Curso Online de Transporte Coletivo de Passageiros  NBR 14022
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Curso Online de Transporte Coletivo de Passageiros NBR 14022

1 Objetivo 2 Referências normativas 3 Definições 4 Local de embarque e desembarque 4.1 Ponto de parada 4.2 Terminal 5 Fronteira 6 Veículo...

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1 Objetivo
2 Referências normativas
3 Definições
4 Local de embarque e desembarque
4.1 Ponto de parada
4.2 Terminal
5 Fronteira
6 Veículo
6.1 Porta
6.2 Assento preferencial
6.3 Área reservada (box) para cadeira de rodas e cão-guia
6.4 Sistema de segurança para a pessoa em cadeira de rodas
6.5 Iluminação
7 Comunicação e sinalização
7.1 Local de embarque e desembarque
7.2 Comunicação visual externa no veículo
7.3 Comunicação interna no veículo
7.3.1 Área reservada (box) para cadeira de rodas e cão-guia
7.3.2 Assentos preferenciais
7.3.3 Pontos de apoio
7.3.4 Informações audiovisuais
7.3.5 Solicitação de parada
7.3.6 Identificação dos desníveis e limites

José Vieira Cabral Nasceu no dia 25 de agosto de 1.960 em Xambrê, Paraná, viveu ali até os seus oito anos de idade e depois os seus pais se mudaram para Maringá no mesmo Estado. E aos 19 anos mudou-se para São Caetano do Sul, Região do Grande ABC, São Paulo, onde permanece até o presente momento. O Autor/produtor foi comerciante a maior parte de sua vida, mas também trabalhou como empregado em algumas Empresas: Foi Administrativo e Encarregado de obras Civis, tendo como formação (Mestria em Construção Civil) e, mais de 100 Cursos de diversas áreas. Como Escritor e pesquisador escreveu diversas Obras Literárias e Didáticas: É fundador da Livraria e Editora Virtual Cabral Veríssimo (seu nome artístico) e pertencente ao Clube de autores. O seu Site:(ciacabralverissimo.loja2.com.br), onde produz os seus Livros e Cursos online para a plataforma da (www.buzzero.com/autores/jose-cabral).


- Wagner Da Veiga

- Charles De Jesus Costa De Souza

- Edson Diego De Oliveira Lima

- Edinaldo Lima Da Silva

- Josafá Ferreira Brito

- Washington Da Silva Oliveira

- Edmilson Evangelista Dos Santos

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* Desde que tenha acessado a no máximo 50% do material.
  • Prefácio

    A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Fórum Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras,
    cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNTICB), dos Organismos de Normalização Setorial (ABNTIONS) e das Comissões de Estudo Especiais Temporárias (ABNTICEET), são elaboradas por
    Comissões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas fazendo parte: produtores,
    consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros).
    A ABNT NBR 14022 foi elaborada no Comitê Brasileiro de Acessibilidade (ABNTICB-40), pela Comissão de Estudo de Transporte com Acessibilidade (CE-40:000.02). O Projeto circulou em Consulta Nacional conforme Edital n9 11, de 30.1 1.2005, com o número de Projeto ABNT

  • NBR 14022.
    Esta revisão da ABNT NBR 14022 tem por objetivo atender ao disposto no Decreto nQ 5296, de
    2 de dezembro de 2004, que regulamentou as Leis Federais nQ 1 004812000 e nQ 1009812000, de acordo com as
    seguintes orientações:
    - experiências positivas nos segmentos de transporte coletivo urbano de passageiros;
    - dificuldade técnica elou operacional para atendimento, além da subjetividade de algumas definições;
    - inovações tecnológicas a serem implementadas ou disponíveis no segmento.
    Esta Norma cancela e substitui a ABNT NBR 12486:1992
    Esta segunda edição cancela e substitui a edição anterior (ABNT NBR 14022:1997), a qual foi tecnicamente revisada.
    @ABNT

  • 1 Objetivo
    1.1 Esta Norma estabelece os parâmetros e critérios técnicos de acessibilidade a serem observados em todos
    os elementos do sistema de transporte coletivo de passageiros de características urbanas, de acordo com os
    preceitos do Desenho Universal.
    1.2 Esta Norma visa proporcionar acessibilidade com segurança a maior quantidade possível de pessoas,
    independentemente da idade, estatura e condição física ou sensorial, aos equipamentos e elementos que
    compõem o sistema de transporte coletivo de passageiros.
    1.3 A segurança do usuário deve prevalecer sobre sua autonomia nas situações de anormalidade no sistema de
    transporte.
    1.4 Esta Norma se aplica a todos os veículos utilizados no sistema de transporte coletivo de passageiros,
    exceto aos veículos abrangidos pela ABNT NBR 15320.
    1.5 Os veículos abrangidos por esta Norma devem atender a Resolução nQ 81 1/96 do CONTRAN.

  • NOTAS
    1 As figuras apresentadas nesta Norma são exemplos cujo intuito é realçar os conceitos abordados. As soluções não precisam se limitar a situação ilustrada.
    2 No estabelecimento dos padrões e critérios de acessibilidade, foram consideradas as diversas condições de mobilidade e
    de percepção da infraestrutura e do ambiente pela população, incluindo crianças, adultos, idosos e pessoas com deficiência, com ou sem dispositivos para transposição de fronteira.

  • 2 Referências normativas
    As normas relacionadas a seguir contêm disposições que, ao serem citadas neste texto, constituem prescrições
    para esta Norma. As edições indicadas estavam em vigor no momento desta publicação. Como toda norma está sujeita a revisão, recomenda-se aqueles que realizam acordos com base nesta que verifiquem a conveniência de se usarem as edições mais recentes das normas citadas a seguir. A ABNT possui a informação das normas em vigor em um dado momento.
    Código de Trânsito Brasileiro - CTB, instituído pela Lei Federal n9 9503 de 23 de setembro de 1997
    Resolução nP 81 1/96, do Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN, que estabelece os requisitos de segurança
    para veículos de transporte coletivo de passageiros (Ônibus e Microônibus) de fabricação nacional e estrangeira
    ABNT NBR 9050:2004 - Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos
    ABNT NBR 9077:2001 - Saídas de emergência em edifícios

  • ABNT NBR 14022:2006
    3 Definições
    Para os efeitos desta Norma, aplicam-se as seguintes definições:
    3.1 acessibilidade: Condição para utilização, com segurança e autonomia, total ou assistida, dos serviços de transporte coletivo de passageiros, por pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida.
    3.2 acessibilidade assistida: Condição para utilização, com segurança, do sistema de transporte coletivo de
    passageiros, mediante assistência de profissional capacitado para atender as pessoas com deficiência ou
    mobilidade reduzida.
    3.3 acesso em nível: Condição que permite a transposição da fronteira, estando o piso interno do veículo e a área de embarque e desembarque em nível, observadas as condições de 5.1.
    3.4 condições operacionais: Características construtivas e dimensionais do veículo, capacidade de transporte e demanda.

  • 3.5 desnível: Qualquer diferença de altura entre dois planos.
    3.6 dispositivos de sinalização e comunicação: Tecnologias ou equipamentos projetados para permitir a
    transmissão de informações aos usuários do sistema de transporte.
    3.7 dispositivos para transposição de fronteira: Tecnologias ou equipamentos projetados para possibilitar a transposição da fronteira.
    3.8 elementos do sistema de transporte coletivo: Compostos por veículo, terminal, ponto de parada, mobiliário e equipamentos urbanos, dispositivos para transposição de fronteira e dispositivos de comunicação e sinalização.
    3.9 fronteira: Local de transição entre as áreas de embarque e desembarque e o veículo.
    3.10 pessoa com deficiência: Aquela que apresenta perda ou anormalidade de uma estrutura ou função
    psicológica, fisiológica ou anatômica, que gere limitação ou incapacidade para o desempenho de atividade.
    As deficiências podem ser física, auditiva, visual, mental ou múltipla.

  • 3.11 pessoa com mobilidade reduzida: Aquela que, não se enquadrando no conceito de pessoa com deficiência, tenha, por qualquer motivo, dificuldade de movimentar-se permanente ou temporariamente, gerando redução efetiva de mobilidade, flexibilidade, coordenação motora e percepção. Aplica-se ainda a idosos, gestantes, obesos e pessoas com criança de colo.
    3.12 plataforma de embarque e desembarque: Área elevada em relação ao solo para reduzir ou eliminar o
    desnível no embarque ou desembarque de passageiros, observadas as condições de 5.1.
    3.13 plataforma elevatória estacionária: Dispositivo que permite a elevação de pessoa com deficiência ou
    mobilidade reduzida, em cadeira de rodas ou em pé, para acesso em nível a plataforma de ernbarque e desembarque ou ao veículo.
    3.14 plataforma elevatória veicular: Dispositivo instalado no veículo para transposição de fronteira, que permite
    a elevação de pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida, em cadeira de rodas ou em pé, para acesso em nível ao interior do veículo.

  • 3.15 poder concedente de transporte: Órgão público investido de autoridade para definir e implementar a gestão do transporte de passageiros.
    3.16 ponto de parada: Área localizada, ao longo do trajeto do veículo, que permite o embarque e desembarque.
    3.17 terminal: Área, edificada ou não, destinada ao embarque e desembarque de passageiros.
    3.1 8 vão: Distância horizontal resultante da descontinuidade entre dois planos.
    3.19 veículo de piso alto: Aquele que possui como característica construtiva todo o piso do compartimento
    interno acima do plano formado entre as linhas do centro das rodas.
    3.20 veículo de piso baixo: Aquele que possui como característica construtiva o piso do compartimento interno
    rebaixado em qualquer uma de suas seções (dianteira, central, traseira ou total) em relação ao plano formado
    entre as linhas do centro das rodas (ver figura 1).

  • 4 Local de embarque e desembarque
    4.1 Ponto de parada
    4.1 .I O ponto de parada deve estar em conformidade com os padrões e critérios de acessibilidade previstos na
    ABNT NBR 9050 e suas características construtivas devem ser compatíveis com a tecnologia veicular adotada.
    4.1.2 O ponto de parada no passeio público deve estar integrado com o entorno, respeitando uma faixa livre
    mínima de 1 200 mm em condições de segurança e conforto para circulação de pedestres e pessoas com
    deficiência em cadeira de rodas. Na falta de espaço suficiente, admite-se uma faixa livre de 900 mm.
    4.1.3 Os pontos de parada devem ser providos de assento e espaço para cadeira de rodas de acordo com a
    ABNT NBR 9050. Recomenda-se a adoção de cobertura.
    4.1.4 Para garantir a manobra da cadeira de rodas, devem ser eliminadas interferências físicas no ponto de parada.

  • 4.2 Terminal
    4.2.1 Todo terminal deve atender aos padrões e critérios de acessibilidade previstos nas seções 5,6,7, 8 e 9 da
    ABNT NBR 9050:2004.
    4.2.2 Os terminais multimodais devem possibilitar a integração com acessibilidade a outros meios de transporte.
    4.2.3 A circulação interna no terminal deve ser projetada de forma a organizar os fluxos de usuários, prevendo-se áreas de refúgio e evacuação em casos de emergência, conforme a ABNT NBR 9077.
    4.2.4 O terminal deve ter no mínimo 20% dos assentos disponíveis para uso das pessoas com deficiência ou
    mobilidade reduzida, localizados próximos aos locais de embarque, identificados e sinalizados conforme 7.3.2.


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  • 1 Objetivo
  • 2 Referências normativas
  • 3 Definições
  • 4 Local de embarque e desembarque
  • 4.1 Ponto de parada
  • 4.2 Terminal
  • 5 Fronteira
  • 6 Veículo
  • 6.1 Porta
  • 6.2 Assento preferencial
  • 6.3 Área reservada (box) para cadeira de rodas e cão-guia
  • 6.4 Sistema de segurança para a pessoa em cadeira de rodas
  • 6.5 Iluminação
  • 7 Comunicação e sinalização
  • 7.1 Local de embarque e desembarque
  • 7.2 Comunicação visual externa no veículo
  • 7.3 Comunicação interna no veículo
  • 7.3.1 Área reservada (box) para cadeira de rodas e cão-guia
  • 7.3.2 Assentos preferenciais
  • 7.3.3 Pontos de apoio
  • 7.3.4 Informações audiovisuais
  • 7.3.5 Solicitação de parada
  • 7.3.6 Identificação dos desníveis e limit