Curso Online de CURSO PROBLEMAS DA MENSTRUAÇÃO.

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Uma das queixas mais comuns em consultas ginecológicas são de problemas relacionados à menstruação. Que problemas são estes? O que deve ...

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Uma das queixas mais comuns em consultas ginecológicas são de problemas relacionados à menstruação.

Que problemas são estes? O que deve ser tratado? O que é considerado normal?

A partir da primeira menstruação, menarca como chamamos, podem existir alterações nos padrões do ciclo menstrual normal.

Até 2 a 2,5 anos depois da primeira menstruação podem ocorrer alterações por imaturidade da glândula que regula a liberação de hormônios que faz menstruar.

Pode-se menstruar três ou duas vezes no mês ou ficar mais de 2 meses sem menstruar. Tudo isso até 2,5 anos depois da primeira menstruação.

A partir daí já é para se ter um ciclo regular, ou seja, um intervalo de 22 a 35 dias do primeiro dia da menstruação ao primeiro dia da próxima menstruação.

Um exemplo para entender: se você menstruou dia 01/01, depois 05/02 e 28/02 considera-se que sua menstruação está normal.

Quando se entra no climatério novamente ocorre uma alteração natural no ciclo menstrual: ou encurtando os ciclos ou aumentando os mesmos.

Essas alterações descritas são consideradas dentro de um limite de normalidade.

Deve-se fazer o exame ginecológico para se excluir doenças do trato genital que ocasionam alterações na menstruação como por exemplo "feridas" do colo do útero, que podem sangrar e ser erroneamente confundidas com a menstruação.

Problemas que podem alterar a menstruação são listados abaixo com seus sintomas mais comuns:

- Ovários micropolicisticos: São pequenos cistos no ovário que alteram os hormônios, e consequentemente a menstruação. Pode-se ficar muito tempo sem menstruar, com um aumento de peso, pêlos e acne. Pode também menstruar com intervalo menor que 22 dias.

- Cisto no ovário: Neste caso existe um cisto grande em um ovário podendo causar dor ou não. As alterações na menstruação ocorrem, mas é raro vir acompanhado de acne e aumento de pêlos.

- Miomas: São tumores benignos do utero, antigamente conhecidos também como quistos. Em pacientes pré dispostas pode levar à um aumento do fluxo menstrual e cólicas. Algumas mulheres têm miomas, mas não desenvolvem nenhum tipo de sintomas.

- Alterações hormonais: alguns hormônios podem alterar também o ciclo menstrual como por exemplo os da tireóide.

- Uso de medicações: algumas medicações podem alterar a menstruação como por exemplo antidepressivos.

- Cirurgias: laqueaduras, cirurgias em ovários podem alterar a menstruação.

É muito importante sempre anotar os dias da menstruação e sempre detalhar todos os sintomas a seu médico.

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  • CURSO PROBLEMAS DA MENSTRUAÇÃO

    curso problemas da menstruação

    prof.:socorro costa

  • sintomas pré menstruais (fase lútea do ciclo)
    melhoram com início do fluxo menstrual

    menstruação dolorosa (cólica menstrual)
    começa com o fluxo menstrual, podendo estender-se por todo o período menstrual

    relacionadas com o ciclo menstrual

    tensão pré menstrual

    dismenorreia

  • DISMENORRÉIA

    dismenorréia

    50 a 70% das mulheres apresentam cólicas menstruais.
    10% sofrem limitações em suas atividades.
    a etiologia da dismenorréia primária foi assunto intrigante por vários séculos.
    a dismenorréia gera por antecipação uma ansiedade relacionada ao período menstrual (por isso freqüentemente abordada junto com a stpm).

  • CLASSIFICAÇÃO

    classificação

    primária ausência de doença
    secundária consequente a enfermidades do trato genital

  • DISMENORRÉIA PRIMÁRIA (funcional)

    dismenorréia primária (funcional)

    mais comum na adolescência
    inicio cerca de 1 a 3 anos após a menarca.
    geralmente associada a ciclos ovulatórios.
    não tem causa orgânica.

  • DISMENORRÉIA PRIMÁRIA Quadro clínico

    dismenorréia primária quadro clínico

    dor intensa supra-púbica, de caráter espasmódico
    início entre 1 a 4 horas após fluxo menstrual e dura cerca de 24 a 48 horas
    irradiação para região lombo-sacra
    sintomas gastrintestinais associados: náuseas, vômitos e diarréia
    sintomas vasculares associados: cefaléia, fadiga, irritabilidade e lipotímia

  • dismenorréia primária
    teorias propostas

    hipócrates  obstrução cervical e estagnação do sangue
    desajustes psicossomáticos  rejeição da feminilidade
    falhas na educação  visão negativa da menstruação

  • pickles (1957): estudou o endométrio das mulheres com dismenorreia. “estimulante menstrual”  prostaglandinas
    mulheres com dismenorreia apresentam níveis elevados de pgf2 no fluído menstrual, ocorrendo maior produção nas primeiras 48hs.
    a dismenorreia primária tem uma boa resposta com o uso de ainh.

  • progesterona
    desestabilização
    das células endometriais

    liberação de fosfolipídios = fosfolipase a2

    fisiopatologia
    dismenorreia
    primária

  • DISMENORRÉIA SECUNDÁRIA (orgânica)

    dismenorréia secundária (orgânica)

    decorrente de enfermidades orgânicas: leiomioma, endometriose, dip, distopias uterinas, mal formações.
    mais comum no menacme.

  • mioma

    dip

    causas de dismenorréia secundária


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  • DISMENORRÉIA
  • CLASSIFICAÇÃO
  • DISMENORRÉIA PRIMÁRIA (funcional)
  • DISMENORRÉIA PRIMÁRIA Quadro clínico
  • DISMENORRÉIA SECUNDÁRIA (orgânica)
  • Aderencia pélvica e DIP
  • Conduta frente a paciente com dismenorréia
  • SINTOMAS PRÉ-MENSTRUAIS
  • Diagnóstico diferencial
  • Hipóteses sobre etiologia dos sintomas
  • Impacto dos hormônios ovarianos sobre os neurotransmissores do SNC
  • Possível explicação
  • CONDUTA
  • Terapia farmacológica
  • Terapia para sintomas físicos
  • TERAPIA PARA SINTOMAS COMPORTAMENTAIS
  • Falha de resposta
  • FINAL