Curso Online de DIDÁTICA módulo 1
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Curso Online de DIDÁTICA módulo 1

A disciplina de didática deve desenvolver a capacidade crítica dos professores em formação para que os mesmos analisem de forma clara a r...

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A disciplina de didática deve desenvolver a capacidade crítica dos professores em formação para que os mesmos analisem de forma clara a realidade do ensino. Articular os conhecimentos adquiridos sobre o “como” ensinar e refletir sobre “para quem” ensinar, “o que” ensinar e o “por que” ensinar é um dos desafios da didática. Neste contexto, opresente curso irá oportunizar ao educador e/ou aluno a coceberem novos conhecimentos com relaçao ao ensino e estudo da didática.

Graduada em Pedagogia Especialista em Docência no Ensino Superior Formação de tutores Tutoria Online Especialista em EJAI Educação de Jovens Adultos e Idosos Especialista em Educação em Unidades Prisionais Especializanda em Educação em PROEJA


- Adelvânia Feitosa Da Rocha

- Ana Paula Lombardi De Souza Barbosa

- Ana Paula Lombardi De Souza Barbosa

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  • Carga Horária: 40 Profª. Maria da Conceição Pereira

    carga horária: 40 profª. maria da conceição pereira

    curso de didática
    módulo 1

  • para elaboração das atividades acessem os links com os modelos. lembrem-se só serão aceitas as atividades enviadas em formato word de acordo com as exigências do curso. todas as atividades deverão ser enviadas para o e-mail: pedagogabrasil@hotmail.com

    artigo científico: http://www.bu.ufsc.br/artigocientifico.pdf

    resumos: http://www.cnpuv.embrapa.br/eventos/cientifica2006/resumo.pdf

    resenha: http://velho.uniuv.edu.br/nova/pdf/normas/8_uniuv2008_resenha.pdf

    esquema: http://www.silviamota.com.br/metodologiacientifica/esquema.htm


  • apresentação o termo didática foi instituído por comenius (jan amos komensky) em sua obra didática magna (1657), e originalmente significa “arte de ensinar”. durante séculos, a didática foi entendida como técnicas e métodos de ensino, sendo a parte da pedagogia que respondia somente por “como” ensinar. os manuais de didática traziam detalhes sobre como os professores deveriam se portar em sala de aula. tradicionalmente, os elementos da ação didática são: professor, aluno, conteúdo, contexto e estratégias metodológicas. com o estudo dos paradigmas educacionais nos cursos de pedagogia e de formação de professores, amplia-se o conhecimento em relação à didática. em cada tendência pedagógica diferem visão de homem e de mundo e modifica-se a finalidade da educação, mudam o papel do professor, do aluno, a metodologia, a avaliação, e, consequentemente, muda-se a forma de ensinar.
    atualmente, a didática é uma área da pedagogia, uma das matérias fundamentais na formação dos professores, denominada por libâneo (1990, p. 25) como “teoria do ensino” por investigar os fundamentos, as condições e as formas de realização do ensino. segundo libâneo (1990):

  • a ela cabe converter objetivos sócio-políticos e pedagógicos em objetivos de ensino, selecionar conteúdos e métodos em função desses objetivos, estabelecer os vínculos entre ensino e aprendizagem, tendo em vista o desenvolvimento das capacidades mentais dos alunos. [...] trata da teoria geral do ensino (p. 26).

    a disciplina de didática deve desenvolver a capacidade crítica dos professores em formação para que os mesmos analisem de forma clara a realidade do ensino. articular os conhecimentos adquiridos sobre o “como” ensinar e refletir sobre “para quem” ensinar, “o que” ensinar e o “por que” ensinar é um dos desafios da didática. segundo libâneo (1990), a didática é:

    uma das disciplinas da pedagogia que estuda o processo de ensino através de seus componentes – os conteúdos escolares, o ensino e aprendizagem – para, com o embasamento numa teoria da educação formular diretrizes orientadoras da atividade profissional dos professores.

    esse mesmo autor indica que a didática “investiga as condições e formas que vigoram no ensino e, ao mesmo tempo, os fatores reais (sociais, políticos, culturais, psicossociais) condicionantes das relações entre docência e aprendizagem” (p. 52).
    a didática, fundamentada na dialética, é um campo em constante construção/reconstrução, de uma práxis que não tem como objetivo ficar pronta e acabada.

  • atividade 1

    após termos visto uma breve apresentação da didática acesse o link:
    http://www.profissionalizando.net.br/para-educadores/57-gestao-escolar/1268-o-que-e-didatica-e-o-que-ela-pode-fazer-para-obtermos-melhores-resultados-junto-aos-alunos

    leia o texto o que é didática faça um resumo da história da didática, qual seu papel e sua importância. não esqueça de enviar para o e-maol: pedagogabrasil@hotmail.com para serrem avaliados.

    atividade 2

    leia a apresentação e em breves palavras descreva um comentário: porque libaneo considera a didática uma disciplina fundamental na formação de professores?

  • 1. Idéias, concepções e teorias que sustentam a prática pedagógica do professor

    1. idéias, concepções e teorias que sustentam a prática pedagógica do professor

    na prática pedagógica, as ações do professor se orientam por um conjunto de idéias, concepções, teorias, mesmo que sua existência seja inconsciente. é possível compreender a ação docente, analisando a sua concepção de mundo, de sociedade, de aluno, de ensino, entre outros, que se expressa em seus atos, referente a:
    seleção dos conteúdos que os alunos vão aprender
    como acredita que se dá o processo de aprendizagem – os caminhos para a aprendizagem acontecer.
    como acredita que deve ser o ensino.

    a teoria empirista
    o modelo de aprendizagem estímulo-resposta. substitui respostas erradas por certas.
    o aluno é vazio, mas vai ser preenchido pelas experiências com o mundo. ele vai acumulando as informações. (paulo freire chama isso de educação bancária).
    a aprendizagem é o acumulo de informações.
    o processo de ensino é caracterizado pela cópia - questionário - repetições.
    o ensino se dá através da memorização.
    o aluno precisa memorizar e fixar as informações, que seguem das mais simples às mais complexas. (a decorreba da tabuada, sem saber o que está decorando, é exemplo disso).

  • 1. Idéias, concepções e teorias que sustentam a prática pedagógica do professor

    1. idéias, concepções e teorias que sustentam a prática pedagógica do professor

    no construtivismo
    o conhecimento pressupõe uma atividade que organiza e integra os novos conhecimentos aos já existentes (conhecimentos prévios).
    o conhecimento prévio é a base da aprendizagem.
    o conhecimento é uma transformação do que já existe. precisa ser algo apreensível.
    o aluno é um sujeito ativo que para aprender: reflete e interage com outras pessoas. ele precisa transformar a informação para poder assimilar.
    a idéia distorcida do construtivismo levou professores a deixar o aluno livre, construindo sem próprios conhecimentos, sem a importante intervenção pedagógica.
    o professor deve atuar o tempo inteiro, propondo atividades, encorajando os alunos em suas ousadias, desafiando. a intervenção do professor é determinante no processo de aprendizagem.
    o modelo de ensino se dá através de resolução de problemas, onde o professor também é aprendiz.
    o professor deve tomar cuidados com os erros cometidos pelos alunos (não deixar o aluno “fazer do seu jeito” sem corrigir os erros) e ir montando as atividades que levam a construção do conhecimento.

  • 2. tendências pedagógicas e didática

    sabe-se que a prática escolar está sujeita a condicionantes de ordem sociopolítica que implicam diferentes concepções de homem e de sociedade e, conseqüentemente, diferentes pressupostos sobre o papel da escola e da aprendizagem, inter alia. assim, justifica-se o presente estudo, tendo em vista que o modo como os professores realizam o seu trabalho na escola tem a ver com esses pressupostos teóricos, explícita ou implicitamente. embora se reconheçam as dificuldades do estabelecimento de uma síntese dessas diferentes tendências pedagógicas, cujas influências se refletem no ecletismo do ensino atual, emprega-se, neste estudo, a teoria de josé carlos libâneo, que as classifica em dois grupos: “liberais” e “progressistas”. no primeiro grupo, estão incluídas a tendência “tradicional”, a “renovada progressivista”, a “renovada não-diretiva” e a “tecnicista”. no segundo, a tendência “libertadora”, a “libertária” e a “crítico-social dos conteúdos”.

  • justifica-se, também, este trabalho pelo fato de que novos avanços no campo da psicologia da aprendizagem, bem como a revalorização das idéias de psicólogos interacionistas, como piaget, vygotsky e wallon, e a autonomia da escola na construção de sua proposta pedagógica, a partir da ldb 9.394/96, exigem uma atualização constante do professor. através do conhecimento dessas tendências pedagógicas e dos seus pressupostos de aprendizagem, o professor terá condições de avaliar os fundamentos teóricos empregados na sua prática em sala de aula. no aspecto teórico-prático, ou seja, nas manifestações na prática escolar das diversas tendências educacionais, será dado ênfase ao ensino da língua portuguesa, considerando-se as diferentes concepções de linguagem que perpassam esses períodos do pensamento pedagógico brasileiro.

  • atividade 3

    acesse o link http://contextopolitico.blogspot.com/2008/11/didtica-as-tendncias-pedaggicas.html faça um esquema resumindo as tendências pedagógicas.

    atividade 4

    sabemos que cabe ao educador escolher qual das tendências deverá nortear seu trabalho decente, no entanto muitas das vezes somos obrigados a escolher não a tendência que mais nos familiariza, mas aquela que está mais de acordo com a realidade do alunado. neste contexto, escolha uma tendência pedagógica e a partir dela elabore um plano de aula (independentemente qual seja a série). não esqueçam de enviar as atividades para o e-mail: pedagogabrasil@hotmail.com

  • 3. planejamento de ensino

    cada professor, conhecendo os alunos com os quais trabalhará, tem de saber o que vai ensinar, para quê e como fará isso ao longo do trabalho educativo. assim também, a escola como um todo, a partir das diretrizes gerais para a rede pública, define-se estabelecendo prioridades e ações, ou seja, seu projeto de escola. planejar é prever e organizar as ações com determinadas finalidades, para se conseguir atingir mudanças.

    a concretização do planejamento de ensino ocorre na sala de aula, com um professor e sua classe desenvolvendo atividades de ensino e de aprendizagem. sala de aula, aqui, não deve ser considerada apenas o espaço entre quatro paredes, com carteiras e uma lousa; mas sim, todo e qualquer espaço no qual atividades de ensino e aprendizagem estejam ocorrendo. por exemplo, quando um professor e os alunos de uma classe encontram-se em um bosque, num parque distante da escola, desenvolvendo uma atividade de educação ambiental, então, aquele bosque torna-se uma sala de aula. assim também, um laboratório, o pátio da escola, um museu, uma oficina ou um estabelecimento industrial ou comercial no qual, por motivos educativos, o professor se encontra com seus alunos, desenvolvendo atividades de ensino e aprendizagem.


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  • Carga Horária: 40 Profª. Maria da Conceição Pereira
  • 1. Idéias, concepções e teorias que sustentam a prática pedagógica do professor
  • OS OBJETIVOS DE ENSINO Os objetivos são resultados esperados do trabalho desempenhado por professores e alunos. Expressam conhecimentos, habilidades e hábitos a serem adquiridos para desenvolvimento das qualidades humanas. Referências para a formulação dos objetivos: • Valores e ideais presentes nas leis educacionais (os propósitos das forças políticas dominantes); • Conteúdos básicos das ciências, produzidos e elaborados no decurso da prática social humana; • Necessidades e expectativas de formação cultural exigidas pela população majoritária da sociedade.
  • Objetivos gerais - expressam propósito mais amplo acerca do papel da escola e do ensino diante das exigências reais da sociedade e diante do desenvolvimento da personalidade do aluno. Os objetivos gerais são explicitados em 3 níveis, pelo: • Sistema escolar – expressa as finalidades educativas de acordo com ideais e valores dominantes. • Escola - estabelece princípios e diretrizes do trabalho escolar com base no Projeto Político Pedagógico. • Professor - concretiza no ensino da matéria a sua própria visão de educação e de sociedade.
  • Os objetivos gerais que podem auxiliar os professores na seleção dos específicos e conteúdos são: • Colocar a educação escolar no conjunto das lutas pela democratização – levar os alunos a se perceberem como sujeitos ativos. • Garantir a todos, (sem discriminação) sólida preparação cultural e científica, evitando reprovações. • Assegurar a todos o máximo de desenvolvimento de suas potencialidades, buscando superação das desvantagens decorrentes das condições sócio-econômica. • Formar nos alunos a capacidade crítica e criativa em relação às matérias de ensino e à aplicação dos conhecimentos e habilidades. • Atender a função educativa - formação de convicções para a vida coletiva (ética, caráter, lealdade, dignidade, solidariedade, educação física e estética - apreciação das artes). • Envolver toda a comunidade escolar. A partir desses objetivos gerais, o professor define os objetivos específicos.
  • Objetivos específicos - determinam exigências e resultados esperados da atividade dos alunos referentes a conhecimento, habilidade, atitudes e convicções. O professor deve vincular os objetivos específicos aos gerais e também: • Especificar conhecimentos, habilidades, capacidades que sejam fundamentais para serem assimiladas e aplicadas em situações futuras, na escola e na vida prática; • Observar uma seqüência lógica, de formar que os conceitos e habilidades estejam inter-relacionados, possibilitando aos alunos uma compreensão de conjunto; • Expressar os objetivos com clareza, de modo que sejam compreensíveis aos alunos e permitam que estes introjetem os objetivos de ensino como objetivos seus; • Dosar o grau de dificuldades, de modo que expressem desafios, questões estimulantes e viáveis; • Formular os objetivos como resultados a atingir, facilitando o processo de avaliação; • Indicar os resultados do trabalho dos alunos (o que devem compreender, saber, fazer, etc).
  • Os conteúdos
  • Conteúdos conceituais • Conceito é o conjunto de fatos, objetos, ou símbolos que tem características comuns. (mamífero, sujeito, romantismo, cidade). • Princípios – se referem às mudanças que se produzem num fato, objeto, ou situação relacionada a outros fatos, objetos. • Ambos necessitam de compreensão para se aprender. Se a pessoa não entende o significado do que é um rio, se apenas repete sua definição e não utiliza o termo em qualquer outra atividade, não aprendeu. • Esta aprendizagem requer compreensão e não reprodução. É uma aprendizagem que nunca se caba e que serve para construção de outras idéias.
  • Conteúdos procedimentais • É um conjunto de ações ordenadas e dirigidas para realização de um objetivo (ler, desenhar, observar, calcular, classificar, traduzir, saltar, etc) • Como se aprende os conteúdos procedimentais? 1. Realizando a ação (aprende-se a ler, lendo). 2. Sempre exercitando (não basta fazer só uma vez). 3. Refletindo sobre a ação (tornar a ação consciente). 4. Aplicando em diversos contextos (Resolver 3 x 9 em qualquer situação).
  • METODOLOGIA
  • Conceitos básicos de método de ensino: • É o caminho para atingir um objetivo, com os meios adequados; (investigação científica; assimilação do conhecimento, etc.) • Ver o objeto de estudo nas suas propriedades e relações com outros objetos e fenômenos e sob vários ângulos; • São ações, passos e procedimentos vinculados a reflexão, compreensão e transformação da realidade; • São ações do professor pelas quais se organizam as atividades de ensino e dos alunos para atingir os objetivos; Deve expressar compreensão global do processo educativo na sociedade:
  • A escolha e organização dos métodos. • Deve corresponder à necessária unidade objetivo-conteúdo-método. (um depende do outro para ter sucesso). • Dependem dos conteúdos específicos; • Implica o conhecimento das características dos alunos quanto à capacidade de assimilação e quanto as suas características sócio-culturais e individuais; (ligação entre os objetivos e as condições de aprender do aluno); Princípios básicos do ensino. • Ter caráter científico e sistemático. (Ficar atento ao conteúdo científico); • Ser compreensível e possível de ser assimilado. (Ver as condições dos alunos e ir dosando as dificuldades); • Assegurar a relação conhecimento-prática. (Saber aplicar o conhecimento na sua vida prática); • Apoiar-se na unidade ensino-aprendizagem. (Criar condições de ensino que resultem em aprendizagem); • Garantir a solidez dos conhecimentos. (Recapitulação, fixação, etc); • Levar à vinculação trabalho coletivo – particularidades individuais. (Educar a todos, observando as diferenças).
  • Classificação dos métodos de ensino. 1. Método de exposição pelo professor. Na exposição, o professor deve mobilizar a atividade interna do aluno de concentrar-se e de pensar, e a combinar com outros procedimentos. • Exposição verbal – sua função é explicar um assunto desconhecido. O professor deverá estimular sentimentos, instigar a curiosidade, relatar sugestivamente um fato, descrever com vivacidade uma situação real, fazer leitura expressiva, etc. • Demonstração – é a forma de representar fenômenos e processos reais (germinação). • Ilustração – é uma forma de representar fatos e fenômenos reais através de gráficos, mapas, esquemas, gravuras, etc. (Requer dos alunos capacidade de concentração e observação). • Exemplificação – é um meio de auxiliar a exposição verbal 2. Método de trabalho independente. (Uma das formas didática desse método é o estudo dirigido). Atividades realizadas pelos alunos, dirigidas e orientadas pelo professor. Para que esse método seja eficiente, o professor precisa: - Dar tarefas claras e acessíveis; - Assegurar condições de trabalho (silêncio, material, etc); - Acompanhar de perto; - Aproveitar o resultado da tarefa para toda classe.
  • 3. Método de elaboração conjunta. Interação entre alunos e professor. É a conversação, aula dialogada, com elaboração de perguntas que leve os alunos a reflexão. 4. Método de trabalho em grupo. Sua finalidade é obter a cooperação dos alunos para realização de uma tarefa. • Debate – os debatedores devem defender uma posição. • Philips 66 – seis grupos de seis pessoas discutem uma questão em poucos minutos e apresentam a conclusão. (Verifica o nível de conhecimento da turma antes ou depois de uma explicação). • Tempestade mental – escrever no quadro o que vem em mente sobre determinado assunto, destacar o mais relevante e discutir. • Grupo de verbalização – grupo de observação (GV-GO) – uma parte da turma forma um círculo central para discutir o tema, outra parte fica em volta observando se o que está sendo apresentado tem coerência. • Seminário – pode ser exposição ou conversação sobre determinado assunto previamente estudado pelo grupo.
  • 5. Atividades especiais. Complementam os métodos de ensino com objetivo de assimilação dos conteúdos. São os: Jornal escolar, Museu escolar, Teatro, Biblioteca escolar, estudo do meio, etc. O Estudo do meio não se limita só aos passeios, mas a todos os procedimentos que possibilitem a discussão e compreensão do cotidiano. São necessárias 3 fases: Planejamento – o que observar? Que perguntas poderão ser feitas? (O professor deverá fazer conhecer o local) Execução – observar, tomar nota, conversar com as pessoas, etc. Exploração dos resultados e avaliação – relatório, redação, sistematização pelo professor. Utilidade do estudo.
  • AVALIAÇÃO
  • A avaliação é parte integrante do ensino e da aprendizagem. O processo de avaliação se coloca como elemento integrador e motivador. A avaliação abrange o desempenho do aluno, do professor e a adequação ao programa. • A avaliação muitas vezes foi concebida apenas enquanto valorização dos resultados obtidos pelo aluno. Hoje, a avaliação é um processo que envolve aluno, classe e professores. • Se o objetivo do ensino é o desenvolvimento de todas as capacidades da pessoa (com a articulação dos conteúdos atitudinais, conceituais e procedimentais), então a avaliação deve considerar todo esse processo. Tudo depende dos objetivos selecionados. • Avaliação serve para aperfeiçoar a prática educativa que levará o aluno a conseguir desenvolver várias competências e avaliar a ação docente. Inclui todo o processo de ensino aprendizagem.
  • A avaliação em processo tem várias fases: Avaliação inicial. • Vai identificar o que cada aluno sabe fazer e como faz. • É o ponto de partida para o objetivo, os conteúdos e as atividades que o professor vai elaborar. • Conforme os alunos vão se desenvolvendo, o docente vai propondo novas atividades com novos desafios para aprendizagem. • Assim estaremos realizando a avaliação reguladora (com adaptações e adequações) ou formativa. Avaliação final • É o conhecimento dos resultados obtidos. Avaliação integradora ou somativa • É o conhecimento e avaliação de todo o percurso feito pelo aluno do início ao fim. Identificando o que precisa ser feito ou refeito.
  • Avaliação dos conteúdos factuais A aprendizagem dos fatos implica o conhecimento significativo e a compreensão dos conteúdos. É preciso associar os fatos aos conceitos. O que é uma capital? É preciso citar determinada capital, mas compreender o que significa capital. Entender e saber o que significou o descobrimento do Brasil. Avaliação dos conteúdos conceituais • Avaliar a aprendizagem desses conteúdos não é fácil, considerando que a aprendizagem de um conceito dificilmente está concluída. Tudo depende do nível de profundidade de compreensão e da capacidade dos alunos para utilizar convenientemente os conceitos apreendidos. É comum, nesse caso, o uso de perguntas orais ou escritas onde se espera que o aluno responda de acordo com o livr A aprendizagem dos conceitos não pode se prender as repetições. • O professor precisa observar os alunos no uso dos conceitos em diversas situações e explicações espontâneas (trabalho em equipe, debate, dialogo, etc). Tanto os conteúdos dos fatos, como dos conceitos se situam na capacidade cognitiva. É preciso identificar o que os alunos sabem sobre estes conteúdos.
  • Avaliação dos conteúdos procedimentais • Esses conteúdos implicam saber fazer. • Para a sua avaliação é preciso fazer. Percebemos sua aprendizagem quando acontece a transposição para a prática. O professor percebe isso através da observação sistemática. Como saber se um aluno aprendeu a calcular? Fazendo com que calcule. Avaliação dos conteúdos atitudinais • Esses conteúdos são muitas vezes esquecidos nas escolas. • Para a avaliação desses conteúdos é preciso situações conflitantes que permitam a observação do comportamento e a opinião de cada aluno (no recreio, passeio, debates, atividade em equipe, etc.).
  • ATIVIDADE 6
  • Parabéns você chegou ao fim do primeiro módulo do curso de Didática. Não esqueça de conferir as atividades,pois elas contarão como forma avaliativa de desenvolvimento do mesmo. Prepare-se para o Módulo 2,para complementação de carga horária. Abraços fraternos pedagogabrasil@hotmail.com
  • Referência bibliográfica BRANDÃO, Carlos Rodrigues. A educação como cultura. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2002. BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: introdução aos parâmetros curriculares nacionais. Brasília; MEC/SEF, 1997. ______. Lei Nº 9394, de 20 de dezembro de 1996. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília, 1997. CANDAU, Vera Maria. Sociedade, educação e cultura(s): questões e propostas. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. SP: Paz e Terra, 1997. ______. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983. GIROUX, Henry A. Os professores como intelectuais: rumo a uma pedagogia crítica da aprendizagem. Tradução de Daniel Bueno. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997. LIBÂNEO, J. Carlos. Produção de saberes na escola: suspeitas e apostas. In: Didática: currículo e saberes escolares. Rio de Janeiro: DP&A, 2000. p. 11-45. SAVIANI, Dermeval. Escola e democracia. 29. Ed., Campinas, S.P: Autores Associados, 2002 TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002. VEIGA, Ilma P. A. A prática pedagógica do professor de didática. Campinas, SP: Papirus, 1989.