Curso Online de Cuidados de enfermagem na UTI adulto

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Cuidados de enfermagem na UTI adulto

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Cuidados de enfermagem na UTI adulto

ESPECIALISTAS EM ENFERMAGEM; BACHAREIS EM ENFERMAGEM E OBSTETRÍCIA; Experiência em: -Urgência e Emergência, -Clinica Médica, -Clinica Círurgica, -UTI, -Oncologia, -Nefrologia e -SAÚDE PUBLICA E ETC; PROFESSORES DE CURSOS TECNICO DE ENFERMAGEM EM DIVERSAS ÁREAS.



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  • Cuidados de enfermagem na UTI adulto

    cuidados de enfermagem na uti adulto

    enf.: marcelo neves

  • meu nome é marcelo neves, sou enfermeiro pós graduado em enfermagem do trabelho pela uninter;
    graduado em enfermagem e obstetrícia pela universidade federal de pelotas rs;

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  • atualmente atuo como enfermeiro na sociedade portuguesa de beneficência em pelotas, rs;
    sou membro eleito da cipa da spb, 3º mais votado gestão 2010-2011.

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    na uti:
    profissional atento as necessidades fisiológicas básicas;
    pctes graves em risco de morte;
    tecnologia à disposição da manutenção da vida;
    sensação de dever cumprido qdo não tem lesão com o cuidado;
    abordagem tecnicista.

    desumanização da assistência.

    dúvida: até onde podemos ir?

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    ponto final do trabalho é o cuidado e não a manutenção da vida;
    curar é escravo da tecnologia;
    cuidar pressupõe que temos uma existência mortal;
    a tecnologia é necessária

    mas a máquina jamais deve substituir a essência humana.

    cada corpo pertence a um sujeito com:
    - sonhos/esperanças;
    - família; amigos;
    - carreira; trabalho.

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    só é possível humanizar partindo de nossa própria humanização;
    uma uti humanizada significa que os enfermeiros:
    - têm compaixão e atenção:

    consigo mesmo;
    com seus pares;
    com o paciente.

    é muito importante cuidar de quem cuida:
    ouvir os funcionários;
    ter grupo de apoio.

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    papel do enfermeiro na uti:
    - usar tecnologia como aliada;
    - ouvir e perceber como estão os membros de sua equipe;
    - buscar desenvolver um trabalho em equipe;
    - coloca o cuidado humano em primeiro plano.

    técnicas a serem utilizadas:
    relaxamento (melhora da dor; resgata o corpo e a mente);
    musicoterapia ( melhora da fc; aumento da t°);
    massagem;
    permitir a entrada de familiares a qualquer momento;
    boletim médico (1 vez ao dia) e visita;

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    permitir que pacientes conscientes tenham objetos familiares;
    visita de membros da religião;
    inconscientes: colher informações de seus familiares;
    melhorar a aparência geral do doente (boca; cabelo e unhas);

    o enfermeiro deve:
    sistematizar todos os pacientes da uti;
    orientar a sua equipe na execução do cuidado;
    prestar cuidado ao paciente grave.

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    a equipe deve:
    verificar ssvv (no mínimo) a cada 2 horas (temperatura, pa, fc, fr, pvc);
    pacientes com hipertermia malígna (↑40º) ou hipotermia (↓35º) está indicado o uso de colchão térmico, que adequa a t, diminuindo a necessidade de antitérmicos, e na hipotermia a manta térmica aquece o indivíduo.
    realizar mudança de decúbito a cada 2 horas;
    fazer avaliação neurológica (nível de consciência, respostas motoras, diâmetro, simetria e fotossensibilidade das pupilas);
    auxiliar o enfermeiro e o médico em procedimentos específicos;
    realizar todos os procedimentos relacionados à higiene e conforto do paciente.

  • a monitorização cardíaca deve ser contínua, com rodízio do local dos eletrodos;
    deve-se saber diferenciar artefatos de traçados reais;
    observar alterações de ritmos cardíacos, o sinusal do ritmo não sinusal, e eventual aparecimento de arritmias;
    realizar balanço hídrico, anotando ganhos e perdas, no mínimo a cd 2h;
    ganhos: medicações, líquidos (vo e ev), dietas e líquidos por sondas, npp (nutrição parenteral prolongada) e hemoderivados.
    perdas: diurese, evacuação, débito de drenos, débito de sondas, e as perdas insensíveis (suór, estado febril e vômitos).

    “o balanço hídrico permite controlar e adequar o aporte hídrico de acordo com a afecção, evitando assim a sobrecarga volêmica ou desidratação”.

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  • cuidados com sonda vesical:
    utilizar sempre sistema fechado (troca de sondas, avaliar sinais e sintomas);
    fixação adequada: prevenção de fístulas uretrocutâneas e/ou edema uretra interna);
    homens: anterior do abdome, mantendo a uretra alinhada.
    mulheres: face interna da coxa.
    trocar a fixação a cada higiene íntima.
    higienização: 2x ao dia, com água e sabão, e depois do enxague com clorexedina aquosa= diminuir riscos de infecção.

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