Curso Online de Fundamentos da Educação: História da Educação

Curso Online de Fundamentos da Educação: História da Educação

O curso pretendem não apenas mostrar a síntese da história da da Educação, mas, sobretudo, ser um instrumento de formação pedagógica, o q...

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O curso pretendem não apenas mostrar a síntese da história da da Educação, mas, sobretudo, ser um instrumento de formação pedagógica, o qual tem por finalidade contribuir significativamente com idéias, métodos e curiosidades sobre a educação.

Licenciada em Física, Matemática e Pedagogia; Pós-Graduada em Física e Tecnólogo em Superior em Análise e Desenvolvimento de Sistemas.



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  • FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO

    FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO

    História da Educação

    EAD Online
    fernandaeivamjr@hotmail.com

  • PENSAMENTO PEDAGÓGICO GREGO

    Na educação grega era exigido que o ensino estimulasse as competições, as virtudes guerreiras para estimular a superioridade frente os povos conquistados.

    Os gregos deram enorme valor à arte, à literatura, às ciências e à filosofia.
    A educação do homem consistia na formação do corpo pela ginástica e na da mente pela filosofia e as ciências, e na moral pela música e pelas artes.
    Poucos aprendiam a governar, pois apenas os livres, os que tinham propriedade, pois os bem educados tinham de saber mandar e obedecer.

    Apenas os gregos livres tinham acesso a educação e ao diálogo, já que a educação naquela época, se dava através do diálogo.

  • A paidéia, educação integral, consistia na integração entre a cultura da época e a criação de outra cultura recíproca.

    Apesar da riqueza de conhecimento na educação, existia na Grécia muitas diferenças entre os seus habitantes. Os espartanos davam mais valor a ginástica e a educação moral, voltada aos interesses do Estado.

    Enquanto os atenienses existia um interesse maior pela retórica e para o exercício da política.
    Os gregos eram educados através dos textos de Homero, que ensinava a virtude, o cavalheirismo, o amor à glória. O ideal homérico era de ser sempre melhor e conservar-se superior aos outros.
    Sócrates, Platão e Aristóteles, exerceram grande influência no mundo grego, não esquecendo dos sofistas que eram responsáveis por ensinar a retórica.
    O estudo era dividido em escolas que ensinavam desde a leitura do alfabeto até a retórica e a filosofia, passando pela filosofia e a educação física.

  • O PENSAMENTO PEDAGÓGICO ROMANO

    Roma e na Grécia, são sociedades escravistas, onde o trabalho manual não é valorizado, e o trabalho intelectual é considerado trabalho da aristocracia, que consiste numa pequena parcela da sociedade, os cidadãos livres.
    Seus estudos eram na maioria das vezes humanistas, o que caracteriza o homem em todos os tempos e lugares.
    Este estudo era dado na escola do "gramático", que seguia algumas fases; ditado de fragmento do texto, memorização deste, tradução da prosa em verso, expressão da mesma idéia em diversas construções, análise das palavras e frases e composição literária.

    Assim se instruía a elite romana.

  • Para os escravos não era permitido o direito de estudar, eram tratados como objetos, aprendiam a fazer arte nas casas onde serviam.
    A sociedade romana era composta de grandes proprietários: patrícios, grandes proprietários e plebeus, pequenos proprietários, que eram excluídos do poder, do direito ao voto.
    Na época áurea do Império, a educação estava dividido em três graus: Escolas do ludi-magister, ministravam a educação elementar; Escolas do gramático: correspondia ao que hoje se conhece por ensino secundário.

    Estabelecimentos de ensino superior: era uma espécie de universidade, onde se ensinava a retórica, o Direito e a Filosofia.
    Os romanos impuseram o latim a numerosas províncias, conquistaram a Grécia, que transmitiu a filosofia da educação aos romanos.

  • A filosofia era pouco difundida entre os romanos, e a pedagogia quando existe é voltada para questões práticas.
    Um nobre romano deveria aprender coisas sobre a agricultura, a guerra e a política. Aos poucos a classe aristocrática cede lugar a pequenos comerciantes, artesãos e para uma pequena classe de burocratas.
    O Império sentiu a necessidade de escolas que preparasse administradores, já que para a guerra não havia necessidade de escola, os quartéis ou a própria guerra resolviam o problema.

    O Estado se ocupa diretamente da educação, treinando supervisores-professores cujo regimento se parecia com os militares.
    A educação romana era utilitária e moralista, organizada pela disciplina e justiça. Dessa forma os romanos conquistaram um grande Império, fazendo escravos os povos por eles vencidos.

  • O PENSAMENTO PEDAGÓGICO MEDIEVAL

    A igreja cristã dá o ponto de partida para esse pensamento pedagógico. Cristo foi um grande educador, popular e bem sucedido.
    A educação do homem medieval ocorreu de acordo com grandes acontecimentos da época entre eles a pregação apostólica no século I, depois de Cristo.
    A partir de Constantino, o império adotou o cristianismo como religião oficial, e fez pela primeira vez a escola tornar-se o aparelho ideológico do estado.

    Surge um novo tipo histórico de educação, uma nova visão do mundo e da vida, as culturas precedentes foram substituídas pelo poder de Cristo.

  • Foi criada uma educação par ao povo que consistia numa educação catequética e dogmática e outra educação para o clérigo humanista e filosófica teológica.
    Os estudos medievais compreendiam, o Trivium (Gramática, dialética e teórica) e o Quadrivium (Aritmética, geometria, astronomia e música).
    Maomé (entre 570 e 532), funda uma nova religião, o islamismo. A doutrina de Maomé está contida no Alcorão, livro sagrado dos muçulmanos. O Alcorão é a obra prima da literatura árabe.
    Da briga entre cristãos e árabes inicia um novo tipo de vida intelectual chamada escolástica, que procura conciliar a razão histórica com a fé cristã.
    O maior idealizador desta escola foi São Tomás de Aquino, que afirmava que a educação habita o educando a desabrochar todas as suas potencialidades, operando assim a síntese entre a educação cristã e a educação greco-romana.

  • Ao lado do clero a nobreza realizava sua própria educação, seu ideal era o perfeito cavaleiro com a formação musical e guerreiro, experiente nas sete artes liberais.
    As classes trabalhadoras tinham a educação oral, transmitida de pai para filho. A igreja não se preocupava com a educação física, considerava o corpo pecaminoso.

    Os jogos ficavam por conta da educação do cavaleiro.
    Na Idade Média foram criadas as universidades de Paris, Bolonha, Saleno, Oxford, Hedelberg e Viena.
    Para muitos historiadores a Idade média não foi a idade das trevas, da ignorância, como os ideólogos do renascimento pregaram, ao contrário foi fecunda em lutas pela autonomia, com greves e debates livres.

    Discutia-se a gratuidade do ensino e pagamento das professoras.
    O que se constatou é que o saber universitário aos poucos foi se elitizando, guardado em academias submetido à censura da igreja.

  • O PENSAMENTO PEDAGÓGICO RENASCENTISTA

    O pensamento pedagógico Renascentista influenciou diretamente a educação através da teoria heliocêntrica, defendida por Copérnico (1473 - 1543).
    Como fatos que favoreceram esse pensamento pedagógico, são citados: as grandes navegações do séc. XIV, que deram origem ao capitalismo comercial; a invenção da imprensa realizada por Gutemberg ; e a invenção da bússola que possibilitou as grandes navegações.
    A educação Renascentista visava a formação do homem burguês.

  • Como principais educadores Renascentistas, foram citados:

    Vittorino da Feltre - que defendia uma educação individualizada, o auto governo do aluno e a competição;
    Erasmo Desídoro - para ele, o verdadeiro caminho deveria ser criado pelo homem, enquanto ser inteligente e livre;
    Juan Luis Vives - foi um dos primeiros a solicitar uma remuneração para os professores;
    François Rabeles - para ele o importante não eram os livros, mas a natureza. A educação precisava primeiro cuidar do corpo, da higiene, da limpeza, da vida ao ar livre, dos exercícios físicos, etc;
    Michel de Motaigne - ele acreditava que as crianças devem aprender o que farão quando adultos;
    Martinho Lutero - para ele a exaltação Renascentista do indivíduo de seu livre arbítrio, tornara inevitável a ruptura no seio da igreja. Iniciou a reforma Protestante, que foi considerada como a primeira grande revolução burguesa.


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