Curso Online de A criança de 6 anos e a linguagem escrita
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Curso Online de A criança de 6 anos e a linguagem escrita

O Ensino Fundamental impõe novos desafios, sobretudo pedagógicos, para a área educacional. Como se sabe, mesmo admitindo a expansão das ...

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O Ensino Fundamental impõe novos desafios, sobretudo pedagógicos, para a área educacional. Como se sabe, mesmo admitindo a expansão das vagas como condição fundamental para a garantia do direito à educação, é no âmbito das práticas pedagógicas que a instituição educativa pode tornar-se ela mesma expressão ou não desse direito.

professora, psicopedagoga. graduada e pós graduada em letras-inglês, experiência de 26 anos em sala de aula, coordenadora pedagógica de ensino fundamental I e II. vários cursos em educação.


"A avaliação final foram de poucas questões, acredito que poderiam ser mais questões."

- Ariana Rosemary Dos Santos Silva

- Edite Machado Da Rosa

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  • a criança de 6 anos e a linguagem escrita

  • Olá, é com grande alegria que inicio mais um curso para uma clientela tão especial como a do site BUZZERO.COM, uma família que me acolheu e acreditou no meu potencial. marivaldasousa@yahoo.com.br

    olá, é com grande alegria que inicio mais um curso para uma clientela tão especial como a do site buzzero.com, uma família que me acolheu e acreditou no meu potencial. marivaldasousa@yahoo.com.br

  • toda profissão tem seu lado prazeroso e também um outro lado que necessita de dedicação e empenho para que o resultado final seja plenamente satisfatório, a profissão de ser professor não é em nada diferente disso, ver uma criança lendo suas primeiras palavras ou fazendo uma continha por mais simples que ela seja é muito gratificante, sei que muitas coisas são difíceis e que a valorização da classe em termos financeiros com certeza deveria ser melhor, porem enquanto essa batalha não é ganha nossas crianças continuam precisando de uma boa educação, pois só assim poderão garantir o seu próprio futuro e também o futuro do país.

  • para fazer uma síntese do que torna fácil ou difícil de aprender para a criança, apresentamos o quadro abaixo:
    a língua é fácil
    a língua é difícil quando é real e natural,
    é artificial é integral
    é dividida em pedaços faz sentido .
    não faz sentido é interessante
    é chata e desinteressante faz parte de um acontecimento social
    está fora de um contexto tem utilidade social
    não possui valor social tem propósito para a criança
    não tem finalidade para a criança a criança a utiliza por opção
    é imposta por outra pessoa.

  • mensagem

    um pensar estrangeiro andou atordoando
    meu pouco entendimento. ir para a escola
    era abandonar as brincadeiras sob a sombra antiga da mangueira; era renunciar o debaixo da mesa resmungando mentiras com o silêncio; era não mais vistoriar o atrás da casa buscando novas surpresas e outros convites. contrapondo-se a essas perdas,

    havia a vontade de desamarrar os nós, entrar em acordo com o desconhecido, abrir o caderno limpo e batizar as folhas com a sabedoria da professora; diminuir o tamanho do mistério, abrir portas para receber novas lições, destramelar as janelas e espiar mais longe. tudo isso
    me encantava”.
    bartolomeu campos de queiroz

  • introdução:
    a inclusão das crianças de seis anos no
    ensino fundamental amplia a escolarização para uma parcela significativa da população brasileira que se encontrava, até então, privada da educação escolar ou sem garantia
    de vagas nas instituições públicas de ensino. é importante também considerar que, ainda que algumas das crianças de seis anos já frequentassem instituições pré-escolares, a entrada desse segmento no

    ensino fundamental impõe novos desafios, sobretudo pedagógicos, para a área educacional. como se sabe, mesmo admitindo a expansão das vagas como condição fundamental para a garantia do direito à educação, é no âmbito das práticas pedagógicas que a instituição educativa pode tornar-se ela mesma expressão ou não desse direito.

  • para que esse direito se cumpra, portanto, e para que se configure como promotor de novos direitos, o acesso das crianças às instituições educativas e sua permanência nelas devem consolidar-se como direito ao conhecimento, à formação integral do ser humano e à participação no processo de construção de novos conhecimentos.

    a construção dessa prática educativa deve ter a criança como eixo do processo e levar em conta as diferentes dimensões de sua formação.

  • parte 1

    crianças menores de sete anos,

    a discussão acerca do ensino e da aprendizagem da leitura e da escrita antes dos sete anos tem merecido a atenção de educadores e estudiosos da área, em diferentes contextos da história da educação brasileira. sobretudo nas últimas décadas do século xx, com a divulgação da psicogênese da língua escrita (ferreiro e teberosky, 1985), muito se discutiu sobre esse tema. nos últimos anos, um novo impulso foi dado ao debate, estimulado pela antecipação da escolarização obrigatória, concretizada com a entrada das crianças de seis anos no ensino fundamental.

  • ao se discutirem os conteúdos e as intervenções pedagógicas adequados tanto às crianças que passaram a integrar o ensino fundamental, quanto àquelas que continuaram na educação infantil, tem-se problematizado a adequação ou inadequação de se trabalhar a aquisição da língua escrita nesse período da educação da infância. sob nova perspectiva e diante de novos desafios, o tratamento dado à questão vem revelando sua complexidade e a necessidade de se explicitarem os diferentes pontos de vista quanto aos pressupostos teóricos e práticos nela envolvidos.

  • mesmo correndo o risco de uma excessiva simplificação, pode-se afirmar que, em geral, este debate se circunscreve a duas posições hegemônicas e, ao mesmo tempo, antagônicas. de um lado, argumenta-se acerca da inadequação do trabalho com a língua escrita nessa faixa etária por considerá-lo uma antecipação indesejável de um modelo escolar típico do ensino fundamental. de acordo com essa concepção, ensinar a ler e a escrever equivaleria a “roubar” das crianças a possibilidade de viver mais plenamente o tempo da infância. de outro lado, o trabalho com a língua escrita desde a educação infantil é avaliado positivamente e incentivado como uma medida “compensatória” ou propedêutica com vistas à obtenção de melhores resultados nas etapas posteriores da educação básica.

  • qualquer que seja a posição assumida, ambas, ao enfatizarem o objeto, concedem ao sujeito da aprendizagem um papel secundário e submetido às concepções e avaliações do adulto. as perguntas a serem formuladas e respondidas no sentido de se construir uma prática educativa de qualidade, sobretudo considerando-se a complexidade que envolve essa temática, deveriam incidir sobre a criança e suas formas de expressão e relação com o mundo. então ficam os seguintes questionamentos:


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  • Olá, é com grande alegria que inicio mais um curso para uma clientela tão especial como a do site BUZZERO.COM, uma família que me acolheu e acreditou no meu potencial. marivaldasousa@yahoo.com.br
  • Sobre esse tema da construção da idéia de infância vale a pena assistir ao curta metragem “A invenção da infância”. Nesse documentário Liliana Sulzbac apresenta a noção de que ser criança não significa ter infância e propõe uma reflexão sobre o que é ser criança no mundo contemporâneo. Assista ao filme, acessando o link: http://www.portacurtas. com.br/Filme.asp?Cod=672
  • As culturas infantis não nascem no universo simbólico exclusivo da infância, este universo não está fechado – muito pelo contrário, é mais que qualquer outro, extremamente permeável - tão pouco está distante do reflexo social global. A interpretação das culturas infantis, em síntese, não pode realizar-se no vazio social, e necessita sustentar-se na análise das condições sociais nas quais as crianças vivem, interage e dão sentido ao que fazem. (PINTO, SARMENTO: 1997, p. 22).
  • A linguagem escrita possui pelo menos duas características que a aproximam da ação educativa formal.
  • O direito de ter acesso ao mundo da linguagem escrita e dele se apropriar não pode descuidar-se do direito de ser criança, e há muitas maneiras de se respeitarem ambos os direitos.