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HISTÓRIA - RIO GRANDE DO SUL - ESCRAVIDÃO E ABOLIÇÃO

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HISTÓRIA - RIO GRANDE DO SUL - ESCRAVIDÃO E ABOLIÇÃO

Pedro Ricardo Camargo da Rosa Licenciado em História pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2008). atuando principalmente no seguinte tema: Educação - Política - Estado. Pós-Graduado no Curso de Gestão em Administração Pública, pela Universidade Castelo Branco em parceria com o Exército Brasileiro e Pós-Graduado no Curso de Gestão Pública Municipal pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Técnico em Assuntos Educacionais da Universidade Federal do Pampa e Professor de História do Estado do Rio Grande do Sul. Endereço para acessar este CV: http://lattes.cnpq.br/5290866705095477


- Rivael Dos Reis Oscar

- Cleide Ferreira Campos

- Wuelma Kelly Da Silva Pereira

- Lucinda Alves De Melo Bueno

- Marina Andrade Correia

"um resumo bem claro."

- Michele Curtinaz Spolavori

"EXCELENTE , RECOMENDO"

- Gissele Saintpierre

- Luciene Amorim Pereira

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  • ESCRAVISMO E ABOLIÇÃO NO RS

    escravismo e abolição no rs

    história do rio grande do sul

    prof. pedro camargo da rosa
    licenciado em história
    especialista em administração pública

  • LINHA DO TEMPO

    rio grande do sul – escravismo e abolição

    linha do tempo

    1885 lei do sexagenário

  • 1- introdução
    2- o escravo na formação social sulina
    3- o rs no contexto social econômico do ii império
    4- o processo de abolição e os partidos políticos
    5- o processo da abolição e os republicanos positivistas
    6- o processo da abolição e a imprensa
    7- conclusão

  • 1- Introdução

    o trabalho estuda o processo de abolicionismo no rio grande do sul
    as influências da inglaterra, antilhas, eua e américa latina
    alteração no modo de produção brasileiro (1978 – 88), através de mudanças econômicas, jurídicas, políticas e sociais.
    “deve salientar-se que o rio grande do sul, embora não tenha baseado sua economia na monocultura fundada no escravismo, necessitou ao longo da história, de grandes contingentes de mão – de – obra escrava.” (bakos, p. 10, 1981)

    1- introdução

  • influencia na abolição dos partidos políticos: conservador, liberal e republicano, e também de seus veículos de comunicação (jornais); o conservador, a reforma e a federação e também de outros jornais.
    “dessa forma, evidencia-se a relação existente na realidade histórico-social entre uma infraestrutura econômica e uma superestrutura político-ideológica.”(bakos, p. 11, 1981).

  • 2- O Escravo na Formação Social Sulina

    tráfico no brasil, se da fortemente no século xvi a xix, pelo sistema colonial de produção escravista. incipiente o sul (extremo) não foi valorizado.

    durante dois séculos o rio grande do sul foi “terra de ninguém”, um dos motivos era o clima (zona temperada) impróprio para agricultura da cana.

    o rio grande do sul, nasceu, como uma zona de economia regional, dependente da zona de economia exportadora.

    2- o escravo na formação social sulina

  • “a importância da escravidão acentua-se no rio grande do sul na medida em que se desenvolve a agricultura extensiva e o comércio de carne salgada nas décadas finais do século xviii”. (bakos, p.13, 1981).

    havia tráfico de escravos no extremo sul, porém os negros que vinha até o rio grande do sul eram levados aos mercados consumidores de salta, chile, bolívia, entre - rios, campanha de buenos aires e banda oriental do uruguai.

    a fundação da vila de rio grande em 1737, da inicio a colonização oficial no extremo sul, a partir daí já há referencias sobre o uso de escravos na província.

  • em um censo de 1780, mostrou a presença de escravos:
    * regiões de plantação de trigo
    * charqueadas
    * centros urbanos
    * estâncias
    casas de charque – casa de negros

  • charqueada aguiar – 1862
    empresa comercial
    frota de barcos a vela
    100 pessoas ( + )
    + escravos
    negro trabalhava – courama
    - plantações de linho cânhamo
    nos centros urbanos segundo jornais da época, diário de porto alegre (1827) ofereciam-se:
    lavadeiras
    amas-de-leite
    engomadeiras
    cozinheiras
    costureiras
    oficial sapateiro

  • após a lei euzébio de queiroz, surge a figura do comprador profissional de escravos (zona cafeicultora)

    o jornal gazeta da tarde, do rj denunciava a eliminação de recém-nascidos de escravas, por parte de seus donos para aluguel da mãe como ama-de-leite.

    os jornais denunciavam maus tratos para com os escravos, não por questões humanitárias ou sociais, e sim por motivação política ou pessoal.

    denuncias como:
    maus tratos com filhos de escravos (a federação)

    escravo liberto, por estar doente e impossibilitado para o trabalho,...( o mercantil)

  • o mercantil: “a imprensa platina nos artigos de propaganda que num país de tantos elementos de riqueza e de tanto, luxo, vaidades,... não se pode conceber o porquê conservar-se ainda a escravidão... porque o cativo no brasil é um cidadão na república argentina ...”

    a libertação ou abolição dos escravos nos países vizinhos forçou os proprietários de escravos das fronteiras a libertar os seus cativos.

    as fugas de escravos eram frequentes principalmente em tempo de paz com os países vizinhos.


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  • ESCRAVISMO E ABOLIÇÃO NO RS
  • LINHA DO TEMPO
  • 1- Introdução
  • 2- O Escravo na Formação Social Sulina
  • 3- O RS no Contexto Social Econômico do II Império
  • 4- O Processo de Abolição e os Partidos Políticos
  • 5- O Processo da Abolição e os Republicanos Positivistas
  • 6- O Processo da Abolição e a Imprensa
  • 7- Conclusão
  • Observações: