Curso Online de A NEUROCIÊNCIA NO DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO INFANTIL

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A Neurociência traz contribuições importantes para sistematizar o ensino e explicitar a tarefa para o desenvolvimento da criança, propond...

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A Neurociência traz contribuições importantes para sistematizar o ensino e explicitar a tarefa para o desenvolvimento da criança, propondo cada vez mais métodos para desenvolver as habilidades na educação infantil.
O desenvolvimento na educação infantil depende de métodos e estímulos, de modo que é objetivo deste trabalho relacionar a contribuição da Neurociência no desenvolvimento da educação infantil, no que se espera que este estudo aponte a contribuição na neurociência no desenvolvimento da educação infantil.


Resumo
Introdução
Evolução histórica da concepção de infância
OBJETIVO DA EDUCAÇÃO INFANTIL
A ATUALIZAÇÃO PROFISSIONAL
Neurociência e aprendizagem
O Neuroprofessor na sala de aula
Padrões de atividade neural na educação infantil
A RELAÇÃO ENTRE O CÉREBRO E A APRENDIZAGEM
CONSIDERAÇÕES FINAIS


Formação Acadêmica:Pedagogia Especialização em: Psicologia e Saúde Mental Educação à Distância Metodologia da Pesquisa



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  • A CONTRIBUIÇÃO DA NEUROCIÊNCIA NO DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO INFANTIL  

    A CONTRIBUIÇÃO DA NEUROCIÊNCIA NO DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO INFANTIL  

    Raquel Sampaio

  • RESUMO

    RESUMO

    A Neurociência traz contribuições importantes para sistematizar o ensino e explicitar a tarefa para o desenvolvimento da criança, propondo cada vez mais métodos para desenvolver as habilidades na educação infantil.
    O desenvolvimento na educação infantil depende de métodos e estímulos, de modo que é objetivo deste trabalho relacionar a contribuição da Neurociência no desenvolvimento da educação infantil, no que se espera que este estudo aponte a contribuição na neurociência no desenvolvimento da educação infantil.

  • INTRODUÇÃO

    INTRODUÇÃO

    Percebe-se que determinadas áreas do cérebro podem ser mais responsáveis que outras, assim como os níveis hierárquicos em questão, mas parece que qualquer disfunção cerebral que altere a aprendizagem pode destruir a capacidade de conceituar que é a realização máxima do homem, englobando todas as facetas de sua aprendizagem e experiência; é vulnerável, correlacionando com as variáveis do ato de aprender a questão afetiva, cognitiva, orgânica, inconsciente, consciente e transcendental.

  • É importante sinalizar como são interdependentes, e intrinsecamente interligadas, já que o ser humano, paradoxalmente é o que nos faz sempre estar em busca, de e sempre evoluindo, para além de nós mesmos.

  • Afinal, a ciência explica muito sobre a infância, a vida adulta e sobre a velhice, mas ainda não tem explicações efetivas a respeito da melhor maneira de ensinar a ajudar, da melhor forma possível, a construir seu conhecimento de forma atuante e autônoma, pois é na relação do não saber x saber que se dá a beleza da vida humana.

  • A Neurociência e se ocupa de entender a aprendizagem, mas têm diferentes focos. A primeira faz isso por meio de experimentos comportamentais e do uso de aparelhos como os de ressonância magnética e de tomografia, que permitem observar as alterações no cérebro durante o seu funcionamento.

    Sabemos, por exemplo, com base em evidências neurocientíficas, que há uma correlação entre um ambiente rico e o aumento das sinapses (conexões entre as células cerebrais).

  • A estrutura educacional de hoje foi criada no fim do século 19. É preciso fazer um esforço para trazer ao campo pedagógico as inovações e conclusões mais importantes dos últimos 20 anos na área da ciência e da sociedade".

    Ao professor, cabe se alimentar das informações que surgem, buscando fontes seguras, e não acreditar em fórmulas para a sala de aula criadas sem embasamento científico. A Neurociência mostra que o desenvolvimento do cérebro decorre da integração entre o corpo e o meio social.

  • Evolução histórica da concepção de infância

    Evolução histórica da concepção de infância

     Até o século XVII a sociedade não dava atenção às crianças e a mortalidade infantil alcançava níveis alarmantes, a ponto de a criança ser vista como um ser que a qualquer momento poderia deixar de existir.
    Muitas não ultrapassavam a primeira infância, contradizendo com o índice de natalidade alto, mas que na época apenas ocasionava uma substituição das crianças mortas.

  • A perda era algo natural que não deveria ser lamentada por muito tempo, pois as pessoas não podiam se apegar muito a algo que era considerado uma perda eventual.

    Na Idade Média a criança era tida como um adulto em miniatura, e assim que pudesse realizar certas tarefas era inserida no mundo adulto, sem preocupação em relação a sua formação, exposta a todo tipo de experiência.

  • Até o século XVII, a socialização da criança, assim como a transmissão de valores e de conhecimentos não eram assegurados. A criança era afastada cedo de seus pais, convivia com outros adultos, ajudando-os em várias tarefas, de modo que a criança passava dessa fase direto para a vida adulta.

  • A duração da infância não era definida e o termo “infância” era utilizado para se referir a jovens com dezoito anos ou mais de idade.

    Sob esse ponto de vista, a infância tinha longa duração, e a criança assumia responsabilidades, queimava etapas do seu desenvolvimento. Até a vestimenta da criança era a cópia fiel da de um adulto.


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  • A CONTRIBUIÇÃO DA NEUROCIÊNCIA NO DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO INFANTIL  
  • RESUMO
  • INTRODUÇÃO
  • Evolução histórica da concepção de infância
  • OBJETIVO DA EDUCAÇÃO INFANTIL
  • A ATUALIZAÇÃO PROFISSIONAL
  • Neurociência e aprendizagem
  • O Neuroprofessor na sala de aula
  • Neurociência e o currículo na educação infantil  
  • Padrões de atividade neural na educação infantil
  • A RELAÇÃO ENTRE O CÉREBRO E A APRENDIZAGEM
  • CONSIDERAÇÕES FINAIS