Curso Online de TÓPICOS EM FILOSOFIA DO DIREITO - UNIDADE I
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Curso Online de TÓPICOS EM FILOSOFIA DO DIREITO - UNIDADE I

Primeira unidade do curso em Tópicos de Filosofia do Direito, matéria que vem sendo cobrada recentemente em concursos públicos. A unidade...

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Primeira unidade do curso em Tópicos de Filosofia do Direito, matéria que vem sendo cobrada recentemente em concursos públicos. A unidade I cuida dos Tipo de Conhecimento, a saber: vulgar, científico e filosófico.


- Antonio Carlos Santos Reis

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  • TÓPICOS EM FILOSOFIA DO DIREITO – UNIDADE I

    TÓPICOS EM FILOSOFIA DO DIREITO – UNIDADE I

    TIPOS DE CONHECIMENTO:
    VULGAR, CIENTÍFICO E FILOSÓFICO

  • INTRODUÇÃO

    INTRODUÇÃO

    Todo conhecimento pressupõe a existência de sujeito e objeto. À relação estabelecida entre o sujeito que deseja aprender sobre o objeto dá-se o nome de conhecimento.
    Logo, pode-se dizer que conhecer é trazer pra si (sujeito) algo (objeto) que está do lado de fora, é o mesmo que se assenhorar (sujeito) de um ou mais aspectos de algo (objeto).

  • Nessa mesma perspectiva, pode-se falar que conhecer é trazer para si (sujeito) a realidade (objeto), por meio de representação ou imagem.
    A apreensão do real, ou seja, a apreensão de algo pressupõe uma atividade humana, e como mais de uma pessoa pode fazer essa atividades, pode-se ter resultados diferentes, mesmo porque uma mesma pessoa pode conhecer algo de diversas maneiras.

  • CONHECIMENTO VULGAR

    CONHECIMENTO VULGAR

    Também denominado de conhecimento comum ou empírico.
    É o primeiro grau de conhecimento e, por isso nos fornece a maior parte das noções que aprendemos no dia a dia.
    Não significa conhecimento errado; significa apenas que é um conhecimento sem verificação racional.
    Adquire-se esse conhecimento na medida em que aparece a necessidade, espontaneamente.

  • É o conhecimento que não se preocupa em estabelecer nexos de semelhanças entre os fatos, logo, não se preocupa com uma explicação unitária.
    Um exemplo no Direito é o rábula, que adquire seus conhecimentos na medida em que os casos vão surgindo para ele.
    É conhecimento casual.

  • CONHECIMENTO CIENTÍFICO

    CONHECIMENTO CIENTÍFICO

    Ocupa campo menor nas experiências do dia a dia.
    É o segundo grau de conhecimento.
    Procura se elevar aos casos particulares, buscando uniformidade ou semelhança, sentido ou razão no desenvolvimento deles.
    Para Aristóteles: “não existe ciência a não a do geral, a não ser a do genérico.”

  • Fazer ciência é procurar o que há de constante nos fenômenos, deixando de lado o transitório, o particular, o isolado, o insignificante. Assim, pode-se expressá-los como conceitos e leis.
    Para Miguel Reale: “Conhecimento científico é aquele que obedece a um processo ordenatório da razão, garantindo-nos certa margem de segurança quanto aos resultados, a coerência unitária de seus juízos e a sua adequação ao real.”

  • Logo, é um conhecimento metódico, pois é o método que faz a ciência.
    É conhecimento causal.
    O conhecimento científico orienta-se no sentido da generalidade objetiva, realizando ordenações dos fenômenos e da realidade.
    Realiza ordenações no sentido vertical: realiza pesquisa profunda no objeto a fim de descrever suas características e verificar seus antecedentes e consequentes.

  • Realiza ordenações no sentido horizontal: procura estabelecer a maior quantidade de nexos entre os resultados obtidos.

    Para melhor compreender o conhecimento científico, é necessário estudar os conceitos de tipos, leis e princípios.

  • Tipos

    Tipos

    Toda ciência prescinde de tipos, seja a Matemática ou a Botânica, e até mesmo o Direito. Assim, estudar ciência, implica estudar, tipos, espécies, gêneros, classes ou família, para que se possa chegar, genericamente, a uma categorização.
    Por meio do conhecimento científico, observa-se a realidade e se procura agrupar a maior parte de seres semelhantes.

  • O Direito Penal é o primeiro que se pensa ao falar em tipos uma vez que o trabalho do legislador é descrever condutas abstratas que possam fazer as experiências humanas concretas se encaixarem a elas.
    É tão rigoroso o Direito Penal que existe o brocardo: nullum crime sine lege.
    O trabalho do advogado ao procurar uma legislação que se aplique ao caso de seu cliente também é uma tipificação.


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