Curso Online de Redescobrindo Monteiro Lobato
3 estrelas 1 aluno avaliou

Curso Online de Redescobrindo Monteiro Lobato

Redescobrindo Monteiro Lobato através das artes e atividades lúdicas. O escritor Monteiro Lobato, foi o primeiro escritor brasileiro a es...

Continue lendo

Autor(a):

Carga horária: 3 horas

Por: R$ 23,00
(Pagamento único)

Certificado digital Com certificado digital incluído

Redescobrindo Monteiro Lobato através das artes e atividades lúdicas.
O escritor Monteiro Lobato, foi o primeiro escritor brasileiro a escrever para crianças.Quando a obra do autor fizer 100 anos, ele passará a ser patrimônio cultural. O curso irá resgatar suas histórias de maneira prazerosa e dinâmica.

PEDAGOGA, PSICOPEDAGOGA,ESPECIALISTA EM ORIENTAÇÃO, SUPERVISÃO E GESTÃO EDUCACIONAL. 22 ANOS DE MAGISTÉRIO PELA PREFEITURA MUNICIPAL DE LONDRINA.


- Fernanda Caetano Fernandes

  • Aqui você não precisa esperar o prazo de compensação do pagamento para começar a aprender. Inicie agora mesmo e pague depois.
  • O curso é todo feito pela Internet. Assim você pode acessar de qualquer lugar, 24 horas por dia, 7 dias por semana.
  • Se não gostar do curso você tem 7 dias para solicitar (através da pagina de contato) o cancelamento ou a devolução do valor investido.*
* Desde que tenha acessado a no máximo 50% do material.
  • BRINCADEIROS DO SÍTIO DO PICA PAU
    AMARELO
    E PEÇA TEATRAL

    A PÍLULA FALANTE

    MARIA APARECIDA DA SILVA
    PEDAGOGA, PSICOPEDAGOGA E ESPECIALISTA EM
    ORIENTAÇÃO, SUPERVISÃO E GESTÃO EDUCACIONAL

  • BRINCADEIRA DE CRIANÇA: O SÍTIO DO PICA-PAU AMARELO SE MODERNIZOU

    A boneca de pano não tem graça aos jovens da era tecnológica
    História do sítio faz sucesso entre as crianças desde a década de cinquenta, quando foi adaptada para a televisão Por Jéssica Ferrari Não há como negar que as canções infantis como a de autoria do cantor Gilberto Gil, “Sítio do Pica-Pau Amarelo”, ainda ecoam na memória e coração de muitos adultos, que passaram suas infâncias a se aventurar com a Emília, Narizinho, Pedrinho, Visconde de Sabugosa e outros personagens criativamente montados pelo escritor Monteiro Lobato, para uma das obras mais originais da literatura infanto-juvenil no Brasil. No entanto, para muitos jovens nascidos na era da tecnologia, a boneca de pano não é atraente, o milho falante não tem graça e o sítio mágico simplesmente não reluz. Esse é o caso do estudante Douglas Fernando Perez, que desde cedo pôde optar por maneiras diferentes de se divertir. O jovem de 14 anos até chegou a brincar do tradicional futebol de rua quando criança, mas logo trocou a prática pelo virtual. “Os jogos eletrônicos são bem mais legais que as brincadeiras na rua, pois o entretenimento é maior e exige mais raciocínio”, afirma. Apesar de parecer normal, por ser influenciada pelas novas tecnologias do século, ainda existem muitas dúvidas quanto aos benefícios dessa transição na educação das crianças. Para a psicopedagoga e colunista do site Mércia Falcini, ao lembrar da liberdade das brincadeiras nas ruas, que ofereciam menos recursos, mas mais desafios à criatividade, não se pode esquecer que tudo está associado aos valores de uma determinada época. “As brincadeiras de infância são reflexos do contexto sociocultural. Por isso, as brincadeiras de hoje são diferentes das de antigamente. Assim como o comportamento humano, as brincadeiras também sofrem constantes transformações”, explica.

  • Mércia ainda ressalta que as brincadeiras não são naturais ou espontâneas; são fundamentalmente culturais. “Se julgamos as brincadeiras de hoje mais agressivas ou mais individualistas, assumimos assim a nossa forma de viver: também individualista e agressiva”, concluí. Apesar de os jogos eletrônicos serem motivos de muita polêmica no campo da educação por criarem um mundo virtual onde não há punição aos atos da criança, como diz a pesquisa realizada pelo Laboratório de Estudos em Ética nos Meios Eletrônicos (Leeme) da Universidade Mackenzie em 2010, a psicopedagoga acredita que o recurso possa ser um forte componente educativo, desde que haja uma mediação adulta. “O processo educativo depende da mediação, por isso, nunca e jamais nenhuma tecnologia ocupará o lugar do educador. Um computador, acessado a Internet ou não, abre um campo imenso de possibilidades de aprendizagens positivas ou negativas. O sucesso depende da intervenção e intencionalidade de um adulto”, conta. Porém, nem todos os pais exercem essa mediação de aprendizado dos filhos. Esse é o maior problema apontado por Mércia. “Sem a mediação, nem o livro didático desempenha função educativa”, afirma.

  • Aprender brincando Os pesquisadores Jean Piaget e Henri Wallon foram grandes defensores da brincadeira, como elemento fundamental ao desenvolvimento da inteligência. Piaget diz que a brincadeira é o berço obrigatório das atividades intelectuais da criança. Muito mais que um desafogo ou entretenimento para gastar energia das crianças, as brincadeiras são meios que contribuem e enriquecem o desenvolvimento intelectual. A ludicidade seria o primeiro estágio da aprendizagem, brincando as crianças constroem a base para aprendizagens mais complexas. Emocionalmente, a brincadeira contribui para resoluções de conflitos e enfrentamento das emoções. Em muitas situações, a brincadeira ensaia a vida adulta e com isso ajuda a criança a enfrentar sua vida futura. “Não é à toa que o ditado popular é perpassado de geração a geração para justificar as brincadeiras de infância: Criança que brinca, adulto que trabalha”, lembra Mércia. Segundo ela, é interessante ainda entender a relação entre brinquedo e brincadeira. O brinquedo estimula a brincadeira ao abrir possibilidades de ações. Assim, se desejamos transformar as brincadeiras, devemos primeiro refletir que brinquedos oferecer aos nossos pequenos. O que o brinquedo reflete e como o reflete? No entanto, os cuidados dos pais não param por aí

  • . “A infância é a fase de maior responsabilidade deles. Como diz a escritora Lya Luft, quando enfatiza a importância do afeto vivenciado na infância. Somos marcados pelo olhar profético que nos lançam em pequenos, como a maldição das fadas nos contos infantis. Com essas palavras, digo sem medo de errar, os filhos precisam ser amados e desejados”, salienta Mércia. Uma boa escolha Se deixar brincar ainda é uma maneira benéfica de ajudar na educação das crianças, nada como oferecê-las opções para que possam entender que o antigo também se moderniza e o atual um dia será passado. Desta forma, ficará mais fácil compreender porque a magia de um sítio amarelo atravessa gerações e continua encantando, seja nas páginas dos livros ou nas telas dos sites.
    Fonte: http://www.itu.com.br/educacao/noticia/brincadeira-de-crianca-o-sitio-se-modernizou-20110526

  • PULAR CORDA Enquanto dois jogadores tocam a corda, cada um do grupo pula cantando a cantiga: “Um homem bateu na minha porta e eu abri. Senhoras e senhores, pulem num pé só. Senhoras e senhores, ponham a mão no chão. Senhoras e senhores, dêem uma rodadinha. E vão, pro olho da rua!” (sair fora),. Quem conseguir chegar primeiro ao final, sem errar no pulo, será o vencedor.

  • PIÃO
    O Pião foi trazido para o Brasil pelos Portugueses,e logo foi bastante espalhado pelo Brasil,é um brinquedo ainda muito utilizado quase que apenas por meninos,existem vários tamanhos,mas a forma é quase que básica.O jogo: Existem basicamente duas formas de se brincar com o Pião: o Jogo simples em que a criança não desafia o outro , esta forma de jogo é conhecida como "Roda pião", botar o pião para rodar significa brincar sozinho, o processo é o seguinte,enrola-se a corda no pião segurando uma ponta e atira-o ao chão, ao cair no chão o pião fica rodando, ou ainda pode-se colocar o pião para rodar na palma da mão,unha do dedo e muitos outros lugares.Já o jogo onde ocorre o desafio ,um circulo é desenhado no chão onde todos os participantes tem que arremessar o pião com o intuito de acertar o centro do circulo,caso não consiga é obrigado a colocar o seu próprio pião dentro do circulo, dando inicio a disputa pelos piões que estão no circulo, é o chamado "deita pião" ou "dar carne".

  • COMO BRINCAR DE AMARELINHA A amarelinha é uma das brincadeiras de rua mais tradicionais do Brasil. Percorrer uma trajetória de quadrados riscados no chão de pulo em pulo tinha o nome “pular macaca” quando chegou aqui, com os portugueses, há mais de 500 anos. Hoje, em tempos de jogos eletrônicos, internet e televisão, surpreendentemente a brincadeira simples sobrevive firme e forte nos hábitos de milhões de crianças.
    Onde brincar Dá para pular amarelinha em qualquer trecho de piso plano (pode ser dentro de casa, na calçada, numa rua sem movimento).
    Material necessário Um giz para marcar asfalto ou gravetos, para chão de terra. Em pisos que não podem ser riscados (como o de casa), fita adesiva resolve o problema. Por fim, a brincadeira pede uma pedrinha, um caco ou outro objeto para ser colocado nas “casas” do desenho e aumentar o grau de dificuldade a cada etapa.
    Como se brinca O padrão é o seguinte: a pedra é lançada na primeira casa e o jogador deve percorrer o trajeto do traçado pulando (ora com um pé, ora com os dois), evitando o quadrado onde a pedra caiu. A sequência se repete enquanto a pedra avança de casa em casa e o grau de dificuldade aumenta.
    Formas de brincar Em cada canto do país, as crianças brincam de um modo diferente e chamam a brincadeira por nomes diferentes também. Veja a seguir algumas das formas de pular divididas pelo tipo de traçado.

  • BRINCADEIRA SOLTAR PIPA

    De que são feitas as pipas?
    São feitas de varetas de madeira e papel, em diversas cores. Acho que as mais bonitas são aquelas feitas com as cores da bandeira do nosso Brasil: verde, amarelo, azul, branco. Também, preto, vermelho, etc. No final deste artigo você vai ver um vídeo, ensinando tudo.
    Perigo para os outros
    O perigo maior do cerol não é para a criança, mas para outras pessoas. Existem inúmeros registros de mortes, provocadas por cortes provocados pela linha coberta por cola e vidro quebrado. Os meninos fazem isso para cortar a linha do outro e pegar sua pipa, algo divertido, mas que já provocou muito choro. São mais de 100 acidentes por ano, que resultam em muitas mortes, segundo a Associação Brasileira de Motocicletas.
    Além dos motoqueiros, o cerol também põe em risco a vida de animais e de aves como urubus, corujas, pombos e passarinhos. Quando são feridas pelo cerol, dificilmente conseguem sobreviver.
    perigo para você ao soltar pipa
    O principal perigo, quando você começa a empinar a pipa, vem da falta de atenção, para o que acontece a sua volta. Seus olhos acompanham a pipa, voando pelo céu, e vem então o risco de ser atropelado, cair de cima de uma laje, cair em um buraco. É por isso que ao soltar pipa é importante que esteja em um terreno plano, com poucos obstáculos. Na rua tem o perigo de carro, motocicletas, bicicletas e até de chocar-se com outras pessoas.
    Soltar pipa sozinho
    É possível soltar pipa sozinho, em um pequeno espaço, com menos de um metro. Tudo que você tem a fazer é ficar de costas para o vento e ir administrando a linha. Deixe um pouco de linha fora do carretel, tomando cuidado para não embolar. E quando a pipa for puxando, você vai liberando linha até ela ficar flutuando no céu, bem lá no alto.
    Se você quiser que a pipa desça, puxe a linha para baixo. Isso é apelidado de “retão”. Se quiser que ela mova para a direita ou para a esquerda é só puxar para baixo (deixando a mão meio mole, tremendo) e ir para o lado desejado. Para a pipa subir é só puxar rapidamente.

  • Dicas dos bombeiros
    1. Não solte pipa nos dias de chuva, pois se houver relâmpagos no céu, você pode receber uma descarga elétrica e morrer.
    2. Cuidado com as antenas, existentes em quase todas as residências e os fios elétricos.
    3. Vá brincar em um parque ou em uma roça.
    4. Todo cuidado é pouco, se você estiver empinando sua pipa em locais movimentados, pois pode ser atropelado ou cair em algum buraco, principalmente se estiver andando para trás.
    5. Preste atenção ao trânsito, carros, motos, bicicletas, para evitar ser atropelado.
    6. Nunca escolha linha metálica (fio de cobre ou bobinas), nem papel laminado para usar em sua pipa.
    7. Nunca empine sua pipa de cima de uma laje, telhado ou qualquer lugar que não tenha proteção. Brincar é bom, mas está vivo e saudável, é o principal de tudo.

  • CABRA CEGA
    Para essa brincadeira são necessárias, no mínimo, 3 pessoas. Um dos participantes deve ser a cabra-cega e ter os olhos vendados com um lenço. É importante definir o espaço onde acontecerá a brincadeira, pois se a área for muito grande, a pessoa que tem a venda nos olhos não vai conseguir achar ninguém. Todos devem tentar fugir, pois o objetivo da cabra-cega é achar alguém e adivinhar quem é essa pessoa. Enquanto a brincadeira acontece, os participantes fazem um jogo de perguntas e respostas, o que ajuda a cabra-cega a localizar os outros pela audição. - Cabra-cega, de onde você veio? - Vim lá do moinho. - O que você trouxe? - Um saco de farinha. - Me dá um pouquinho? - Não. - Cabra-cega, donde vens? - Venho da serra. - O que me trazes? - Trago bolinhos de canela. - Dá-me um! - Não dou. - Cabra-cega de onde vens? - Do Castelo - Trazes ouro ou trazes prata? - Trago ouro! - Vá beijar no ** do besouro. - Trago prata! - Vá beijar no ** da barata.


Matricule-se agora mesmo Preenchendo os campos abaixo
R$ 23,00
Pagamento único
Processando... Processando...aguarde...

Desejo receber novidades e promoções no meu e-mail: