Curso Online de Capacitação em Punção Venosa periférica - com scalp e cateter

Curso Online de Capacitação em Punção Venosa periférica - com scalp e cateter

A punção venosa periférica é uma das atividades mais realizadas pelos profissionais de enfermagem, o bom desenvolvimento da técnica para ...

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Carga horária: 6 horas

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A punção venosa periférica é uma das atividades mais realizadas pelos profissionais de enfermagem, o bom desenvolvimento da técnica para execução desse procedimento exige conhecimentos e destreza manual. O curso pretende pontuar aspectos importantes do procedimento bem como descrever as etapas para a realização do mesmo. Traz figuras ilustrativas em cores. Aproveitem.

Mestre em Ensino na Saúde - UFF Especialista em Educação a Distância - UFF Especialista em Ativação de Processos de Mudanças na Formação Superior em Saúde - ENSP Especialista em Formação Pedagógica - ENSP Especialista em CTI Cardiológico - UFF Pós graduanda em Gênero, Sexualidade e Direitos Humanos - ENSP lattes: http://lattes.cnpq.br/2401227655072032 Professora do ensino médio em enfermagem e preparatório para concursos. Enfermeira assistencial do setor de Pediatria.



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  • Punção Venosa Periférica Programa de Capacitação em Enfermagem

    punção venosa periférica programa de capacitação em enfermagem

    proden

    adrianeneves@bol.com.br

    prof. enf. adriane das neves

  • terapia intravenosa

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  • terapia intravenosa (tiv) refere-se á administração de soluções contendo eletrólitos(como sódio, potássio, entre outros) e nutrientes, hemoderivados e medicamentos diretamente na veia.

     indicações da terapia intravenosa
     
    1. necessidade de infusão de grandes quantidades de líquido,
    2. administração de medicamentos, especialmente substâncias irritantes que poderiam causar necrose tecidual se inoculados por outras vias,
    3. quando se pretende uma ação imediata do medicamento ou droga,
    4. restaurar ou manter o equilíbrio hidroeletrolítico,
    5. em casos de desnutrição em que o paciente está impossibilitado de se alimentar oralmente, ou por via digestiva (alimentação enteral).

     elementos principais das soluções parenterais

    são seis os principais eletrólitos que atuam na manutenção do equilíbrio químico: cálcio, cloro, fósforo, magnésio, potássio e sódio.

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  • cálcio (ca++)

    cátion importante, encontrado no meio extracelular de dentes e ossos.
    nível sérico normal: 8,9 a 10,1 mg/dℓ
    sinais e sintomas de desequilíbrio:
    hipercalemia:anorexia, cefaléia, constipação intestinal, fraqueza muscular, hipertensão, letargia, náuseas, polidpsia, poliúria e vômitos.
    hipocalcemia: arritmias, cãibras, convulsões, hipotensão, parestesias, sangramento, tetania, tremor muscular.

     cloreto (cl­-)
    ânion importante, encontrado no meio extracelular.
    nível sérico normal: 96 a 106 meq/ℓ

    sinais e sintomas de desequilíbrio:
    hipercloremia: acidose metabólica, letargia, respiração de kussmaul, taquicardia, dispnéia, hipertensão, retenção de líquidos e edema compressível.
    hipocloremia: aumento da excitabilidade muscular, cãibras, espasmos musculares, fraqueza muscular, freqüência respiratória diminuída, tetania.
     

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  •  fósforo (p)
    ânion importante, encontrado no meio intracelular
    nível sérico normal (fosfato): 2,5 a 4,5 mg/dℓ
    sinais e sintomas de desequilíbrio:
    hiperfosfatemia: anorexia, arritmias e espasmos musculares, com elevação súbita do nível sérico de fosfato, diminuição da consciência, hiper-reflexia, insuficiência renal, náuseas e vômitos, neuroexcitabilidade vaga até tetania e convulsões, parestesias, tetania.
    hipofosfatemia: anorexia, defeitos da fala (como gagueira), fraqueza muscular, hipofosfatemia grave, cardiomiopatia, cianose, diminuição do debito cardíaco, hipotensão, insuficiência respiratória, rabdomiólise, letargia, mal-estar, mialgia, parestesias.
     magnésio (mg++)
    cátion importante, encontrado no meio extracelular (estreita relação com cálcio e potássio)
    nível sérico normal: 1,5 a 2,5 mg/dℓ, com 33% ligados a proteínas, e o restante como cátions livres.
    sinais e sintomas de desequilíbrio:
    hipermagnesemia:alterações neuromusculares vagas (como tremor), arritmias, coma, hipotensão, letargia, pulso lento e fraco, sintomas gastrintestinais vagos (como náuseas), sonolência.
    hipomagnesemia: alterações vasomotoras, anorexia, arritmias, cãibras nas pernas e pés, confusão, convulsões, hiperirritabilidade, náuseas, tontura, tremor.

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  •  potássio (k+)
    cátion importante no meio intracelular
    níveis séricos normais: 3,5 a 5,0 mg/dℓ
    sinais e sintomas de desequilíbrio:
    hipercalemia: diarréia, fraqueza muscular, náuseas e oligúria.
    hipocalemia: diminuição da motilidade gastrintestinal, músculo-esquelética e da função muscular cardíaca, diminuição da pressão arterial, diminuição dos reflexos, fraqueza ou irritabilidade muscular, íleo paralítico, náuseas e vômitos, pulso rápido, fraco e irregular.
     
     sódio (na+)
    cátion importante no meio extracelular.
    nível sérico normal: 135 a 145 meq/ℓ
     
    sinais e sintomas de desequilíbrio:
    hipernatremia: agitação, confusão, espasmos musculares, febre, fraqueza, hipervolemia, dispnéia, hipertensão, pulso forte, hipovolemia, hipotensão ortostática, mucosas ressecadas, oligúria, letargia, rubor, sede.
    hiponatremia: alteração do nível de consciência, cefaléia, cólicas abdominais, convulsões, fraqueza muscular, náuseas, tremor, turgor de pele diminuído.

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  • tipos de solução intravenosa

    soluções hipotônicas- concentração menor que a do líquido intracelular (ic). quando infundidas a água difunde-se para o meio ic provocando o inchamento das células. exemplo: soro fisiológico 0,45%, cloreto de sódio a 0,33% e glicose a 2,5%.


    soluções isotônicas- tonicidade igual ao líquido ic. mesma pressão osmótica, mantendo equilíbrio de água entre o meio ec e o meio ic. exemplo: soro glicosado 5%, soro fisiológico 0,9%, solução de ringer com lactato, albumina a 5%.


    soluções hipertônicas- concentração maior que a do meio ic. quando infundidos rapidamente podem fazer com que a água saia do interior da célula para o meio extracelular (ec). exemplos: soro glicosado 10%, albumina a 25%, cloreto de sódio a 7,5% e glicose a 5% em soro fisiológico.

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  • acesso venoso periférico

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  • acesso venoso periférico

    é um acesso venoso realizado através de uma punção de veia periférica em uso de um dispositivo intravenoso. pode ser usada tanto para tratamento prolongado quanto para soluções mais concentradas, observando sempre a permeabilidade venosa.
    os objetivos da punção venosa são:
     administração de medicamentos
     fluidoterapia
     administração de hemoderivados e hemocomponentes;
     amostras sangüíneas e,
     manter um via em caso de necessidade.

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  • locais de punção venosa no membro superior

    - veias digitais
    ao longo das faces laterais e dorsais dos dedos.

    vantagens
    - podem ser usadas para terapia de curta duração
    - podem ser usadas quando outras vias não estão disponíveis.

    desvantagens:
    - exigem a imobilização dos dedos com uma tala, que diminui a capacidade de usar a mão;
    - incômodo para o cliente;
    - risco significativo de infiltração;
    - não indicadas se as veias do dorso da mão já estiverem sendo utilizadas.

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