Curso Online de Curso  Perito em Papiloscopia
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Papiloscopia: É a ciência que trata da identificação humana através das papilas dérmicas existentes na palma das mãos e na sola d...

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Papiloscopia:

É a ciência que trata da identificação humana através das papilas dérmicas existentes na palma das mãos e na sola dos pés, mais conhecida pelo estudo das Impressões Digitais

E-mail: blodrom_biologo@yahoo.com.br blodrom_biologo@hotmail.com Wilker Empresa: REYDROGAS Cargo: Aux. expedição Período: 05/05/2003 ate 31/11/2003 Empresa: Átra Unibanco. Cargo: Operador de Telemarketing (Ativo) Período: 05/03/2004 ate 15/11/2004 Empresa: C.T.C Cooperativa de Transporte Coletivo Cargo: Apontador Período: 05/01/2004 ate 20/12/2004 EXPERIÊNCIA Empresa: H.U.G.O Hospital De Urgência De Goiânia. Cargo: Condutor De Maca Período: 24/12/2004 ate 30/12/2007 Empresa: Sociedade Cidadão 2000 Cargo: Educador Social Período: 08/10/2007 ate 11/06/2008 Empresa: AMMA- Agência Municipal Do Meio Ambiente Cargo: Estagiário De Biólogo Período: 21/04/2008 ate 21/04/2009 Empresa: Colégio Estadual Santa Luzia Cargo: Professor de Biologia Período: 01/08/2009 ate 24/02/2011 Empresa: COEPS- Colégio Evangélico Principio da Sabedoria Cargo: Professor de Biologia e Ciências Período: 01/02/2011 FORMAÇÃO INFORMÁTICA CURSOS EXTRA CURRICULARES Graduado em Ciências Biológicas Licenciatura. Faculdade Araguaia. Av. T10 Nº 1047 Setor Bueno. Telefone: (62) 3274-3161 Site: www.faculdadearaguaia.edu.br Informática Básica, Word, Excel, Internet, Digitação, Crowe Drew, Apresentação Em Powerpoint. Identificação e Manejo De Serpentes-Faculdade Araguaia. Período: 28 A 29 De Abril De 2006, 12 Horas/Aula. Educação Ambiental ? IBAMA. Período: Março e Junho de 2006, 48 Horas/Aula Curso Básico em Libras-Faculdade Araguaia. Período: 23 a 31 De Julho De 2007, 36 Horas/Aula. Curso de Diagnóstico Molecular, Taxidermia e Oficina de Paleontologia ? Faculdade Araguaia. Período: 07 A 12 de Maio de 2007, 20 Horas/Aula. Monitor de Microbiologia-Faculdade Araguaia. Período: Segundo Semestre de 2007. 51 Horas/Aula Curso de Biologia e Evolução da Sociedade em Insetos ? Faculdade Araguaia. Período: 09 a 10 de Outubro de 2008. 4 Horas/Aula. Curso de Toxicologia ? Faculdade Araguaia. Período: 09 a 10 de Outubro de 2008. 6 Horas/Aula. Métodos e Técnicas de Pesquisa- CIEE. Período 09 de abril de 2009, 3 Horas/Aulas Produção de Texto e Redação Empresarial- CIEE. Período: 19 de abril de 2009, 12 Horas/Aulas Tecnologia da Informação e Comunicação- SENAI. Período: 10 de março de 2009, 14 Horas/ Aulas. Segurança no Trabalho- SENAI. Período: 17 de março de 2009, 14 Horas/Aulas. Introdução a Projeto- Ciee. 19 de abril de 2009, 3Horas/Aulas. Métodos de Amostragem da Mastofauna- Faculdade Araguaia. Período: 26 de maio de 2009, 4 Horas/aula. Ecologia de Riachos-Faculdade Araguaia. Período: 29 de Maio de 2009, 4 Horas/Aula. Técnicas de Vendas- SENAI. Período 15 a 30 de março de 2012, 25 Horas/ Aulas.


"Ola bom dia eu estou gostando muito apesar de ser mais uma base do que é ser um perito, mas esta muito bem esplicado pra um começo de curso, sabendo que a realidade de um papiloscopista é bem mais complexa do que esta explicito no curso, embora nao ser um curso totalmente completo, mas esta muito gostoso, parabens estou gostando."

- Haroldo Jose Da Silva

- Eliana S. Ferreira

- Vera Lucia Vieira Da Silva

"OLÁ , FIZ OCURSO E FOI MUITO BOM P ENRIQUECER MEUS CONHECIMENTOS ,, ESTA É MINHA AVALIAÇÃO , FAREI OOUTROS CURSSOS COM BUZZERO, TUDO DE BOM , JOEL."

- Joel Da Silva

- Vitor Santiago De Almeida

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    Wilker Blodrom Rodrigues Nunes

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    É a ciência que trata da identificação humana através das papilas dérmicas existentes na palma das mãos e na sola dos pés, mais conhecida pelo estudo das Impressões Digitais.

  • Papiloscopista

    Papiloscopista

    É o nome dado ao profissional da Papiloscopia.       Especialista em identificação, desde a coleta até o arquivamento, envolvendo planejamento, coordenação, supervisão, controle e execução de trabalhos periciais papiloscópicos relativos ao levantamento, coleta, análise, codificação, decodificação e pesquisa de padrões e vestígios papilares. Pericia de Prosopografia (descrição de uma pessoa - envelhecimento, rejuvenescimento e reconstituição facial),bem como a realização de estudos e pesquisas técnico científicas, visando a identificação humana.

  • História da identificação e seus personagens

    História da identificação e seus personagens

    Há várias evidências que o interesse humano em impressões digitais data da pré-história. Em uma face de precipício na Nova Escócia há um desenho (fig. 1) que mostra uma mão com uma digital em espiral presumivelmente feito por nativos pré-históricos.
    Há registro de placas de cerâmica antiga retiradas de uma cidade soterrada no Turquestão, com os seguintes dizeres: "Ambas as partes concordam com estes termos que são justos e claros e afixam as impressões dos dedos que são marcas inconfundíveis".
    Na China do século VII, nos casos de divórcio, o marido tinha que dar um documento para a divorciada, autenticado com suas impressões digitais.
    No século IX na Índia, os analfabetos tinham seus documentos legalizados com as suas impressões digitais.
    Apesar da difusão do emprego da impressão digital como ferramenta individuadora, não havia até então uma aplicação científica do seu uso para identificação humana.

  • Figura 1: Desenho pré-histórico

    Figura 2 : Marcello Malphighi.

  • Marcello Malphighi

    Marcello Malphighi

    Em 1.686, Marcello Malphighi (fig. 2), professor de anatomia na Universidade de Bolonha - Itália, com o auxílio de um microscópio (recém inventado), estudou a superfície da pele e notou os cumes elevados na região dos dedos e os descreveu como " da laçada a espirala " mas não fez nenhum comentário no possível uso das mesmas como ferramentas de identificação.
    Muito antes dos cientistas forenses se interessarem por impressões digitais para identificação humana, a sociedade de todas as eras tinham reconhecido a necessidade de estigmatizar os criminosos.
    Métodos antigos de identificação biométrica consistiam em infligir cicatrizes, marcas, ou tatuagens nos criminosos. A mutilação era (e em alguns países, ainda é) uma atitude extrema, mas efetivo modo de marcar um ladrão.

  • Mas este tipo de mutilação, bem como marcar com ferro em brasa (ferrete - França), desapareceu na maioria dos países na primeira metade do século XVIII quando a civilização desenvolveu um sistema de lei criminal e uma maior importância do indivíduo na sociedade.
    No caso da reincidência o castigo a ser aplicado ao transgressor era mais severo, o delinqüente buscava esconder suas ofensas passadas assumindo uma falsa identidade, e como nesse período não havia nenhum método eficaz de identificação, esta era uma tarefa relativamente fácil para o criminoso. Com o passar dos anos ficou óbvio que muitos criminosos reincidentes estavam sendo tratados como primários, o que martirizava a polícia e juizes da época. A comunidade de execução da lei virou sua atenção para este sério problema, e um novo método de identificação, fazia-se necessário

  • Johannes Evangelista Purkinji

    Johannes Evangelista Purkinji

    Em 1823, o tcheco Johannes Evangelista Purkinji (fig. 3), professor de anatomia na Universidade de Breslau, publicou sua tese onde citava nove padrões de impressões digitais.
    Apesar de, assim como Marcello Malphighi, também não ter feito nenhuma menção de seu valor como ferramenta de identificação, deixou o caminho aberto para descobertas que estavam por vir.

  • Figura 3: Johannes Evangelista Purkinji.

    Figura 4: Alphonse Bertillon.

  • A Antropométrica de Alphonse Bertillon

    A Antropométrica de Alphonse Bertillon

    O primeiro método científico de identificação amplamente aceito foi desenvolvido pelo francês Alphonse Bertillon (fig. 4) em 1879. A antropometria, também chamada de Bertillonage em homenagem a seu criador, confiava em uma combinação de medidas físicas coletadas por procedimentos cuidadosamente prescritos. É um sistema complexo e completo de identificação humana, além dos assinalamentos antropométrico, descritivo e dos sinais particulares, apresenta a fotografia do identificado de frente e de perfil, reproduzida a um sétimo e as impressões digitais que foram introduzidas por Bertillon em 1894, obedecendo uma classificação original.

  • Na Bertillonage, as impressões digitais representam um mero elemento de identificação a mais, visto que a chave do sistema é baseada na antropometria. No sistema havia três fichas para classificação que formavam 9 grupos subdivididos em 3 subgrupos resultando 27 categorias.
    Inicialmente, se formavam dois grandes grupos, segundo o sexo e a idade das pessoas. O terceiro grupo formado pela dimensão média da cabeça, oscilando entre 185 mm a 190 mm, que foram classificados em pequenas, médias e grandes.
    A classificação das fichas faz-se mediante as medidas obtidas no assinalamento antropométrico e finalmente repartidas em armários adequados, de modo que, qualquer que seja o número de fichas, o reconhecimento de um reincidente se faz facilmente pela situação ordenada de sua ficha e pela eliminação das demais.
    As medidas são representadas por símbolos que são registrados em fichas de cartolina medindo 161 mm de comprimento por 142 mm de largura. Na mesma é colocada uma fotografia de frente e as impressões dos dedos polegar, indicador, médio e anular direito e nesta ficha também se anotavam a filiação, os antecedentes, os dados pessoais e indicativos bem como as marcas e anomalias, caso existentes.


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