Curso Online de Mediação Escolar
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Curso Online de Mediação Escolar

Na atual escola, incluir é palavra chave. Porém é preciso saber incluir e mediar determinados alunos. Este curso traz material e teoria d...

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Na atual escola, incluir é palavra chave. Porém é preciso saber incluir e mediar determinados alunos. Este curso traz material e teoria de como atuar como mediador escolar. Apresenta as dificuldades mais comuns e como trabalhar uma a uma.

Pedagoga, psicopedagoga clínica e institucional, educadora especial. Professora da equipe CENSUPEG, FOCUS. Psicodramaturgica pelo IPUB/UFRJ. Atua como consultora psicopedagogica em diversas escolas. Atende em consultórios na Vila da penha, Vila Valqueire e Barra da Tijuca. Fundadora do blogger psicopedagogia e prevenção.


- Maria Jose Da Silva

- Ellen Padilha Barros

- Marcia Cardoso Seitas Fernandes

- Vanessa Silva Ferreira

- Paloma Aprecida Teodora De Oliveira

- Juliana Cristina Silveira Pedreira

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  • MEDIAÇÃO ESCOLAR

    MEDIAÇÃO ESCOLAR

    por Michele Joia da Silva

  • O MEDIADOR “Se uma criança não aprende da maneira que queremos, devemos ensiná-la da maneira que ela pode aprender” Marion Welchmann

    O MEDIADOR “Se uma criança não aprende da maneira que queremos, devemos ensiná-la da maneira que ela pode aprender” Marion Welchmann

  • DIREITO Direito à Educação OPORTUNIDADES EDUCACIONAIS IMPLICA EM ATENDER À DEMANDA Ou seja, atender à extensa gama de diferenças individuais existente entre os educandos.

    DIREITO Direito à Educação OPORTUNIDADES EDUCACIONAIS IMPLICA EM ATENDER À DEMANDA Ou seja, atender à extensa gama de diferenças individuais existente entre os educandos.

  • O MEDIADOR AÇÕES: Intervenções que tragam para o cotidiano escolar um olhar para o aluno com deficiência, suas possibilidades e singularidades, com intervenções que instaurem as diferenças e não salientem as desigualdades. Deslocar o olhar do diagnóstico para a pessoa.

    O MEDIADOR AÇÕES: Intervenções que tragam para o cotidiano escolar um olhar para o aluno com deficiência, suas possibilidades e singularidades, com intervenções que instaurem as diferenças e não salientem as desigualdades. Deslocar o olhar do diagnóstico para a pessoa.

  • CURRÍCULO INCLUSIVO Um currículo inclusivo parte do princípio de que os conteúdos apresentados nas aulas não são apenas um fim, mas um meio para o desenvolvimento das estruturas afetivo - cognitivas dos alunos.

    CURRÍCULO INCLUSIVO Um currículo inclusivo parte do princípio de que os conteúdos apresentados nas aulas não são apenas um fim, mas um meio para o desenvolvimento das estruturas afetivo - cognitivas dos alunos.

  • O MEDIADOR PODE... ... Auxiliar à criança na realização de suas atividades diárias, fornecendo o suporte necessário para que ela consiga desenvolver/aprimorar suas potencialidades. Oferecer as ferramentas necessárias para que a criança se comunique e que volte sua atenção para realizar as atividades escolares ... Trabalhar para que o aluno desenvolva autonomia e independência em suas atividades diárias, bem como nos relacionamentos sociais.

    O MEDIADOR PODE... ... Auxiliar à criança na realização de suas atividades diárias, fornecendo o suporte necessário para que ela consiga desenvolver/aprimorar suas potencialidades. Oferecer as ferramentas necessárias para que a criança se comunique e que volte sua atenção para realizar as atividades escolares ... Trabalhar para que o aluno desenvolva autonomia e independência em suas atividades diárias, bem como nos relacionamentos sociais.

  • O MEDIADOR DEVE... Conhecer os objetivos a curto prazo Entender a função de cada comportamento da criança ... Adaptar o material ...Usar a criatividade ...Ser persistente Acreditar...

    O MEDIADOR DEVE... Conhecer os objetivos a curto prazo Entender a função de cada comportamento da criança ... Adaptar o material ...Usar a criatividade ...Ser persistente Acreditar...

  • ... Ser a ponte de acesso da criança ao seu meio circundante. ...Facilitar as interações e as trocas comunicativas ...respeitar as singularidades de cada criança ... Avaliar a intensidade do apoio que a criança necessita em cada atividade, podendo participar de forma intensa e em outros momentos deixar a criança caminhar sozinha.

    ... Ser a ponte de acesso da criança ao seu meio circundante. ...Facilitar as interações e as trocas comunicativas ...respeitar as singularidades de cada criança ... Avaliar a intensidade do apoio que a criança necessita em cada atividade, podendo participar de forma intensa e em outros momentos deixar a criança caminhar sozinha.

  • O MEDIADOR NÃO DEVE... Delegar lugar diferente Horários diferentes Reafirmar o papel de criança incapaz Não considerar as habilidades educacionais das crianças com autismo

    O MEDIADOR NÃO DEVE... Delegar lugar diferente Horários diferentes Reafirmar o papel de criança incapaz Não considerar as habilidades educacionais das crianças com autismo

  • OS CUIDADOS AO INCLUIR: Chamberlain (2002) diz que um processo de inclusão malsucedido pode aumentar os riscos de isolamento, rejeição dos pares e baixa qualidade de amizades. Quando não há ambiente apropriado e condições adequadas à inclusão,a possibilidade de ganhos no desenvolvimento cede lugar ao prejuízo para todas as crianças. Isso aponta para a necessidade de reestruturação geral do sistema social e escolar para que a inclusão se efetive. (Bossa, 2009)

    OS CUIDADOS AO INCLUIR: Chamberlain (2002) diz que um processo de inclusão malsucedido pode aumentar os riscos de isolamento, rejeição dos pares e baixa qualidade de amizades. Quando não há ambiente apropriado e condições adequadas à inclusão,a possibilidade de ganhos no desenvolvimento cede lugar ao prejuízo para todas as crianças. Isso aponta para a necessidade de reestruturação geral do sistema social e escolar para que a inclusão se efetive. (Bossa, 2009)

  • PRINCIPAL OBJETIVO DA INCLUSÃO: O objetivo do aprendizado de coisas simples do dia-a-dia seria o de as tornarem mais autônomas e independentes possíveis. Podendo conquistar seu lugar na família, na escola e na sociedade. “Na medida em que esses ‘conteúdos’ vão sendo desenvolvidos e ‘aprendidos’ por esses alunos, torna-se possível a entrada de outros conteúdos, da alfabetização, da matemática, etc.” (Zilmer, 2003, p. 30).

    PRINCIPAL OBJETIVO DA INCLUSÃO: O objetivo do aprendizado de coisas simples do dia-a-dia seria o de as tornarem mais autônomas e independentes possíveis. Podendo conquistar seu lugar na família, na escola e na sociedade. “Na medida em que esses ‘conteúdos’ vão sendo desenvolvidos e ‘aprendidos’ por esses alunos, torna-se possível a entrada de outros conteúdos, da alfabetização, da matemática, etc.” (Zilmer, 2003, p. 30).


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  • DIREITO Direito à Educação OPORTUNIDADES EDUCACIONAIS IMPLICA EM ATENDER À DEMANDA Ou seja, atender à extensa gama de diferenças individuais existente entre os educandos.
  • O MEDIADOR AÇÕES: Intervenções que tragam para o cotidiano escolar um olhar para o aluno com deficiência, suas possibilidades e singularidades, com intervenções que instaurem as diferenças e não salientem as desigualdades. Deslocar o olhar do diagnóstico para a pessoa.
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  • O MEDIADOR PODE... ... Auxiliar à criança na realização de suas atividades diárias, fornecendo o suporte necessário para que ela consiga desenvolver/aprimorar suas potencialidades. Oferecer as ferramentas necessárias para que a criança se comunique e que volte sua atenção para realizar as atividades escolares ... Trabalhar para que o aluno desenvolva autonomia e independência em suas atividades diárias, bem como nos relacionamentos sociais.
  • O MEDIADOR DEVE... Conhecer os objetivos a curto prazo Entender a função de cada comportamento da criança ... Adaptar o material ...Usar a criatividade ...Ser persistente Acreditar...
  • ... Ser a ponte de acesso da criança ao seu meio circundante. ...Facilitar as interações e as trocas comunicativas ...respeitar as singularidades de cada criança ... Avaliar a intensidade do apoio que a criança necessita em cada atividade, podendo participar de forma intensa e em outros momentos deixar a criança caminhar sozinha.
  • O MEDIADOR NÃO DEVE... Delegar lugar diferente Horários diferentes Reafirmar o papel de criança incapaz Não considerar as habilidades educacionais das crianças com autismo
  • OS CUIDADOS AO INCLUIR: Chamberlain (2002) diz que um processo de inclusão malsucedido pode aumentar os riscos de isolamento, rejeição dos pares e baixa qualidade de amizades. Quando não há ambiente apropriado e condições adequadas à inclusão,a possibilidade de ganhos no desenvolvimento cede lugar ao prejuízo para todas as crianças. Isso aponta para a necessidade de reestruturação geral do sistema social e escolar para que a inclusão se efetive. (Bossa, 2009)
  • PRINCIPAL OBJETIVO DA INCLUSÃO: O objetivo do aprendizado de coisas simples do dia-a-dia seria o de as tornarem mais autônomas e independentes possíveis. Podendo conquistar seu lugar na família, na escola e na sociedade. “Na medida em que esses ‘conteúdos’ vão sendo desenvolvidos e ‘aprendidos’ por esses alunos, torna-se possível a entrada de outros conteúdos, da alfabetização, da matemática, etc.” (Zilmer, 2003, p. 30).
  • RELAÇÕES DO MEDIADOR: Individualização Relação mediador - família Relação mediador - aluno Relação mediador-professor-escola Relação família-escola Relação escola-outras famílias
  •  QUAIS SÍNDROMES E TIPOS DE DIFICULDADES O MEDIADOR PODE AUXILIAR NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM?
  • • Dificuldade motora geral e acessibilidade: alunos com limitações motoras, mesmo com acessórios que facilitem a locomoção ou digitação, por exemplo, podem necessitar, pelo menos num período de adaptação, de mediadores escolares. A implementação de muitos recursos só é possível com este auxílio individualizado. Adaptações de material também podem ser uma constante.
  • • Dificuldades comportamentais importantes: determinados comportamentos, sobretudo agressivos, podem colocar em risco a integridade do próprio aluno, bem como de seus colegas. Neste caso, o mediador escolar pode favorecer interações saudáveis e, quando necessário, intervir em comportamentos que possam prejudicar alguém no ambiente escolar.
  • ORIENTAÇÃO AO MEDIADOR: - Perseverança na conclusão de trabalhos. - Capacidade para lhe dar com erros e frustrações. - Habilidades para superar desafios e reveses, perseverança na conclusão de trabalhos.
  • • Dificuldades de concentração e impulsividade: uma criança com déficit de atenção importante pode precisar de um profissional que possa mediar sua atenção e ensiná-lo a se auto-regular no tempo, com seus materiais, facilitando assim a organização da criança, o planejamento de atividades e a antecipação das possíveis reações, como controle da impulsividade, eventualmente
  • ORIENTAÇÕES PARA O MEDIADOR: - Propor atividades que façam sentido para o aluno, oferecer sempre ao aluno o retorno positivo sobre seu desempenho, para mantê-lo focado na atividade escolar. - Permitir que o aluno faça sugestões, estimular a organização do tempo e do material de trabalho. -
  • Evitar tarefas extremamente longas, como, por exemplo, pedir ao educando que copie da lousa um texto demasiadamente extenso. - Utilizar a afetividade e o interesse do aluno na construção do currículo. - Compartilhar tarefas e estimular trabalhos em grupo.
  • - Estimular a comunicação, cooperar nas suas atividades, trabalhar em consonência com a família. - Utilizar tecnologias que despertem o interesse e mantenham o foco de atenção, evitar tarefas monótonas e repetitivas.
  • Dificuldades de leitura: Nestes casos, o mediador ajuda os estudantes a rever informações sobre trabalhos ou relatórios, aulas de revisão de classe. Compartilha leituras, para que não haja sobrecarga na tarefa. Organiza a produção da escrita, quando a dificuldade prejudica muito a expressão de seus pensamentos. Seguindo a orientação do professor de turma, busca antecipar situações oferecendo outros recursos (vídeos, fotos, experiências), para que estes não dependam exclusivamente da leitura.
  • Cria experiências diferenciadas sobre os mais variados assuntos Adaptações de materiais podem ser importantes também. Além disso, o mediador pode aproveitar diversas situações do cotidiano escolar para estimular as habilidades necessárias para alfabetização.
  • Dificuldades na comunicação e interação: A estimulação de linguagem e da interação no ambiente privilegiado da escola visa não somente estimular a fala, como também tem o objetivo de desenvolver e promover a competência comunicativa e interacional.
  • Comumente, este tipo de abordagem produz um efeito no comportamento geral, uma vez que o desenvolvimento da comunicação favorece as relações, bem como a organização do mesmo. Não há uma etapa escolar restrita que precise de mediador, e sim uma demanda do aluno.
  • O autismo compreende um conjunto de comportamentos agrupados em uma tríade principal: comprometimentos na comunicação, dificuldades na interação sociale atividades restritorepetitivas.
  • Normalmente, a concentração para atividades pedagógicas é muito pequena. Mas, se repetida dia após dia, exigindo o tempo de atenção, de maneira lúdica e agradável, produzirá resultados. O aluno carece de uma educação individualizada, com ênfase na mudança de alguns comportamentos e aprendizado dos outros. O ponto mais importante é tornar o aprendizado agradável e afetivo.
  • O autista aprende de modo singular. Há uma relação diferente entre o cérebro e os sentidos, e as informações nem sempre geram conhecimento. O aluno autrista necessita descobrir a função de cada objeto e seu manuseio adequado.
  • SÍNDROME DE DOWN Sua construção do conhecimento, das letras, dos números é mais lenta do que os demais, porém a compreensão de mundo é compatível com qualquer pessoa dita “normal”. Seus interesses e manifestações são iguais a qualquer adolescente, inclusive o interesse por meninos. Os alunos com deficiência não são problemas; esses alunos são pessoas que apresentam desafios à capacidade dos professores e das escolas para oferecer uma educação para todos, respeitando a necessidade de cada um.
  • Se por um lado, a criança portadora da síndrome de Down tem muito a ganhar em termos sócio-afetivos permanecendo no ensino regular, na maioria das vezes, as escolas têm poucas alternativas para oferecer a estes alunos na apreensão dos conteúdos em sala de aula. O problema não é deixar a criança com Down nessa ou naquela escola, o problema é como evitar a exclusão e, ao mesmo tempo, incentivar a criança em seu desenvolvimento intelectual e emocional.
  • TAREFAS PEDAGÓGICAS E MATERIAIS DE APOIO