Curso Online de Mecanismo da Sede e reabsorção de sais

Curso Online de Mecanismo da Sede e reabsorção de sais

O presente curso tem enfoque no mecanismo da sede e na absorção, reabsorção e excreção de sais, formação da urina e homeostase corporal

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O presente curso tem enfoque no mecanismo da sede e na absorção, reabsorção e excreção de sais, formação da urina e homeostase corporal


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  • Mecanismo da Sede e Reabsorção de Sais

    Mecanismo da Sede e Reabsorção de Sais

  • INTRODUÇÃO

    INTRODUÇÃO

  • A perda de certas quantidades de água é inevitável. Essa perda obrigatória nos ajuda a explicar por que não sobrevivemos por muito tempo sem tomar água. Nem mesmo os mais potentes esforços dos rins podem compensar a falta de ingestão de água.
    Essa perda inclui a água que acompanha os resíduos de alimentos não digeridos nas fezes e uma perda diária sensível mínima de 500 ml na urina.

    A perda de água na urina reflete o fato de que:

    1. Quando nos alimentamos de forma adequada, os rins precisam excretar 900 a 1.200 mOsm de solutos para manter a homeostase do sangue;
    2. Os rins humanos precisam eliminar esses solutos da urina (produtos finais do metabolismo e outros) para fora do corpo dissolvidos em água.

    Além dessa perda de água obrigatória, a concentração de solutos e o volume de urina dependem da ingestão de líquidos, da dieta e da perda de água por outros meios. Por exemplo, se transpiramos excessivamente em um dia quente, menos urina do que o usual deverá ser excretada para que assim seja mantido o equilíbrio homeostático.

  • Os rins, em seu funcionamento normal, começam a eliminar o excesso de líquidos cerca de 30 minutos após a sua ingesta. Essa “demora” se deve ao tempo que é preciso para inibir a liberação do ADH. Assim, a diurese alcança seu pico uma hora depois da ingestão diminuindo até seu nível mais baixo após três horas. O volume de água em nosso corpo é diretamente ligado ao poderoso íon sódio (Na+), que exerce um papel importante no balanço hídrico corporal. Nossa habilidade renal em manter esse equilíbrio hídrico através da eliminação urinária, se traduz na verdade em um problema do equilíbrio do sódio e da água, já́ que os dois serão sempre regulados juntamente através de mecanismos que servem à função cardiovascular e à pressão sanguínea. Quando há a detecção de baixa pressão arterial e baixa concentração de sódio no sangue, os rins detectam essa variação, que resulta na produção da enzima chamada renina que é liberada pelas células do aparelho justaglomerular.

    Os rins, em seu funcionamento normal, começam a eliminar o excesso de líquidos cerca de 30 minutos após a sua ingesta. Essa “demora” se deve ao tempo que é preciso para inibir a liberação do ADH. Assim, a diurese alcança seu pico uma hora depois da ingestão diminuindo até seu nível mais baixo após três horas. O volume de água em nosso corpo é diretamente ligado ao poderoso íon sódio (Na+), que exerce um papel importante no balanço hídrico corporal. Nossa habilidade renal em manter esse equilíbrio hídrico através da eliminação urinária, se traduz na verdade em um problema do equilíbrio do sódio e da água, já́ que os dois serão sempre regulados juntamente através de mecanismos que servem à função cardiovascular e à pressão sanguínea. Quando há a detecção de baixa pressão arterial e baixa concentração de sódio no sangue, os rins detectam essa variação, que resulta na produção da enzima chamada renina que é liberada pelas células do aparelho justaglomerular.

  • Texto explicativo sobre o Hormônio Antidiurético – ADH: A ação do ADH

    Texto explicativo sobre o Hormônio Antidiurético – ADH: A ação do ADH

  • COMPONENTES DO SISTEMA RENAL

    COMPONENTES DO SISTEMA RENAL

    Rins
    Bexiga Urinária
    Ureteres
    Uretra
    Esfíncteres (interno e externo)

  • OS RINS

    OS RINS

    São órgãos em forma de grão de feijão que se encontram na cavidade retroperitoneal do corpo. Os rins apresentam três regiões principais, o córtex que é a região mais externa, localizada logo abaixo da cápsula renal. A medula é a região central e está dividida em medula externa e medula interna. A medula externa, por sua vez, apresenta uma faixa externa e uma faixa interna. A papila é a extremidade mais interna da medula renal interna e esvazia seu conteúdo em estruturas denominadas cálices maiores e menores que são extensões do ureter. A urina de cada rim é drenada para o ureter e transportada para a bexiga para armazenamento e eliminação posterior.

  • FUNÇÕES DOS RINS

    FUNÇÕES DOS RINS

    Formação da urina
    Regulação do equilíbrio hidroeletrolítico
    Regulação da pressão arterial
    Regulação do volume de água no organismo
    Conservação de nutrientes como glicose, sódio, potássio, cálcio
    Regulação do equilíbrio ácido-básico
    Produção hormonal (eritropoetina, prostraglandinas, cininas)
    Regulação na produção de calcitriol (produz a forma ativa da vitamina D)
    Síntese de glicose (gliconeogênese a partir de aminoácidos)
    Osmolaridade

  • ESTRUTURA DO NÉFRON

    ESTRUTURA DO NÉFRON

    As unidades funcionais dos rins se chamam néfrons. Cada rim contém aproximadamente 1 milhão de néfrons. O néfron consiste no glómerulo e no túbulo renal, o glómerulo é a rede capilar glomerular que emerge da arteríola aferente. Os capilares glomerulares estão envolvidos na cápsula de Bowman que é contínuo com a primeira porção do néfron.

  • O sangue é ultrafiltrado pelos capilares glomerulares para o espaço de Bowman, que é a primeira etapa na formação da urina. O restante do néfron é a estrutura tubular, revestida por células epiteliais que desempenha mais funções de reabsorção e secreção.
    O néfron ou túbulo renal, contém os seguintes segmentos (começando com o espaço de Bowman): túbulo convoluto proximal; túbulo reto proximal; alça de Henle (com o segmento descendente fino, segmento ascendente fino e segmento ascendente espesso); túbulo convoluto distal e ductos coletores. Cada segmento do néfron é funcionalmente distinto, da mesma forma que as células epiteliais que revestem cada segmento têm ultraestrutura diferente.
    As células do túbulo convoluto proximal são únicas por ter microvilosidades profusamente desenvolvidas em sua superfície luminal chamadas de borda em escova. A borda em escova provê ampla área de superfície para a função primordial de absorção do túbulo convoluto proximal.
    Existem dois tipos de néfrons, os corticais superficiais e os justamedulares caracterizados pelo posicionamento de seus glómerulos dentro do rim. Os néfrons corticais superficiais tem seus glómerulos situados na porção mais externa do córtex renal, apresentam alça de Henle curta que descem até a porção externa da medula renal. Por sua vez, os néfrons justamedulares possuem glómerulos próximos à borda corticomedular, são maiores e possuem alta intensidade de filtração, possuem longas alças de Henle que descem profundamente na medula interna e papila, sendo essenciais para a concentração da urina.

  • ESTRUTURA DO NÉFRON

    ESTRUTURA DO NÉFRON


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  • 1. INTRODUÇÃO
  • 2. ADH: A ação do ADH
  • 3. COMPONENTES DO SISTEMA RENAL
  • 3.1 OS RINS
  • 3.2 FUNÇÕES DOS RINS
  • 3.4 ESTRUTURA DO NÉFRON
  • 4. O MECANISMO DA SEDE
  • 4.1 CENTROS DA SEDE NO SISTEMA NERVOSO CENTRAL
  • 4.2 ESTÍMULOS PARA A SEDE
  • 4.3 LIMIAR PARA O ESTÍMULO OSMOLAR DA INGESTÃO DE ÁGUA
  • 4.4 TIPOS DE SEDE
  • 4.4.1 SEDE INTRACELULAR
  • 4.4.2 SEDE EXTRACELULAR
  • 4.5 O PAPEL DA SEDE NO CONTROLE DA OSMOLARIDADE E DA CONCENTRAÇÃO DE SÓDIO DO LÍQUIDO EXTRACELULAR
  • 4.6 O PAPEL DA ANGIOTENSINA II E DA ALDOSTERONA NO CONTROLE DA OSMOLARIDADE E DA CONCENTRAÇÃO DE SÓDIO DO LÍQUIDO EXTRACELULAR
  • 4.7 O PAPEL DA ANGIOTENSINA II NO CONTROLE DA EXCREÇÃO RENAL
  • 4.8 O PAPEL DA ALDOSTERONA NO CONTROLE DA EXCREÇÃO RENAL
  • 4.9 SISTEMA RENINA ANGIOTENSINA-ALDOSTERONA
  • 5. ABSORÇÃO DE ÁGUA E SAIS MINERAIS
  • 5.1 ABSORÇÃO DE ÁGUA
  • 5.2 ABSORÇÃO DE SÓDIO
  • 5.3 ABSORÇÃO DE CLORO E BICARBONATO
  • 5.4 ABSORÇÃO DE CÁLCIO
  • 5.5 ABSORÇÃO DE FERRO
  • 6. FORMAÇÃO DA URINA
  • 6.1 RESUMO DA REABSORÇÃO
  • 7. HOMEOSTASE
  • REFERÊNCIAS