Curso Online de EXAME PET
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Curso Online de EXAME PET

Curso sobre o exame PET-CT: - O QUE É? - BENEFICIOS - RADIOFARMACOS - PET-CT e suas aplicações em Oncologia Clínica - PREPARO

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Curso sobre o exame PET-CT:
- O QUE É?
- BENEFICIOS
- RADIOFARMACOS
- PET-CT e suas aplicações em Oncologia Clínica
- PREPARO

Técnica em Radiologia


- Fernanda BÁrbara Da Rocha Krasnowolki

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  • PET (Tomografia por Emissão de Pósitrons)

    PET (Tomografia por Emissão de Pósitrons)

  • O que é PET?

    O que é PET?

    O aparelho de PET/CT é formado pelo PET (Tomografia por Emissão de Pósitrons) acoplado a uma CT (Tomografia Computadorizada). Diferente de uma radiografia ou tomografia, cujo objetivo principal é visualizar a estrutura do corpo e assim identificar lesões; o PET é um exame funcional, isso quer dizer, ele tem o objetivo principal de identificar o funcionamento do corpo em nível molecular. A CT acoplada ao PET é utilizada para facilitar a localização dos achados evidenciados pelo PET.
    Para que isso seja possível, são necessárias duas coisas: a) substâncias marcadas que serão processadas pelo corpo e dessa maneira permitem avaliar seu funcionamento; b) um aparelho que possa visualizar essas substâncias e a sua distribuição pelo corpo.

  • Isso pode ser feito através da marcação das substâncias com um isótopo radioativo, formando os radiofármacos. Esses radiofármacos são injetados no paciente e, após determinado tempo para distribuição no corpo, um aparelho (PET) consegue detectar a radiação liberada pelo radiofármaco e mostrar de onde vem essa radiação no corpo. Em outras palavras, o aparelho mostra como o radiofármaco se distribui no corpo.
    O nome “Tomografia por Emissão de Pósitrons” se deve ao fato dos isótopos radioativos utilizados na marcação das substâncias emitirem partículas chamadas pósitrons. Essas partículas reagem rapidamente com outras presentes no corpo emitindo a radiação que é detectada pelo aparelho.

  • Beneficios:

    Beneficios:

    A detecção de doenças em estágios muito iniciais sempre esteve entre os principais desafios da medicina. Um dos maiores saltos nessa direção se deu recentemente, com a introdução da tomografia por emissão de pósitrons. Desde que chegou aos hospitais de ponta, no início dos anos 2000, o exame revolucionou o diagnóstico de distúrbios cardiovasculares, doença de Alzheimer e câncer, principalmente. O PET detecta alterações fisiológicas de forma inédita: em vez de rastrear doenças pela anatomia de um órgão, analisa o seu funcionamento no nível celular. Em outras palavras, ele é capaz de diferenciar tecidos doentes dos sadios por meio do comportamento das células. Isso é feito por uma injeção de glicose no paciente, marcada com flúor radioativo que emite um elétron positivo, o pósitron. Quando há tumores, por exemplo, a substância concentra-se mais no seu interior.

  • Além de detectar a presença de tumores milimétricos, o PET determina se existe metástase e qual a sua extensão. Pode revelar ainda de que forma o câncer responde aos tratamentos quimioterápicos. O PET também tem ajudado os cardiologistas a detectar áreas em que o fluxo sanguíneo no coração está reduzido e a porção do músculo cardíaco que restou viva depois de um infarto. Isso ajuda, inclusive, a decidir qual o melhor procedimento a ser realizado – se cirurgia ou angioplastia, entre outros. No campo dos distúrbios cerebrais, o maior ganho se deu mesmo no caso da doença de Alzheimer. É possível diagnosticar alterações na fisiologia cerebral em estágio inicial, quando ainda não há sintomas evidentes da doença. No futuro, acredita-se que versões ainda mais aperfeiçoadas do PET poderão detectar sinais precoces de esquizofrenia e depressão.

  • Radiofármacos usados no PET:

    Radiofármacos usados no PET:

    Existem vários radiofármacos disponíveis para exames de PET/CT , mas o mais usado é a Fluordesoxiglicose marcada com flúor 18 – abreviada como 18F-FDG. Essa substância é produzida por um processo complexo de radiofarmácia.
    Tudo começa em um aparelho chamado cíclotron onde ocorre a irradiação de água pesada contendo oxigênio-18 gerando o flúor-18. Em seguida, o flúor-18 é ligado ao fármaco (ou substância), no caso a fluordesoxiglicose, e esta é introduzida em um frasco estéril, que por sua vez é colocado dentro de um recipiente de chumbo para proteger da radiação. 

  • Como o nome já diz, a 18F-FDG é um parente da glicose, que é a principal fonte de energia utilizada pelo nosso corpo. Após ser injetada na veia, ela é transportada pelo sangue até as células, onde ela é absorvida para ser transformada em energia. Só que diferentemente da glicose, a 18F-FDG entra na célula, mas não consegue ser transformada em energia, ficando “presa” dentro dela. As células que consomem mais energia vão absorver mais 18F-FDG e, portanto, vão ser fonte de maior radiação detectada pelo aparelho.
    Isso é muito interessante, pois várias doenças podem afetar o consumo energético das células. Por exemplo, em algumas doenças neurológicas, certas áreas do cérebro se tornam menos ativas, consumindo menos glicose, o que pode ser detectado no aparelho. Da mesma maneira, em alguns tumores, observa-se alto consumo de glicose, o que também pode ser detectado pelo PET.

  • Veja algumas imagens de PET/CT mostrando essas alterações:

    Veja algumas imagens de PET/CT mostrando essas alterações:

    À esquerda, seta vermelha mostra área menos ativa em imagem de cérebro e, à direita, seta verde mostra um tumor na parte superior do pulmão esquerdo
    (área mais ativa).

  • Como as imagens de PET/CT localizam o foco epiléptico

    Como as imagens de PET/CT localizam o foco epiléptico

    As imagens funcionais tem um papel importante na localização do foco epiléptico. A tomografia por emissão de pósitrons acoplada à tomografia computadorizada (PET/CT) usando fluordesoxiglicose marcada com flúor 18 (18F-FDG) permite avaliar o metabolismo de diversas áreas cerebrais. Isso é possível pois o 18F-FDG é um análogo da glicose que não é metabolizado pelas células, se acumulando no seu citoplasma. Quanto maior o metabolismo celular, mais 18F-FDG é acumulado e maior o sinal detectado pelo PET. Da mesma maneira, áreas de hipometabolismo apresentam um sinal menor.

  • As imagens de PET/CT feitas no periodo inter-crise (inter-ictal) mostram usualmente uma area de hipometabolismo correspondente ao foco epiléptico. Em conjunto com os achados do eletroencefalograma e da ressonância cerebral, essas imagens aumentam a acurácia para a lateralização do foco da epilepsia, oferecendo mais segurança para a abordagem cirúrgica.

  • PET-CT e suas aplicações em Oncologia Clínica

    PET-CT e suas aplicações em Oncologia Clínica

    O câncer é uma das principais causas de mortalidade e morbidade em países em desenvolvimento e nos Estados Unidos. A decisão clínica referente ao tratamento dos pacientes oncológicos depende muito dos métodos de imagem.  Nos últimos anos, o PET-CT tem assumido papel de grande relevância no manejo desses pacientes.


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