Curso Online de História da Língua Espanhola

Curso Online de História da Língua Espanhola

1. As Línguas de Península Ibérica 2. Origens do Espanhol 3. Consolidação do Catelhano 4. O Castelhano Como Língua Unificadora 5. A Chega...

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1. As Línguas de Península Ibérica
2. Origens do Espanhol
3. Consolidação do Catelhano
4. O Castelhano Como Língua Unificadora
5. A Chegada dos Espanhóis na América
6. Países que Falam a Língua Espanhola

Graduada em LETRAS (formação em Língua Portuguesa, Inglesa e respectiva na Literatura). Professora em Língua Portuguesa, Espanhola, Inglesa e Libras (Língua Brasileira de Sinais)nas Escolas Estaduais de Minas Gerais. Especializada em Esporte e Atividades Físicas Inclusivas pela UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora).



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  • HISTÓRIA DA LÍNGUA ESPANHOLA

    HISTÓRIA DA LÍNGUA ESPANHOLA

    MARIHÁ FIRMINO ALMEIDA

  • INTRODUCCIÓN

    INTRODUCCIÓN

    El crecente interese por la lengua española viene se evidenciando cada vez más y no podría dejar de atingir también los exames vestibulares. Se hoy diversas carreras relacionadas el sectores culturales o mismo comerciales prácticamente presuponen el conocimiento del idioma, no sería más posible excluirlo del exame en cual los estudiantes prácticamente deciden suyas profesiones.
    También algunos estabelecimientos de bachillerato, tanto público como privado, empiezan la introducir el español en el currículo básico. Sin embargo, esas escuelas, todavía representan. Una pequeña minoría, considerándose respectivamente la extensión del país y la grande demanda por el aprendizaje del idioma.

  • El presente material didáctico bien justamente ofrecer subsidio para que el estudiante pueda optar por el español como lengua extranjera en el exame vestibular, mismo sien tenido en el bachillerato como disciplina regular. En este sentido, bien suprir el que hoy constituya una carencia de los programas de la bachillerato que excluyen una disciplina que el proprio vestibular impensa la considerar, apuntando así suya importancia.

  • 1. As Línguas de Península Ibérica

    1. As Línguas de Península Ibérica

    Embora o latim não fosse a língua nativa da Península Ibérica, o fato de que se falasse a língua dos ibéricos, celtiberos, cantábricos e lusitanos não teve a mesma importância que a chegada do latim à Hispania, a partir do ano 218 a.C., o qual, uma vez imposto, foi usado como propriedade pelos hispânicos. No entanto, logo apos o enfraquecimento, fragmentação e finalmente a caída do império do ocidente, a língua latina seguiu seu próprio caminho, no qual uniram-se formas tradicionais de expressão e novos hábitos lingüísticos desenvolvidos por estes falantes.

  • Justamente nesse período, que vai do século IX até o XII, quando surgiram na Península uns romances, que dariam passo as línguas românicas: galego-português, leonês, castelhano, navarro-aragonês, catalão e moçárabe – umas formas novas de falar o latim, porem independentes da sua língua materna, convertidas cada uma em um sistema próprio, sendo o castelhano, de todas elas, a língua destinada a ser uma das mais faladas em todo mundo e de ser, além disso, a língua de transição entre a idade media e a idade moderna.

  • 2. Origens do Espanhol

    2. Origens do Espanhol

    O castelhano, dialéto românico, surgido na Castilha e origem da língua espanhola, nasceu numa zona montanhosa, mal e tardiamente romanizada, inculta e com fortes raízes pré-romanos (Burgos, Iria Flavia, Oviedo, Amaya, Pamplona), na qual surgiram os condados e reinos medievais espanhóis, e em torno desses novos centros foram se desenvolvendo as variedades dialetais.

  • O castelhano, dialeto dos montanheses e vascos incumbidos, no século IX, de defender dos árabes (na península desde o ano 711) a fronteira oriental do reino Asturias Leonês, adota seu nome de Castilha, do latim castella, plural castellum – que no período visigótico significou “pequeno acampamento militar” (diminutivo de castrum) e logo “terra de castelos”. Em relação aos vascos, sustenta-se que estes, com sua própria língua, influenciaram profundamente esta nova língua românica.

  • A modalidade idiomática navarro–aragonesa, utilizada no lugar onde uniram-se três reinos, Castilha, Navarra e Aragão, deu origem, no século XI, aos primeiros documentos peninsulares numa língua românica: as glosas emilianeses e as glosas silenses. Por outro lado, no ano 1042, escreveram as jarchas, primeiros textos no castelhano, mas com características árabes e hebréias.

  • 3. Consolidação do Catelhano

    3. Consolidação do Catelhano

    O primeiro texto escrito íntegramente no castelhano foi o anônimo Cantar de mío Cid, cuja versão original data do século XII (1140 aproximadamente), embora a que se conheça hoje é a de 1307, copiada por Per Abatt. Também do século XIII é a Grande Estória da Espanha de Alfonso X, rei da Castilha entre 1252 e 1284. Estes primeiros textos escritos em castelhano não se ajustavam a uma única norma ortográfica, uma vez que esta não existia.

  • No entanto, a partir de Alfonso o Sábio – que publicou suas obras no castelhano em vez do latim – é possível detectar uma certa conformidade e esta é, provavelmente, a escritura mais fonética da história do idioma, além de ter adquirido, graças a este monarca, o prestígio da língua nacional.

  • De fato, considera-se que na história lingüística do castelhano podem-se distinguir duas etapas: a primeira denominada, “românica”, na que se escrevem as primeiras mostras da nova língua, onde as variedades vão se homogeneizando em torno da língua de Burgos, primeiro centro de nivelação do idioma, e a segunda, denominada “castelhana”, que começa a partir da obra do mencionado Alfonso X o Sábio. Mais tarde, no século XV, aparece o Livro de buen amor, de Juan Ruiz, arcipestre de Hita.


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  • HISTÓRIA DA LÍNGUA ESPANHOLA
  • INTRODUCCIÓN
  • 1. As Línguas de Península Ibérica
  • 2. Origens do Espanhol
  • 3. Consolidação do Catelhano
  • 4. O Castelhano Como Língua Unificadora
  • 5. A Chegada dos Espanhóis na América
  • 6. Países que Falam a Língua Espanhola