedagogia Ed. Infantil e Séries iniciais, Pós-Graduada em Ed. Infantil e Especialista em Atendimento Educacional Especializado (AEE), pela Universidade Estadual de Maringá UEM.



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  • história da educação especial e o que significado da inclusão

    história da educação especial e o que significado da inclusão

    organizadora do curso
    melissa santin

  • APRESENTAÇÃO

    apresentação

    o conteúdo deste curso foi retirado de diversos sites, e o conteúdo em textos e citações foi retirado das referências bibliográficas devidamente citadas.
    sendo assim os direitos autorais não são meus, mas dos autores citados.
    apenas organizei as aulas

  • HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL          O objetivo deste é apresentar um histórico sobre a educação especial no Brasil a fim de compreender as mudanças ocorridas até a atualidade em que se propõe a educação inclusiva e o atendimento educacional especializado na educação. O mapeamento das informações históricas da Educação Especial mostra que, crianças e jovens com deficiências eram deixados de lado do convívio social e confinados em casas ou instituições onde viviam sob custódia, em condições completamente diferentes do mundo exterior.

    histórico da educação especial          o objetivo deste é apresentar um histórico sobre a educação especial no brasil a fim de compreender as mudanças ocorridas até a atualidade em que se propõe a educação inclusiva e o atendimento educacional especializado na educação. o mapeamento das informações históricas da educação especial mostra que, crianças e jovens com deficiências eram deixados de lado do convívio social e confinados em casas ou instituições onde viviam sob custódia, em condições completamente diferentes do mundo exterior.

  • Conquistar um espaço na sociedade, para as pessoas com deficiência, era um tarefa impossível, devido ao preconceito e por se mostrarem diferentes do que era aceito, ou considerado normal (MAZZOTA 1996). A história evidencia que o conceito de deficiência acompanha a evolução da conquista dos direitos humanos, inserido na filosofia humanística, referindo-se a idéia de origem teológica econômica, política ou jurídica influencia os diferentes tratamentos dados às pessoas com necessidades especiais.

    conquistar um espaço na sociedade, para as pessoas com deficiência, era um tarefa impossível, devido ao preconceito e por se mostrarem diferentes do que era aceito, ou considerado normal (mazzota 1996). a história evidencia que o conceito de deficiência acompanha a evolução da conquista dos direitos humanos, inserido na filosofia humanística, referindo-se a idéia de origem teológica econômica, política ou jurídica influencia os diferentes tratamentos dados às pessoas com necessidades especiais.

  •  No decorrer da história muitas dessas pessoas foram abandonadas para morrer, e principalmente na idade média, houve um período em que eram considerados loucos, criminosos, possuídas por espíritos demoníacos ou possuidores de poderes sobrenaturais. com a influência da igreja cristã européia tais práticas eram inaceitáveis, pois julgavam que os portadores de necessidades especiais também eram filhos de Deus, e assim deveriam ser aceitos. Para Mazzota (1996) foi mais propriamente o médico e alquimista Paracelso (1493 a 1541) e Cardoso (1501 a 1576) que começaram a considerar este problema como da área médica e que até então era considerado teológico ou moral. A concepção de Paracelso para o período é supersticiosa, e não teológica.

     no decorrer da história muitas dessas pessoas foram abandonadas para morrer, e principalmente na idade média, houve um período em que eram considerados loucos, criminosos, possuídas por espíritos demoníacos ou possuidores de poderes sobrenaturais. com a influência da igreja cristã européia tais práticas eram inaceitáveis, pois julgavam que os portadores de necessidades especiais também eram filhos de deus, e assim deveriam ser aceitos. para mazzota (1996) foi mais propriamente o médico e alquimista paracelso (1493 a 1541) e cardoso (1501 a 1576) que começaram a considerar este problema como da área médica e que até então era considerado teológico ou moral. a concepção de paracelso para o período é supersticiosa, e não teológica.

  • Segundo o mesmo autor, os considerados loucos e idiotas não eram seres demoníacos ou criaturas perversas, dignas de tortura ou fogueira, mas sim de tratamento médico e cura. E foi somente no final da Idade Média, que Locke, Condilac e Rousseau divulgaram a importância da influência ambiental no desenvolvimento desses indivíduos. Para Mazzota (1996), Foram essas mesmas idéias que influenciaram o pensamento de Pestalozzi, Frobel e Itard, sendo que ao último coube a tarefa de educar o selvagem de Aveyron, e esta foi uma experiência significativa na história da educação especial.

    segundo o mesmo autor, os considerados loucos e idiotas não eram seres demoníacos ou criaturas perversas, dignas de tortura ou fogueira, mas sim de tratamento médico e cura. e foi somente no final da idade média, que locke, condilac e rousseau divulgaram a importância da influência ambiental no desenvolvimento desses indivíduos. para mazzota (1996), foram essas mesmas idéias que influenciaram o pensamento de pestalozzi, frobel e itard, sendo que ao último coube a tarefa de educar o selvagem de aveyron, e esta foi uma experiência significativa na história da educação especial.

  • No campo da educação, o atendimento dado a estas pessoas só aconteceu muito mais tarde, aproximadamente há quatro séculos, iniciando na Espanha com a educação de surdos em Portugal no século XVIII. Em 1784, na França, com atendimento aos cegos. Um marco importante para a Educação Especial aconteceu nos anos de 1775 e 1838 em que mais propriamente se buscou observar estas pessoas e, a partir daí, trabalhar as questões de educação com os portadores de deficiências.

    no campo da educação, o atendimento dado a estas pessoas só aconteceu muito mais tarde, aproximadamente há quatro séculos, iniciando na espanha com a educação de surdos em portugal no século xviii. em 1784, na frança, com atendimento aos cegos. um marco importante para a educação especial aconteceu nos anos de 1775 e 1838 em que mais propriamente se buscou observar estas pessoas e, a partir daí, trabalhar as questões de educação com os portadores de deficiências.

  • As filosofias do humanismo buscaram incorporar às relações valores como: bondade, igualdade, trazendo mais respeito e aceitação da humanidade. Essa linha humanística abriu espaço para que os deficientes pudessem ser atendidos em instituições, as quais começaram a ser criadas com objetivo maior de curar o retardo mental, na tentativa de fazer com que estes pudessem participar mais ativamente da sociedade. Alguns indivíduos permaneceram nestas instituições por toda a vida.

    as filosofias do humanismo buscaram incorporar às relações valores como: bondade, igualdade, trazendo mais respeito e aceitação da humanidade. essa linha humanística abriu espaço para que os deficientes pudessem ser atendidos em instituições, as quais começaram a ser criadas com objetivo maior de curar o retardo mental, na tentativa de fazer com que estes pudessem participar mais ativamente da sociedade. alguns indivíduos permaneceram nestas instituições por toda a vida.

  • Desde então, muitas foram as discussões sobre os portadores de deficiências na tentativa de superar o modelo médico, pois o que na época representou um avanço teórico, passou a direcionar-se para outras linhas de pensamento trazendo para a pedagogia uma nova postura. Foram essas discussões e reflexões que suscitaram tomadas de posições, que desencadearam mudanças nas concepções sobre o tema.  A história trouxe também diversas terminologias com o intuito de identificar as pessoas portadoras de necessidades especiais.

    desde então, muitas foram as discussões sobre os portadores de deficiências na tentativa de superar o modelo médico, pois o que na época representou um avanço teórico, passou a direcionar-se para outras linhas de pensamento trazendo para a pedagogia uma nova postura. foram essas discussões e reflexões que suscitaram tomadas de posições, que desencadearam mudanças nas concepções sobre o tema.  a história trouxe também diversas terminologias com o intuito de identificar as pessoas portadoras de necessidades especiais.

  • acompanhe a história de
    “o namoro de
    rafa a girafa”
    ao mesmo tempo que estuda o texto...

  • Mazzota (1996), diz que o termo “Portador de Necessidades Especiais” (PNE), por exemplo, começou a ser utilizado na década de 70, embora inicialmente não tenha modificado as práticas da educação especial. Para o autor, outro marco importante para a educação especial ocorreu na Itália, em 1870. Maria Montessouri ocupou-se das crianças consideradas anormais, criando o conhecido “Método Montessouri” (baseado na educação das sensações táteis e motoras). E Louis Braille (1809-1852) que organizou o sistema gráfico para cegos.

    mazzota (1996), diz que o termo “portador de necessidades especiais” (pne), por exemplo, começou a ser utilizado na década de 70, embora inicialmente não tenha modificado as práticas da educação especial. para o autor, outro marco importante para a educação especial ocorreu na itália, em 1870. maria montessouri ocupou-se das crianças consideradas anormais, criando o conhecido “método montessouri” (baseado na educação das sensações táteis e motoras). e louis braille (1809-1852) que organizou o sistema gráfico para cegos.


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  • Conquistar um espaço na sociedade, para as pessoas com deficiência, era um tarefa impossível, devido ao preconceito e por se mostrarem diferentes do que era aceito, ou considerado normal (MAZZOTA 1996). A história evidencia que o conceito de deficiência acompanha a evolução da conquista dos direitos humanos, inserido na filosofia humanística, referindo-se a idéia de origem teológica econômica, política ou jurídica influencia os diferentes tratamentos dados às pessoas com necessidades especiais.
  •  No decorrer da história muitas dessas pessoas foram abandonadas para morrer, e principalmente na idade média, houve um período em que eram considerados loucos, criminosos, possuídas por espíritos demoníacos ou possuidores de poderes sobrenaturais. com a influência da igreja cristã européia tais práticas eram inaceitáveis, pois julgavam que os portadores de necessidades especiais também eram filhos de Deus, e assim deveriam ser aceitos. Para Mazzota (1996) foi mais propriamente o médico e alquimista Paracelso (1493 a 1541) e Cardoso (1501 a 1576) que começaram a considerar este problema como da área médica e que até então era considerado teológico ou moral. A concepção de Paracelso para o período é supersticiosa, e não teológica.
  • Segundo o mesmo autor, os considerados loucos e idiotas não eram seres demoníacos ou criaturas perversas, dignas de tortura ou fogueira, mas sim de tratamento médico e cura. E foi somente no final da Idade Média, que Locke, Condilac e Rousseau divulgaram a importância da influência ambiental no desenvolvimento desses indivíduos. Para Mazzota (1996), Foram essas mesmas idéias que influenciaram o pensamento de Pestalozzi, Frobel e Itard, sendo que ao último coube a tarefa de educar o selvagem de Aveyron, e esta foi uma experiência significativa na história da educação especial.
  • No campo da educação, o atendimento dado a estas pessoas só aconteceu muito mais tarde, aproximadamente há quatro séculos, iniciando na Espanha com a educação de surdos em Portugal no século XVIII. Em 1784, na França, com atendimento aos cegos. Um marco importante para a Educação Especial aconteceu nos anos de 1775 e 1838 em que mais propriamente se buscou observar estas pessoas e, a partir daí, trabalhar as questões de educação com os portadores de deficiências.
  • As filosofias do humanismo buscaram incorporar às relações valores como: bondade, igualdade, trazendo mais respeito e aceitação da humanidade. Essa linha humanística abriu espaço para que os deficientes pudessem ser atendidos em instituições, as quais começaram a ser criadas com objetivo maior de curar o retardo mental, na tentativa de fazer com que estes pudessem participar mais ativamente da sociedade. Alguns indivíduos permaneceram nestas instituições por toda a vida.
  • Desde então, muitas foram as discussões sobre os portadores de deficiências na tentativa de superar o modelo médico, pois o que na época representou um avanço teórico, passou a direcionar-se para outras linhas de pensamento trazendo para a pedagogia uma nova postura. Foram essas discussões e reflexões que suscitaram tomadas de posições, que desencadearam mudanças nas concepções sobre o tema.  A história trouxe também diversas terminologias com o intuito de identificar as pessoas portadoras de necessidades especiais.
  • Mazzota (1996), diz que o termo “Portador de Necessidades Especiais” (PNE), por exemplo, começou a ser utilizado na década de 70, embora inicialmente não tenha modificado as práticas da educação especial. Para o autor, outro marco importante para a educação especial ocorreu na Itália, em 1870. Maria Montessouri ocupou-se das crianças consideradas anormais, criando o conhecido “Método Montessouri” (baseado na educação das sensações táteis e motoras). E Louis Braille (1809-1852) que organizou o sistema gráfico para cegos.
  • A educação dos excepcionais, segundo Machado (1969, p. 12), passou assim de uma fase empírica, sem fundamentos e sem métodos, embora cheia de valores, a uma fase científica, em que se observa uma preocupação com a causa dos problemas, estudos e análises, diagnósticas e diretrizes educacionais a serem traçadas. Embora as escolas tenham sido criadas inicialmente com o objetivo maior de curar esses indivíduos, acabaram por popularizar o assunto, trazendo grande evolução no campo da educação.
  • Surgiram vários estudos nessa área e “conseqüentemente a criação das necessidades de educação para os portadores dessas diferenças só podem ser entendidas como uma produção histórica de um determinado período.” Bianchetti e Freire (1999, p.26). Dizem que Ao longo da história sempre houve indivíduos portadores de necessidades especiais, desde as sociedades primitivas, escravista, feudal e especialmente capitalista, porém as concepções, meios e métodos utilizados para a integração ou exclusão desses indivíduos resultaram em discriminação.
  • Para Mazzota (1996), foi Decroly quem estudou as crianças anormais e os métodos para reeducação dos afásicos, com crianças que não conseguiam aprender a ler. Também Piaget e Rey contribuíram com estudos para a psiquiatria, da mesma forma Freud, ao realizar seus estudos na Áustria, renovando a concepção psiquiátrica. Pavlov, na Rússia, baseando-se nos reflexos condicionados, deu novo rumo à psiquiatria infantil. E ainda muitos outros poderiam ser citados devido ao problema e curiosidades que os excepcionais vinham despertando ao longo dos tempos, revelando um interesse cada vez maior em todos os setores da medicina e da educação.
  • Tais acontecimentos nos fazem compreender as dificuldades de vencermos as barreiras do preconceito e da exclusão, que ainda hoje estão presentes na nossa sociedade. Foi com as necessidades impostas pelo capitalismo que a sociedade buscou aprimorar e capacitar os trabalhadores para atender as suas demandas, trazendo mudanças que iriam repercutir em todas as direções e esferas sociais.
  • É assim que, segundo Bianchetti e Freire (1998, p. 34) “A partir do séc. XVII, a burguesia, classe em processo de hegemonia vai permeabilizar e impregnar tudo o que acerca com seu ideário batizado de Liberalismo.” A partir deste período que a produção voltada para o mercado, com a possibilidade de acumular o desenvolvimento de uma ciência e de tecnologias que iriam possibilitar uma produção maior que a situação anterior (que era apenas de subsistência).
  • Fazendo surgir um momento histórico propício para as mudanças de necessidades, para a liberdade, abrindo também um período de grande expansão, proporcionado pelas descobertas científicas. Ainda segundo Bianchetti; Freire (1998), “Paralelamente às modificações na base material, vão sendo forjadas, em nível teórico-ideológico, as explicações. O que vai ficando claro na práxis dos homens e mulheres é que o teocentrismo foi cedendo espaços ao antropocentrismo” (BIANCHETTI; FREIRE, 1998, p. 34).
  • O homem impôs cada vez mais seus projetos sociais, sendo a revolução Burguesa o marco da fase, lembrando que a Igreja Católica resistia a mudanças. A lente de aumento foi o que levou homens e mulheres a perceber que, apesar das  grandezas existia um mundo menos responsável pelo andamento da produção dependendo dele (homem x cérebro) o protótipo das criações perfeitas. E, foi assim que segundo Bianchetti e Freire, Essa visão fez emergir um resultado desastroso para a questão das diferenças: se o corpo é uma máquina, e é, o cérebro que comanda esta engrenagem perfeita a excepcionalidade ou qualquer diferença, nada mais significa além da disfunção de alguma peça dessa máquina (BIANCHETTI; FREIRE, 1998. p. 36).
  • Para os autores (1998), se na Idade Média, as diferenças se relacionavam com crianças sobrenaturais, na época atual passou a ser relacionada com a “disfuncionalidade”, pois não respondiam às necessidades de produção num ritmo mais acelerado e ditado pela máquina. A produção em série impõe o “especialismo”, exigindo das pessoas eficiência no desempenho de suas tarefas. Segundo o mesmo autor, o nível teórico-prático vai ser dado pelas contribuições de Frederick W. Taylor (1856-1915) e Henry Ford (1863-1947) que vão estabelecer a necessidade de gerenciamento científico do trabalho, com base nos princípios ratificadores de divisão técnica e social entre o trabalho manual e o trabalho intelectual.
  • O objetivo em termos de o “tipo” ideal de trabalhadores foi modificado, buscando um que atendesse de forma pensada e planejada o perfil ditado pelo capitalismo. Entendendo assim, que a deficiência mental, durante muitos anos, não foi sequer percebida, pois seus traços não eram visíveis como a deficiência física. A deficiência mental ficou evidente no momento em que o ritmo do capitalismo passou a exigir que a mão-de-obra atuasse mais diretamente na produção e especialização de novas tecnologias.
  • No Brasil, o atendimento formal ao portador de deficiência iniciou-se no período Imperial. Mazzota (1996) identifica dois períodos marcantes na evolução da Educação Especial no Brasil, sendo eles:  O período de 1854 a 1956, caracterizado por iniciativas oficiais e particulares isoladas; neste texto surge em 1954 no Rio de Janeiro a primeira Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais – APAE, sendo que mais ou menos nesta época que a LDBEN de 20/12/1961 no art. 88 dizia que: “A educação de excepcionais deverá, no que fosse possível, enquadrar-se no sistema geral de educação, afim de integrá-los na comunidade” (MAZZOTA, 1996. p. 125). 
  •  No segundo período, de 1957 a 1993, o Governo Federal participou mais ativamente no atendimento educacional aos excepcionais com a criação de campanhas, específicas de âmbito Nacional. Partindo desse período ocorreram mudanças na denominação dos ditos excepcionais, passando a ser chamado de Portadores de Deficiência (PD), termo que foi aprovado no I Congresso Mundial. Mesmo assim, no Brasil, a educação especial não teve muita expressão política no que se refere ao contexto geral, pois mesmo na lei 4.024/61 é destacado o descaso governamental nesta área.  
  • A Lei que a sucedeu foi a de número 5.692/71 que previa apenas o tratamento especial a ser regulamentado pelos Conselhos de Educação.  Foi na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, (LDBEN 9394/96), que se constituiu um significativo avanço no campo da educação em geral. Ao contrário das anteriores, essa lei reconheceu a importância da Educação Especial ao dedicar-lhe um capítulo, reafirmando que os referidos têm direito à Educação Pública e gratuita, preferencialmente na rede regular de ensino.
  • Essas mudanças e novas concepções sobre o aluno deficiente buscam a construção de um sistema educacional inclusivo ao concordar com a Declaração Mundial de Educação para todos, firmada em Jontiem na Tailândia em 1990 e ao mostrar consonância com os postulados produzidos em Salamanca (Espanha, 1994). Ao concluir primeiramente observamos o período de exclusão que os portadores de deficiência enfrentaram ao longo da história da educação especial, destacando que o assistencialista e o olhar médico antes mesmo da educação propriamente dita.
  • Somente depois de um longo período da história os portadores de deficiências passaram a serem vistos como sujeitos com condições e necessidades educacionais. Podemos afirmar que até hoje já se obteve grandes conquistas, principalmente nas questões referentes a legislação que garante os direitos e a plena participação dos portadores de deficiências na sociedade.
  • objetivo deste texto é identificar e explicitar sobre o conceito de inclusão e educação inclusiva na sociedade atual. Vários estudos abordaram essa temática, em especial os documentos sobre a política de educação inclusiva e os eventos internacionais da educação discorreram sobre esse assunto.
  • Para Díez (2010, p.17), é “Indevidamente falar de inclusão supõe fazer referência à exclusão.” A capacidade de entender e reconhecer o outro e, assim, ter o privilégio de conviver e compartilhar com pessoas diferentes de nós é um dos princípios da inclusão, segundo o autor. A educação realmente inclusiva tem como objetivo acolher e aceitar todas as pessoas sem exceção seja alunos com deficiência física, os que têm comprometimento mental, os superdotados, todos os tipos minorias e crianças discriminadas por qualquer motivo.
  • Para Ribeiro et al.; (2010, p.30), aquela época foi marcada pela falta de [...] “credibilidade no potencial de aprendizagem escolar das pessoas com deficiência, de forma que as ações políticas ocorriam no sentido de prestar os cuidados básicos necessários à sobrevivência.”
  • Antes de finalizar Observe esta bela história
  • Referências bibliográficas