Curso Online de Choque circulatório
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Choque circulatório

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Choque circulatório

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  • Choque circulatório

    choque circulatório

    enfº marcelo neves

  • Choque circulatório

    choque circulatório

    o choque, também conhecido como estado de choque,[1] é uma crise aguda de insuficiência cardiovascular, ou seja, o coração e vasos não são capazes de irrigar todos os tecidos do corpo com oxigénio suficiente. a capacidade das trocas entre o sangue e os líquidos dos tecidos se darem é dependente da pressão do sangue dentro dos vasos: a pressão arterial.

  • o choque pode ter várias causas. contudo as mais frequentes são o choque hipovolêmico por hemorragias graves ou desidratação, em que a perda de sangue leva à descida perigosa da pressão arterial; o choque séptico, em que bactérias produzem endotoxinas que causam vasodilatação em todos os vasos de forma inapropriada; e o choque cardiogénico, de causa cardíaca por falência desse órgão em manter a pressão sanguínea.

  • Progressão e sintomas gerais

    progressão e sintomas gerais

    a fase inicial do choque pode ser bastante pobre em sinais e sintomas, podendo apresentar tão somente uma taquicardia leve e ansiedade, que pode acontecer em várias outras situações. a ausência de sintomas ou danos nesta fase é devida aos mecanismos compensadores da pressão sanguínea, como a vasoconstrição pela ação de variadas hormonais (como a adrenalina e a adh), reflexo neuronal ou pela ativação do sistema nervoso simpático.

    em seguida, o paciente pode apresentar palidez cutâneo-mucosa (pele pálida, embranquecida, lábios e olhos sem sinais de sangue). o médico não precisa esperar que a pressão arterial caia para diagnosticar e começar o tratamento do choque.

  • um choque circulatório profundo é evidenciado por um colapso hemodinâmico, isto é, a pressão arterial cai, a freqüência cardíaca sobe a 180 batimentos cardíacos por minuto (o normal é de 60 a 100), a pele fica fria e pegajosa, os rins não funcionam, o pulso não é palpável, o indivíduo fica inconsciente e não responde aos chamados.
    este é um choque profundo e facilmente reconhecível pois contém sinais óbvios de que o indivíduo está na iminência da morte.

  • o perigo de morte é devido aos danos nos tecidos devido à isquémia.
    mesmo em casos de choque profundo em que o indivíduo recupera, por vezes permanecem disfunções ou danos irreversíveis em alguns órgãos. os mais afectados são os rins, o cérebro, o próprio coração e o sistema gastrointestinal incluindo o fígado.

  • Tipos de choque

    tipos de choque

    é frequente a divisão de choque em tipos hemorrágicos e não hemorrágicos. a classificação seguinte é geralmente utilizada. no entanto muitas vezes o choque sofrido por um doente pode apresentar causas e características mistas: por exemplo, no trauma a hemorragia pode levar a insuficiência cardíaca.
    choque hipovolêmico
    o choque hipovolêmico ocorre devido a diminuição do volume do sangue, plasma ou de eletrolitos.

  • etiologia
    pode ter várias causas:
    a causa mais frequente são as hemorragias abundantes, especialmente após eventos de trauma físico;
    a desidratação que ocorre com privação de água ou em períodos de grande calor, especialmente em idosos e crianças, que não bebem suficiente água para compensar as perdas no suor;

  • na sequência de vómitos ou diarreia repetidas com perda de muita água e electrólitos, como em algumas doenças, das quais a cólera é a mais grave.
    após queimaduras graves, pois a pele que impede a evaporação excessiva de líquidos corporais é destruída.
    íleo: a obstrução intestinal com sequestração de água para o lúmen do intestino.
    sinais
    taquicardia;
    palidez cutânea;
    pulso irregular;
    pele fria;
    perda da consciência.

  • Progressão e sintomas

    progressão e sintomas

    inicialmente, e até perdas de 20% do volume sanguíneo, há escassos sintomas devido aos mecanismos compensatórios taquicardia e vasocontrição com palidez.
    o sistema nervoso simpático é ativado com libertação de adrenalina, que provoca alguma ansiedade nesta fase.
    outros sinais importantes nesta fase é a hipotensão postural: baixa da pressão do sangue quando o indivíduo está de pé, podendo sentir tonturas; o escurecimento da urina tentantiva dos rins de poupar fluido; e descida do hematócrito nas análises sanguíneas.

  • o doente está consciente e sente-se quase normal mas queixa-se de frio, mesmo com temperatura ambiente adequada. se a perda de fluidos continuar é frequente o doente tornar-se mais excitado e queixar-se de sede intensa.
    a taquicardia e palidez cutânea aumentam continuamente. após uma fase de possível hipertensão, diminui a tensão arterial de forma também contínua.
    na fase de choque hipovolémico profundo a excitação cresce até ao delírio e depois começa a fase de sedação, em que já há insuficiências significativas da função cerebral e cardíaca, que, se os níveis de volémia não forem repostos progride até aos danos irreversíveis e depois à morte.


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  • Diagnóstico e tratamento:
  • Choque cardiogênico
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  • Choque séptico
  • Considerações sobre a taquicardia no choque