Curso Online de LIBRAS - Língua Brasileira de Sinais

Curso Online de LIBRAS - Língua Brasileira de Sinais

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LIBRAS, ou Língua Brasileira de Sinais, é a língua materna dos surdos brasileiros e, como tal, poderá ser aprendida por qualquer pessoa interessada pela comunicação com essa comunidade. Como língua, esta é composta de todos os componentes pertinentes às línguas orais, como gramática semântica, pragmática sintaxe e outros elementos, preenchendo, assim, os requisitos científicos para ser considerada instrumental lingüístico de poder e força. Possui todos os elementos classificatórios identificáveis de uma língua e demanda de prática para seu aprendizado, como qualquer outra língua. Foi na década de 60 que as línguas de sinais foram estudadas e analisadas, passando então a ocupar um status de língua. É uma língua viva e autônoma, reconhecida pela lingüística.

Currículo da autora: PRISCILLA AMARAL Pedagoga com habilitação em séries iniciais, Administração Escolar e com Pós-Graduação em Deficiência Intelectual. Experiência de 12 anos entre Instituições e Escolas. Vários artigos publicados. Participação em programa de televisão on-line, sendo entrevistada por Célia Coev sobre o tema: Deficiência intelectual e programa de rádio AM chamado Espaço Alternativo, sendo entrevistada por Edson Natale sobre o tema: Autismo e deficiência Intelectual. Palestrante convidada pela Câmara Municipal do Estado de São Paulo para versar sobre o tema: Transtornos diversos. Autora do livro Transtornos de conduta - Síndromes diversas e Autismo no Tempo da Delicadeza. Professora convidada de Pós-Graduação no Centro-Sul de pesquisa, extensão e graduação (Censupeg), lecionando temas relacionados à saúde mental e à inclusão social e educacional. Professora de Sala de Recursos em Escola Estadual e professora itinerante de Educação Especial. Cursos de especialização realizados: Processo de Inclusão; Introdução ao Autismo e Psicose Infantil; Estimulação Precoce; Prontidão para alfabetização; Estimulação para pessoas com Necessidades Especiais; Curso de Dislexia; Atitudes que favorecem o sucesso Escolar; Síndromes diversas; Educação Especial: Condutas típicas; Introdução ao Estudo das Neurociências; Curso básico de libras e alfabetização para pessoas com deficiência visual. Neuropsicopedagoga e psicomotricista clínica e relacional em formação pela UCM. Autora de mais de 70 cursos on-line da área de Educação Especial pelo Buzzero.com e uma das fundadoras da plataforma de cursos NeuroPsicopedagogiar. Contato: E-mail: priscamaral@uol.com.br wathsapp: (11)95239-5049 Site: professora-priscilla.webnode.com



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  • Profª Esp. Leiliane Fontenelle

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  • LIBRAS MÓDULO I

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  • LIBRAS - Língua Brasileira de Sinais LIBRAS, ou Língua Brasileira de Sinais, é a língua materna dos surdos brasileiros e, como tal, poderá ser aprendida por qualquer pessoa interessada pela comunicação com essa comunidade. Como língua, esta é composta de todos os componentes pertinentes às línguas orais, como gramática semântica, pragmática sintaxe e outros elementos, preenchendo, assim, os requisitos científicos para ser considerada instrumental lingüístico de poder e força. Possui todos os elementos classificatórios identificáveis de uma língua e demanda de prática para seu aprendizado, como qualquer outra língua. Foi na década de 60 que as línguas de sinais foram estudadas e analisadas, passando então a ocupar um status de língua. É uma língua viva e autônoma, reconhecida pela lingüística. extraido de www.feneis.com.br

    LIBRAS - Língua Brasileira de Sinais LIBRAS, ou Língua Brasileira de Sinais, é a língua materna dos surdos brasileiros e, como tal, poderá ser aprendida por qualquer pessoa interessada pela comunicação com essa comunidade. Como língua, esta é composta de todos os componentes pertinentes às línguas orais, como gramática semântica, pragmática sintaxe e outros elementos, preenchendo, assim, os requisitos científicos para ser considerada instrumental lingüístico de poder e força. Possui todos os elementos classificatórios identificáveis de uma língua e demanda de prática para seu aprendizado, como qualquer outra língua. Foi na década de 60 que as línguas de sinais foram estudadas e analisadas, passando então a ocupar um status de língua. É uma língua viva e autônoma, reconhecida pela lingüística. extraido de www.feneis.com.br

  • Pesquisas com filhos surdos de pais surdos estabelecem que a aquisição precoce da Língua de Sinais dentro do lar é um benefício e que esta aquisição contribui para o aprendizado da língua oral como Segunda língua para os surdos. Os estudos em indivíduos surdos demonstram que a Língua de Sinais apresenta uma organização neural semelhante à língua oral, ou seja, que esta se organiza no cérebro da mesma maneira que as línguas faladas. A Língua de Sinais apresenta, por ser uma língua, um período crítico precoce para sua aquisição, considerando-se que a forma de comunicação natural é aquela para o qual o sujeito está mais bem preparado, levando-se em conta a noção de conforto estabelecido diante de qualquer tipo de aquisição na tenra idade. extraido de www.feneis.com.br

    Pesquisas com filhos surdos de pais surdos estabelecem que a aquisição precoce da Língua de Sinais dentro do lar é um benefício e que esta aquisição contribui para o aprendizado da língua oral como Segunda língua para os surdos. Os estudos em indivíduos surdos demonstram que a Língua de Sinais apresenta uma organização neural semelhante à língua oral, ou seja, que esta se organiza no cérebro da mesma maneira que as línguas faladas. A Língua de Sinais apresenta, por ser uma língua, um período crítico precoce para sua aquisição, considerando-se que a forma de comunicação natural é aquela para o qual o sujeito está mais bem preparado, levando-se em conta a noção de conforto estabelecido diante de qualquer tipo de aquisição na tenra idade. extraido de www.feneis.com.br

  • EXISTE A LÍNGUA DE SINAIS: - Americana - Inglesa - Francesa e várias outras línguas de sinais em vários países, bem como a brasileira.

    EXISTE A LÍNGUA DE SINAIS: - Americana - Inglesa - Francesa e várias outras línguas de sinais em vários países, bem como a brasileira.

  • PARÂMETROS DA LIBRAS A estrutura da Língua Brasileira de Sinais é constituída de parâmetros primários e secundários que se combinam de forma sequencial ou simultânea. Segundo Brito (1995, p. 36 – 41). Parâmetros primários: a) Configurações das mãos, em que as mãos tomam as diversas formas na realização de sinais. De acordo com a autora, são 46 configurações de mãos na Língua Brasileira de Sinais;

    PARÂMETROS DA LIBRAS A estrutura da Língua Brasileira de Sinais é constituída de parâmetros primários e secundários que se combinam de forma sequencial ou simultânea. Segundo Brito (1995, p. 36 – 41). Parâmetros primários: a) Configurações das mãos, em que as mãos tomam as diversas formas na realização de sinais. De acordo com a autora, são 46 configurações de mãos na Língua Brasileira de Sinais;

  • b) Ponto de articulação, que é o “espaço em frente ao corpo ou uma região do próprio corpo, onde os sinais são articulados. Esses sinais articulados no espaço são de dois tipos, os que articulam no espaço neutro diante do corpo e os que se aproximam de uma determinada região do corpo, como a cabeça, a cintura e os ombros”; (BRITO, 1995). c) Movimento, que é um “parâmetro complexo que pode envolver uma vasta rede de formas e direções, desde os movimentos internos da mão, os movimentos do pulso, os movimentos direcionais no espaço até conjuntos de movimentos no mesmo sinal. O movimento que as mãos descrevem no espaço ou sobre o corpo pode ser em linhas retas, curvas, sinuosas ou circulares em várias direções e posições”. (BRITO, 1995)

    b) Ponto de articulação, que é o “espaço em frente ao corpo ou uma região do próprio corpo, onde os sinais são articulados. Esses sinais articulados no espaço são de dois tipos, os que articulam no espaço neutro diante do corpo e os que se aproximam de uma determinada região do corpo, como a cabeça, a cintura e os ombros”; (BRITO, 1995). c) Movimento, que é um “parâmetro complexo que pode envolver uma vasta rede de formas e direções, desde os movimentos internos da mão, os movimentos do pulso, os movimentos direcionais no espaço até conjuntos de movimentos no mesmo sinal. O movimento que as mãos descrevem no espaço ou sobre o corpo pode ser em linhas retas, curvas, sinuosas ou circulares em várias direções e posições”. (BRITO, 1995)

  • Parâmetros secundários: a) Disposição das mãos, em que as “articulações dos sinais podem ser feitas apenas pela mão dominante ou pelas duas mãos. Neste último caso, as duas mãos podem se movimentar para formar o sinal, ou então, apenas a mão dominante se movimenta e a outra funciona como um ponto de articulação”; (BRITO, 1995). b) Orientação da palma das mãos, “é a direção da palma da mão durante o sinal: voltada para cima, para baixo, para o corpo, para frente, para a esquerda ou para a direita. Pode haver mudança na orientação durante a execução do movimento”; (BRITO, 1995)

    Parâmetros secundários: a) Disposição das mãos, em que as “articulações dos sinais podem ser feitas apenas pela mão dominante ou pelas duas mãos. Neste último caso, as duas mãos podem se movimentar para formar o sinal, ou então, apenas a mão dominante se movimenta e a outra funciona como um ponto de articulação”; (BRITO, 1995). b) Orientação da palma das mãos, “é a direção da palma da mão durante o sinal: voltada para cima, para baixo, para o corpo, para frente, para a esquerda ou para a direita. Pode haver mudança na orientação durante a execução do movimento”; (BRITO, 1995)

  • c) Região de contato, “refere-se à parte da mão que entra em contato com o corpo. Esse contato pode-se dar de maneiras diferentes: através de um toque, de um risco, de um deslizamento etc.” (BRITO, 1995). d) Expressões faciais “muitos sinais, além dos parâmetros mencionados acima, têm como elemento diferenciador também a expressão facial e/ou corporal, traduzindo sentimentos e dando mais sentido ao enunciado e em muitos casos determina o significado do sinal” (SILVA, p. 55, 2002). Ou seja, podem expressar as diferenças entre sentenças afirmativas, interrogativas, exclamativas e negativas.

    c) Região de contato, “refere-se à parte da mão que entra em contato com o corpo. Esse contato pode-se dar de maneiras diferentes: através de um toque, de um risco, de um deslizamento etc.” (BRITO, 1995). d) Expressões faciais “muitos sinais, além dos parâmetros mencionados acima, têm como elemento diferenciador também a expressão facial e/ou corporal, traduzindo sentimentos e dando mais sentido ao enunciado e em muitos casos determina o significado do sinal” (SILVA, p. 55, 2002). Ou seja, podem expressar as diferenças entre sentenças afirmativas, interrogativas, exclamativas e negativas.

  • Antes de começarmos nossa caminhada para o aprendizado da Língua Brasileira de Sinais é importantíssimo que você compreenda que esta língua não é a língua de um país mas, é a língua de um povo que se auto-denomina de Povo Surdo cultural e não medicalizada, possuem uma organização política de vida em função de suas habilidades, neste caso a principal é a habilidade visual, o que gera hábitos também visuais e uma língua também visual. No entanto, a palavra – surdo – possui vários sentidos. O mais usado é aquele ligado à ideia de doença, de falta, de incapacidade, de deficiência. Nem todos os surdos se identificam como surdos, há aqueles que ouvem pouco e/ou usam a oralidade identificando-se como deficientes auditivos, outros com o mesmo histórico preferem identificar-se como surdo, logo não se tem uma definição exata do termo.

    Antes de começarmos nossa caminhada para o aprendizado da Língua Brasileira de Sinais é importantíssimo que você compreenda que esta língua não é a língua de um país mas, é a língua de um povo que se auto-denomina de Povo Surdo cultural e não medicalizada, possuem uma organização política de vida em função de suas habilidades, neste caso a principal é a habilidade visual, o que gera hábitos também visuais e uma língua também visual. No entanto, a palavra – surdo – possui vários sentidos. O mais usado é aquele ligado à ideia de doença, de falta, de incapacidade, de deficiência. Nem todos os surdos se identificam como surdos, há aqueles que ouvem pouco e/ou usam a oralidade identificando-se como deficientes auditivos, outros com o mesmo histórico preferem identificar-se como surdo, logo não se tem uma definição exata do termo.

  • Neste curso quando nos referimos aos surdos, estamos nos referindo àqueles que utilizam a LIBRAS assim como você utiliza a Língua Portuguesa. O surdo para identificar aqueles que não são surdos costumam perguntar: Você é ouvinte?, assim o termo ouvinte é uma forma de reconhecer o não-surdo. Talvez não tenha ficado claro o suficiente quem são os surdos e quem são os ouvintes, mas com certeza gradativamente com o decorrer do curso você compreenderá o significado de tais termos.

    Neste curso quando nos referimos aos surdos, estamos nos referindo àqueles que utilizam a LIBRAS assim como você utiliza a Língua Portuguesa. O surdo para identificar aqueles que não são surdos costumam perguntar: Você é ouvinte?, assim o termo ouvinte é uma forma de reconhecer o não-surdo. Talvez não tenha ficado claro o suficiente quem são os surdos e quem são os ouvintes, mas com certeza gradativamente com o decorrer do curso você compreenderá o significado de tais termos.


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  • Profª Esp. Leiliane Fontenelle
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  • LIBRAS - Língua Brasileira de Sinais LIBRAS, ou Língua Brasileira de Sinais, é a língua materna dos surdos brasileiros e, como tal, poderá ser aprendida por qualquer pessoa interessada pela comunicação com essa comunidade. Como língua, esta é composta de todos os componentes pertinentes às línguas orais, como gramática semântica, pragmática sintaxe e outros elementos, preenchendo, assim, os requisitos científicos para ser considerada instrumental lingüístico de poder e força. Possui todos os elementos classificatórios identificáveis de uma língua e demanda de prática para seu aprendizado, como qualquer outra língua. Foi na década de 60 que as línguas de sinais foram estudadas e analisadas, passando então a ocupar um status de língua. É uma língua viva e autônoma, reconhecida pela lingüística. extraido de www.feneis.com.br
  • Pesquisas com filhos surdos de pais surdos estabelecem que a aquisição precoce da Língua de Sinais dentro do lar é um benefício e que esta aquisição contribui para o aprendizado da língua oral como Segunda língua para os surdos. Os estudos em indivíduos surdos demonstram que a Língua de Sinais apresenta uma organização neural semelhante à língua oral, ou seja, que esta se organiza no cérebro da mesma maneira que as línguas faladas. A Língua de Sinais apresenta, por ser uma língua, um período crítico precoce para sua aquisição, considerando-se que a forma de comunicação natural é aquela para o qual o sujeito está mais bem preparado, levando-se em conta a noção de conforto estabelecido diante de qualquer tipo de aquisição na tenra idade. extraido de www.feneis.com.br
  • EXISTE A LÍNGUA DE SINAIS: - Americana - Inglesa - Francesa e várias outras línguas de sinais em vários países, bem como a brasileira.
  • PARÂMETROS DA LIBRAS A estrutura da Língua Brasileira de Sinais é constituída de parâmetros primários e secundários que se combinam de forma sequencial ou simultânea. Segundo Brito (1995, p. 36 – 41). Parâmetros primários: a) Configurações das mãos, em que as mãos tomam as diversas formas na realização de sinais. De acordo com a autora, são 46 configurações de mãos na Língua Brasileira de Sinais;
  • b) Ponto de articulação, que é o “espaço em frente ao corpo ou uma região do próprio corpo, onde os sinais são articulados. Esses sinais articulados no espaço são de dois tipos, os que articulam no espaço neutro diante do corpo e os que se aproximam de uma determinada região do corpo, como a cabeça, a cintura e os ombros”; (BRITO, 1995). c) Movimento, que é um “parâmetro complexo que pode envolver uma vasta rede de formas e direções, desde os movimentos internos da mão, os movimentos do pulso, os movimentos direcionais no espaço até conjuntos de movimentos no mesmo sinal. O movimento que as mãos descrevem no espaço ou sobre o corpo pode ser em linhas retas, curvas, sinuosas ou circulares em várias direções e posições”. (BRITO, 1995)
  • Parâmetros secundários: a) Disposição das mãos, em que as “articulações dos sinais podem ser feitas apenas pela mão dominante ou pelas duas mãos. Neste último caso, as duas mãos podem se movimentar para formar o sinal, ou então, apenas a mão dominante se movimenta e a outra funciona como um ponto de articulação”; (BRITO, 1995). b) Orientação da palma das mãos, “é a direção da palma da mão durante o sinal: voltada para cima, para baixo, para o corpo, para frente, para a esquerda ou para a direita. Pode haver mudança na orientação durante a execução do movimento”; (BRITO, 1995)
  • c) Região de contato, “refere-se à parte da mão que entra em contato com o corpo. Esse contato pode-se dar de maneiras diferentes: através de um toque, de um risco, de um deslizamento etc.” (BRITO, 1995). d) Expressões faciais “muitos sinais, além dos parâmetros mencionados acima, têm como elemento diferenciador também a expressão facial e/ou corporal, traduzindo sentimentos e dando mais sentido ao enunciado e em muitos casos determina o significado do sinal” (SILVA, p. 55, 2002). Ou seja, podem expressar as diferenças entre sentenças afirmativas, interrogativas, exclamativas e negativas.
  • Antes de começarmos nossa caminhada para o aprendizado da Língua Brasileira de Sinais é importantíssimo que você compreenda que esta língua não é a língua de um país mas, é a língua de um povo que se auto-denomina de Povo Surdo cultural e não medicalizada, possuem uma organização política de vida em função de suas habilidades, neste caso a principal é a habilidade visual, o que gera hábitos também visuais e uma língua também visual. No entanto, a palavra – surdo – possui vários sentidos. O mais usado é aquele ligado à ideia de doença, de falta, de incapacidade, de deficiência. Nem todos os surdos se identificam como surdos, há aqueles que ouvem pouco e/ou usam a oralidade identificando-se como deficientes auditivos, outros com o mesmo histórico preferem identificar-se como surdo, logo não se tem uma definição exata do termo.
  • Neste curso quando nos referimos aos surdos, estamos nos referindo àqueles que utilizam a LIBRAS assim como você utiliza a Língua Portuguesa. O surdo para identificar aqueles que não são surdos costumam perguntar: Você é ouvinte?, assim o termo ouvinte é uma forma de reconhecer o não-surdo. Talvez não tenha ficado claro o suficiente quem são os surdos e quem são os ouvintes, mas com certeza gradativamente com o decorrer do curso você compreenderá o significado de tais termos.
  • Deficiência Auditiva X Surdo X Mudo Decreto 5.625/05 D.A: É uma situação que caracteriza uma perda de grau leve a moderado da audição, preservando resíduos auditivos o que não lhe prejudica a fala como um todo. Surdos: São as pessoas que não possuem resíduos auditivos capazes de captações sonoras e utilizam-se da comunicação espaço-visual como o principal meio de conhecer o mundo e se interar com ele, por substituição à audição e a fala. Mudo: É uma situação clínico-patológica que acomete o órgão fono articulatório caracterizando uma ausência parcial ou total das pregas vocais causando a impossibilidade da fala.
  • LIBRAS É uma sigla que significa Língua Brasileira de Sinais Língua esta que é natural das comunidades surdas, não são simplesmente mímicas e gestos soltos para facilitar a comunicação. Têm suas estruturas gramaticais próprias e atribui-se o status de língua, pois também são composta pelos níveis linguísticos: fonológico, morfológico,sintático, semântico, lexical e pragmático. Lei 10.436/ 24 de Abril de 2002 Lei 5.626/ 22 de Dezembro de 2005
  • Cultura Em geral os surdos são muito autênticos e objetivos utilizando uma linha de raciocínio mais lógica, direta e concreta, - Acordam com um simples acender/apagar de luz, - Gostam de ritmos e vibrações fortes, - Gostam de relacionar-se com outros surdos, - Utilizam da LIBRAS e do processo anafórico para se comunicarem.
  • Deficiência auditiva (também conhecida como hipoacusia ou surdez) é a incapacidade parcial ou total de audição. Pode ser de nascença ou causada posteriormente por doenças. No passado, costumava-se achar que a surdez era acompanhada por algum tipo de déficit de inteligência. Entretanto, com a inclusão dos surdos no processo educativo, compreendeu-se que eles, em sua maioria, não tinham a possibilidade de desenvolver a inteligência em virtude dos poucos estímulos que recebiam e que isto era devido à dificuldade de comunicação entre surdos e ouvintes. Porém, o desenvolvimento das diversas línguas de sinais e o trabalho de ensino das línguas orais permitiram aos surdos os meios de desenvolvimento de sua inteligência. FONTE: http://www.deficienteonline.com.br/deficiencia-auditiva-tipos-e-definicoes_13.html
  • CARACTERIZANDO A SURDEZ O conhecimento sobre as características da surdez permite àqueles que se relacionam ou que pretendem desenvolver algum tipo de trabalho pedagógico com pessoas surdas, a compreensão desse fenômeno, aumentando sua possibilidade de atender às necessidades especiais constatadas. Quanto ao período de aquisição, a surdez pode ser dividida em dois grandes grupos: • Congênitas, quando o indivíduo já nasceu surdo. Nesse caso a surdez é pré-lingual, ou seja, ocorreu antes da aquisição da linguagem. • Adquiridas, quando o indivíduo perde a audição no decorrer da sua vida. Nesse caso a surdez poderá ser pré ou pós-lingual, dependendo da sua ocorrência ter se dado antes ou depois da aquisição da linguagem. Fonte: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/alunossurdos.pdf
  • Quanto à etiologia (causas da surdez), elas se dividem em: • Pré-natais – surdez provocada por fatores genéticos e hereditários, doenças adquiridas pela mãe na época da gestação (rubéola, toxoplasmose, citomegalovírus), e exposição da mãe a drogas ototóxicas (medicamentos que podem afetar a audição). • Peri-natais: surdez provocada mais freqüentemente por parto prematuro, anóxia cerebral (falta de oxigenação no cérebro logo após o nascimento) e trauma de parto (uso inadequado de fórceps, parto excessivamente rápido, parto demorado). • Pós-natais: surdez provocada por doenças adquiridas pelo indivíduo ao longo da vida, como: meningite, caxumba, sarampo. Além do uso de medicamentos ototóxicos, outros fatores também têm relação com a surdez, como avanço da idade e acidentes. Fonte: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/alunossurdos.pdf
  • Com relação à localização (tipo de perda auditiva) da lesão, a alteração auditiva pode ser: • Condutiva: quando está localizada no ouvido externo e/ou ouvido médio; as principais causas deste tipo são as otites, rolha de cera, acúmulo de secreção que vai da tuba auditiva para o interior do ouvido médio, prejudicando a vibração dos ossículos (geralmente aparece em crianças frequentemente resfriadas). Na maioria dos casos, essas perdas são reversíveis após tratamento. • Neurossensorial: quando a alteração está localizada no ouvido interno (cóclea ou em fibras do nervo auditivo). Esse tipo de lesão é irreversível; a causa mais comum é a meningite e a rubéola materna. • Mista: quando a alteração auditiva está localizada no ouvido externo e/ou médio e ouvido interno. Geralmente ocorre devido a fatores genéticos, determinantes de má formação. • Central: A alteração pode se localizar desde o tronco cerebral até às regiões subcorticais e córtex cerebral. Fonte: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/alunossurdos.pdf
  • O audiômetro - é um instrumento utilizado para medir a sensibilidade auditiva de um indivíduo. O nível de intensidade sonora é medido em decibel (dB). Por meio desse instrumento faz-se possível a realização de alguns testes, obtendo-se uma classificação da surdez quanto ao grau de comprometimento (grau e/ou intensidade da perda auditiva), a qual está classificada em níveis, de acordo com a sensibilidade auditiva do indivíduo: Fonte: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/alunossurdos.pdf :
  • NÍVEIS DE SURDEZ E APARELHOS Pode-se dividir a perda auditiva em 5 categorias + Anacusia. (conforme Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999) Surdez leve: perda auditiva entre 25db e 40db   Surdez moderada: perda auditiva entre 41db e 55db   Surdez acentuada: perda auditiva entre 56db e 70db   Surdez severa: perda auditiva entre 71db e 90db Surdez profunda: perda auditiva acima de 91db   db=decibéis
  • Anacusia: este termo significa falta de audição, sendo diferente de surdez, onde existem resíduos auditivos. Audição Considerada Normal - perda entre 0 a 24 db nível de audição. A surdez pode ser, ainda, classificada como unilateral, quando se apresenta em apenas um ouvido e bilateral, quando acomete ambos ouvidos. http://www.surdo.org.br/informacao.php?lg=pt&info=Niveis
  • TIPOS DE DEFICIÊNCIA AUDITIVA   DEFICIÊNCIA AUDITIVA CONDUTIVA: Qualquer interferência na transmissão do som desde o conduto auditivo externo até a orelha interna (cóclea). A orelha interna tem capacidade de funcionamento normal mas não é estimulada pela vibração sonora. Esta estimulação poderá ocorrer com o aumento da intensidade do estímulo sonoro. A grande maioria das deficiências auditivas condutivas pode ser corrigida através de tratamento clínico ou cirúrgico. http://www.surdo.org.br/informacao.php?lg=pt&info=Niveis
  • DEFICIÊNCIA AUDITIVA SENSÓRIO-NEURAL: Ocorre quando há uma impossibilidade de recepção do som por lesão das células ciliadas da cóclea ou do nervo auditivo. Os limiares por condução óssea e por condução aérea, alterados, são aproximadamente iguais. A diferenciação entre as lesões das células ciliadas da cóclea e do nervo auditivo só pode ser feita através de métodos especiais de avaliação auditiva. Este tipo de deficiência auditiva é irreversível. DEFICIÊNCIA AUDITIVA MISTA: Ocorre quando há uma alteração na condução do som até o órgão terminal sensorial associada à lesão do órgão sensorial ou do nervo auditivo. O audiograma mostra geralmente limiares de condução óssea abaixo dos níveis normais, embora com comprometimento menos intenso do que nos limiares de condução aérea. http://www.surdo.org.br/informacao.php?lg=pt&info=Niveis
  • DEFICIÊNCIA AUDITIVA CENTRAL, DISFUNÇÃO AUDITIVA CENTRAL OU SURDEZ CENTRAL: Este tipo de deficiência auditiva não é, necessariamente, acompanhado de diminuição da sensitividade auditiva, mas manifesta-se por diferentes graus de dificuldade na compreensão das informações sonoras. Decorre de alterações nos mecanismos de processamento da informação sonora no tronco cerebral (Sistema Nervoso Central). http://www.surdo.org.br/informacao.php?lg=pt&info=Niveis
  • Principais causas da surdez: Durante a gestação - infecções materna como rubéola, toxoplasmose, sífilis, herpes; uso de drogas ou medicamentos ototóxicos; incompatibilidade sangüínea pelo fator RH entre a mãe e o filho; e hereditariedade (genético).  Recém-nascidos - história familiar de deficiência auditiva congênita; infecção congênitas como sífilis, toxoplasmose, rubéola, citomegalovírus e herpes; anomalias crânio-faciais; peso inferior a 1.500g; entre outras.  Jovens e adultos - infecções virais e bacteriológicas, como meningite, caxumba e sarampo; infecções no ouvido; medicamentos ototóxicos; exposição a produtos químicos; traumas cranianos; exposição ao barulho; presbiacusia (diminuição da audição em decorrência da idade); doenças que alteram a circulação de sangue no ouvido interno como diabetes; hipertensão e colesterol elevado. FONTE: http://www.senado.gov.br/noticias/jornal/cidadania/surdez/not02.htm
  • Fatores comportamentais que podem sugerir problemas de audição: Bebê:  - não acorda com barulhos fortes, como porta batendo;  - não vira a cabeça quando é chamado; Criança: - não forma frases simples por volta dos dois anos; - aumenta volume do aparelho de som e da TV; - não consegue localizar de onde vem o som;  - busca contato visual para se comunicar; - tem dificuldades no aprendizado;  - tem desatenção ou falta de concentração;  - escreve ou fala trocando fonemas.  http://www.senado.gov.br/noticias/jornal/cidadania/surdez/not02.htm
  • Adulto e idoso: - dificuldade de entender o que é dito;  - escuta TV e rádio em volume muito alto; - apresenta secreção no ouvido; - relata barulho ou zumbido no ouvido;  - isolamento;  - fala muito alto.  http://www.senado.gov.br/noticias/jornal/cidadania/surdez/not02.htm
  • Dicas de prevenção:  - Mulheres devem ser vacinadas contra a rubéola antes de engravidar.  - Na gestação, é essencial a realização dos exames pré-natais.  - Crianças devem ser vacinadas contra sarampo, meningite e caxumba.  - Recém-nascidos devem ser submetidos ao teste da orelhinha.  - Deve-se evitar exposição ao barulho e usar protetores de ouvido em situações de exposição.  - Trabalhador exposto ao barulho deve se proteger com tampões e realizar exames auditivos com freqüência.  Em qualquer caso de suspeita de alteração auditiva, seja transitória ou permanente, é indispensável a avaliação de um médico otorrinolaringologista, especialista em nariz, ouvido e garganta. Posteriormente, o paciente deverá ser encaminhado para a realização dos exames audiológicos, geralmente realizados por um fonoaudiólogo.  FONTE: http://www.senado.gov.br/noticias/jornal/cidadania/surdez/not02.htm
  • UNIVERSALIDADE Ao contrário do que muitos pensam, a língua de sinais não é universal, nem mesmo a nível nacional existe uma padronização, inda mais em um país de grandes dimensões como o nosso. Em uma cidade como São Paulo podemos observar até certos "bairrismos". Grupos de surdos possuem sinais diferentes para uma mesma situação. Em cada país a língua de sinais tem uma estrutura diferente, embora muito parecida. No Brasil a Libras, nos Estados Unidos o American Sign Language - ASL, e assim por diante. Só no continente africano temos 25 línguas gestuais. Em nossa américa são 21 - Geralmente chamadas de Lingua Gestual. http://www.surdo.org.br/informacao.php?lg=pt&info=Sinais
  • ALFABETO DE SINAIS Você deve conhecer o alfabeto brasileiro de sinais. Embora muito utilizado, não pense que cada palavra numa comunicação com um surdo será feita desta forma, soletrada. Existem sinais para palavras inteiras e até para sentenças. Isto facilita e agiliza a comunicação, porém tais sinais devem ser utilizados dentro de uma estrutura - a LIBRAS. Também é muito comum observar sinais iguais para objetos ou palavras diferentes, mas isto não dificulta o aprendizado desta língua. Existem pessoas treinadas para realizar o trabalho de INTÉRPRETES da LIBRAS. Não é o bastante saber sinais, há de ser respeitado um código de ética e conduta, além de outros pontos que você aprende em curso próprio. http://www.surdo.org.br/informacao.php?lg=pt&info=Sinais http://www.surdo.org.br/informacao.php?lg=pt&info=Sinais
  • APRENDA SINAIS O aprendizado da língua de sinais é uma delícia. É surpreendente a riqueza desta língua e a facilidade de assimilação. A importância dela para o convívio com surdos, e a necessidade de familiares a dominarem para comunicação efetiva, faz com que a necessidade de aprender Libras aponte para cada um de nós.Você pode aprender língua de sinais com professores Surdos, devidamente habilitados em igrejas, comunidades e escolas. Pode aprender também através do convívio com algum surdo, cursos livres online. Tenha certeza que o surdo terá enorme prazer em ensiná-lo e toda a paciência do mundo. http://www.surdo.org.br/informacao.php?lg=pt&info=Sinais
  • LEI Nº 10.436, DE 24 DE ABRIL DE 2002 Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA: Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º É reconhecida como meio legal de comunicação e expressão a Língua Brasileira de Sinais - Libras e outros recursos de expressão a ela associados. Parágrafo único. Entende-se como Língua Brasileira de Sinais - Libras a forma de comunicação e expressão, em que o sistema lingüístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constituem um sistema lingüístico de transmissão de idéias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil.
  • Art. 2º Deve ser garantido, por parte do poder público em geral e empresas concessionárias de serviços públicos, formas institucionalizadas de apoiar o uso e difusão da Língua Brasileira de Sinais - Libras como meio de comunicação objetiva e de utilização corrente das comunidades surdas do Brasil. Art. 3º As instituições públicas e empresas concessionárias de serviços públicos de assistência à saúde devem garantir atendimento e tratamento adequado aos portadores de deficiência auditiva, de acordo com as normas legais em vigor. Art. 4º O sistema educacional federal e os sistemas educacionais estaduais, municipais e do Distrito Federal devem garantir a inclusão nos cursos de formação de Educação Especial, de Fonoaudiologia e de Magistério, em seus níveis médio e superior, do ensino da Língua Brasileira de Sinais - Libras, como parte integrante dos Parâmetros Curriculares Nacionais - PCNs, conforme legislação vigente.
  • Parágrafo único. A Língua Brasileira de Sinais - Libras não poderá substituir a modalidade escrita da língua portuguesa. Art. 5º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 24 de abril de 2002; 181º da Independência e 114º da República. FERNANDO HENRIQUE CARDOSO Paulo Renato Souza http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/direitoaeducacao.pdf
  • VAMOS INICIAR NOSSA PRÁTICA http://www.webquestfacil.com.br/webquest.php?wq=3101
  • ALFABETO EM LIBRAS http://www.surdo.com.br/alfabeto-libras.html      
  • FONTE: http://www.cbsurdos.org.br/libras.htm
  • NUMERAIS EM LIBRAS FONTE: https://rcolacique.wordpress.com/2010/02/20/numerais/
  • Fonte: http://pt.slideshare.net/flarcosta/1-slide-saudaes-e-cumprimentos
  • ALGUMAS CORES EM LIBRAS FONTE: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAemksAC/apos-cores
  • EXERCÍCIOS DÊ OS NOMES DAS CORES FONTE: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAemksAC/apos-cores
  • FONTE: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAemksAC/apos-cores
  • FAMÍLIA EM LIBRAS FONTE: http://educandocomarte10.blogspot.com.br/2011/07/libras-familia.html
  • MÊSES EM LIBRAS FONTE: http://mylivebehappy.blogspot.com.br/2010/10/meses-do-ano.html
  • DIAS DA SEMANA EM LIBRAS FONTE: http://pt.slideshare.net/mideslan/libras-calendario
  • FRUTAS EM LIBRAS FONTE: http://incluirpodeedeveserreal.blogspot.com.br/2013/03/recursos-didaticos-cartazes-de-frutas.html
  • ALIMENTOS EM LIBRAS FONTE: http://lainne1989.blogspot.com.br/2011/06/alimentos-em-libras.html
  • MEIOS DE TRANSPORTE EM LIBRAS FONTE: http://professora-diva-libras.blogspot.com.br/2011/03/meios-de-transporte.html
  • MEIOS DE COMUNICAÇÃO EM LIBRAS FONTE: http://lainne1989.blogspot.com.br/2011/06/meios-de-transporte-em-libras.html
  • ANIMAIS EM LIBRAS FONTE: http://apaixonadasporlibras.blogspot.com.br/2012/03/animais-libras.html
  • VESTUÁRIO EM LIBRAS FONTE: http://trabalhandocomsurdos.blogspot.com.br/2014/09/vestuario-em-libras.html
  • SENTIMENTOS EM LIBRAS FONTE: http://trabalhandocomsurdos.blogspot.com.br/search/label/Express%C3%A3o%20Facial%20e%20Corporal
  • ATIVIDADE SEMANA EM LIBRAS FONTE: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/discovirtual/galerias/imagem/0000001131/0000021733.jpg
  • ATIVIDADE MÊSES EM LIBRAS FONTE: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/discovirtual/galerias/imagem/0000001131/0000021733.jpg
  • FONTE: http://ensinolibras.blogspot.com.br/2011/03/atividades-do-alfabeto-e-numeros-em.html
  • FONTE: http://ensinolibras.blogspot.com.br/2011/03/atividades-do-alfabeto-e-numeros-em.html
  • FIM