Curso Online de Ergonomia: Técnicas de postura do trabalho em pé e sentado

Curso Online de Ergonomia: Técnicas de postura do trabalho em pé e sentado

01. Conceitos, 02. Funções da postura, 03. Normas para o trabalho em postura sentada, 04. Normas para o trabalho na postura em pé, 05. Re...

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01. Conceitos,
02. Funções da postura,
03. Normas para o trabalho em postura sentada,
04. Normas para o trabalho na postura em pé,
05. Relações entre, posturas básicas e segmentares/ extremas,
06. Registros de comportamento/ análise de posturas,
07. A postura correta,
08. Dicas para manter a boa postura sentado,
09. Postura de pé ou Postura ortostática,
10. Porque não se deve permanecer em posição
de pé por longos períodos.

José Vieira Cabral Nasceu no dia 25 de agosto de 1.960 em Xambrê, Paraná, viveu ali até os seus oito anos de idade e depois os seus pais se mudaram para Maringá no mesmo Estado. E aos 19 anos mudou-se para São Caetano do Sul, Região do Grande ABC, São Paulo, onde permanece até o presente momento. O Autor/produtor foi comerciante a maior parte de sua vida, mas também trabalhou como empregado em algumas Empresas: Foi Administrativo e Encarregado de obras Civis, tendo como formação (Mestria em Construção Civil) e, mais de 100 Cursos de diversas áreas. Como Escritor e pesquisador escreveu diversas Obras Literárias e Didáticas: É fundador da Livraria e Editora Virtual Cabral Veríssimo (seu nome artístico) e pertencente ao Clube de autores. O seu Site:(ciacabralverissimo.loja2.com.br), onde produz os seus Livros e Cursos online para a plataforma da (www.buzzero.com/autores/jose-cabral).



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    01. Conceitos,
    02. Funções da postura,
    03. Normas para o trabalho em postura sentada,
    04. Normas para o trabalho na postura em pé,
    05. Relações entre, posturas básicas e segmentares/ extremas,
    06. Registros de comportamento/ análise de posturas,
    07. A postura correta,
    08. Dicas para manter a boa postura sentado,
    09. Postura de pé ou Postura ortostática,
    10. Porque não se deve permanecer em posição
    de pé por longos períodos.

  • NORMA TÉCNICA PARA O TRABALHO EM PÉ E SENTADO

    01. Conceitos
    As questões de posturas no trabalho são tratadas por algumas empresas, gerentes, trabalhadores, profissionais da saúde e do esporte, principalmente como um problema de caráter individual, incorrendo no viés de que a correção destas por parte do indivíduo minimizaria/ eliminaria o risco. O mobiliário ajustável é utilizado indistintamente como medida de adequação de postura, ficando a critério do usuário o ônus do seu ajuste e a adequação da postura. As intervenções na maioria das vezes passam por medidas educativas e de orientações posturais que não são suficientes para o enfrentamento individual e coletivo desta problemática.
    Dados da bibliografia nacional e internacional apontam para a associação de vários agravos à saúde relacionados à manutenção de posturas fixas, tais como: Lesões por Esforços Repetitivos/ Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (LER/DORT), distúrbios vasculares periféricos, relacionados ao sistema digestório, alterações neurosensoriais, etc.

  • Os dados sobre os atendimentos a trabalhadores de diversos ramos de atividades nos Centros de Referência em Saúde do Trabalhador no Município de São Paulo indicam que houve um aumento de casos de LER/DORT na década de noventa, constituindo uma das principais demandas. Nos últimos anos, com o risco de desemprego, a introdução de novas tecnologias e mudanças organizacionais, constata-se que esta demanda tem outra característica: trabalhadores com LER/DORT em estágios mais avançados. Sabe-se que estes distúrbios são decorrentes de diversos fatores, não sendo exclusivo o fator biomecânico, mais especificamente as questões de postura. Identifica-se a organização do trabalho como um dos principais fatores na determinação das posturas no trabalho, na escolha dos equipamentos/ ferramentas/ máquinas/ mobiliário, concepção do trabalho e tempo de exposição, que contribuem para o desenvolvimento das LER/DORT, (NATIONAL RESEARCH COUNCIL 1998, NIOSH 2000, MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2001), bem como os distúrbios já citados.

  • Também é importante ressaltar que a população acometida por estes agravos é jovem, nos estágios mais avançados, com sequelas físicas e psicológicas, limitações e impedimentos permanentes para a realização das atividades cotidianas e do trabalho.
    O alto índice de desemprego e as novas formas de reestruturação produtiva têm propiciado no Município de São Paulo a criação de atividades de comércio, cabeleireiros, manicures, clínicas de estética, serviços de assessoria e suporte de informática, bares, restaurantes, entre outros, o que vem contribuindo para o aumento do tempo de manutenção na postura em pé e sentada.
    A frequência do trabalho envolvendo o uso de microeletrônica tem contribuído para a manutenção da postura sentada mais fixa junto ao computador.
    A permanência das posturas fixas (sentado ou em pé) durante a jornada de trabalho também contribui para a diminuição do tempo de alternância postural.
    As posturas são impostas e a concepção e a organização do trabalho determinam a possibilidade ou não de variar as posturas e ter autonomia sobre elas.

  • Parte-se do princípio que não existe uma postura única “adequada”, além disto, esta terminologia embute uma valoração negativa ou positiva sobre uma atitude/ comportamento individual e descarta os diversos aspectos que envolvem o trabalho.
    Frequentemente, a adoção destas medidas ocorre de maneira compulsória, sem discriminar os trabalhadores que já portam alguma patologia relacionada ou não ao trabalho. Na concepção e aplicação das intervenções comumente se desconsideram as alternâncias posturais e de movimentos nas tarefas. Esses aspectos podem contribuir para agravar e/ ou propiciar o aparecimento de agravos à saúde.
    Considerando as premissas anteriores, as atribuições da COVISA no Código Sanitário Municipal, que determina a elaboração de instrução normativa para a proteção da saúde do trabalhador e a lacuna de instrumentos normativos pertinentes a essa questão no âmbito do Município de São Paulo, institui-se esta norma técnica, com o objetivo de nortear a atuação das autoridades sanitárias, dos profissionais da Vigilância em Saúde do Município de São Paulo, empregadores, sindicatos e empregados nas obrigações e recomendações sobre o trabalho nas posturas em pé, sentado e alternado.

  • A instituição de norma técnica pelo órgão competente do sistema de vigilância em saúde municipal encontra amparo legal na Constituição Federal, na Lei Federal nº 8080/90 e na Lei Municipal nº 13725/2004, que instituiu o Código Sanitário do Município de São Paulo.
    De acordo com o artigo 7º, inciso XXII da Constituição Federal são direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social, a redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e segurança.
    Estabelece o artigo 23, inciso II da Carta Magna, competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios cuidar da saúde.
    O artigo 196 da CF estabelece que a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução de doenças e de outros agravos, competindo ao Sistema Único de Saúde executar as ações de vigilância sanitária, epidemiológica e de saúde do trabalhador (artigo 200 - inciso II da CF).

  • Cumprindo a norma constitucional a Lei Federal nº 8080/90 incluiu no campo de atuação do SISTEMA ÚNICO DE SAUDE a execução de ações de saúde do trabalhador e a colaboração na proteção do meio ambiente, já que o trabalho pe um dos fatores determinantes e condicionantes da saúde.
    Por esta razão estabeleceu em seu artigo 15, inciso VI competência concorrente da União, Estados, Distrito Federal e Municípios para elaborar normas técnicas e estabelecimento de padrões de qualidade para a promoção da saúde do trabalhador.
    Cumprindo os ditames constitucionais e da lei federal a Lei Municipal nº 13.725/2004, norteada pelo princípio da precaução, determinou aos órgãos de vigilância em saúde municipais a adoção de medidas intervencionistas preventivas quando houver ameaça de danos sérios ou irreversíveis à vida, à saúde e ao meio ambiente.
    Dentre essas medidas o artigo 10º da referida lei atribuiu à direção municipal do Sistema Único de Saúde, em articulação com o órgão competente de vigilância em saúde, competência para elaboração de normas, códigos e orientações no que diz respeito as questões das vigilâncias sanitária, ambiental, epidemiológica e em saúde do trabalhador.

  • Para tanto impôs às autoridades sanitárias que executam ações de vigilância em saúde do trabalhador para desempenhar suas funções, o dever de estabelecer normas técnicas para a proteção da saúde no trabalho (artigo 38 - inciso VII).
    De acordo com o artigo 43 do mesmo diploma legal a organização do trabalho deve adequar-se às condições psicofisiológicas dos trabalhadores, tendo em vista as possíveis repercussões negativas sobre a saúde, quer diretamente por meio dos fatores que a caracterizam, quer pela potencialização dos riscos de natureza física, química, biológica e psicossocial, presentes no processo de produção, estabelecendo em seu parágrafo único que, na ausência de norma técnica federal e estadual, o órgão competente do sistema de vigilância em saúde municipal elabore instrumentos normativos relacionados aos aspectos da organização do trabalho e ergonômicos que possam expor a risco a saúde dos trabalhadores.
    Em cumprimento a esses ditames legais é que a sub-gerência de vigilância em saúde do trabalhador apresenta para apreciação e aprovação a presente norma técnica que complementa a NR 17.

  • Esta norma indica a adoção de posturas mais próximas das consideradas neutras, ou seja, aquelas que impõem a menor carga possível sobre articulações e segmentos musculoesqueléticos (Rio e Pires, 1999). Quando isto não for possível, deve-se proporcionar maior aproximação das posturas neutras para minimizar ou eliminar os agravos à saúde relacionados ao trabalho.
    Com o objetivo de considerar o que será apresentado nos enunciados, é importante definir os conceitos para a aplicação prática deste instrumento.
    Definições:
    A postura é uma atitude adotada pelo corpo; a disposição do corpo no espaço. Uma postura natural deve ser aquela que, segundo os princípios da biomecânica, as articulações ocupem posição neutra, ou seja, sem movimentos, por exemplo, de extensão ou flexão ou inclinação. Deve ser uma postura que não exija grande esforço para mantê-la e assim não prejudique o organismo, não crie sobrecargas funcionais ou condições que a longo ou curto prazo possam originar processos patológicos (Queiróz 1998).

  • (musculares, articulares, do labirinto, visuais, auditivas), estruturas nervosas de integração e de comando dos músculos antigravitacionais, atividades destes músculos;
    A atividade primordial do homem. Mas não se trata somente de se manter em pé ou sentado, mas também agir; portanto a postura é suporte para tomada de informação e para a ação motriz no meio exterior. Simultaneamente ela é meio para localizar as informações exteriores em relação ao corpo e modo de preparar os segmentos corporais e os músculos com o objetivo de agir sobre o ambiente.
    Ela participa da atividade e ela é em si mesma, um meio para realizar a atividade;
    - Meio de expressão e de comunicação. Ela é um sinal da atividade, portanto, um meio de comunicação com os outros para a realização do trabalho;
    - Elemento significativo essencial da atividade de trabalho. Certas posturas não estão ligadas apenas à atividade de trabalho, mas às dificuldades superpostas.
    A postura depende, por um lado, dos constrangimentos ditos externos, quer dizer, da tarefa a realizar e das condições ditas internas do indivíduo, ou seja, de seu estado geral, de seu estado físico-sensorial, de sua experiência, de suas características antropométricas.

  • POSTURA E AGRAVOS à SAÚDE RELACIONADOS AO TRABALHO:
    A atividade postural é uma fonte essencial de informações proprioceptivas que permite encadear o caráter espacial das informações exteriores com a situação dos diferentes segmentos corporais no espaço. A postura como aspecto fundamental da atividade motriz é uma parte da carga de trabalho. (....) Somente se pode descrever uma postura quando se considera a duração, ou seja, a mudança ou a manutenção de uma postura (Moraes e Mont`Alvão,1998).
    As posturas fazem parte dos elementos da análise do trabalho mais evidentes e que, no entanto, não são correta e devidamente valorizadas. A postura adotada como resposta comportamental do operador passa a ser um critério essencial por ser um elemento observável (Moraes e Mont`Alvão,1998). A partir da observação e análise da postura é possível evidenciar sinais de cansaço, os aspectos relacionados à saúde e possíveis agravos.
    As pessoas adotam posturas para o desenvolvimento da atividade do trabalho e para o descanso. Essas posturas podem produzir cargas e torques adequados para a manutenção e promoção da saúde ou podem ser excessivas, ou mesmo, insuficientes para sua preservação, levando à deterioração (Rio e Pires, 1999)


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