Curso Online de O DESENVOLVIMENTO DAS FUNÇÕES PSICOLÓGICAS SUPERIORES E OS PROBLEMAS DE ESCOLARIZAÇÃO
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Curso Online de O DESENVOLVIMENTO DAS FUNÇÕES PSICOLÓGICAS SUPERIORES E OS PROBLEMAS DE ESCOLARIZAÇÃO

CONCEITO: Distúrbio de Aprendizagem é um termo genérico que se refere a um grupo heterogêneo de desordens, manifestadas por dificulda...

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CONCEITO: Distúrbio de Aprendizagem é um termo genérico que se refere a um grupo heterogêneo de desordens, manifestadas por dificuldades na aquisição e no uso da audição, fala, escrita e raciocínio matemático. Essas desordens são intrínsecas ao indivíduo e presume-se serem uma disfunção de sistema nervoso central.

Produziu cursos na área de Instrumentação Cirúrgica, onde é formado desde 2003. Autor de mais de 100 cursos na área da saúde onde atuou por mais de 10 anos na enfermagem onde é formado desde 2004. Também produziu aproximadamente 200 cursos na área da educação (Geografia e História principalmente) onde cursou Licenciatura em História de 2009 a 2013. Autor também de alguns cursos de Administração onde cursa atualmente o 3º semestre em Administração e Gestão pela IERGS em Porto Alegre - RS. Pós-Graduado em História do Brasil pela PROMINAS.


- Elaine Ferraz De A. Da Silva

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  • O DESENVOLVIMENTO DAS FUNÇÕES PSICOLÓGICAS SUPERIORES E OS PROBLEMAS DE ESCOLARIZAÇÃO.

    O DESENVOLVIMENTO DAS FUNÇÕES PSICOLÓGICAS SUPERIORES E OS PROBLEMAS DE ESCOLARIZAÇÃO.

  • DISTÚRBIO DE APRENDIZAGEM

    DISTÚRBIO DE APRENDIZAGEM

    CONCEITO: Distúrbio de Aprendizagem é um termo genérico que se refere a um grupo heterogêneo de desordens, manifestadas por dificuldades na aquisição e no uso da audição, fala, escrita e raciocínio matemático. Essas desordens são intrínsecas ao indivíduo e presume-se serem uma disfunção de sistema nervoso central. Entretanto, o distúrbio de aprendizagem pode ocorrer concomitantemente com outras desordens como distúrbio sensorial, retardo mental, distúrbio emocional e social, ou sofrer influências ambientais como diferenças culturais, instrucionais inapropriadas ou insuficientes, ou fatores psicogênicos. Porém, não são resultado direto destas condições ou influências (Hammill conforme citado por Ciasca, 1994, p.36, grifos nossos).

  • PROBLEMATIZANDO...

    PROBLEMATIZANDO...

    INCIDÊNCIA: Encontramos 40% da população em idade escolar indicada como portadora de dificuldade de aprendizagem, enquanto somente 3% a 5% apresentariam distúrbio de aprendizagem (Campos, conforme citado por Rocha, 2004). No entanto, no âmbito escolar e nos serviços de atendimento especializado, esse índice é muito maior do que 3 a 5%.

    Estudo intitulado “qualidade da educação: uma nova leitura do desempenho dos estudantes da quarta série do ensino fundamental” demonstra que, em língua portuguesa, somente 5% da amostra podem ser considerados leitores competentes e em matemática, apenas 7% conseguem resolver problemas de forma coerente.

    Para a Psicologia Histórico-Cultural o aprendizado é considerado um aspecto fundamental para que as funções psicológicas superiores aconteçam. O ENSINO IMPULSIONA, PROMOVE O DESENVOLVIMENTO.

  • PORQUE ENFOCAR O FENÔMENO COMO PROBLEMAS DE ESCOLARIZAÇÃO...

    PORQUE ENFOCAR O FENÔMENO COMO PROBLEMAS DE ESCOLARIZAÇÃO...

    O cálculo, a leitura e a escrita são habilidades culturais, adquiridas pelo ensino sistematizado, portanto, não-inatas;

    Sua apropriação depende de uma relação: ensino-aprendizagem;

    Quando pensamos em distúrbio ou dificuldade DE APRENDIZAGEM, o fenômeno é enfocado sob o prisma unicamente do aluno, do aprendiz, de seu ambiente restrito familiar ou em seu organismo, numa visão ambientalista ou inatista;

    Problemas de escolarização obriga a pensar a constituição múltipla tanto do aprender como do não-aprender em relação com o ensinar e o não-ensinar, ou seja, a totalidade do fenômeno que vai além, inclusive, das relações unicamente intraescolares;

    A adoção da Psicologia Histórico-Cultural nos proíbe pensar os fenômenos de maneira fragmentada, pois ao compreender o homem como HISTÓRICO, não o vê como refém da maturação neuronal ou de estruturas biológicas herdadas.

  • A FORMAÇÃO DAS FUNÇÕES CORTICAIS SUPERIORES NO HOMEM...

    A FORMAÇÃO DAS FUNÇÕES CORTICAIS SUPERIORES NO HOMEM...

    Luria se opunha a duas vertentes dentro da neuropsicologia: o localizacionismo estreito e a visão holística.

    Localização dinâmica das funções mentais superiores: entende o cérebro como constituído por complexos sistemas funcionais que se formam ao longo do desenvolvimento cultural, responsáveis pelas funções superiores.

    Os sistemas funcionais , portanto,distinguem-se não somente pela complexidade de sua estrutura, como também pela mobilidade de suas partes constituintes.

  • SISTEMAS FUNCIONAIS

    SISTEMAS FUNCIONAIS

    Enquanto as formas superiores da atividade consciente são sempre baseadas em certos mecanismos externos – torna-se perfeitamente claro que esses apoios externos ou artifícios historicamente gerados são elementos essenciais no estabelecimento de conexões funcionais entre partes individuais do cérebro, e que por meio de sua ajuda áreas do cérebro que eram previamente independentes tornam-se os componentes de um sistema funcional único. (Luria, 1981, p.16)

    São três as principais unidades ou sistemas funcionais necessários para qualquer tipo de atividade mental: a unidade para regular o tono ou a vigília, a unidade responsável por obter, processar e armazenar as informações e outra para programar, regular e verificar a atividade mental. Os processos mentais do homem e a sua atividade consciente ocorrem com a participação destas três unidades, cada uma delas com seu papel específico.

  • PRIMEIRO SISTEMA FUNCIONAL

    PRIMEIRO SISTEMA FUNCIONAL

    Responsável pelo tono, a vigília e manutenção do nível de energia cortical para a atividade organizada, dirigida a metas. Suas estruturas estão abaixo do córtex, no tronco cerebral e possuem uma dupla relação com o córtex. A formação reticular do tronco cerebral exerce um papel ativador geral sobre o córtex, fortalecendo as reações motoras aos estímulos e o estado de vigília, e um papel inibidor, provocando sono.

    São três as origens dessa ativação: os processos metabólicos do organismo; a chegada de estímulos do mundo exterior ao corpo que produz o reflexo de orientação, e; as intenções e planos, previsões e programas que se formaram durante a vida consciente do homem, sociais em sua motivação e que são efetuados com a participação da fala, inicialmente externa e depois interna.

  • SEGUNDO SISTEMA FUNCIONAL

    SEGUNDO SISTEMA FUNCIONAL

    Função primária de recepção, análise e armazenamento de informações e localiza-se nas regiões posteriores como as regiões: visual (occipital), auditiva (temporal) e sensorial geral (parietal). Os sistemas desta unidade estão adaptados para a recepção de estímulos que vão ao cérebro a partir dos receptores periféricos, adaptadas para a recepção de informações visuais, auditivas, vestibulares ou sensoriais gerais.

    Todas estas regiões têm uma estrutura e organização hierárquica: áreas primárias (receptoras), áreas secundárias (associativas), ambas com analisadores específicos, e; áreas terciárias (zonas de superposição) onde diversos analisadores possibilitam o funcionamento em concerto..

  • SEGUNDO SISTEMA FUNCIONAL

    SEGUNDO SISTEMA FUNCIONAL

    Para Luria (1981), existem três leis básicas que governam a estrutura e funcionamento das regiões que compõem o segundo sistema cerebral: a lei da estrutura hierárquica das zonas corticais, a lei da especificidade decrescente das zonas corticais hierarquicamente organizadas e a lei da lateralização progressiva de funções.

    Com o aparecimento da maior aptidão da mão direita (que está associada ao trabalho e que evidentemente se relaciona com um estágio bastante precoce da história do homem), e mais tarde com o aparecimento de outro processo correlato, a saber, a fala, algum grau de lateralização de funções começa a ocorrer, fenômeno este que não foi encontrado em animais mas que no homem se tornou um importante princípio da organização funcional do cérebro. (Luria, 1981, p.58)

  • TERCEIRO SISTEMA FUNCIONAL

    TERCEIRO SISTEMA FUNCIONAL

    Responsável pela programação, regulação e verificação da atividade consciente. O homem não reage passivamente às informações que lhe chegam, cria intenções, formula planos e programas para as suas ações, inspeciona a sua realização e regula o seu comportamento, comparando os efeitos de suas ações com as intenções originais e corrigindo quaisquer erros que tenha cometido.

    Suas estruturas estão na região frontal. Enquanto o segundo sistema é aferente ou ascendente, este segue uma direção descendente, começa nos níveis mais altos das zonas terciárias e secundárias onde os planos e programas motores são formados, passa depois às estruturas das zonas primárias que enviam os impulsos motores preparados á periferia.

  • TERCEIRO SISTEMA FUNCIONAL

    TERCEIRO SISTEMA FUNCIONAL

    Os lobos frontais humanos são muito mais desenvolvidos até mesmo que nos macacos superiores; eis por que no homem, por meio da progressiva corticalização de funções, processos de programação, regulação e verificação da atividade consciente são dependentes em um grau muito maior das partes pré-frontais do cérebro que os processos de regulação de comportamento em animais. (Luria, 1981, p.73)

    Para Luria (1981), o que diferencia a regulação da atividade consciente humana é que esta ocorre com a participação da fala.

    Enquanto que as formas elementares de regulação de processos orgânicos e mesmo as formas simples de comportamento podem ocorrer sem o auxílio da fala, os processos mentais superiores se formam e ocorrem com base na atividade de fala, que é expandida nos estágios iniciais de desenvolvimento e depois se torna contraída ou internalizada.

    A ação programadora e verificadora do cérebro humano, portanto, realiza-se naquelas formas de atividade consciente cuja regulação ocorre pela participação da fala (lobos frontais) como controladora do comportamento.


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