Curso Online de SEGURANÇA
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1. FUNÇÃO DE UM SEGURANÇA; 2. DIREITOS; 3. DEVERES. CARTILHA DA SEGURANÇA PRIVADA 1. INTRODUÇÃO; 2. LEGISLAÇÃO.

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1. FUNÇÃO DE UM SEGURANÇA;
2. DIREITOS;
3. DEVERES.

CARTILHA DA SEGURANÇA PRIVADA
1. INTRODUÇÃO;
2. LEGISLAÇÃO.

José Vieira Cabral Nasceu no dia 25 de agosto de 1.960 em Xambrê, Paraná, viveu ali até os seus oito anos de idade e depois os seus pais se mudaram para Maringá no mesmo Estado. E aos 19 anos mudou-se para São Caetano do Sul, Região do Grande ABC, São Paulo, onde permanece até o presente momento. O Autor/produtor foi comerciante a maior parte de sua vida, mas também trabalhou como empregado em algumas Empresas: Foi Administrativo e Encarregado de obras Civis, tendo como formação (Mestria em Construção Civil) e, mais de 100 Cursos de diversas áreas. Como Escritor e pesquisador escreveu diversas Obras Literárias e Didáticas: É fundador da Livraria e Editora Virtual Cabral Veríssimo (seu nome artístico) e pertencente ao Clube de autores. O seu Site:(ciacabralverissimo.loja2.com.br), onde produz os seus Livros e Cursos online para a plataforma da (www.buzzero.com/autores/jose-cabral).


- Marcos Simões Da Silva

- Rafael Dos Santos Silva

- Osvaldo Cosme Alves Dos Santos

- Fidencio Luiz Mattioli

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  • 01. FUNÇÃO DE UM SEGURANÇA
     
    Conheça um pouco mais sobre a profissão de Segurança
    E quais são os direitos e deveres dos profissionais que atuam nela.
     
    O segurança é a pessoa capacitada a zelar pela ordem e a segurança de pessoas nos limites do seu local de trabalho, seja num Shopping Center, empresa privada ou pública. Ele deve exercer suas atividades com cortesia, honestidade e coragem. A atuação do vigilante é de caráter preventivo – inibir, dificultar e impedir qualquer ação delituosa vinda de suspeitos.

  • Segundo o Departamento de Polícia Federal (DPF), são exigidos alguns requisitos (comprovados documentalmente) para exercer essa profissão, são eles: ser brasileiro (nato ou naturalizado); ter idade mínima de 21 (vinte e um) anos; ter instrução mínima correspondente ao ensino fundamental; ter sido aprovado em exames de saúde e de aptidão psicológica; ter idoneidade (capacidade moral) comprovada mediante a apresentação de antecedentes criminais – sem registros de indiciamento em inquérito policial, de estar sendo processado criminalmente ou ter sido condenado em processo criminal e estar quite com as obrigações eleitorais e militares.
    Para aqueles que possuem esses requisitos é bom lembrar que além deles, é necessário o Curso de Formação para Segurança e após a aprovação e expedição do certificado correspondente a função.

  • 2. Direitos
     
    - Recebimento de uniforme;
    - Porte de arma, quando em efetivo exercício;
    - Utilização de materiais e equipamentos em perfeito funcionamento e estado de conservação – inclusive armas e munições;
    - Utilização de sistema de comunicação em perfeito estado de funcionamento;
    - Treinamento regular;
    - Seguro de vida;
    - Prisão especial por ato decorrente do exercício da atividade.
     

  • 3. Deveres
     
    - Exercer as suas atividades com cortesia, honestidade e coragem;
    - Utilizar, adequadamente, o uniforme autorizado – apenas em serviço;
    - Portar a Carteira Nacional de Vigilante – CNV;
    - Manter-se adstrito ao local sob vigilância, observando-se as peculiaridades das atividades de transporte de valores, escolta armada e segurança pessoal;
    - Comunicar, ao seu superior hierárquico, quaisquer incidentes ocorridos no serviço, assim como quaisquer irregularidades relativas ao equipamento que utiliza, em especial quanto ao armamento, munições e colete à prova de balas, não se eximindo o empregador do dever de fiscalização.

  • Com informações do Manual do Vigilante, do Departamento de Polícia Federal.
     
    CURSO DE EXTENSÃO EM EQUIPAMENTOS NÃO LETAIS I (CENL-I)
    CADERNO DIDÁTICO MATERIAL HOMOLOGADO PELO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL
     
    UPF-I/ENL-I 2009
    Equipe organizadora e executora do trabalho
    DPF Guilherme Lopes Maddarena Delegado de Polícia Federal Cláudio Pereira dos Santos
    1º Ten QOPM – Polícia Militar do Distrito Federal Walquenis de Oliveira Dias
    3º Sgt QPPMC – Polícia Militar do Distrito Federal Mainar Feitosa da Silva Rocha Cb QPPMC - Polícia Militar do Distrito Federal Revisão
    DPF Licinio Nunes de Moraes Netto Delegado de Polícia Federal

  • CARTILHA DA SEGURANÇA PRIVADA
    1. INTRODUÇÃO
     
    O Exército Brasileiro no uso de suas atribuições autorizou através da Portaria nº 020 – D Log, datada de 27 de dezembro de 2006 (posteriormente substituída pela Portaria nº 001 – D Log, de 05 de janeiro de 2009) a aquisição de armamento e munição não-letais, classificadas como de uso restrito, para as atividades de segurança privada autorizadas nos termos da lei nº
    7.102/83. Para tanto listou o rol de tais equipamentos, permanecendo para a Polícia Federal a atribuição de definir as dotações em armamento e munições não-letais para cada empresa, bem como estabelecer as normas de utilização, armazenamento e destruição das munições com prazos de validade vencidos.

  • Ciente disto, o Departamento de Polícia Federal, através de sua Coordenação Geral de Controle de Segurança Privada, resolveu modificar a Portaria nº 387/2006 - DG/DPF, de 28 de agosto de 2006 que regula e consolida as normas aplicadas sobre segurança privada. Para isto alterou alguns dispositivos e acrescentou inovações relativas ao ensino do vigilante, uma vez que estes poderão usar e portar tais equipamentos quando em serviço, limitado ao local em que este se desenvolve.
    As inovações trouxeram a obrigatoriedade da empresa que necessitar adquirir tais equipamentos e produtos, de possuir vigilantes em sua empresa aptos ao uso de tais tecnologias não letais, portanto nota-se a necessidade de incluir no rol das escolas de formação, extensões próprias com as disciplinas de USO PROGRESSIVO DA FORÇA - UPF e EQUIPAMENTOS NÃO LETAIS – ENL.

  • O uso progressivo da força é uma tendência mundial que os órgãos de segurança procuram colocar em prática, pois minimiza os danos físicos no ser humano, e os vigilantes, desempenhando atividades complementares à segurança pública, devem deter tais conhecimentos como pré-requisito necessário ao correto emprego dos equipamentos não letais que tenham disponíveis.
    Diante do exposto o presente material didático passa a ser o conteúdo teórico básico da extensão em Equipamentos Não Letais I (CENL –I) e ao final da instrução ministrada, esses profissionais deverão ser capazes de: CONCEITUAR o significado do uso da força, bem como seus princípios norteadores.
    _ CONHECER e IDENTIFICAR as legislações sobre o uso da força, sua legalidade e as conseqüências jurídicas no uso incorreto e inadequado.

  • Conceituar o significado do uso da força e arma de fogo;
    _ IDENTIFICAR a necessidade do uso da força.
    _ IDENTIFICAR os níveis de utilização da força progressiva e sua utilização, bem como listar os procedimentos a serem seguidos antes, durante e depois do uso da força.
    _ CONHECER os agentes lacrimogêneos (Capsaicina-OC ou rtoclorobenzalmalononitrilo-CS).
    _ IDENTIFICAR as definições, características, propriedades dos espargidores de agente químico, bem como sua aplicação prática.
    _ CONHECER os efeitos correspondentes a cada tipo de agente químico estudado e as formas existentes de primeiros socorros e descontaminação.
    _ IDENTIFICAR as versões existentes de arma de choque; mecanismo de funcionamento; as restrições impostas ao seu uso, os sintomas decorrentes da utilização.

  • _ CONHECER alternativas táticas de emprego da arma de choque.
    _ DOTAR o aluno de conhecimentos básicos sobre o sistema nervoso central; ação do sistema nervoso sensorial; sistema nervoso motor e impulsos elétricos.
     
    USO PROGRESSIVO DA FORÇA – UPF-I
    UNIDADE I
    1. CONCEITOS E DEFINIÇÕES
    a) FORÇA: é toda intervenção compulsória sobre o indivíduo ou grupos de indivíduos, reduzindo ou eliminando sua capacidade de auto decisão; b; b; b; b; b) NÍVEL DO USO DA FORÇA: é entendido desde a simples presença do vigilante em uma intervenção, até a utilização da arma de fogo, em seu uso extremo (letal);

  • c) USO PROGRESSIVO DA FORÇA: consiste na seleção adequada de opções de força pelo vigilante em resposta ao nível de submissão do indivíduo suspeito ou infrator a ser controlado. Na prática será o escalonamento dos níveis de força conforme o grau de resistência ou reação do oponente.
     
    2. LEGISLAÇÃO
     
    _ Código de Conduta para Encarregados da Aplicação da Lei – CCEAL- Resolução 34/169 ONU/79; e _ Princípios Básicos sobre o Uso da Força e Armas de Fogo – PBUFAF- 8º Congresso Cuba/90: São instrumentos internacionais importantes com o objetivo de proporcionar aos Estados membros orientação quanto à conduta dos aplicadores da Lei, buscando criar padrões das práticas de aplicação da lei de acordo com os direitos e liberdades humanas.
     


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