Curso Online de TODOS JUNTOS POR UMA EDUCAÇÃO INCLUSIVA

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TODOS JUNTOS POR UMA EDUCAÇÃO INCLUSIVA O que é a inclusão? Sendo oriunda sobretudo de países anglo-saxónicos, a palavra “INCLUSÃO” enc...

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TODOS JUNTOS POR UMA EDUCAÇÃO INCLUSIVA

O que é a inclusão?

Sendo oriunda sobretudo de países anglo-saxónicos, a palavra “INCLUSÃO” encontrou inicialmente algumas resistências em países latinos.

A INCLUSÃO se constitui como uma trincheira de combate à iníqua e epidêmica EXCLUSÃO que existe nas nossas sociedades.

Não faltaram vozes que diziam que inclusão era “fechar uma coisa dentro de outra coisa” e que, por isso, era um termo desadequado. Estas leituras foram sendo abandonadas e outros significados e conotações de inclusão começaram a ser usados tais como “ENVOLVIMENTO”, “ABRANGÊNCIA”, “COMPREENSÃO”.

“ESTAR INCLUÍDO” é ser bem-vindo aos serviços, instituições, grupos e estruturas que podem interessar ao desenvolvimento, à participação, à cidadania e à atividade humana de cada pessoa.

Significados de: Exclusão – Segregação – Inclusão – Exclusão.

Registrar a INCLUSÃO nas prioridades da MISSÃO das instituições não é mais do que regressar à verdadeira causa pelas quais elas foram criadas.

O que difere a Síndrome de Asperger do Autismo (TEA).

Quando se criaram as escolas não foi dito, por exemplo, que elas deveriam ser só para alunos sem deficiência.

Portanto, pensar em INCLUSÃO é “limpar” todas as pequenas alíneas, atitudes, normas e condicionamentos que impediram PERVERSAMENTE que as instituições sociais cumpram aquilo para que foram criadas.

Coletânea de planejamentos para a INCLUSÃO escolar de Simone Helen Drumond Ischkanian.

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COM AFETO!
SIMONE HDI

Professora, Pedagoga, Especialista em Supervisão Escolar, Especialista em Educação Infantil Especialista em Neuropsicopedagogia Mestra em Ciências da Educação Simone Helen Drumond Ischkanian é autora do Projeto: Autismo e Educação(portfólios de atividades educacionais)- Os portfólios educacionais de autoria de Simone Helen Drumond Ischkanian, foram projetados em diversos níveis cognitivos e motor. O método e as técnicas estão embasadas no lúdico, com o uso de recursos concretos. As técnicas compreendem que alguns autistas têm dificuldades de relacionamento e de conexão com as pessoas à sua volta, por isso, vale-se de motivações com recursos lúdicos e brinquedos pedagógicos. Os procedimentos metodológicos não oferece falsas esperanças educacionais, mas viabiliza recursos pedagógicos aos pais, educadores e terapeutas de como é possível desenvolver as habilidades de um autista. As técnicas planejadas nos portfólios são a favor do cérebro do autista, por isso, quando algumas atividades são trabalhadas por mais de uma vez, elas são aliadas a etapas de evolução cognitiva e motora. Quando o autista revela que desenvolveu aquela habilidade, logo o portfólio seguinte amplia a motivação e permite que o conteúdo possa ser ampliado e ensinado de diversos pontos de vistas. A resposta são as competências reveladas pelo autista. A partir dos comportamentos ritualistas são planejadas atividades lúdicas de contato ocular, desenvolvimento social e inclusão de diversos conteúdos que permitem o autista projetar-se educacionalmente.



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  • O que é a
    INCLUSÃO?

  • De acordo com David Rodrigues (Professor universitário, presidente da Pró-Inclusão – Associação Nacional de Docentes de Educação Especial), há palavras que exprimem, em certos momentos, o “espírito do tempo”.

    A palavra “inclusão” é uma delas. Praticamente desconhecida há uma década atrás, “inclusão” assumiu uma presença cada vez mais frequente nos discursos educacionais,
    sociológicos e políticos.

  • A palavra “INCLUSÃO”, tornou-se de tal maneira comum que extravasou o seu significado social de forma que hoje é possível encontrar restaurantes com “menus inclusivos” (aqueles em que está tudo incluído…) e até “bagagem inclusiva” (talvez aquela que pode levar todos os pertences do seu proprietário).

    A palavra “INCLUSÃO” tornou-se quase imprescindível no discurso político, usada da direita à esquerda ainda que, certamente, com significados muito diferentes.

    A palavra “INCLUSÃO” vem sofrendo uma enorme erosão e desgaste, talvez pelo seu uso tão frequente e também pelas muitas ambiguidades do contexto atual do país.

  • Quando a palavra surgiu nos campos da Educação, da Sociologia e da Política, apareceu para designar algo novo, uma evolução, uma alternativa à palavra “INTEGRAÇÃO”.

    Entendia-se, para justificar esta mudança, que “INTEGRAÇÃO” tinha um significado muito conotado com uma estrutura social que se mantém incólume e impávida enquanto algo ou alguém se pretende “INTEGRAR” nela.

    Em países francófonos utilizou-se por exemplo a expressão “ADAPTAÇÃO ESCOLAR” com a mensagem implícita que quem tinha de se adaptar à escola era o aluno e assim absolvendo a escola de fazer qualquer movimento que facilitasse a sua integração.

  • Não é correto colocar todo o ônus da inclusão na atuação do indivíduo, dado que a inclusão é um processo interativo, e assim sendo, tem que ser avaliado em duas dimensões:

  • Sendo oriunda sobretudo de países anglo-saxónicos, a palavra “INCLUSÃO” encontrou inicialmente algumas resistências em países latinos.

    Não faltaram vozes que diziam que inclusão era “fechar uma coisa dentro de outra coisa” e que, por isso, era um termo desadequado. Estas leituras foram sendo abandonadas e outros significados e conotações de inclusão começaram a ser usados tais como “ENVOLVIMENTO”, “ABRANGÊNCIA”, “COMPREENSÃO”.

  • O que significa estar incluído?

    O que não significa, certamente, é estar “encerrado” ou “contido”, em suma “obrigado” a pertencer a uma estrutura que não se pediu filiação nem se deseja integrar. Estar incluído numa estrutura indesejada seria até o contrário de inclusão: seria uma violência.

    Na verdade, todos nós gostaríamos face a um grupo com o qual profundamente discordamos de afirmar “Incluam-me por favor fora do vosso grupo”. Mas a inclusão não se pode conceber só como “estar fora”.

  • A inclusão deve ser:

  • A INCLUSÃO se constitui como uma trincheira de combate à iníqua e epidêmica EXCLUSÃO que existe nas nossas sociedades.

  • “ESTAR INCLUÍDO” é ser bem-vindo aos serviços, instituições, grupos e estruturas que podem interessar ao desenvolvimento, à participação, à cidadania e à atividade humana de cada pessoa.

    E aqui existe um enorme campo de progressão que as estruturas sociais têm de fazer para que cumpram a parte que lhes compete na inclusão. Precisamos que as pessoas não sejam barradas por preconceitos, por barreiras, por atitudes afetadas, pela defesa patética dos valores da instituição à custa dos valores das pessoas. Precisamos que a inclusão esteja na linha da frente da missão que as estruturas da nossa sociedade têm que concretizar.

  • Registrar a INCLUSÃO nas prioridades da MISSÃO das instituições não é mais do que regressar à verdadeira causa pelas quais elas foram criadas.


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  • O que é a inclusão?
  • Sendo oriunda sobretudo de países anglo-saxónicos, a palavra “INCLUSÃO” encontrou inicialmente algumas resistências em países latinos.
  • A INCLUSÃO se constitui como uma trincheira de combate à iníqua e epidêmica EXCLUSÃO que existe nas nossas sociedades.
  • Não faltaram vozes que diziam que inclusão era “fechar uma coisa dentro de outra coisa” e que, por isso, era um termo desadequado. Estas leituras foram sendo abandonadas e outros significados e conotações de inclusão começaram a ser usados tais como “ENVOLVIMENTO”, “ABRANGÊNCIA”, “COMPREENSÃO”.
  • “ESTAR INCLUÍDO” é ser bem-vindo aos serviços, instituições, grupos e estruturas que podem interessar ao desenvolvimento, à participação, à cidadania e à atividade humana de cada pessoa.
  • Significados de: Exclusão – Segregação – Inclusão – Exclusão.
  • Registrar a INCLUSÃO nas prioridades da MISSÃO das instituições não é mais do que regressar à verdadeira causa pelas quais elas foram criadas.
  • O que difere a Síndrome de Asperger do Autismo (TEA).
  • Quando se criaram as escolas não foi dito, por exemplo, que elas deveriam ser só para alunos sem deficiência.
  • Portanto, pensar em INCLUSÃO é “limpar” todas as pequenas alíneas, atitudes, normas e condicionamentos que impediram PERVERSAMENTE que as instituições sociais cumpram aquilo para que foram criadas.
  • Coletânea de planejamentos para a INCLUSÃO escolar de Simone Helen Drumond Ischkanian.
  • A PROMOÇÃO DESSE CURSO GRATIS FOI SOMENTE DIAS 14/10/2014 E 15/10/2014 AGRADEÇO A PARTICIPAÇÃO DE TODOS!