Curso Online de PROFESSOR DE MUSCULAÇÃO
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Curso Online de PROFESSOR DE MUSCULAÇÃO

SEJA UM PROFISSIONAL NA ARÉA DE ACADEMIAS. PROFESSOR DE MUSCULAÇÃO. CURSO EXPLICATIVO TECNICO ILUSTRADO.

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PROFESSOR DE MUSCULAÇÃO.
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- Alexandre Dos Santos

- Diego Santos Da Silva

- Matheus Fonseca Monteiro

- Wilson Pagani

- Guilherme Luiz Prodócimo

- Regiane Aparecida Inocencio Morais

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  • PROFESSOR DE MUSCULAÇÃO

  • GRUPOS MUSCULARES

    GRUPOS MUSCULARES

  • MAPA DO MUSCULO

    MAPA DO MUSCULO

  • Prescrição de Exercícios para o Fitness Cardio-respiratório e controle do Peso

    Prescrição de Exercícios para o Fitness Cardio-respiratório e controle do Peso

  • A intensidade do treinamento aeróbio deve ser de 55/65% a 90% da freqüência cardíaca máxima. 35/65% F.C.
    podem ser usados para a prescrição do treinamento de pessoas sedentárias ou que tenham um nível de adesão ao
    exercício baixo. Indivíduos mais bem condicionados necessitam treinar em intensidades mais fortes. Pode-se também
    usar a escala de Borg (moderado, forte e muito forte) que tem uma grande correlação entre a prescrição pelo VO2 máx,
    e freqüência cardíaca máxima.
    Somente 15% a 25% (dependendo do estudo e população) dos americanos adultos participam de programas de
    condicionamento físico com o mínimo de freqüência semanal e duração recomendados pelo ACMS. No Brasil não deve
    ser diferente.

  • Entre 10 a 20 semanas de treinamento, 25 a 35% dos adultos que iniciam atividades físicas param.
    A duração ideal é de 20 a 60 minutos de trabalho contínuo ou em sessões diárias de no mínimo 10 minutos (2 é
    o mínimo). Sessões curtas (20 a 30 min) podem ser feitas em alta intensidade enquanto sessões longas (mais de 30 min)
    podem ser feitas em baixa intensidade. Exercícios em alta intensidade prejudicam a adesão aos exercícios e propiciam
    maior caso de lesões musculoesqueléticas, apesar de terem grandes benefícios fisiológicos.
    FCMÁX
    : 220-idade. Fórmula simples e prática, mas deve estar associada a um outro parâmetro como a TEP para
    melhor correlação. Apresenta um desvio padrão de 10 a 12 batimentos/min para cima e para baixo. Ou seja se a FCMÁX
    de um indivíduo for 130, ela pode ser 142 ou 112 batimentos/min.

  • TEP: Taxa de esforço percebido, procura estimar a intensidade do exercício a sinais de desconforto do cliente:
    Falta de ar, desconforto nas pernas. O ACSM(2001), recomenda que para o exercício promover melhorias na saúde o
    indivíduo deve ficar com a respiração ofegante mas não a ponto de impedir que ele possa conversar com alguém e um
    leve desconforto nos MMII.
    A freqüência semanal deve ser de 2 a 5 vezes por semana. Acima de 5 vezes o aumento do VO2 máximo é
    desprezível ou nulo e a incidência de lesões músculo-articulares cresce bastante.

  • Treinamentos de 2 vezes por semana
    são insuficientes para melhoras cardio respiratórias satisfatórias.
    Exercícios de alto impacto (corrida, corda, step e etc) devem ser evitados por pessoas com má composição
    corporal, sedentárias e idosas ainda mais quando feitas acima de 30 minutos e3 vezes por semana. O risco de lesões
    em membros inferiores é elevado. As mulheres são as maiores vítimas devido ao ângulo Q dos seus joelhos, excesso de
    gordura corporal e menor massa corporal magra.

  • Circuito com pesos (10 a 15 reps.) e de 15s a 30s de intervalo no máximo, pode aumentar o VO2 máx. em até 6% e
    quando entremeado com 1 a 2 minutos de corrida ou outro exercício aeróbio, pode aumentar o VO2 máx. em 15%.
    A idade não é um motivo para os idosos não se exercitarem. As melhoras do VO2 máx. de idosos é similar as de
    jovens e adultos de meia idade ao contrário do que foi relatado nos estudos iniciais. O problema é que estes estudos
    subestimaram os idosos levando-os a treinarem com baixa intensidade e/ou duração. Os idosos provavelmente precisam
    de mais tempo para se adaptarem as novas sobrecargas do treinamento.

  • A diminuição do VO2 máx. com a idade é muito controvertida. Em 20, 30 anos de treinamento, em geral as
    pessoas diminuem tanto a duração quanto a intensidade devido a fatores motivacionais, culturais e lesões músculoesqueléticas. A diminuição é de 10% a 34% por década em média, já que existem muitos estudos com diferentes
    resultados o que necessita-se de outros para melhores conclusões.
    A força muscular e a massa corporal magra também diminuem com a idade pelas mesmas razões<das acima
    (VO2 máx.). Há uma diminuição de força muscular aproximadamente de 30% entre as idades de 20 e 75 anos em
    homens e mulheres. A maioria da perda ocorre após a idade de 50 anos para homens e após a menopausa para as
    mulheres embora a reposição hormonal possa atenuar esta perda em mulheres.

  • Existem poucos estudos com idosos a partir de 75 anos mas a partir de 80 anos parece que a diminuição é ainda
    maior que em indivíduos entre 50 e 75 anos. Pollock e col. fizeram um estudo por 10 anos em corredores de longa distância veteranos e observou que eles
    manterão o VO2 máx. e diminuíram a massa corporal magra em 2 kgs. Em outro estudo indivíduos com a idade média
    de 70 anos que participaram de um treinamento de força mantiveram a sua massa corporal magra por 10 a 20 anos.
    A diminuição significativa do VO2 máx. com o destreino ocorre após 2 semanas e chegando aos níveis de
    pré-treinamento depois de 10 semanas a 8 meses de sedentarismo. Há uma perda de 50% das melhores no
    VO2 máx. depois de 4 a 12 semanas de destreinamento.
    Indivíduos que treinaram por muitos anos mantém melhor os benefícios aeróbios do que indivíduos que treinaram por
    pouco tempo.


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