Curso Online de Segurança do Trabalho na Construção Civil

Curso Online de Segurança do Trabalho na Construção Civil

DESCRIÇÃO: 1. CONCEITO DE ACIDENTE DO TRABALHO E DOENÇAS PROFISSIONAIS 2. REGRAS BÁSICAS DE SEGURANÇA 3. PROTEÇÃO COLETIVA E INDIVIDUAL 4...

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Carga horária: 20 horas

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DESCRIÇÃO:
1. CONCEITO DE ACIDENTE DO TRABALHO E DOENÇAS PROFISSIONAIS
2. REGRAS BÁSICAS DE SEGURANÇA
3. PROTEÇÃO COLETIVA E INDIVIDUAL
4. PREVENÇÃO DE ACIDENTES EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
5. NOÇÕES DE LEGISLAÇÃO E NORMAS REGULAMENTADORA Nº (NR-18)
 
 

José Vieira Cabral Nasceu no dia 25 de agosto de 1.960 em Xambrê, Paraná, viveu ali até os seus oito anos de idade e depois os seus pais se mudaram para Maringá no mesmo Estado. E aos 19 anos mudou-se para São Caetano do Sul, Região do Grande ABC, São Paulo, onde permanece até o presente momento. O Autor/produtor foi comerciante a maior parte de sua vida, mas também trabalhou como empregado em algumas Empresas: Foi Administrativo e Encarregado de obras Civis, tendo como formação (Mestria em Construção Civil) e, mais de 100 Cursos de diversas áreas. Como Escritor e pesquisador escreveu diversas Obras Literárias e Didáticas: É fundador da Livraria e Editora Virtual Cabral Veríssimo (seu nome artístico) e pertencente ao Clube de autores. O seu Site:(ciacabralverissimo.loja2.com.br), onde produz os seus Livros e Cursos online para a plataforma da (www.buzzero.com/autores/jose-cabral).



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  • APRESENTAÇÃO:

    JOSÉ VIEIRA CABRAL – CPF: 031395948-01
    ENCARREGADO DE OBRAS CIVIS:
    MESTRE DE OBRA

    CERTIFICADO
    Nº 118-01/0299-153.092/00453-01-01

    INSCRITO PELA A EMPRESA “SINDOSCON”
    SINDICATO DA INDÚSTRIA DE CONSTRUÇÃO CIVIL
    DO ESTADO DE SÃO PAULO REGIÃO ABC,
    CONVÊNIO DO SINDICATO DA INDÚSTRIA
    DA CONSTRUÇÃO CIVIL DO ESTADO DE SÃO PAULO
    SANTO ANDRÉ, 16 DE OUTIBRO DE 2.001
     
    ESCOLA SENAI JACOB LAFER
    AV. SANTOS DUMONT, 300 – SANTO ANDRÉ - SP
    RECONHECIDA PELA PORTARIA CEE Nº 10/80
     

  • DESCRIÇÃO:
    CONCEITO DE ACIDENTE DO TRABALHO E DOENÇAS PROFISSIONAIS
    2. REGRAS BÁSICAS DE SEGURANÇA
    3. PROTEÇÃO COLETIVA E INDIVIDUAL
    4. PREVENÇÃO DE ACIDENTES EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
    5. NOÇÕES DE LEGISLAÇAO E NORMAS REGULAMENTADORA Nº (NR-18)
     
     

  • 1. CONCEITO DE ACIDENTE DO TRABALHOA E DOENÇAS PROFISSIONAIS

    Há falta de informação dos trabalhadores sobre os riscos ocupacionais aos quais estão expostos;

    O pequeno número de organizações que defende este assunto do interesse de todos os trabalhadores.
     
    2. SINAIS E SINTOMAS / DIAGNÓSTICO PRECOCE
    O comprometimento de várias estruturas ossos, músculos, tendões e nervos, associados à execução das suas atividades profissionais ou apenas o comprometimento de uma ou outra estrutura, mas o que está bem claro é a relação com o motivo causal, ou seja, a atividade laboral e o uso incorreto das estruturas orgânicas do corpo humano. Mas, a partir dos sinais e sintomas que uma pessoa apresenta. É mais fácil de identificar, as Doenças Profissionais presentes. Como exemplo de sinais e sintomas a diagnosticar temos os seguintes:


  • Dor local

    Dor reflexa em outros locais do corpo

    Edema ou inchaço

    Perda de força

    Câimbras

    Dormência e formigueiro

    Dificuldade em dormir Após o aparecimento de sinais e sintomas relacionados com Doenças Profissionais é importante recorrer a um Diagnóstico Precoce.
     
    O Diagnóstico Precoce é uma medida de prevenção secundária que pode ajudar a prevenir o aparecimento de “Doenças crónicas” relacionadas com os Acidentes e Doenças Profissionais. O Diagnóstico Precoce baseia-se no seguinte:


  • Inquérito para a descoberta de casos na comunidade

    Exames de admissão

    Exames periódicos, individuais para a detecção precoce de casos.

    Exames de vigilância de saúde (anuais)

    Isolamento para evitar a propagação de doenças

    Participação de acidentes

    Diagnóstico da lesão e tratamento

    Tratamento para evitar a progressão da doença – limitação da incapacidade A Enfermeira de Medicina do Trabalho desempenha uma função muito importante no que compete aos cuidados necessários na prevenção dos acidentes, chamando à atenção para o cumprimento dos preceitos designados à proteção dos indivíduos.
     

  • Conclusão
     No âmbito da disciplina Enfermagem da Saúde Comunitária, mas também do curso e mais tarde da profissão é fundamental um contínuo processo de aprendizagem nesta área, para que quando confrontados com situações reais e especificas se saiba atuar eficientemente tendo em conta o conjunto de conhecimentos que foram sendo adquiridos. O conhecimento acerca dos Acidentes e Doenças Profissionais permitiu-nos obter uma visão global e ao mesmo tempo aprofundada em relação aos problemas existentes no dia-a-dia dos trabalhadores. Este trabalho deixou-nos bastante gratas, pois permitiu um substancial aumentado nosso lote de conhecimentos acerca dos Acidentes e Doenças Profissionais, verificando qual a importância da utilização das medidas de segurança para evitar os diversos acidentes e possíveis doenças e a importância do papel de enfermagem no que compete aos cuidados necessários na prevenção dos acidentes, evoluindo consequentemente como alunas e futuras profissionais de enfermagem.

  • 2. REGRAS BÁSICAS DE SEGURANÇA NA CONSTRUÇÃO CIVIL
    O tema da segurança na construção civil assume particular relevância na atualidade, por se tratar de uma área com valores elevados de acidentes, surgindo às primeiras preocupações legais neste âmbito, no que concerne a aspectos de responsabilização.
    De facto, a análise estatística dos números de acidentes de trabalho, continua a apontar para um crescimento acelerado dos mesmos, o que torna pertinente conhecer os diversos aspectos deste problema. Apesar de se falar em prevenção e de existirem várias iniciativas neste âmbito, é necessária uma abordagem económica do tema tendo como ponto de partida as seguintes considerações iniciais na área da construção: - Determinar os custos diretos e indiretos dos acidentes de trabalho; - Determinar os custos da prevenção dos acidentes de trabalho; - Verificar para os diferentes acidentes de trabalho, os custos envolvidos; - Determinar do ponto de vista económico se é ou não vantajoso fazer prevenção. Só com uma abordagem económica se poderá demonstrar às entidades responsáveis pela construção o que poderão poupar caso cumpram as regras de segurança. Não esquecendo contudo, o facto de uma vida não ter preço.

  • Na maior parte das vezes, os riscos resultam da circunstância de o projeto da obra não incluir uma planificação adequada dos trabalhos, bem como, da inexistência de uma eficiente coordenação dos trabalhos efetuados pelas diversas empresas que operam nos estaleiros durante a sua execução. Assim, para garantir a integração da segurança e a proteção da saúde de todos os intervenientes no estaleiro, na elaboração do projeto da obra, deve o autor do projeto ter em atenção os princípios gerais de prevenção em matéria de segurança e Saúde, em especial nas opções arquitetônicas, técnicas e organizativas que se destinem a planificar os trabalhos ou as suas fases, bem como a previsão do prazo para a realização desses trabalhos. O Plano de Segurança e Saúde ao nível do Projeto, é um instrumento de prevenção dos riscos profissionais nos estaleiros das obras de construção, dando cumprimento às exigências da legislação em vigor. Este deve ser especifico para cada obra, atendendo as dificuldades de cada uma delas. Pretende mobilizar todos os intervenientes na construção, a todos os níveis, para que, contribuam livremente e de uma forma responsável para implementar medidas de segurança e saúde que beneficiem os objectivos propostos e estimula que esta participação seja consciencializada e contínua, acompanhando a evolução física da construção, prevenindo riscos e propondo medidas de segurança adequadas a cada caso, desde o início dos trabalhos, até a sua conclusão, de modo que este seja permanentemente atualizado.

  • A fiscalização tem por base verificar se o Plano de Segurança e Saúde está a ser executado e caso entenda necessário sugerir alterações, dizer o que se deve fazer, como e onde. A concepção do Plano de Segurança e de Saúde deverá iniciar­-se na fase de elaboração do projeto e ser complementada na fase de adjudicação e no decurso da execução física dos trabalhos. Deverá o mesmo ser objeto de permanente atualização até à recepção definitiva do empreendimento.
    O Plano de Segurança e de Saúde caracteriza-se como sendo um documento no qual se encontram várias informações e as respectivas medidas de segurança e de melhoria das  condições de saúde para os trabalhadores, O quadro que se segue apresenta a listagem de todos os elementos que deverão ser integrados no P. S. S..
    Os custos dos acidentes de trabalho dividem-se em diretos e indiretos, sendo os primeiros também designados por custos segurados e englobando: salários, indemnizações, gastos em assistência médica, despesas com deslocações, pensões de invalidez ou morte, podendo ser representados pelo prémio de seguro.

  • Os custos indiretos abrangem o tempo perdido pelo acidentado e por outros operários, o tempo utilizado na investigação das causas do acidente, o tempo necessário à seleção e formação de um substituto, O tempo gasto na prestação de auxilio e socorro, o efeito psicológico causado nos outros trabalhadores, as perdas por produtos defeituosos, as perdas no nível de eficiência e rendimento do trabalhador lesionado quando regressa ao trabalho, perdas do tipo comercial por não ser possível satisfazer prazos de entrega estabelecidos e perdas resultantes da deterioração da imagem da Empresa.
    A integração da prevenção dos riscos para a saúde e segurança no conjunto do processo de decisão que rege o cato de construir, representa um dos custos suplementares (maior tempo de preparação). Reduzindo no entanto as fontes de erros potenciais no momento mais pertinente, sem deixar tempo para que estes provoquem o efeito bola de neve, conhecido dos responsáveis de estaleiros e dos clientes. Este efeito é também conhecido pela teoria do dominó, sendo o acidente um dos cinco fatores de uma sequência que resulta num dano pessoal.

  • Conceito
    Equipamento de Proteção Individual (EPI) é todo dispositivo de uso individual, de fabricação nacional ou estrangeira, que visa proteger a saúde e a integridade física dos trabalhadores. Todo trabalhador exposto a riscos é obrigado a utilizar EPI, responsabilizando-se por sua guarda e conservação e devendo avisar o empregador sempre que o EPI apresentar defeitos ou problemas. Os mais comuns são: protetores auriculares, luvas, máscaras, calçados, capacetes, óculos, e vestimentas.
    Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC): como o próprio nome já diz, são equipamentos utilizados para proteção coletiva de trabalhadores expostos a risco. Os mais comuns são: enclausuramento acústico de fontes de ruído, ventilação dos locais de trabalho, extintor de incêndio, proteção de partes móveis de máquinas e equipamentos (conforme NR 11), cabine de segurança biológica, capelas químicas, e cabine para manipulação de radioisótopos.


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  • 5. NOÇÕES DE LEGISLAÇÃO E NORMAS REGULAMENTADORA Nº (NR-18)